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Parler pode ser obrigado a encerrar operações

John Matze, fundador da rede social que não persegue nem censura usuários, admite que boicotes à empresa colocam em risco existência da plataforma

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Parler pode ser obrigada a encerrar operações

Após Google e Apple banirem o aplicativo de suas lojas oficiais e a Amazon cancelar a hospedagem do site nos seus serviços, o fundador e CEO do Parler, John Matze (foto), disse que sua empresa foi praticamente abandonada por todos os seus parceiros de negócios.

“Todos os fornecedores, de serviços de mensagens de texto, provedor de e-mail e até o time de advogados nos dispensaram no mesmo dia”, disse Matze, em entrevista à comentarista Maria Bartiromo, na Fox News, admitindo que as proibições e a fuga de fornecedores podem tirar a empresa do mercado.

“Vamos tentar o nosso melhor para voltar a ficar online o mais rápido possível. Mas estamos tendo muitos problemas porque todos os fornecedores com quem falamos dizem que não trabalharão conosco. Porque se a Apple não aprovar e o Google não aprovar, eles não irão [trabalhar com o Parler].”


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Leonardo Trielli

Leonardo Trielli não é escritor, não é palestrante, não é intelectual. Também não é bombeiro, nem frentista, não é formado em economia e nem ciências políticas. Nunca trabalhou como mecânico e nem bilheteiro de circo. Twitter: @leotrielli

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