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Teologia do ódio

Professora de Teologia pede a Deus que a ajude a odiar pessoas brancas

Teologia do novo milênio ensina a odiar homens, mulheres e crianças que não sejam negros, gays, trans e esquerdistas ultrarradicais

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Professora de Teologia pede a Deus que a ajude a odiar pessoas brancas

“Querido Deus, por favor, ajude-me a odiar os brancos.”

Assim começa a oração criada pela professora Chanequa Walker-Barnes (foto), professora de teologia da Mercer University, USA.

Com o título de Prayer of a Weary black Woman (Oração de uma Mulher Negra Esgotada, em tradução livre), a prece foi publicada na obra coletiva A Rhythm of Prayer: A Collection of Meditations for Renewal (Um Ritmo para Oração: Uma Coleção de Meditações para Renovação, em tradução livre), editada por Sarah Bessey.

“Quero parar de me preocupar com eles, individual e coletivamente. Quero parar de me preocupar com suas almas racistas e equivocadas, parar de acreditar que podem ser melhores, que podem deixar de ser racistas”, diz a prece.

Mais adiante, a professora diz que “não está falando aos aliados anti-racistas”, tampouco aos “racistas ardentes” que “planejam atos de terrorismo racial na esperança para começar uma guerra racial. ”

“Essas pessoas já estão no inferno”, escreveu ela. “Não há necessidade de desperdiçar ódio com eles.”

O verdadeiro alvo das súplicas de Walker-Barnes são os brancos cordiais, simpáticos, que não veem diferença entre as cores, raças.

“Minha oração é para que você me ajude a odiar os outros brancos – você sabe, os bons. Os eleitores que amam a Fox News e apoiam Trump (…), que fazem comentários racistas velados sobre ‘aquelas pessoas’.”

A professora também pede a Deus que a ajude a “odiar os brancos que se dizem progressistas, mas na verdade são lobos em pele de cordeiro.”

Chanequa conclui a oração pedindo ao Criador livrar sua cara do segundo mandamento proferido por Jesus – “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mc 12, 29-31):

“Conceda-me um cartão de ‘Livre-se do Julgamento’ se eu fizer dos brancos a exceção ao seu mandamento de amar nosso próximo como amamos a nós mesmos.”

Com informações de Breitbart News


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Assuntos:
Luigi Marnoto

Luigi Marnoto é cozinheiro e só não foi guia de cego e bombeiro. Atualmente escreve no Senso em troca de uns caraminguas. É pai e avô quase exemplar e campeão de porrinha.

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