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Rugas de preocupação

Tia da Folha prega extermínio de “bolsonaristas”

Mariliz “transa muito” Jorge diz que quer varrer do mapa quem não concorda com sua visão desajeitada de mundo. Quem disser o mesmo do PT vai preso

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marilz

Estamos entrando num período crítico da história humana. A orquestração política, com amplo apoio e estímulo da mídia, para transformar um determinado grupo no grande satã dos tempos atuais pode deixar um rastro de sangue nunca visto.

A ideia de democracia, consagrada no chavão “governo da maioria”, como se fosse a encarnação absoluta da Verdade, na boca de um indivíduo que ainda não completou o ciclo de formação de seu sistema nervoso revela o quanto essa turma é rude e inculta, apesar de todo o simulacro de refinamento.

A melhor representação desse bárbaro, cuja neurulação não se deu por completo, é o jornalista profissional. Em vez de investigar a fundo o atual momento, cuidar dos fatos como eles acontecem, a nossa casta jornalística, encastelada numa bolha de ressentidos, preferiu tomar seu lado – atitude típica do desalmado –  e lutar contra uma espécie de fascismo platônico.

Junte todos os tagarelas das mídias e não se encontrará um mísero debatedor capaz de entender um movimento como o fascismo, muito mais próximo da massa homogênea da esquerda petista do que do balaio heterogêneo que forma o que se chama de nova direita.

Mas na cabecinha do pessoal da Folha, por exemplo, quem quer que apoie as mudanças pelas quais o país vem passando, deve ser “varrido”. Foi o que disse em seu Twitter a eterna mocinha paz e amor Mariliz Jorge.

O apito foi dado para a militância. “Devem ter o mesmo fim de todas as seitas fascistas”, disse a nadadora veterana. Que fim? 

Fulton Sheen já dizia: “Este desprezo à pessoa humana, em si, é o primeiro dogma de todos os sistemas totalitários”. Para Mariliz, o suprassumo da civilização é matar bebês, exterminar adversários políticos, enquanto nada 4km e “transa muito”. 

Essas atitudes irresponsáveis são as que verdadeiramente disseminam o ódio. O caldeirão vai sendo esquentado pelos intolerantes jornalistas que perderam a reputação que os fazia especiais. O véu foi retirado e tudo o que se vê são rugas acumuladas pela falta de amor e pelos remédios tarja preta.

A perene garota do corpo dourado lembra muito um personagem clássico vivido por Francisco Milani, que tinha os hábitos mais escabrosos e, vendo a reação de estranhamento dos outros, dizia veementemente: “Tá me olhando por quê? Eu sou normal!”


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Assuntos:
Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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