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Disney elabora campanha interna contra “privilégio branco”

Em nome da “inclusão”, empresa promove “grupos de afinidade” separando-os por etnias

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Disney elabora campanha interna contra “privilégio branco”

Em um artigo publicado no City Journal na última sexta-feira (8), o pesquisador e documentarista Christopher F. Rufo diz que teve acesso a uma série de documentos com denúncias sobre o programa de “diversidade e inclusão” da Disney, o “Reimagine Tomorrow” (Reimagine o Amanhã, em tradução livre).

A política racial imposta pela empresa apresenta uma série de módulos de treinamento sobre “anti-racismo”.

“Embora a intenção do programa pareça ser nobre, vários funcionários da Disney, que pediram anonimato por medo de represálias, me disseram que o Reimagine Tomorrow se tornou profundamente politizado e envolveu partes da empresa em conflitos raciais”, diz o pesquisador.

“A Walt Disney Corporation é famosa por contabilizar seus parques de diversões como “o lugar mais feliz da Terra”, mas dentro da sede da empresa, um conflito está se formando. No ano passado, os executivos da Disney elevaram a ideologia da teoria racial crítica a um novo dogma corporativo – e bombardearam os funcionários com treinamentos sobre ‘racismo sistêmico’, ‘privilégio branco’, ‘fragilidade branca’, ‘salvadores brancos’…”

O documento interno apresenta uma série de módulos de treinamento sobre “anti-racismo”. Num desses módulos, o programa afirma que os Estados Unidos têm “uma longa história de racismo sistêmico e transfobia”, e que funcionários brancos devem “trabalhar os sentimentos de culpa, vergonha e atitude defensiva para entender o que está por trás deles e o que precisa ser curado”.

Em outro trecho do programa há a afirmação de que certos valores como “competição”, “individualismo”, “oportunidade” e “abrangência” ajudam a “perpetuar a cultura da supremacia branca”.

Nos documentos obtidos por Rufo, a Disney também recomenda que os funcionários leiam uma série de guias de instruções, como as “75 coisas que os brancos podem fazer pela justiça racial” e “Seus filhos não são jovens demais para falar sobre raça”.

O primeiro artigo sugere, entre outras coisas, que os funcionários brancos devem “desencorajar a polícia”, “participar das reparações”, “descolonizar sua estante”.

O segundo artigo incentiva os pais a se comprometerem a “despertar a consciência racial nas crianças” e argumenta que “até mesmo os bebês discriminam” membros de outras raças. Um gráfico informa que os bebês mostram os primeiros sinais de racismo aos três meses de idade, e que as crianças brancas tornam-se “fortemente tendenciosas a favor da brancura” aos quatro anos.

Finalmente, como parte de uma iniciativa denominada “prioridades patrocinadas pelo CEO”, a Disney lançou “grupos de afinidade”, segregando funcionários por minorias, com o objetivo de alcançar “percepções culturalmente autênticas”:

O grupo de afinidade latino é chamado de “Hola”, o asiático é chamado de “Bússola”, e o grupo de afinidade negro chama-se “Wakanda”.

“A premissa da Disney sempre foi fornecer entretenimento para os americanos médios, mas seus executivos parecem nutrir um desprezo crescente pelas mesmas pessoas que visitam seus parques de diversões, assistem a seus filmes e compram suas mercadorias. Antes conhecido como o ‘lugar mais feliz do planeta’, a Disney agora se comprometeu a se tornar o ‘lugar mais maravilhoso do planeta’ – custe o que custar”, conclui Rufo.

Christopher F. Rufo é um dos principais oponentes da teoria crítica da raça, liderando um esforço legal para rejeitar o ensino de ideologia divisionista nas escolas americanas. É membro sênior do Manhattan Institute e editor e colaborador do City Journal.

Com informações de Breitbart News e City Journal


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Luigi Marnoto

Luigi Marnoto é cozinheiro e só não foi guia de cego e bombeiro. Atualmente escreve no Senso em troca de uns caraminguas. É pai e avô quase exemplar e campeão de porrinha.

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