Há algumas “vacas sagradas” que ganham autoridade imediata no imaginário coletivo, esta coisa tão bem trabalhada pela sociologia, pelas Letras, pelo jornalismo.

Quando Ayrton Senna, no auge da fama, ligou para Juca Kfouri, então diretor da revista Playboy, para tentar impedir que algumas fotos de Adriane Galisteu, que já havia posado para a revista, viessem a público e o Brasil inteiro conhecesse Galisteu biblicamente junto ao tricampeão mundial de Fórmula 1, ouviu como resposta:

– Ayrton, o Pelé, o dom Paulo Evaristo Arns, o Chico Buarque e você não pedem favor. Vocês mandam! Vocês são as únicas razões de alegria para o Brasil…

(história narrada no livro Ayrton: O herói revelado, de Ernesto Rodrigues)

Assim era Ayrton, assim foi Pelé, assim é Chico Buarque (ou era, antes do fracasso do PT). Assim é, no mundo, John Lennon. Não à toa, todos seres humanos pavorosos para quem os conheceu de perto.

john lennon sorry girlsConsiderado por alguns idosos como o músico mais importante do mundo por ter sido o líder dos Beatles, John Lennon tem sua validade dada como inquestionável. E por que é inquestionável? Porque é líder dos Beatles. O cara “mais famoso do que Jesus Cristo” vive dessa retroalimentação de que todos devem “respeitar” os Beatles por serem grandes, e que são grandes porque merecem respeito, sem que a humanidade pareça muito ávida de escapar deste moto perpetuo das celebridades famosas por serem famosas.

Mas sejamos francos: sua música Imagine é um lixo. Bem, todas as suas músicas são, mas foquemos apenas em Imagine. E é ela que é tocada pra tudo quanto é lado assim que algo violento ocorre no mundo.

Foi tocada num piano em Paris. Foi tocada por Eddie Vader e Coldplay em suas recentes apresentações. Deve estar sendo tocada em tudo quanto é rádio e show de banda ruim que vive de cobrar couvert de pessoas querendo almoçar e tendo de enfrentar algum desafinado sem perícia técnica para ser borracheiro gritando mais alto do que a voz normal das pessoas durante uma refeição.

Nem comentemos sua estrutura rítmica risível (só comparável ao “dó-ré, dó-ré, dó-ré-mi-fa” de Que país é esse?). Qualquer criança com meia hora de aula de piano é capaz de tocar Imagine inteirinha sem erros, mas basta que seja o John Lennon para todos dizerem: “Oh, mas é a música que marcou todo o mundo!”, como se Ai se eu te pego do Michel Teló não tivesse feito o mesmo décadas depois do rei do “iê-iê-iê”.

O problema é que, além de ser uma música “linda” apenas por repetir duas notas óbvias ad nauseam, sua letra é, na mais franca das hipóteses, de uma masturbação mental adolescente de matar de vergonha qualquer pessoa vacinada, alistada, com alguma obrigação na vida e com contas a pagar.

E isto é considerado um “hino da paz” por qualquer um que aja 102% do seu tempo em desacordo com a música (os únicos que podem agir de acordo com ela são mendigos, hippies e terroristas). Só por ser aquela música que diz “Imagine o mundo inteiro vivendo em paz” para pessoas que se odeiam dançarem juntinhas fazendo sinal de paz e amor se não precisarem conversar entre si, e apenas repetir roboticamente o hino lobotomizado do sr. Lennon enquanto molham as calcinhas.

Como a cena retratada por André Barcinski após o show de Paul McCartney em 2010: “E quem, meia hora antes, cantava ‘Give Peace a Chance’, não mostra escrúpulos em correr na frente de um casal de idosos para pegar a primeira condução.”

South-Park-hippiesComo já dissemos aqui, tais músicas ultra-populares, da dor-de-corno ao hip hop, da MPB à música de cópula e hedonismo grupal, são meras generalizações extremas. Dizer: “Como seria lindo se todo mundo vivesse em paz” é generalizar o mundo inteiro, como se todo mundo fosse concordar sempre, fosse se tornar feliz forever, como se para a vida ser um mar de rosas bastasse se encaixar no plano global de “paz e amor, bicho”. Como se não houvesse mais vida a ser vivida, chegássemos no “fim da História” de Hegel e Fukuyama, como se a humanidade atingisse um plano global em que tudo se encaixa perfeitamente, sem dialética interna, sem conflito algum, sem nada a atrapalhar nossa felicidade. Como se virássemos meras engrenagens numa grande máquina social.

Felizmente, a vida tem tristezas. Até o filme Divertidamente sabe disso. Não é um mundo feito, uma existência sem aventura, sem nenhum conflito entre vontade e responsabilidade. Não vivemos em uma realidade em que basta dizer “Imagine um mundo sem ganância e fome” para estarmos bem alimentados e a louça estar lavada e guardada.

Quem seguiu a regra desta musiquinha soporífera, brega e analfabeta foram Stalin, Pol-Pot, Mao Zedong, Kim Il-sung, Napoleão Bonaparte, Enver Hoxha, Nicolae Ceaușescu, Slobodan Milošević, Adolf Hitler e toda sorte de totalitário genocida que pensou que o mundo realmente ficaria lindo sem uma ordem religiosa, sem céu e nem inferno, que não precisávamos mais desta coisa restritora que são “países” (está vendo aquele monte de refugiados vindo no horizonte?), que bastava abolir a propriedade privada e a religião para se criar a “Irmandade dos homens” e “todas as pessoas viverem a vida em paz”.

Não lembro onde achei a imagem. Imagine um mundo sem direitos autorais?

Não lembro onde achei a imagem. Imagine um mundo sem direitos autorais?

É este o mundo “without possessions”. Sem propriedade privada, você pode pegar tudo o que seu vizinho tem e trabalhou para ter, e pronto. Todos vivem em paz. Talvez seu vizinho fique meio irritado alguma hora e pare de trabalhar, mas sempre haverá outro vizinho. E assim por diante. Até que todos estarão comendo casca de árvore, como os camponeses sob o socialismo de propriedade coletiva de Mao Zedong, que chegaram a morrer de fome na proporção de mais de 5 milhões por ano. E quem não se lembra da fábrica do “de cada um conforme suas habilidades, a cada um conforme suas necessidades” de Ayn Rand em A Revolta de Atlas?

John Lennon desafia: “Imagine todas as pessoas vivendo pelo dia de hoje”. Olha, é muito fácil imaginar: todo mundo numa puta suruba, fumando pentelho, sem responsabilidade alguma, chafurdando no próprio vômito, refastelando-se em gastar o mundo, torrando indiscriminadamente tudo o que vê pela frente “sem fronteiras”, como se a vida fosse uma grande república adolescente.

É o velho clichê: “Pra que levar a vida a sério, se você não vai sair vivo dela mesmo?” E a resposta é muito óbvia: porque eu preciso pagar as minhas contas. Porque o dia de amanhã chega, e essa zona e cheiro de vômito de whisky e a privada do banheiro entupida não vão se limpar sozinhas (já tentei cantar Imagine para elas, o resultado foi nulo). Porque o médico que vai te salvar de ter uma overdose de cocaína aspirada analmente só consegue te salvar se ele próprio não tiver vivido apenas para o dia de hoje ontem. Porque viver para o dia de hoje é o que político faz todo santo dia com nossos impostos.

É exatamente o que Lennon prega com este “Imagine todas as pessoas compartilhando todo o mundo”. Nunca ocorreu alguém perguntar ao sr. João Lennon por que ele não compartilhou uma porcaria dos royalties de suas musiquinhas com nosotros, a humanidade rés-do-chão, o povo que pega ônibus e desce nas bocada, as pessoas que vivem de algo mais do que cantar para multidões basbaques desmioladas.

peace-love-world-peaceO que John Lennon quer dizer é: “Imagine um mundo em que todos concordam comigo”, e aí descreve seu paraíso na terra. Com as generalizações gigantescas “all the people” e “the world”, Lennon faz mesmo com que todas as pessoas que o ouçam achem que a música é feita para cada um deles, pessoalmente. Esquecem-se de que, fora de palavras lindas e sem sentido concreto como “a paz mundial”, a pia de louça continua suja e alguém vai ter de lavá-la. Que Lennon estava se lixando para nós. Que as pessoas são diferentes, e eu quero a liberdade de ser diferente e discordar de você, do John Lennon, do Chico Buarque ou do Evaristo Arns. E que eu quero vaca sagrada no formato bife Angus ao ponto da casa, enquanto você caiu no papinho vegetariano do Paul McCartney. E aí, como é que fica a paz e o live as one?

Aliás, por que Lennon prega este mundo perfeito, em palavras abstratas e ocas, mas não conseguiu manter relações de paz nem com outro pacifista mais chato do que cagar de macacão, o senhor Paul McCartney? Não é curioso como nem Lennon consegue seguir nem meia das suas frases, que prometem ser o hino de paz na humanidade?

Discordar é um direito fundamental do homem. “The world live as one”, como quer o sr. Lennon, é seguir um planejamento prévio de algum totalitário querendo mandar nas minhas sinapses para não escapar de seu esquematismo de “vida feliz para todo mundo”. Como se alguém pudesse saber mais do que quero e do que me faz feliz do que eu mesmo (comecem jogando essa música no esgoto). Como se as pessoas fossem parar de empacar do lado esquerdo das escadas rolantes, ouvir funk no busão ou votar no PT simplesmente se eu dissesse: “Imagine todos nós vivendo em paz!”

Imagine um mundo em que você não tenha visto a BENGA do John Lennon

Imagine um mundo em que você não tenha visto a BENGA do John Lennon

Preencha o esquematismo oco (os velhos clichês que herdamos do Iluminismo) de Lennon com alguma substância, como por exemplo o que você pensa, e todo o seu delicado castelo de cartas volta a ser o que é: a repetição no piano dos acordes dó e fá até alguém surtar e te dar um tiro. E nem quis fazer referência ao que realmente aconteceu na vida de Lennon.

Também não é curioso como estes que sempre pedem a paz têm as vidas mais longe da paz de uma velhinha que faz bolo pros seus netinhos porque é 102% tradição, família e propriedade privada? Lennon tentava passar a perna até nos seus companheiros de banda, batia em mulher, chafurdava em heroína enquanto ignorava os filhos (seu filho considerava McCartney mais pai do que ele), era ególatra e mentiroso compulsivo, era um burguezinho que se dizia proletário, dava dinheiro para os assassinos dos Black Panthers. Ou, como diz Imagine, “Nothing to kill or die for”.

Isto para não falar de quem realmente agüentava Lennon, como sua porra-louquíssima Yoko Ono, capaz de, após sessão de fotos e toda a pompa e circunstância de um mundo cheio de posses e desigualdade entre seres humanos, pegar um microfone para berrar por 2 minutos numa exposição de arte moderna para receber uma carrada de aplausos por sua genialidade. Quem não ouviu, que ouça. Preferencialmente se souber que só tem 2 minutos de vida: serão os 2 minutos mais longos de sua curta passagem por este Vale de Lágrimas:

Hoje muitos jovens de país que tiveram os Beatles como referência adoram achar que a Inglaterra é o máximo por ter nos dado os Beatles. Falta notar que tudo o que é bom na terra de Sua Majestade era rejeitado pelos Beatles: monarquia, bons modos, civilidade aristocrática, gentileza tradicionalista dos gentlemen, o individualismo que permite a noção de fronteira da cultura anglo-saxã.

Lennon e seus maloqueiros de Liverpool queriam bagunça, jeitinho, tratavam maconha como causa política, adotavam qualquer religião (!) como verdade suprema, desde que fosse exótica e cheirasse mal, eram hipócritas e davam sorrisos pela frente e facada pelas costas, odiavam o capitalismo e enriqueciam por ele. Queriam que a Inglaterra fosse exatamente como o Brasil, diga-se. É melhor usar nossa bandeira para se referir aos Beatles, e não a gloriosa cruz que representa as ilhas de nossa gloriosa Rainha.

iron maiden englandUma infância muito mais saudável e uma noção de mundo muito melhor, mais complexa e aventureira, está em quem buscou na Inglaterra outra referência, como os conservadores e aristocráticos do Iron Maiden. Estes sim sabem colocar Shakespeare, G. K. Chesterton, Samuel Taylor Coleridge, Gaston Leroux, Edgar Allan Poe, Frank Herbert, William Golding, Alfred Tennyson, John Wyndham e até um Aldous Huxley em suas letras – além, é claro, da Bíblia.

Estes sabem que o homem possui bem e mal dentro de si e que precisam enfrentá-los no mundo, e que sempre assim será (é isso que reclamam nos “fanáticos obscurantistas religiosos”, sem perceber que é desnecessário ser qualquer uma dessas coisas para saber disso – apenas é impossível saber disso e ser de esquerda ao mesmo tempo).

Estes são os bem-aventurados: aqueles que têm uma aventura, uma missão diante de si. Que sabem que a vida possui inimigos. Responsabilidades. Valores frágeis a serem defendidos, que são muito mais facilmente destruídos do que reconstruídos. Por isto são conservadores. Ao invés de crer que a vida é “living for today” e criar um plano “sem propriedades e países” em que todos terão completado a aventura do ser humano e vão apenas viver à base de maconha e discursos genéricos no violão, tratam de tornar a dificuldade da vida algo que faça sentido e tenha beleza, ao invés de negá-las em prol de “um mundo em que todo mundo concorda”.

A vida para o fã de Iron Maiden é defender o bem. Para o beatlemaníaco, é fazer sarau e esperar que algum trouxa pague as suas contas.

Pessoas que crescem ouvindo Iron Maiden sabem da aventura que é viver. Pessoas que crescem tendo como referências John Lennon, Beatles, Chico Buarque, Paulo Evaristo Arns e Ayrton Senna crescem pedindo paz e tolerância e votando em defensores do MST e do Estado Islâmico para cuidar dos obscurantistas. Ou viram comentaristas de política achando que gritar “democracia” e “religião pacífica” é a solução para o mundo. Prefira quem sabe o valor inestimável que tem a aventura da vida.

Up the irons! \m/

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  • Raquel Alves

    Para falar a verdade sou grata por essa música, se não fosse por ela teria acreditado no meu primeiro professor de sociologia e filosofia quando ele tentou nos apresentar a visão da esquerda com o filme matrix e em seguida “Imagine” (ele explicou a direita com um parágrafo…). Depois de ouvir a música, especialmente “Imagine um mundo sem religião” parei de acreditar em qualquer utopia que me foi apresentada, estava fazendo crisma na época e não consigo “imaginar” a minha vida sem Deus.

  • Daniel Victor Lira

    Up The Irons. Só em ouvir Iron Maiden eu fui apresentado à literaturas muito melhores do que as da Universidade.

  • Edmar Lopes Braga

    Sempre detestei Beatles. E essa Imagine é de desligar o Rádio. Nunca achei que iria ler um texto assim. Parabéns!!!

  • markus thomas

    gente.. quanta burrice. o autor desse vomito em forma de texto não entende a música por que está tapado. tapado pelo ódio e sua própria pequenice. quer desqualificar uma obra que atinge com louvor seu objetivo, que é expressar o que o autor quer expressar. um significante construído para transmitir um significado. e ponto.. arte (vai pra aula de arte)

    EEEEE mesmo que ela seja uma obra de arte quase perfeita, pois cumpre suas funções de discurso e linguagem com profundidade e exatidão, o autor quer criticar o discurso desmerecendo a técnica. EITA!!! Se decida. Quer criticar o significante ou o significado? se entendemos o significado ela é um bom significante. ok?

    ela é um manifesto socialista na sua maior abstração? sim. entre muitas outras coisas. mas uma visão de um ponto de vista de um socialista, que talvez não concorde com todos socialista em TUDO. Podemos concordar que não são palavrinhas jogadas ao léu como somente uma pequenice de espirito permite sugerir. São muitas menções a muitos pensadores que quase ninguém consegue acompanhar, exatamente por usarem uma linguagem chata e complexa? Sim. Nada há ver com “ai se eu te pego” ou as merdas que o lobão escreveu. OK

    Sabe? a alienação do músico (e crítico) resultam nisso. não entender o que a arte abrange. assim como qualquer alienação de classe e função. tipo o filme do charly chaplin, onde o operário não sabe seu papel no todo que ajuda a produzir. o todo é o mundo que produzimos e que poderíamos hipoteticamente produzir (“visão de mundo”). o comunicador que não entende pra que realmente serve sua técnica e estudos é um cara que só enche o saco.

    Louis Kahn (meu arquiteto favorito) dizia que existem 3 estágios pro artista.
    – o primeiro tem emoção, mas não consegue expressar direito
    – o segundo sabe um pouco mais, mas não domina a técnica necessária para que o discurso se apresente plenamente. o expectador no final só consegue enxergar o esforço técnico e tem dificuldade em entender o discurso
    – o terceiro domina a técnica necessária para expressar com perfeição seu discurso, seja ele intelectual ou inconsciente

    o autor me confunde…

    se você não respeita nem a profundidade que existe nessa simples obra composta pelo John Lennon (um cara que fez algumas das melodias mais respeitadas por músicos fodas E público em geral) o problema certamente é você (e me dirijo ao autor). ou é muiito superior ou simplesmente limitado e carente de humildade

    você (autor) está no segundo estágio da percepção e produção artística, muito provavelmente. deveria ouvir Dominguinhos. deveria ouvir o que o Yamandu Costa fala sobre o Dominguinhos. deveria ouvir Yamandu Costa, John lennon, Bob Marley, Pat Metheny, Luis Gonzaga, Violeta Parra, Bela Fleck, Bob Dylan, Stevie Ray Vaughan, Cartola, os clássicos e os populares de todas as partes do mundo, que doam suas vidas, técnica e esforços por um discurso e linguagem que realmente, profundamente consideram dignos de existirem no mundo…

    BOM, isso quanto a criticar a obra de arte.. o invólucro.. a canção

    quanto à visão política.. sugiro que desça do seu apartamento pegue um ônibus e vá ao Jardim Ângela. fica lá uns dias. curte um samba, uma feijoada, troca uma ideia. depois vai pro nordeste dançar um boi-bumba. Ame um pouco. Exercite a empatia e verá que apesar de estar recluso e alienado em um grupo que na verdade é cagão e infeliz, existem outras perspectivas de vida e mundo. enche o saco quando o pessoal escolhe a ideologia que convém a seus privilégios e injustiças.

    Melhor… veja o que Adam Smith fala sobre monopólio e livre competição. Veja se a sociedade brasileira tradicional impulsiona a livre competição ou se restringe, com seu racismo, preconceito, com seus políticos comprados, seus cartéis, privatização de monopólios estatais, educação restrita, saúde restrita, golpes, sistema financeiro, sistema imobiliário, mídia.. de livre a sociedade tradicional brasileira não tem absolutamente nada..

  • Luis Cavalli

    Mas curte um Michel Teló kkkkk Que dor de cotovelo hein?!

  • Carlos Oliveira Junior

    Certo, você pode discordar das letras e mensagens de Lennon… eu também acho que muita coisa tem viés duvidoso, mas que também muitas vezes pode ser vítima de uma interpretação duvidosa do leitor. Agora escrever que tudo o que Lennon fez é lixo? É muita ignorância musical/artística. Miopia por conta da revolta político-ideológica. Vamos separar as duas coisas ok? Talento musical e dom artístico é uma coisa, ideologia e visão política é outra. Uma não condena outra necessariamente. PS: Sou de direita.

  • Luiz Paulo Negrini

    Excelente Flavio!

  • Luiz Paulo Negrini

    Ducaralho! Parabéns!

  • Julio Pereira

    Cara…lixo?…Lixo é você!…Texto ridículo escrito por um zé bosta…querendo aparecer!…

  • César Boiani

    Iron Maiden é defender o bem? Fãs de Airton Senna crescem pedindo paz e tolerância?…Qual é o teu propósito com uma MATÉRIA escrota destas? Quer dizer que PAZ E TOLERÂNCIA não são mais aceitas? Vamos seguir IRON MAIDEN e quebrar tudo? Julgar ao bel prazer e fazer desta nação uma MERDA MAIOR QUE É? Não sei qual foi o objetivo desta matéria, MAS colocar pessoas que pedem PAZ E TOLERÂNCIA como sendo IMBECIS é no mínimo uma PALHAÇADA DE PESSOA SEM CARÁTER, tua matéria apenas engajou MARGINAIS E PESSOAS SEM VALOR, para os demais, FRACASSOU MISERAVELMENTE.

  • Mario Silva

    Há muito tempo que eu não sentia tanta vergonha alheia como ao ver a cena da yoko ono berrando igual uma retardada. E o pior de tudo são os idiotas, que não querem admitir que o “rei está nu” aplaudindo essa performance que extrapola todos os limites do ridículo.

  • Allysson

    Há um bom tempo que não vejo alguém se esforçar tanto para polemizar. Parabéns. Nem adianta tentar contra argumentar, não lograrei exito.

  • Rosny Aryon Conrad

    Quanto tempo perdi lendo esta besteirada toda, quer aparecer? Crie alguma coisa boa para as pessoas, para o mundo e não fique falando merda.

  • Rodrigo Nunes Xavier

    Já ouviu falar em terapia, amigo? Abraços.

  • vitor

    Eu acho eles melhores

  • Fumador de crack

    Eis uma prova da qualidade musical do Iron. http://whiplash.net/materias/curiosidades/237952-ironmaiden.html

  • Fumador de crack

    Aqui esta a “riqueza” musica de Iron. http://www.ironmaidenbrasil.com.br/2016/02/curiosidade-video-mostra-que-musicas-do.html
    Esse cara que escreveu esse artigo nao entende nada de musica.

  • Fumador de crack

    Ele deve achar que rock eh somente heavy metal nao Chuck Berry, Elvis e outros. Deve fumar crack. Pelo sobrenome deve ser ate judeu

  • Ad Utrumque Paratus

    Up the irons! ,,/

  • Hyuriel Constantino

    Obrigado por destruir a imagem que eu tinha do Lennon. kkkkkkkkk… Esse cara era um vagabundo mesmo. xD

  • jaleco90

    Escutei pela primeira vez Rime of the Anciet Mariner na década de 1980, na minha infância, e virei fã do Iron Maiden. Desde aquela época não gostava dos Beatles nem da famigerada Imagine. Hoje percebo que mesmo inconscientemente já sabia o que era certo e errado, o conservador e o “progressista”. Sabia que tinha alguma explicação e acabei encontrando. Up the Irons e abaixo o “progressismo”, o comunismo, socialismo e todas as formas de totalitarismo!!

  • Rogério Ketzer

    Não há argumentos sobre o Iron Maiden… eles mandam na porra toda… mas, quanto ao Lennn e a sua letra, eu tenho uma visão um pouco diferente, reunindo outros pensamentos dele, como fiz, lá em janeiro, no meu blog… recomendo a leitura…

    https://seguraorojao.wordpress.com/2016/01/12/imagina-querido-john/

  • Piva

    Foi uma das piores coisas que li na vida. A questão da igualdade dos homens não é uma utopia, mas um fato. A estupidez das fronteira é outro fato, assim como a divisão que promovem as religiões. Imaginar viver em ordem, com amor, que é inteligência e compaixão, é demais, concordo, mas por diferentes razões. A questão é que a imaginação não alcança a verdade. Por fim, a verdade não é uma ideologia, não é de esquerda. Muito menos de direita. Foi uma das piores coisas que li até hj, mas diante da crescente imbecilização do ser humano, não será a última, cada dia vejo mais.

    • Raiden

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk fato? moça(o) acorda pra vida, já tá na hora de sair da adolescência já

  • Maxiwilian SP

    Usar da cena retratada pelo André Barcinski é muita hipocrisia quando o que mais se vê no dia a dia são cristões que não praticam o que pregam. Imagine um mundo com cristões praticando o que realmente pregam. Seria uma maravilha!!! É difícil imaginar, sejamos sinceros, mesmo tentando. Talvez, se assim fosse, a ideia de escrever Imagine sequer teria passado pela cabeça do músico Jonh Lennon!! : D

    Cristãos existem desde quando mesmo?? E a culpa é de quem tem visão limitada por ouvir uma música de 40 anos atrás!!? E de duas notas?!! Talvez as pessoas devessem se preocupar menos em lavar a louça e olhar para as pessoas em volta. Existem pais hoje matando seus filhos por esquecerem eles trancados dentro de carros!!!

    Te pergunto: que método científico usou para chegar nas conclusões abaixo:

    1) “A vida para o fã de Iron Maiden é defender o bem. Para o beatlemaníaco, é fazer sarau e esperar que algum trouxa pague as suas contas.” (MORGENSTERN, 2015).

    Cara, sério mesmo que escreveu isso?! E desde quando curtir uma banda é sinônimo de possuir empatia, zelo, amizade, carinho e tantas outras qualidades que caracterizam pessoas que defendem o bem?

    Você quis criar intriga colegial com isso né?! Tipo Joãozinho falando: “Escuta Flavinha, você gosta mais de mim ou do Renatinho? Do Renatinho não pode ser, ele é trouxa… não consegue levantar 100 Kg no supino!”

    Quanta maturidade!!!

    2) “Uma infância muito mais saudável e uma noção de mundo muito melhor, mais complexa e aventureira, está em quem buscou na Inglaterra outra referência, como os conservadores e aristocráticos do Iron Maiden.” (MORGENSTERN, 2015).

    Nossa, a saúde de crianças que crescerem ouvindo Edward Elgar… pqp estas sim devem ter sofrido!! Foram acometidas por muitas doenças! Claro!! Agonizaram em certos momentos, por sinal. Vai ver é por isso que hoje se vive mais, culpa do Iron, certo!!! Que pena que ninguém inteligente descobriu essa relação antes. Já pensou, poderiam se fabricar muitas bandas iguais ao Iron através de processos idênticos aos descritos no livro Admirável Mundo Novo para usá-las em hospitais e escolas. Olha, que ideia boa! Não é que seu texto valeu de algo!

    E coitado do Einstein, teve uma visão nada complexa do mundo e do Universo porque não pode curtir um 6!66! the number of the Beast!!!

    Por favor, o Iron é uma puta banda que não precisa ser referenciada num texto podre desse. Gosto não se discute, fato! Porém, faltar com a verdade e querer exclusividade com os gostos pessoais soa meio infantil.

    E não pense que só porque achei o texto de uma podridão sem tamanha que não deveria comentar. De porcaria o mundo está cheio e é difícil não se envolver. Você sabe bem disso!

    Sei lá, achei você bem imaturo com esse texto. Chega a ser até meio doentio. Procure um psiquiatra, talvez melhore. Imagine um mundo sem esse texto. Ah não, nãooo…. imaginar não pode, que pena!!!

    • Marcio Oliveira

      parei de ler em “cristões”…

  • Mariana
  • Léo R.

    Ouço Depeche Mode e cago para a Legião urbana,é simples.Entendeu..ou quer que eu desenhe?Perfeito Texto

  • Alucard

    Belíssimo artigo! “Imagine” é aquela música que eu ouvia até os 13 anos quando não sabia nem “um a” da língua inglesa, e que depois que conheci o significado fiquei pensando o lixo que é. É aquela música chata do pós-moderno progressista politicamente correto (atenção ao enorme pleonasmo), que reclama de tudo que não convém com o pensamento dele. Up the Irons!

  • Walter Knight Templar

    Se compararmos as musicas dos Beatles aos chamados “Sertanejos Universitários” de hoje, poderíamos dizer que o povo da Década de 60 só ouvia hinos! Nem vou falar do funk, pois isso não pode ser chamado de música!

  • Bruno Antônio dos Santos Silva

    Ótimo artigo, o vejo mais como uma critica a essa hipocrisia existente no meio artístico e intelectual, de pessoas que pregam uma coisa e vivem totalmente o oposto. Concordo também que Imagine é um lixo de canção, no entanto gosto de muitas músicas deixadas por John Lennon (mais precisamente suas canções nos Beatles do inicio de carreira até a metade da década de 60) e pelos Beatles. Dos três principais compositores dos Beatles vejo o John como o mais Limitado e em sua carreira solo se perdeu mais ainda, se deixando levar pelo ego e por adulações de “cãezinhos adestrados”. Consigo ver talento e qualidade nesses artistas, mas não dá para ignorar essa pulsante hipocrisia que são suas vidas.

  • TheRock4billie .

    Gostei.

  • Vinicius Dias

    Você precisa fazer um desses para o Chico Buarque.

  • João Gabriel

    Up The Irons!!!

  • Maxiwilian SP

    Parabéns cara, você deveria ganhar o prêmio Nobel em química por conseguir transformar merda em texto.

    • Laender Alves

      num gostô não ?UM GRANDE FODA SE PRA OCÊ

    • Joao Godoy

      KKKKKKKKKKK

  • Márcia

    À primeira vista pensei que aqueles nus formando o símbolo da paz fossem os caras da performance Macaquinhos.
    Quanto ao John Lennon, a união dele com a Yoko contraria a máxima de que os chatos se repelem, tal como os polos iguais de um ímã.

  • ACES HIGH

    Artigo simplesmente sensacional. Sempre tive esse mesmo sentimento em relação ao John Lennon, mas nunca consegui organizar o que penso numa crítica tão perfeita como você fez neste artigo, PARABENS!!!

    O Roger Waters é outro esquerda caviar pé no saco que merece um artigo bem redigido como esse.

    • Paulo R Ongaro

      Muito bem lembrado, Aces high. Roger Waters, no fundo, é um imbecil talentoso.

      • Fernão Rosas

        Mas não são todos? A missão nefasta dessa gente foi ou não foi bem cumprida? Estaríamos nessa árida situação se eles não tivessem sido talentosos e competentes?

        Infelizmente eu sou uma besta para qualquer tipo de produção artística. Precisamos de arte, precisamos de imaginário.

  • Ain, essa música criticou minha religião de merda e minha pobre igreja que nem precisa pagar imposto, ganha dinheiro dos nossos impostos, ganha dinheiro dos fiéis, incentiva a violência contra homossexuais e deixa as pessoas tão ignorantes quanto eu. Música lixo, vou odiá-la como se isso fosse fazer diferença

  • A pessoa que escreveu esta matéria é um JUDEU! E como judeu ele se esqueceu do provérbio judaico que diz: “calados não temos nem que repetir nem que explicar”. Perdeu a oportunidade única de NUNCA ter escrito essa lástima!
    Já está provado que o índice de retardo mental de origem genética entre os judeus é extremamente elevado! Transtornos obsessivo-compulsivos, desordens psicóticas, como a esquizofrenia são galopantes entre os judeus. A Doença de Gaucher, por exemplo, é mais frequente entre os judeus. Neles, a prevalência da doença é de 1:855 e a frequência estimada de portadores é de 1:18. E deve ser disso que o autor dessa horrenda matéria esteja sofrendo: de um forte comprometimento cerebral em vários graus!!!
    Fatos:
    1) A música ficou na terceira posição da Lista das 500 Melhores Canções de Todos os Tempos da Revista Rolling Stone (2004)
    2) Foi ouvida por todo o mundo no Dia Internacional da Paz em 21/09/2014
    3) Pelo conteúdo da letra é considerada o maior Hino pela Paz e União de todos os tempos!
    4) “Imagine” deve ser ouvida com o coração, com a alma, mas ela vale muito mais pelo valor humanista da letra, que apregoa um mundo mais justo, solidário, de paz e amor entre as nações, que pela qualidade técnica-musical
    5) A letra da canção “Imagine”, sem o ateu John Lennon saber, se refere ao livro da Bíblia Sagrada, Apocalipse, capítulo 21, escrito pelo apóstolo João, quando esteve exilado na Ilha de Patmos (Grécia), se referindo a Nova Jerusalém. Leiam!
    6) Depois da morte de John Lennon, foi construído em sua homenagem um mosaico com a palavra “Imagine” no Central Park, em Nova York, em uma parte que fica em frente ao prédio onde ele morava
    7) Foi escrita por um gênio: John Lennon!; que entrou para a eternidade, e sempre será lembrado; agora Flávio MORGENSTERN, o “Estrela da Manhã” em hebraico, esse… quem é mesmo?

    • Flavio Morgenstern

      Imagine todos os povos unidos, sem anti-semitismo hitlerista?

      • cesario

        É Isso ai! Imagine todas as pessoas vivendo em paz, pouco se importanto com etnias, credo, cores e tudo mais que assola essa sociedade cheia de preconceitos e conceitos. O Mundo carece de amor. E por mais que isso soe para muitos uma forma simplista de se enxergar a vida, nesse mundo intelectualizado que voce sobrevive, todos nos seriamos mais felizes se nos respeitassemos uns aos outros. John Lennon era um sonhador e junto com os Beatles deixou um legado de belas cançoes.

    • Luzardo Ramos

      Cara vc é doido? Onde foi que vc viu uma versão do Apocalipse de João sem INFERNO?

    • Eduardo Reis

      Eu te amo, como irmão é claro…

  • Marco

    Babaca. Quem é você? O que fez de importante? Tenho certeza que nem uma árvore você plantou. Falar mal dos Beatles… sempre aparece um querendo aparecer. Quem fala assim dos Beatles são os pastores crentes, você é de qual? Da Universal, Deus é amor… kkkkkkkkkkkkkkkk

    • David Rabello

      O cara tem ciúme de Lennon (foi justamente isso que o matou em 1980).
      Ele sabe que o verdadeiro lixo é o Iron Maiden…

      • Caio

        Iron Maiden lixo? Qualquer música do maiden destrói a discografia dos beatles (que é um verdadeiro lixo musical), tanto em termos de técnica quanto em conteúdo das letras.Isso para não falar sobre a qualidade dos músicos,anos luz a frente dos hippies maconheiros.Todos esses critérios que escrevi são objetivos, contra fatos não há argumentos.

        • David Rabello

          Os Beatles foram o que mais venderam discos na história com apenas 8 anos de existência. Desculpe, sei que gosta do Iron Maiden, mas não há que se comparar. O que mais se aproxima dos Beatles é o Elvis…kkkkkk

        • David Rabello

          Acho que o que expomos aqui é questão de gosto, mas vc tem que admitir que se os Beatles não tivessem existido muito provavelmente muitas bandas de Rock também não existiriam, inclusive o Iron Maiden..

  • Júlio Évola

    Até que enfim alguém que teve coragem de esculachar esse idiota do John Lennon. Até que enfim.

  • anonimo

    O cara q esculacha um dos maiores mitos de todos os tempos tem q fazer algo melhor doq um comentário idiota desse. aff

  • Marcos Lima

    Eu acho que o Ben shapiro leu seu artigo na sexta-feira ele comentou exatamente o que você colocou Nesse artigo

    • Flavio Morgenstern

      Foi engraçado. 😀

  • Hamilton

    Pura inveja dos Beatles. O cara é incapaz de contextualizar as obras em seu tempo. Não vale nem a pena se estender no assunto.

  • Tiso

    Nunca pensei que ia dizer isso, mas te parabenizo sinceramente por publicar todo tipo de comentário desfavorável ao seu texto, inclusive o meu. É uma atitude honrada que falta em muitos dos seus pares ideológicos (como o Reinaldo).

    • Flavio Morgenstern

      Tiso, acho que nós falamos por nós mesmos, somos mais individualistas, neste aspecto – e muito diferentes uns dos outros. Mas nunca liguei muito pra comentários xingando – um texto com esse título não esperava outra coisa…

  • Flavia Menegaz

    Flavio, você deve estar muito desesperado por dinheiro! Para quem você trabalha? Quanto te pagam por “curtidas”? Você precisa de uma terapia , urgente! Deve ter muitos traumas na vida.. Quantos anos você tem? você é adolescente? Sinto muito, espero que encontre coisa melhor para faze na sua vida do que ficar ridicularizando pessoas, artistas , incitando ódio, desprezando quem , no fim das contas, agrade ou não,, só pregaram o bem, a paz , a igualdade. Espero que seu próximo alvo ( o babaca!) não seja Jesus Cristo. Vai encarar? Ah… adorei os gritos da Yoko Ono! Resposta perfeita para seu texto!

    • Flavio Morgenstern

      Na parte final do seu comentário, percebi que não precisava explicar quem anda precisando de um abraço – basta ver qual a linguagem mais adequada para você aplaudir. 😉

  • Elis

    Meu Deus…seus textos são fantásticos.

  • O texto permite ao consulente pensar, ato que, atualmente, não se faz, de forma, adequada. A grande maioria concorda com tudo. É forte a influência dos “aparelhos ideológicos” que manipula o “homo sapiens” desde o nascimento até a morte.

  • Eu

    O número de comentários mostra que os Beatles são mais uma dessas porcarias que não se pode criticar (o fã é ultrassensível).
    Entra nessa categoria outros lixos como Star Wars, Star Trek, Doctor How, Crepúsculo, U2, Frida Kahloe e Minecraft (que é um jogo bem imbecil, diga-se de passagem), assim como os já citados Senna (que, segundo o Piquet, sempre foi um piloto que jogou sujo) e o Chico Buarque.

    http://esportes.terra.com.br/lance/piquet-nao-esquece-rivalidade-e-alfineta-senna-sempre-foi-um-piloto-sujo,ca285b55c3344151cf10a5e11fe23055ezb7RCRD.html

    • Eu

      Só para deixar claro.Eu não acho o Senna um lixo, mas sim a imagem que é vendidade dele.
      Não acompanho F1, mas pelo que eu já li, a maioria esmagodora diz que o Piquet foi melhor do que ele, mas como o Piquet é um exemplo perfeito de pessoa politicamente incorreta….

      • Marcelo Ribeiro

        Maioria esmagadora? Quero saber aonde você viu isso. Acredito que para opinarnos sobre algum assunto é necessário, no mínimo, acompanhar ou entender. Como você mesmo disse, tu não acompanha, então não vale de nada. Não tem essa de que a maioria diz, pois se a gente for levar por esse lado, o Senna ganha do Piquet mesmo assim. Quero muito saber aonde você viu essa maioria esmagadora, pois desde 1983 a que eu vi aponta para outro piloto. Abraços.

        • Eu

          “Não tem essa de que a maioria diz, pois se a gente for levar por esse lado, o Senna ganha do Piquet mesmo assim. ”

          Mostra ai, então?

          PS:Não vale a turma da Globo, que criou o mito Senna.

    • Parei de ler no “Doctor HOW”

  • Fernando

    Opa, tô curioso pela referência de que o Paulo Evaristo Arns era um c*zão pessoalmente. Meu avô detestava o cara, não podia nem ouvir a voz molenga dele, e claro que ele fala porcaria pelos cotovelos, mas você sabe de alguém que teve experiências pessoais ruins com ele?

  • Fernando

    Imagine all the people…vendo os filhos todos os dias…yeah, yeah, yeah!!!

    http://musica.uol.com.br/ultnot/afp/2001/01/08/filha-de-yoko-ono-fala-da-mae-a-quem-nao-ve-ha-25-anos.jhtm

    “”Mas, aparentemente, ninguém viu o outro lado das coisas: que John (Lennon) também destruiu meu lar: o de Tony, Kyoko e eu”, chegou a declarar Yoko Ono. ”

    Destruiu pela paz mundial, é claro!

  • Helio

    Lendo os comentário deu pra perceber que “Imagine” é a vaca sagrada de muita gente. Agora vamos cantar para eles “Imagine um mundo onde você possa xingar os Beatles à vontade sem que ninguém se importe com isso”.

    • Max x

      Concordo. “Imagine um mundo onde você possa xingar os Beatles á vontade sem que ninguém se importe com isso” ²

  • Filipe Vieira

    Cara, eu tive que parar de ler quando você escreveu “Nem comentemos sua estrutura rítmica risível (só comparável ao “dó-ré, dó-ré, dó-ré-mi-fa” de Que país é esse?)”. Estude um pouco mais sobre música, o que você citou não representa uma estrutura rítmica e muito menos demonstra o motivo de essa música ou qualquer outras serem medíocres.

  • Mariline

    Sou fã de rock e discordo que a música seja ruim ou que a mensagem nela contida seja estúpida. Pode até ser ingênua ou os acordes podem ser simples mas é agradável de ouvir e não faz dela uma musica ruim. Ninguém virou ocultista porque ouvia Raul Seixas, ninguém virou adorador do diabo só porque causa do Black Sabbath, A banda “Camisa de Vênus” tinha uma música chamada “Silvia” que era uma puta porque dava para todo mundo, em outra música chamada “Beth” ele comemorava o assassinato da infeliz porque não dava para ninguém, Se fossemos esperar coerência de músicos não ouvíamos ninguém.

    • Nilson

      Concordar com o que diz a letra de Imagine e achar que é possível realizar o que nela consta é assumir ser uma pessoa sem noção nenhuma da realidade da vida, ser um sonhador.

      • Izabel Fernandes

        You may say I’m a dreamer. But I’m not the only one. I hope someday you’ll join us 🙂

  • Carlos

    Flávio, admiro os seus textos, tenho o seu (excelente) livro e já fui seu seguidor no Twitter (não tenho mais conta na rede social). Porém, às vezes, noto que você polemiza pelo simples prazer de polemizar – ok, é do jogo e rende bons page views. No texto sobre Lennon, é interessante ver alguém batendo em vacas sagradas (soprando a poeira da glória). Porém, ao criticar a qualidade musical dos Beatles, do Chico e outros apenas por serem progressistas, parece um pouco infantil. A música pode ser boa ou ruim, independentemente do estilo. Beatles, Iron, Rush, Cream, Yes, Ramones. Walter Franco e Jobim podem conviver tranquilamente. Chico Buarque, apesar da indigência no campo político, tem coisas inacreditáveis no campo musical, com complexas obras no terreno da harmonia (Jobim sempre reconheceu o compositor Chico). Lennon, McCartney e Harrison têm excelentes obras regravadas por grandes artistas, profundos conhecedores de música (Sinatra é um exemplo, inúmeros músicos de jazz também – músicos que engolem qualquer músico de rock em harmonia e domínio do instrumento). E o final do seu texto mostra o velho vício de fãs do metal de acharem que música complexa é aquela com mais notas e variações de andamento por segundo. Vocês jamais entenderiam um Stevie Wonder ou um George Benson. Música é arte, a arte das artes, sem ideologia ou receita de bolo. A música reside no poder da criação, tema magistralmente retratado pelo sambista João Nogueira (em Poder da Criação). Concentre-se na teoria política/filosófica. Trate a música apenas como hobby. Forte abraço!

    • Fumador de crack

      E olhe que Iron musicalmente falando eh um lixo.

    • Fernão Rosas

      Quando não se reconhece o poder – edificante ou destrutor – das artes para a construção do imaginário coletivo, faz-se o que você está fazendo: apenas soprando de volta a glória para quem o único mérito foi o de emburrecer e glorificar a histeria como um fenômeno pop e não de saúde pública.

  • Ulisses

    Flávio, você tem que entender que hoje tem muitos adultos que não saíram da adolescência. hehe

  • Fernanda

    Cara! Muita coragem chamar John Lennon de lixo. Gosto de imagine, mas concordo com vc em alguns pontos. É por isso que acompanho sua página. Vc sempre me deixa pensando… Não tinha percebido como eu realmente não gosto dos Beetles. Mas vc tem razão, parece absurdo não gostar. Acho que vc exagerou um pouco e eu tb odeio o Iron Maden, pra mim, aquilo é só um barulho ruim. Questão de gosto. Mas seus textos são muito bons. Seus argumentos muito bem construídos, e mesmo quem discorda de vc, tem que concordar que vc é extremamente coerente sempre. Continue escrevendo sobre tudo! Continue nos fazendo pensar! Obrigada! Um abraço!

    • David Rabello

      Esse mesmo ciúme levou Lennon a morrer assassinado.
      É lógico que os Beatles é milhões de vezes melhor que Iron Maiden.
      O cara é um recalcado

  • “IMAGINE all the people living for today.”

    Ateus por serem ateus tem o costume de dizer que devemos tornar nossa vida melhor aqui na terra, e não projetar uma vida melhor (céu) após a morte. Não tem a ver em criar o caos diário (é claro que não, caso pessoas pensassem assim essa música não serviria para projetar a paz). Já tentou pensar pelo lado positivo? Ou vai continuar difundindo o seu pessimismo por aí? Navegar na internet é um naufrágio às vezes, não lembro como vim parar aqui… mas tem idiota pra tudo, entrar no aspecto musical para criticar Beatles e mandar ouvir Iron Maiden é o cúmulo haha

  • mike amat

    All you write is pure crap, mr Flavio Morgenstern. You are angry and frustrated for many reasons… listen to you: “…sua música Imagine é um lixo. Bem, todas as suas músicas são, mas foquemos apenas em Imagine.” All of his songs??! You have no idea what you are talking about… You are all confused about song writing, singing, being cool, having political influence… You are young and full of energy, you should read more books and educate yourself….

    • I wouldn’t be reading books indicated by a Lennon fan, but, hey, maybe we should try this out. So, Mr. Amat, you said that the conservative who wrote the article should read more books. Please, be so kind as to indicate some of them to us, so we may start “educating ourselves”.

  • Eu

    Pra mim suas palavras passam a ser um LIXO no sentido literal no momento em que escreveu a merda de falar que O Jonh é mais conhecido que JESUS. Enfie seu intelectualismo na bunda seu otario.

    • Flavio Morgenstern

      Pra você ver como é um lixo: a frase é do próprio John, não minha… 😉

      • concordo em partes com você, é errado imaginar um mundo sem conflitos e é horrivel um mundo com religião, por causa delas TODAS as desgraças maiores do mundo aconteceram, minha opinião, aceito criticas xingo as quiança kkkkkkkkkkkk

  • parabens por seu texto
    continue sempre com esse trabalho e obg por apoiar nós fãs do Maiden e eternos conservadores da ordem comum, sem o breguismo hippie, esquerda e afins

  • priscila

    bah… que texto lúcido….a-d-o-r-e-i!!!!!!!!!!!

  • Fabiano

    Cara, não dá parA analisar Imagine aos olhos de hoje! O Lennon fez esse som ao voltar de uma viagem à China. É uma exploração poética da visão dos representantes do PC chinês que o ciceronearam, e não a visão do Lenon. Apesar de ele ter um discurso rebelde a letra de Imagine é uma musicalização de uma cultura comunista utópica. O valor dela está justamente em apresentar ao ocidente algo que acontecia do outro lado do mundo, ao menos em discurso. A música está longe de ser um lixo. É um marco cultural e histórico. Lixo é o comunismo chinês. A visão de Lenon sobre suas utopias foi precisões é oportuno, como um artista genial faria. O fato de servir de propaganda para um regime assassino só demonstra sua qualidade enquanto obra, já que possui inclusive a capacidade de influenciar a visão de todos nós sobre o tema. Não é um tratado de filosofia ou um texto político, é um música! É muito boa.

    • Cristiano

      Fabiano, eu concordo com muita coisa no texto, mas concordo tb que essa sua crítica ao texto foi muito boa e faz sentido.

  • Texto fraco, uma tentativa infantil de parecer intelectual e só falar bobagem, com analogias distorcidas e demagógicas…
    Pode desfazer a pose de intelectualoide (como disse o Bruce), porque não convenceu.

  • Hildelano

    Otimo

  • renato

    Com vergonha alheia de ler este texto e comentários. Já compuseram alguma música? O que fizeram para a paz mundial? Criticar é o caminho?

    • Fernando

      Me desculpe!
      Eu juro que vou arrumar uma japa, de preferência filha de banqueiro, para ficar pelada na mídia.
      Certamente o Isis vai deixar de acreditar em uma religião e viver em paz depois de ver meu pinto e ouvir uma música com frases de efeito, assim como eles estão repensando seus métodos pouco ortodoxos após a turma mudar o avatar do facebook;

  • Bah, eu não consegui terminar de ler nem 1 terço do texto, por causa da empilhamento de non sequiturs. Mas ler os últimos parágrafos me deixou de cabelo em pé, por fazer uma comparação direta entre “beatlemaníacos” versus fãs de iron maiden, como se ambos fossem mutualmente excludentes (mais um ponto pra contagem de falácias, alô falsa dicotomia).

    Pra qualquer pessoa que tem o mínimo de conhecimento da história do heavy metal, sabe que em dois pulinhos pra trás do Iron estamos de volta nos Beatles.

    Fãs de Beatles (que curtem ou não Iron Maiden), por favor, não tomem esse texto como representativo. Este texto é um lixo.

    E caro autor, faça uma favor a todos nós e principalmente a ti mesmo, e apaga esse texto, tenta entender melhor a história da música, principalmente das bandas sobre as quais tu estás escrevendo. Boa sorte e adeus.

    • Nada A FALAR A NÃO SER, VOCE É UM BABACA…………

  • Mateus

    Por que fazer um grande texto pra tentar convencer as pessoas terem a mesma opinião “lixo” e doente de você? “Lixo” sim, porque se tu tem direito de chamar a opinião dos outros de “lixo”, os outros podem chamar a sua também!

    • Flavio Morgenstern

      Por que comentar pra fazer alguém concordar com a sua opinião? 🙂

  • joao

    Só vejo comentários revoltosos conta o iconoclasta, nenhum tem fundamento capaz de contradizer a maior certeza da existência humana (mais ainda q a morte), que é a hipocrisia humana. É disso q o texto falar.

  • Paulo

    Qual o nome da música??? Imagine…imaginar meu caro não eh pra fazer da letra um guia do mochileiros das galáxias !!! Bora acabar c a megasena…pra ninguém imaginar o impossível…kkkkkk “quando Pedro fala de Paulo eu sei mais de Pedro do que de Paulo”. Sugiro terapia. Abracos

  • Ótima reflexão. Verdade dói, mas é verdade. Quem ler nunca mais verá esse hipócrita como antes. Era apenas mais um mito decadente cultuado pela mídia, adorado por anarquistas, maconheiros e ingênuos.

  • Maria Madalena Riot

    Sabe que eu comecei a questionar essa musica ha um tempo atras ? principalmente, aquele troço IMAGINE all the people living for today. YOU MAY say I am a dreamer but I am not the only one… EU nao diria isso, eu diria que ele estava tomando drogas fortes, e tinha que ganhar muito dinheiro com o lixo que ele escrevia . Alem disso esse mundo dele seria muito chato. TODO mundo pelado, fumando haxixe e nao fazendo nada, pq nao da para fazer sexo o tempo todo ne e ia enjoar tambem, TUDO que e demais enjoa, e tudo que e apenas uma coisa enche o saco, QUE bom que somos diferentes

  • tu é burro pra caralho velho

    não vou me matar, mas estou com vontade. que texto de merda é esse? porra, se não entende porcaria nenhuma de música não faz essa merda, caralho! q vergonha

  • Confesso que comecei a ler meio puto, tipo “Quem esse cara pensa que é pra falar do Lennon e dos Beatles? Ao menos ele admite que “Imagine” é música e funk carioca pancadão, não”. Conforme continuava lendo, via que o texto tem a ver.
    Pior que eu gosto de algumas coisas dos Beatles, tirando as músicas de dores de cotovelo. E também gosto do Iron.
    Agora, você há de concordar que, pior que prestar atenção nas letras contraditórias do Lennon, é pensar que a Simone conseguiu destruir a música de natal dele.
    A próxima vez que eu escutar Seargent Peppers ou Magical Mystery Tour, vou fingir que não sei inglês.
    Que bom que com Iron não preciso fazer isso.
    Abraços!

  • Waldir Serafim

    Cara, que bronca??? Nesse seu mundo não tem lugar para as utopias, mas o que seria do mundo sem elas? Deixe de ser implicante e curta a beleza das coisas simples, como Imagine. Quer mais simples do que “Happy birthday to you”? Simples e linda. Sinceramente, eu acho sua opinião muito materialista e radical. Sorry baby.

    • Flavio Morgenstern

      Desgraças do mundo foram feitas em nome de utopias.
      http://ordemlivre.org/posts/liberdade-utopica-e-liberdade-real

    • Vagner Luis

      hehehe… de fato o Flavio deixou de ser Implicante, agora ele tem seu próprio site. Quanto ao texto, legal chamar a atenção do que versos como os da música PODEM levar mas, então, se for assim, um leitor da Bíblia que deseje que possamos viver como os primeiros cristãos do livro de Atos podem ser chamados de hipócritas? Pode este livro levar as pessoas a relacioná-los com Che, Pol Pot etc….? Acho que se formos problematizar as músicas, não escapará nenhuma, vamos todos ouvir gospel (e olha que tem cada porcaria gospel tbém). E o fato da música ser simples que pode ser tocada até por um iniciante não pode ser motivo de menosprezar a música. Enfim, eu curto Beatles, Lennon e meu preferido é o chato (nisto eu concordo) do McCartney que, se tivesse morrido, seria maior que o Lennon. Mas, encaro as músicas e filmes como obras boas ou ruins independente do ator e autor.

  • Marcelo A

    Ri muito com os comentários. Cumpriste o teu papel. Cutucaste uma vaca sagrada e mexeste com os brios da galera.
    PS: Piquet foi melhor que Senna.

    • Cristiano

      Marcelo A, concordo com vc, Piquet foi melhor que Senna

  • ItamarSSilva

    Porra esse lenon foi foda mesmo pra gerar esse texto todo.Nunca tinha ouvido falar desse cara que escreveu essas merdas.

  • Tiso Khan

    Se você confunde nota com acorde (uma distinção que qualquer criança de sete anos consegue ter com cinco minutos de aula de teoria musical), não finja que você entende minimamente do assunto. Foi constrangedor. Em tantos anos você ainda é o mesmo falastrão preocupado em consultar exclusivamente uma referência bibliográfica que aprimore sua pose de intelectual de porta de vernissage. Ainda o mesmo bananão posudo na internet, mas com trejeito de freak encurralado e incapaz de falar sem cuspir na vida real. Bom, a editora Abril tá em plena crise. Quem sabe eles aceitam te contratar por 1/8 do valor que eles pagam pro Reinaldo.

  • Gosto dos Beatles mas odeio essa música “Imagine” e considero john Lennon um cuzão de carteirinha. Um canalha anarquista que se dizia preocupar com os outros mas no fundo só pensava ele mesmo. Por isso repito o que Feliciano disse sobre esse verme: “me perdoe John mas esse tiro foi em nome do Pai, esse em nome do Filho, e esse nome do Espírito Santo!”.

  • Helena

    “Imagine” não é um lixo por conta do caráter duvidosíssimo de Lennon, mas porque é a síntese dos piores ideais Ocidentais promovidos mundo à fora: relativismo moral, bom mocismo de quinta e o famigerado politicamente correto padrão ONU.
    Aliás, a Historia, tal qual a Literatura e a Bíblia- está cheia de biografias no mínimo controversas: primeiro, Dom Pedro II, por exemplo, foi um sujeito controverso: mulherengo, autodestrutivo e canalha com sua esposa, porém capaz de atos de bondade e valentia grandiosos. E o que dizer de figuras bíblicas como Paulo, Salomão e Davi? Todos, no mínimo, foram figuras controversas. Ao meu ver, somos todos falhos, já que nascemos pecadores, já que a perfeição está em Deus, não em nós. Por esse e outros motivos, devemos procurar ser à imagem e semelhança de Deus, apesar de nossas falhas.

  • Art Vandelay

    Ué, Paul McCartney é ‘Sir’ e cantou no Jubileu da Rainha; o Iron Maiden lançou um single cuja capa mostra Eddie matando Margaret Tatcher. No final das contas, o texto apenas reflete aquele velho complexo de superioridade dos metaleiros.

  • Maicon

    No fim, os comentários se tornaram uma discussão se conservadores podem gostar de Beatles, kkkkkkkk

    E uma informação aos desavisados. Este não é um site de notícias, mas um blog de opiniões. Logo, o Flávio vai defender o que ELE acredita.

    Então, argumentos como: “Ah, mas esta é sua opinião “, não passam de mera constatação do óbvio.

    Por fim, o cara escreveu um baita livro de 600 páginas, didático, claro, engraçado. Então, me poupem dessa lorota do “ta criticando o John, mas que você fez?” e vão ler o livro do cara – apesar de eu saber que 600 páginas é muito pra vocês – e produzam uma reposta à altura.

  • Danilo

    Hard Rock!

  • Cara, sensacional o seu texto! Sinceramente nunca tinha pensado por esse lado como fã do Iron Maiden e isso me deixou muito orgulhoso de mim mesmo! Um abraço e parabéns!

  • Wilnir

    Imagine é a coisa mais xexelenta de toda música pop e Beatles é um Roupa Nova que deu certo.

  • nei

    Não sei, não … Mas, o teu comentário só pode ser aceito como uma opinião pessoal, nada além. Respeito o direito democrático de se dizer algo, mas às vezes é melhor ficar de boca fechada, pois a “mosca da sopa” daquele ilustre “roqueiro” (ex) companheiro daquele outro famoso escritor, que selou um acordo com o Todo Poderoso Senhor dos Infernos, estará contigo pela eternidade afora … Teu comentário, perdoes a franqueza, cheira muito mais a uma indisfarçada inveja. Os males do “beatle” famoso é, para ser sincero, o comum entre nós. Não é a virtude que nos iguala. São, no meu entender, as mazelas. Por isso, tenho cuidado com o meu telhado. No mais, o texto é bom. Pois é, antes que esqueça, não sou petista ou qualquer “lance” desses tão comum nos nossos dias de política com cheiro de mictório público. Tudo o que existe neste imenso Brasil, à semelhança do resto do mundo humano, é feito da mesma insanidade política … De qualquer forma, o meu Grande Abraço do Pampa Gaúcho!

  • Rodrigo López

    Incrível como você escreve bem!!!! Parabéns!!!

  • Augusto dos Anjos

    Até entendi a intenção do texto. Mas logo no título colocar ‘lixo’? Acendeu a luzinha vermelha de ‘hater’ aqui.
    Se a musiquinha é tão ruim, porque tanto texto?
    Última: poderia citar uma ou duas canções verdadeiramente extraordinárias, só pra gente ter um parâmetro?
    (Antes que pensem mal: sou um ex beatlemaníaco já recuperado: não escuto Help faz décadas….)

  • Quanta merda em um lugar só. Você com toda sua intelectualidade querendo achar que musica pra ser boa tem que ser complexa e com instrumental difícil (metaleiros sendo metaleiros chatos como sempre), arrumando uma rixa por causa da opinião religiosa do John e citando exemplos de “ateus” que foram ditadores para sustentar que o ateísmo é algo ruim (argumentos falaciosos) e inclusive o Hitler foi apoiado pela igreja católica, só pra constar e posso te apontar muiitos ateus que só fazem o bem e uma porrada de religiosos que só fazem merda. O Estado Islâmico não me deixa mentir. Essa musica é claramente uma versão de mundo UTÓPICA e o John Lennon sabia disso quando a fez.

  • Problema dele se ele não gosta de Beatles…..achei ridícula a opinião dele, tirando conclusões de coisas que o cara nem sabe!!! Vai catar coquinho….palhaço!!!!

  • juscelino

    Isso é que é uma dissecação bem feita. Melhor do que a que um determinado jornalista fez a um queridinho tupiniquim citado aí no seu texto. O seninha…no caso essa um destrinche na hipocrisia do sujeito.

  • Tiago

    Com todo respeito, este artigo sim é uma masturbação mental. Principalmente porque se propõe a divulgar uma verdade absoluta, o que de fato não é. Os artistas possuem licença poética, e alguns buscam se fazer entender através de metáforas. Assim ocorreu também com a MPB durante a sensura. A capacidade de interpretação depende de cada um. Simplicidade também é fruto de talento. O principal talento de Ringo Starr foi ser simples e acompanhar sem atrapalhar a melodia das músicas dos Beatles. Fica a sensação que o objetivo do artigo é ser polêmico para conquistar fama, sem compromisso ou respeito com a importância da biografia dos Beatles e de John Lennon.

    • Carvalho

      É CENSURA com C….aprende a escrever pelo amor de Deus!

      MPB é na maior parte uma porcaria também. Abs

  • vicente coda

    Vc é um recalcado. Contra pelo prazer de ser contra. Analisar uma música por seu lado técnico é uma vergonha. Vá escrever sobre latas amassadas que é bem melhor.

  • Timi

    Caralha, o Lennon virou cabo eleitoral do Lula agora! Depois de ler esse texto ficou mais claro pra mim que inteligência tem limite, já a burrice…. Nego não trabalha com nuance, não sabe o que é utopia, nem se liga que o cara meteu um “imagine”, tipo, o Lennon mandou um “Já pensou?” e o cara ouviu o hino da “Nacional Socialista”.

    O gênio acha que realmente uma musica tem que ser rebuscada pra fazer sentido, é incrível como a falta de argumento hoje em dia pode parir um texto desse tamanho!!!!

    E o pior, sou fã do Iron, assim como dos Beatles e tb do Bartók. E o melhor, nunca curti Imagine, mas aprendi, a duras penas, como separar a obra do artista, senão teria que tirar a Nona de Beethoven da minha playlist, e disso eu nem tô a fim. Felizmente, pra mim, arte, ‘
    política e babaquice não se misturam, a não ser quando ouço Ramones!!!! Fala Sírio!

  • hahaha, dá nem pra levar a sério. E nem é pela opinião. É pela indigência do texto mesmo. Meu deeeus, que texto ruim!!!… Poderia até defender uma opinião polêmica, mas poor favooor, faça isso com um mínimo de qualidade. Dói de ler. Amontoado de falácias, falsas dicotomias, comparações desonestas, informações erradas… e erros de gramática e ortografia! Dos mais grosseiros…
    Pena de quem achar que isso aí vale algo, e que a opinião de quem escreve desse jeito tosco possa gerar algum raciocínio válido.

  • Angelo.

    Realmente Jonh Lennon era um bosta e eu sempre detestei suas canções ,mas deveríamos lembrar que no final da vida ele deu uma guinada rumo ao conservadorismo se aproximando de Reagan , rompendo com todos os grupos de esquerda que ele tinha apoiada como os Panteras negras e que tirou do próprio bolso dinheiro para armar os policiais de NY.Ele comprou coletes e pistolas e ainda fez lobby para que eles tivessem uma condição de trabalho melhor.Possivelmente Lennon teria feito o mesmo caminho que o Lobão fez aqui ideologicamente .

  • Angelo.

    Pelo amor de Deus.Senna era cristão, patriota e totalmente família .Se envolveu em pelo menos uns 2 episódios que eu me lembre onde saiu no soco com outros pilotos e era totalmente vingativo .Basta lembar o que ele fez com Prost em 90 por causa do ocorrido em 89.Senna não tem nada em comum com Jonh Lennon,Pelé Chico Buarque e essa merdalhada toda.

  • Jean

    Povo têm essa mania de não separar as coisas, falou mal de UMA música dos Beatles (e porque são os Beatles) não presta. O fato é que por mais que seja bonitinha a melodia (e não estou afirmando que seja, aí depende do seu estado de espirito, na maioria das vezes é enjoativa),a letra é uma MERDA, e nem preciso explicar os motivos. Aceitem a crítica, ótima por sinal, da letra idiota desta música e vejam a realidade, não o que imaginam o que possam significar!

  • É Morga, parece que matastes a vaca sagrada. Fã de Beatles é a versão xiita da música. Minto, fã de Beatles é pior que xiitas.

  • Paulo

    Brow, seu texto quase teve um ponto mas pra quem tem real consciência do que significa avareza cognitiva, uma análise superficial do seu texto apenas comprova a sua insegurança, medo e impotência sexual. Lacan te ve, otario revoltado mas a terapia te salvará dessa as amargura que tu chamas viver – não confunda com a mensagem da música, ou vai me dizer que o mundo todo está equivocado e SÓ VOCÊ está certo, né chip queimado?!

  • Eduardo

    Esplendido!! So faltou falar da Simone… e minha solidariedade por teres de aturar o analfabetismo funcional de teus comentaristas

  • Gustavo

    Flavio, parece que nem o próprio Lennon acreditava mais na esquerda, quando morreu: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2009562/John-Lennon-closet-conservative-fan-Reagan.html

  • Edson Souza

    Ayrton Senna não compartilhava da paz de Lennon não!
    Ele só queria guiar seu carro e vencer corridas.

  • Jhonatan

    Olha, de zero a dez esse texto é, onze. Melhor coisa que li nos últimos tempos. Aos esquerdosos pirados nos comentários,acredito que vai passar a dor deles.

  • Beatlemaníaco não hippie

    Nem consegui ler o texto todo… Mas até onde li, minhas considerações são as seguintes:
    1o. Você usa o autor para descreditar o texto. Não necessariamente o autor é o eu lírico do texto… Vacilou, cara…
    2o. Você não entendeu o texto. Ele não tá falando pra vc curtir a vida enchendo a cara e se drogando! Ele tá falando pra você parar de pensar em agredir as outras pessoas, parar de tentar levar vantagem, parar de querer ter tudo sem dividir nada com ninguém. O texto propõe que a gente pare de distruir esse mundo. O viver por hoje é “o que eu posso fazer pelo bem de todo mundo hoje”, e não “quem eu vou comer hj?”, ou “quem eu vou roubar hj?” ou “que animal eu vou extinguir hj?”.
    3o. Algumas pessoas procuraram agir dessa forma que a música propõe ja… Ghandi, Cristo, Betinho (aquele hemofílico que contraiu aids numa transfusão de sangue, mas que fazia campanha contra a fome). Desta forma, tenha um pouco mais de respeito (com você mesmo, que assim como eu, não é metade do que estas pessoas foram!) ao falar das pessoas que “concordam com a música”. E preste atenção à parte do “sem religião”, pois estas pessoas não se colocavam como seguidores de religiões…
    5o. Gramaticalmente, a música apresenta figuras de linguagem, rimas ricas… Não dá pra falar que é mal feito, “ruim”…
    6o. As musicas dele não são um lixo. Um ótimo exemplo é a música Because, do disco Abbey Road, faz claramente (e sabidamente) uma referência à Beethoven (Moonlight Sonata). Tratando da “Imagine”, no caso, não é o “um lixo” que você disse. Ouça as escalas, transições.
    Concluindo: realmente não dava para ler seu texto até o final. É muito diferente você dizer “eu odeio a música imagine” de você dizer “a música imagine é um lixo”, e você claramente não sabe do que está falando…

    • Eduardo

      Na verdade o texto é um LIXO! E esse é um comentário extenso demais para um texto dessa qualidade, que na verdade reflete o idiota que é seu autor.

    • Fernando

      “3o. Algumas pessoas procuraram agir dessa forma que a música propõe ja… Ghandi, Cristo, Betinho ”

      Hahahahahahhaha!!!

      Gandhi era pedófilo e racista;Betinho era um marxista revisionário e Jesus é apenas um personagem mitológico.

  • Belo texto,mas não tem muito lógica alguém chamar Beatles de lixo sendo fã de Iron Maiden

  • Roberta

    Cara, na boa… Conheço vários conservadores fãs de Beatles, e não acho eles más pessoas por isso. Ao mesmo tempo que sou Maiden desde a adolescência, mas não concordo com seu texto. Gosto é que nem c*, cada um tem o seu. Não é pq alguém gosta de uma música ou estilo que é fã de cada passo que o interprete dá ou tudo que diz. E quanto a querer um mundo melhor, sou conservadora e quero um mundo melhor sim! E você também, ou não estaria contra a Dilma! Cuidado com o fanatismo político, tá parecendo esquerdistas “problematizando” (que nojo dessa palavra) tudo que veem. Todos erramos, somos imperfeitos, mas nem por isso devemos deixar de desejar a paz, ou ao menos que a gente possa sair na rua sem medo de ser morto por alguém que trata uma vida como lixo. Se desejar algo bom é ser hipócrita, porque como você diz todo ser humano tem o mal em si, então é hipócrita criticar o governo, um assassino, um ladrão… afinal, o ser humano é malvado, eu já errei em tantas coisas, então não posso criticar um assassino ou a Dilma, ou desejar que o mundo seja melhor – justamente pq eu, em algum momento da minha vida, já fiz algo errado? É muito absurdo esse seu texto. John Lennon pode ser um bosta, mas a música dele inspira as pessoas em momentos de desespero, e que bom pra elas! Não tá desrespeitando nem invadindo a liberdade de ninguém. Se formos levar pro lado de que somos todos imperfeitos, por isso não podemos desejar nem lutar pela paz, aí é entregar o mundo na mão dos assassinos mesmo, porque até o desejo assassino vai acabar sendo explicado como algo normal do ser humano logo logo…

  • Eronides Neto

    Caralh*, eu já tava dando nota excelente ao texto, aí você citou Iron e o texto passou a ser perfeito hahaha Não vejo a hora de estar curtindo o show deles em BH ano que vem! UP THE IRONS /,,/

  • Avati Castro

    Música não é concurso de complexidade. Música é diálogo e ela receber o título de boa ou ruim é apenas uma questão de conveniência, de valores criados e mantidos por um grupo, baseado na ideia de que a estrutura da música é mais importante do que o impacto que ela causa no ouvinte. Eu não acho que a música ganhou sua força por causa da mídia, ao contrário, acho que a mídia explora esta força e é por isso que vão sempre colocá-la num altar. Sua análise da letra da música é realmente muito pior que a sua ideia musical e, na condição de professor de português e literatura, posso e afirmar que a tua compreensão da letra é boçal. Ele quer um mundo em que os outros concordem com ele? O cara prega a máxima da liberdade coletiva, ao desconstruir as ideologias que legitimam a segregação e a falta de diálogo. Quando ele diz imagine um mundo sem paraíso, o cara condena a culpa. Quando ele fala de um mundo sem inferno, ele está falando de um Paulo que simplesmente criou a ideia de inferno a partir da dicotomia platônica, já que, como é possível comprovar pela leitura das escrituras, Jesus sequer fala de inferno. Isto é uma das muitas coisas que podemos dialogar a partir da canção simples, sim, sem qualquer rebuscamento, apenas aquela direta sensação de que se pode correr pela letra e colocar pra fora aquele sentimento que só alguém como você, completamente tapado, com péssima capacidade analítica, pode não perceber.

    • hehe, Avati disse tudo!

    • Alexandre

      Avati, embora a análise dele sobre a letra (não interessa tanto a melodia ou harmonia) tenha sido sim um pouco superficial, também não dá para negar que esta música de Lennon – mas também muitas de suas declarações – também o são. Aliás, as declarações anteriores e posteriores de Lennon lançam luz sobre a letra em questão. E não há tanta luz ali como você sugere.

  • Cara muito bom

  • Rafael

    E cantar “Imagine” não é a melhor forma de parar um ataque, se é que me entendem. Huehuehuehheuheuheuh

  • Rafael

    Eu que fiz o meme dos ditadores. Huahuahuahhauhua.

  • Gilson

    Tem muita bobagem ai, mais também tem muita verdade!! Cada um vê de uma maneira diferente.e o mundo continua do jeito que está.

  • Excelente texto!
    Esse idiota era mais uma marionete dos globalistas.

  • Gustavo Berger

    Amigo, sou conservador, mas queria ver sua reação ao ler que o Iron Maiden odiavam a Margareth Tatcher hahaha. (odeio Beatles e Iron Maiden)
    Abraços.

  • Pérsio

    Sem palavras.

  • Flávio, você deve ser um “Metaleiro” frustado com a vida, passei 8 anos da minha vida curtindo música e shows de bandas Underground, escutei muito Iron Maiden, Black Sabbath, Rush, Judas Priest entre outros, e alguns tinham esse mesmo perfil, julgar uma música pela sua complexidade nos arranjos, melodia enfim ! Você não deve curtir então Legião Urbana, praticamente todas as músicas são compostas de 3 notas e na minha opnião as letras são fantásticas, ou você também não gosta do Legião Urbana ? Tu não sabe o fala e não sabe o que quer !!! Fica no teu Quarto fazendo Análise Política, escrevendo e traduzindo, porque para crítico você não tem parâmetro algum ! Tenha coragem e coloca no final do seu texto ! ESSA É MINHA VISÃo BY Flavio Morgenstern !!

    • Hahahahaha……ótima!!!

  • Edson

    E a música que VOCÊ escreveu ? Deve ser bem melhor, mostre-a.

  • Vinícius F. de Oliveira

    Que artigo horroroso. Comparar Beatles com Iron Maindan! Os conservas da internet escreviam coisas melhores antigamente: http://www.dicta.com.br/edicoes/edicao-4/o-leilao-do-sargento-pimenta/

  • Papi Docinellis
  • Papi Docinellis

    Para com isso cara, querendo fazer o seu nome tripudiando sobre a história dos outros. Seja você mesmo e faça a sua vida valer alguma coisa pelo que você é, ou seja, depois desse texto, N A D A.

  • Joao

    Cara,gosto muito dos seus textos,mas esse me pareceu um tanto “adolescente”, principalmente quando começou a defesa do Iron. Não sei,mas sinto que caiu um pouco no discurso “maniqueísta e problematizador” da esquerda. Artistas,geralmente,são pessoas líricas demais,sonhadoras demais. É normal que pensem e falem besteira (seria melhor que não se metessem nos assuntos dos adultos,por óbvio).Bom,como apaixonado por música,acho fundamental separar o artista da obra,no instante de usufrui-la! PS:detesto Imagine,apesar de gostar de várias outras dos Beatles. E também curto Iron.

    • Quem me conhece sabe que eu detesto ter de defender o Flávio, mas, porra, falar que “artistas são pessoas líricas demais, sonhadoras demais” é um insulto à história da arte. Machado de Assis, Guimarães Rosa, os teatrólogos clássicos gregos e romanos e mais uma galera aí preferiria cometer “seppuku” a ter de ler uma coisa dessa de novo.

  • Mario

    Texto lixo, consgue ainda ser pior que o lixo do john…. Bem estilo pseudointelectual

  • Belo e moral

  • Art Vandelay

    Sou conservador e fã dos Beatles. Julgue-me.

    • Camilla

      Eu tbm kkk
      Respeito todas as opiniões, mas amo meu quarteto.

  • Daniel

    Discordo completamente. Não é por ser simples que a música deixa de ser boa. A simplicidade parece ser fácil mas não é….

  • So Lemos

    Gosto do Iron por suas letras profundas “Run to the hills….” Kakaka Não é à toa que saia tanta bobagem Sr. Morgenstern: sua profissão começa com Anal e termina com político. Mas eu entendo, tem que ser “pulêmicu” pra ver se dá ibope!!!

    • Paul Lessar

      Vc sabe do que se trata a letra de Run to the Hills? Conhece a letra todo.. ou só o refrao?
      Do Wikipedia..
      The song documents the conflict between European settlers in the New World and Native American tribes during the days of colonisation and later westward expansion.[6][7] The song is written from both perspectives,[8] covering the Natives’ viewpoint in the first verse and the Europeans’ in the rest of the song.[9]

      • So Lemos

        Boa, só o refrão. Vou ficar calada. Mas a minha opinão sobre este trox não muda!! Só quer ibope o moleque…

      • Fernando

        Os próprios integrantes do grupo já disseram que a letra não é para puxar sardinha de nenhum lado.
        Como diz o texto que você copiou da wiki, a letra retrata um conflito, mostrando o ponto de vista dos indígenas e dos europeus.
        No mais, essa música só prova o que ele escreveu.O mundo não é um mar de rosas, como Run to the Hills mostra.

  • ana serra

    Não pensava assim..
    É um prazer ler você.

  • Theo

    Gostei do texto. Só nao gostei de ver a jiromba mal-asseada do John Hippie Lennon e dos guinchos de cadela no cio da Yoko

  • Bruce

    Cara, texto que nem Imagine!!! Um lixo… Aliás, essa posse de intelectualoide já revela o quão pedante (e por que não dizer ignorante) é a sua pessoa… Somos todos hipócritas

    • Heldson Chagas

      Seu comentário reflete seu nível de bom gosto.

      • Bruce

        Devo entender que bom gosto é daqueles que acharam o texto ótimo? Bom, eu sei que o John (que como todo ser humano estava repleto de defeitos), continuará a ser lembrado pela sua obra… Ja este rapaz, cheio de defeitos (soberbo e preconceituoso) deve perseverar no ostracismo…

        • Gosto é como c*, cada um tem o seu. E as vezes é com braço, tem gente que não tem.

        • Verdade! quem é rapaz? rsrs e assim caminha a humanidade.E lá no além, Jonh Lennon manda um beijinho no ombroo rsrs

        • Gerson B

          Eu encarei o texto como de humor. Não levei a sério. Como eu escrevi, gosto do Lennon como músico mas ri muito.

        • Bruce Wayne

          Se depender de mim não, vou propagar esse texto até um milhão!!!!!

    • Papi Docinellis

      Gostei!!!
      Concordo com você.

    • Concordo com vc Bruce!!!!

  • Gerson B

    Rindo muito aqui. Mesmo gostando de músicas do Lennon. Ótimo post.

  • Ana Sakamoto

    Gostei. Seu texto me lembrou os ensaios da primeira metade do livro ‘Nossa cultura… ou o que restou dela’, de Theodore Dalrymple. Nunca fui fã de Beatles ou de Iron Maiden, mas seu texto me apresentou Iron Maiden de uma forma bem bacana, como Dalrymple me apresentou Ivan Turgueniev em seu livro. Ri quando li a comparação entre o pacifista Paul McCartney e cagar de macacão. Um abraço.

  • Tatiana

    Cara, que sensacional este texto!

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