A transformação no corpo e na alma de alunos em Universidades atingiu seu limite. Em nosso podcast, uma análise da doutrinação universitária.

Guten Morgen, Brasilien! Nenhum tema é mais urgente no Brasil de 2016 do que cuidar da doutrinação e das narrativas impostas a nossos filhos, quando subtraídos de nossa educação. Por isso é urgente iniciarmos uma campanha: “Se meu filho passar na Universidade Federal, ele apanha”. E apanha muito.

PUBLICIDADE

A doutrinação nas escolas e na Universidade será o tema público mais presente na vida do brasileiro até 2018. Ela que determinará não apenas a visão racional, mas os SENTIMENTOS dos jovens em relação à política e à vida.

É este o principal trunfo da pedagogia moderna, que foi notado recentemente no Brasil com ainda mais força do que em outros países: sua capacidade de ideologizar seres humanos inocentes, jovens, que acabam conhecendo apenas um lado da história.

PUBLICIDADE

Quanto mais “críticos” e “politizados” se tornam, mais perdem o contato com a realidade. A politização infinita da vida, tratando cada aspecto da atividade humana como uma disputa de poder, ao invés de aumentar nossa capacidade de entender a realidade, diminui através de uma ideologia reducionista. É o que faz hoje a grande hegemonia da Universidade.

É curioso que as pessoas e os jovens que se consideram mais “críticos” de autoridades, nesta manobra, se tornem parte do exército ideologizado até a lobotomia o mais obediente do mundo: jovens criticam todas as relações de poder e todas as autoridades, exceto a autoridade daqueles que lhe mandam repetir tais bordões: seus professores de Humanidades na escola e na Universidade.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Será que os jovens universitários nunca percebem que se acham únicos, especiais, acima da média (e pregam justamente “igualdade” e se dizem representantes “do povo”) quando, justamente, estão copiando a maior MODINHA já feita na história do marketing? Será que a sociedade gerida pelos intelectuais e professores de Universidade é mesmo melhor do que uma sociedade povão? Será mesmo que os intelectuais representam o povo? Como ficam as Universidades brasileiras, como a USP, neste campo de batalha pelas mentes e almas dos jovens subtraídos de suas famílias?

Vamos tapar o nariz, passar repelente no corpo, evitar piolhos e adentrar no Maravilhoso Mundo das Faculdades de Humanidades neste podcast do Senso Incomum – e na grandiosa companhia de nomes como Roger Scruton, Roger Kimball e tantos outros.

A produção é de Filipe Trielli no estúdio Panela Produtora. E não se esqueçam de assinar nosso feed e nos dar sua nota em seu ouvidor de podcasts preferido!

Guten Morgen!

Sem mais artigos