Colunista Lauro Jardim, de O Globo, insinuou que Ives Gandra Filho teria contratado a irmã irregularmente, mas não fez o dever de casa.

Facebooktwittermail

O jornalismo brasileiro é conhecido por sua irresponsabilidade e ânsia persecutória contra aqueles que não compactuam de sua agenda ideológica. O Presidente do TST, Ives Gandra Filho, jurista conservador e cristão cotado para o STF, tem sofrido intensos ataques da mídia por não seguir sua cartilha.

Hoje o colunista de O Globo, Lauro Jardim, insinuou que Ives Gandra Filho teria realizado contratação irregular de sua irmã, Ângela Vidal Gandra Martins, para ser instrutora da Escola Nacional dos Magistrados do Trabalho (ENAMAT), sem licitação:

Lauro Jardim - Fake News sem lei de licitação para atacar Ângela e Ives Gandra Filho

Este Senso Incomum desmascarou a notícia falsa, explicando que a contratação de instrutores para escolas de aperfeiçoamento técnico não precisa de licitação. A Lei de Licitações e o Tribunal de Contas da União estabelecem que, nesse caso, a licitação é inexigível.

Agora fomos mais a fundo na investigação e descobrimos que, se Lauro Jardim tivesse realizado uma pesquisa mais apurada no Google, não teria cometido um mico tão grande.

O extrato da inexigibilidade de licitação de Ângela Vidal Gandra Martins está publicado no Diário Oficial da União de 18/11/2016, comprovando que sua contratação foi legal e não exigia licitação (como manda a lei). A contratação sequer foi ratificada pelo Ministro Ives Gandra:

Angela Vidal Gandra - Inexigibilidade

Contudo, o mico foi maior ainda: os arquivos do TST mostram que Ângela Gandra Martins não recebeu nada pelos serviços de instrutoria prestados. Isso mesmo: Ângela prestou trabalho voluntário.

Seu nome está na lista de colaboradores do TST, sem nenhuma remuneração. Veja:

Remuneração Ângela Vidal Gandra

O página do Diário Oficial da União está aqui.

A folha de colaboradores do TST pode ser vista aqui.

O assassinato de reputações via fake news prossegue. Lauro Jardim afirmou que Ives Gandra Filho talvez tivesse de se explicar. Afirmamos que talvez quem tivesse de se explicar fosse Lauro Jardim. Reafirmamos o dito.

Cada vez fica mais claro que as acusações da mídia brasileira contra Ives Gandra se baseiam apenas num ódio escandaloso contra um jurista que se assume como conservador e cristão. Entretanto, quanto mais as mentiras aparecem, mais o jurista se mostra íntegro para o cargo de Ministro do STF.

—————

Não perca o artigo exclusivo para nossos patronos. Basta contribuir no Patreon. Siga no Facebook e no Twitter: @sensoinc

Sem mais artigos