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Com atraso de um mês, analisamos pela lingüística por que e como a Revolução Russa continua presente em nosso imaginário 100 anos depois.

Guten Morgen, Brasilien! Com um atraso de quase um mês, estamos no ar com o programa do começo de novembro. E falaremos de um dos assuntos que mais move paixões no globo: a Revolução Russa, a famosa Revolução de Outubro, que fez 100 anos no começo de novembro (precisão nunca foi o forte do comunismo).

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E não é um tema apenas de História: a Revolução Russa está presente hoje, com um século de idade, de uma forma quase tangível.

O novo mundo (e o novo homem) criados por Lenin, Stalin e Trotsky, o revolucionário que não revolucionou, são completamente ignorados pela historiografia brasileira, que conhece a Revolução e apenas “imagina” o que aconteceu depois. Como foi a experiência comunista, o que mudou na vida das pessoas, como foi a implantação de um sistema de governo, Estado e até de conhecimento, metafísica e de relacionamentos humanos completamente novo.

O universitário (e o professor universitário) brasileiro médio nunca ouviu falar nem sequer do Gulag. Não lembra o nome do líder soviético que sucedeu Stalin (que dirá saber quem são Brezhnev, Andropov, Chernenko – ou nomes importantíssimos, como Beria, Malenkov e Zhukov como conhecemos os nomes de Goebbels, Himmler ou Mengele.

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No Brasil, acredita-se que a Nomenklatura era a chamada da escola, a Cheka uma rave erótica, o Comintern um prédio com interior bonito e o Holodomor um reino d’O Senhor dos Anéis.

Há muitos historiadores que estão sendo lidos às escondidas dos professores de História (quase como a literatura samizdat pós-Revolução Russa), mas falaremos também de uma outra questão: como o simbolismo, imaginário criado pela Revolução Russa foi criado, como está presente até hoje, como sobreviveu relativamente incólume à queda do Muro de Berlim, como move paixões em países afastados da Cortina de Ferro sem grandes prejuízos.

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Os comunistas (e aqui você entenderá por que chamá-los de comunistas, e não de “socialistas”, como se faz em uma leitura porca de Karl Marx) foram mestres da lingüística e do imaginário. Por que não usar a lingüística para analisar a Revolução Russa de volta?

A Revolução Russa é o maior exemplo no mundo de fracasso vendido como sucesso absoluto, como fosse vantajoso defender a maior tirania do mundo só porque ela está com 70% off na Black Friday. O que é mais ou menos o que Pol-Pot deixou vivo de seu país. Afinal, não podemos também de deixar de falar também dos outros países que foram dominados pelos Bolcheviques.

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A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto na Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!


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