O santo

Colunista do Estadão cita Bíblia para “brincar” com a morte de Flavio Bolsonaro

Sergio Augusto, jornalista que disse que a ministra Damares Alves merece uma mamadeira de piroca, usa a Bíblia para sugerir "a morte dos primogênitos"

No último sábado, dia 27, o Estadão publicou um artigo de Sergio Augusto, jornalista e crítico de cinema, que pretende informar aos seus leitores o suposto desastre do governo Bolsonaro.

Nada de novo, seguiu a receita de bolo da esquerda usando palavras de militância: golpe, militarização, ditadura, trevas, desastre etc. É o canto da sereia para a seita.

No entanto, não se pode deixar de notar que o articulista tenta usar metáforas para mostrar algumas semelhanças entre as 10 pragas do Egito e o mundo atual:

“Quem leu a Bíblia sabe: depois dos gafanhotos vieram as trevas. Qualquer semelhança com os efeitos das tempestades de areia saariana que esta semana apagaram o céu de vários lugares mundo afora talvez não seja mera coincidência.”

Foi fraca, mas ele não quer parar por aí. Agora Jair Bolsonaro é faraó e Deus irá enviar a décima praga:

“E se a décima praga (a morte dos primogênitos) também vingar por estas bandas, Flávio Bolsonaro, o 01, não terá mais por que temer a justiça dos homens, só a divina.”

Sergio Augusto aceita “brincar” com a morte de Flavio Bolsonaro se utilizando da Bíblia. Nada de novo na redação do Estadão.


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