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Argentina fecha acordo com Brasil para usar delações da Lava Jato

Tribunais argentinos poderão usar informações fornecidas por delatores da Odebrecht nos processos que correm lá

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério Público Fiscal da Argentina fecharam um acordo para que delações premiadas e acordos de leniência firmados no Brasil no âmbito da Lava Jato passem a ser aceitos pela Justiça argentina. O acordo foi fechado na última sexta (13) e divulgado nesta segunda (16).

Segundo a Agência Brasil, até meados de abril autoridades argentinas investigavam ao menos 100 empresas por pagamento de propina. As investigações levaram à prisão de um ex-ministro do governo de Cristina Kirchner, Júlio de Vido, acusado de receber US$ 35 milhões em troca de favorecimentos à Odebrecht na construção de um gasoduto.

Com o acordo, informações e provas colhidas pelo MPF poderão ser usadas pelas autoridades argentinas para processar e punir criminosos. A íntegra do acordo não foi divulgada.

Em dezembro de 2017, um juiz argentino chegou a pedir a prisão da ex-presidente Cristina Kirchner, mas em um processo bem diferente. Ela foi acusada de acobertar criminosos iranianos envolvidos no ataque contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia) em 1994. O ato terrorista matou 85 pessoas.

Na semana da ordem de prisão, Kirchner havia acabado de adquirir foro privilegiado por se tornar senadora.

No começo deste mês, um juiz do Equador mandou prender o ex-presidente Rafael Correa.

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