"Arte" militante

A indústria milionária do ódio cultural

Empresários descuidados e medrosos cedem seus departamentos de marketing a sociólogos de piercing no cotovelo, cabelo com mecha verde limão e que odeiam o capitalismo. O resultado é sempre um enorme prejuízo à sua imagem e aos seus cofres

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A cena é comum: uma grande empresa precisa contratar alguém para gerenciar seu departamento de marketing e de ações culturais. Doutrinados pelas universidades públicas, a maioria dos candidatos aos cargos têm aquele estereótipo padrão: petista ou psolista, anticapitalista, pró-aborto, militante da ideologia de gênero, anticristão, contrário ao livre mercado, à família e ferrenhos defensores de tipos como Fidel, Chávez, Che, Stalin e Mao.

Muitos chegam a defender abertamente o ideário nazifascista, sendo contrários à miscigenação racial ou pregando abertamente o assassinato de inimigos políticos. Desavisadamente (ou não), a empresa acaba contratando esses tipos que, de posse da estrutura financeira da empresa destinada ao apoio cultural, financiam por sua vez artistas militantes cujos ideais vão na contramão dos valores da empresa e de seus clientes. Tais gestores culturais muitas vezes buscam embasamento na mídia e nas universidades para justificarem suas escolhas aos superiores.

As consequências também seguem um roteiro conhecido: ao saberem que determinada empresa financia pretensas “obras culturais” agressivas, blasfemas e contrárias aos seus valores mais caros, os consumidores manifestam-se nos canais de atendimento e nas redes sociais, gerando uma repercussão fortíssima e que acaba gerando sérios prejuízos financeiros e, ainda mais grave, para a imagem da empresa. No fim, a empresa vê-se obrigada a publicar notas de esclarecimento, desculpando-se pelo ocorrido e retirando o aporte financeiro para tais obras. Mas aí o estrago já foi feito e a empresa vê sua imagem manchada de maneira irreversível.

Um case bastante conhecido foi do Santander patrocinando o famigerado “Queermuseum”, mas já passaram por isso empresas e marcas como BomBril, OMO, Netflix, entre muitas outras. Quando o produto de tais empresas é justamente a arte e comunicação, a coisa é ainda mais drástica, vide os casos da Rede Globo, Folha de São Paulo e da revista VEJA, que deram – conscientemente e por motivações políticas e financeiras – um giro de 180° na sua base de leitores e espectadores, levando a uma queda vertiginosa em sua audiência.
Recentemente, a Johnson&Jhonson, uma empresa desde sempre vinculada à imagem da família e de bebês fofinhos, patrocinou um desses artistas-militantes que usava a imagem de Freddie Mercury – cantor sabidamente avesso a esse tipo de militância de gênero – em um de seus eventos corporativos.

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O mesmo “artista” (sic), pouco depois, bancado pela prefeitura do Rio de Janeiro, participou de uma exposição no Centro Cultural Hélio Oiticica chamada “Cine Desejo”, onde apresentava a imagem de Nossa Senhora corrompida com um pênis e seios nus e a inscrição “Deus acima de tudo, gozando acima de todos”. (Sobre o fenômeno da arte anticristã, v. este artigo, de 2017).

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A obra, claramente vilipendiosa e blasfema, foi chamada “Não Sou Despesa” e, além de agredir a fé de milhões de brasileiros, buscava criticar a idéia que o tratamento de doentes de AIDS seria uma despesa para o governo. Basta uma rápida pesquisa para ver o quanto essa “não-despesa” representa de fato. Apenas no ano de 1996, a não-despesa para os cofres públicos foi de 350 milhões de dólares. Não seria nada absurdo ou improvável alguém desconfiar que tais ações de financiamento da militância anticristã são propositais, visto que, detendo ações da indústria farmacêutica, a J&J possa até se beneficiar com o exponencial aumento no caso de infectados pelo HIV. Porém, a possibilidade disso se tratar simplesmente de ignorância política e cultural dos gestores dessas empresas, amparados somente pelas opiniões de funcionários militantes infiltrados nos setores culturais, é grande.

A bola da vez está com o Bradesco, que financiou o evento de um rapper militante que, em seguida, divulgou uma de suas “obras”, copiada da “comediante” americana Katty Griffin, que posou segurando a cabeça decapitada de Trump. Na cópia brasileira, o rapper segura a cabeça de Bolsonaro.

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Em que pese a falta de originalidade, a exposição da imagem gerou uma onda de comentários de ódio contra Bolsonaro e seus eleitores, com pessoas pedindo abertamente o assassinato do presidente da república.

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Os limites da livre expressão são bem definidos em lei, porém vivemos uma realidade na qual os duplos padrões reinam absolutos. Caso fosse uma imagem de Mariele, por exemplo, veríamos manchetes em todos os jornais e o responsável teria a sua vida devassada e destruída imediatamente. Já ameaçar Bolsonaro, seus filhos e eleitores, tudo bem, é considerado “arte” e liberdade de expressão, sendo chancelado pelo Instagram-Facebook.

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Há duas possibilidades: as empresas estão sendo pessimamente orientadas por consultores culturais militantes ou financiam essas agressões premeditadamente. A consequência de ambas as hipóteses é a mesma: prejuízos financeiros e à imagem. Os prejuízos financeiros podem ser compensados com o tempo; já a imagem da empresa, muitas vezes construída ao longo de décadas, pode ter danos irreversíveis. Ao povo agredido e acossado pela violenta militância identitária e política, resta buscar na letra da lei a justa reparação ou ainda se valer de seu poder de escolha e não consumir marcas que atentam contra os seus valores.


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