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10 momentos em que o Twitter não baniu contas e tags com ameaça e violência de esquerdistas

As Big Techs não estão preocupadas em acabar com a violência, mas sim com a divergência de visões de mundo

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Estamos acompanhando, um tanto boquiabertos, Twitter, YouTube e Facebook minar o alcance de perfis, desmonetizar e até mesmo banir páginas e canais que, segundo eles, não estejam de acordo com suas diretrizes.

Não é nenhum devaneio conspiratório. Basta olhar, no Facebook, o alcance das publicações do Senso Incomum antes de 20 de novembro. O engajamento do site sempre superou a marca de 10.000 usuários; depois do dia 20, não passa de 3.000. 

A sanha autoritária não respeitou nem mesmo o presidente dos Estados Unidos, banido para sempre das plataformas por suposta incitação à violência. O espaço aberto e a livre circulação de idéias nunca foi um norte para quem tem muito, mas muito, mas muito, muito, poder. Muito mais poder do que o presidente americano. 

E as big techs se tornaram o verdadeiro quarto poder. Mesmo a imprensa tradicional é hoje refém dos seus caprichos. O programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, já sofreu com a vigilância cerrada de quem não aceita nada mais à direita do que Che Guevara.

Curiosamente, o cerco se fechou quando EUA, Brasil e outros países começaram a pender mais à direita do espectro político. Deve ser só coincidência. Quando Trump foi eleito, nenhuma das grandes redes sociais achou necessário incluir um comentário em posts da grande imprensa que diziam que a Rússia havia interferido nas eleições americanas.

Lutando contra a realidade, as big techs não têm outra alternativa a não ser calar os bárbaros que ainda insistem em dizer que o queijo cheddar é amarelo. É uma operação gigantesca que visa solapar a divergência, o debate e a percepção imediata das coisas. 

O tráfico de drogas, a pedofilia e o assassinato de bebês não são vistos como crimes pela esquerda. Para provar o viés ideológico bem definido das big techs basta ver como as páginas e os perfis que defendem essas pautas gozam de plena liberdade de expressão e ação.

Quem não milita pelo direito de uma criança de 6 anos mutilar sua genitália porque sente que sua sexualidade (SEIS ANOS!) não está adequada é um lunático atrasado que deve ser eliminado da conversa.

Somos todos bárbaros fesceninos que não compreendemos o avanço civilizacional que é mutilar um bebê de 7 ou 8 meses ainda no ventre da mãe. Para quem está acima do bem e do mal, vale até culpar a pandemia pela dificuldade de abortar de um modo seguro.

A coisa muda radicalmente quando um perfil de esquerda ameaça, posta fotos com a decapitação de seus adversários, incita violência, pede a morte ou o suicídio

Gregório Duvivier, ao expor a cabeça decepada em sua coluna na Folha, certamente não recebeu nenhuma nota de repúdio por parte da OAB ou mesmo uma sanção do Twitter. 

Ou quando Kathy Griffin postou uma foto segurando a cabeça decepada de Donald Trump. Greg e Kathy, ao que tudo indica, ainda desfrutam de toda a liberdade nas redes. 

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Rui Castro deu uma dica valiosa, misericordiosa (Por que não?) para o presidente americano:

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Helio Schwartsman reincidiu no desejo aberto de ver seus adversários políticos eliminados desse conceito abstrato que se convencionou chamar de mundo:

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As palavras “genocida”, “covarde”, “vagabundo” aparecem tanto nos posts esquerdistas quando o cocô, a prochaska e o jaramalho aparecem na arte de mesma tendência: é uma tara irrefreável.

cirobumbum
nelipebumbum

Quem não se lembra das palavras tenras com que nossa imprensa tratou um bando de baderneiros das torcidas organizadas, gente acostumada a se juntar para chutar a cabeça de um torcedor adversário, e que contou com a participação da petista Gleisi Hoffman, quando fizeram suas manifestações “democráticas”?

gleisiasd

O escritor J P Cuenca fez questão de expor seus desejos mais reprimidos. O perfil do cosplay de Paulo Coelho permanece ativo também:

JPcuenca

E a complacência do Twitter com a Tag facada mal dada do car***lho

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Nos EUA, a coisa é igual. Colin Kaepernick, um fracassado quarterback de futebol americano, tomado por aquele sentimentalismo jeca que caracteriza todo sujeito sem talento, vive pregando vingança em seu Twitter.

Kamala Harris fez apoio a um grupo que participou dos protestos do Black Lives Matter que culminou na morte de duas pessoas.

Nesse vídeo, há uma compilação das mais variadas formas de incitação à violência. Todos os perfis ainda permanecem ativos em todas as plataformas virtuais. Nada como a democracia 2.0

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China, URSS e demais países comunistas ultra civilizados tiveram sua própria maneira de lidar com o atraso mental de gente que deseja prosperar um pouco, ter o que comer e o que vestir e dar uma vida razoavelmente digna para sua família: a vala comum. Sempre funcionou muito bem. 

Como Olavo de Carvalho diz, “todo genocídio cultural antecede e prepara o genocídio físico”. É bom estarmos muito atentos.


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Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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