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Senador americano propõe banir Teoria Crítica Racial nas Forças Armadas

Tom Cotton (Arkansas-R) anuncia projeto de lei após Forças Armadas priorizarem mais o combate ao "racismo estrutural" do que a agressão chinesa

Luigi Marnoto
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Senador americano propõe banir Teoria Crítica Racial nas Forças Armadas

Preocupado com o avanço das teorias progressistas de “consciência social”, e ao esforço em curso para desprezar o patriotismo e o nacionalismo entre militares americanos, o senador Republicano pelo Arkansas Tom Cotton (foto) anunciou, na quinta-feira (01/04), uma proposta de uma lei que restrinja a Teoria Crítica Racial, assim como idéias “antiamericanas” que têm circulado entre as forças armadas dos EUA.

A Teoria Crítica Racial é um movimento surgido nos anos 1980 que relaciona a luta de classes marxista com racismo estrutural colonialista branco, entre outras asnices.

Nas últimas semanas, relatos de oficiais militares denunciando o apresentador da Fox News, Tucker Carlson, por criticar as atuais prioridades militares, e desprezarem a necessidade de preparo para a real ameaça de agressão chinesa, confirmam as preocupações de Cotton.

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Entre as idéias difundidas atualmente aos membros do corpo de oficiais militares dos EUA está a afirmação de que os Estados Unidos são um “país fundamentalmente racista.”

Conforme relatado pelo jornalista Christopher Rufo, do City Journal, o projeto de Cotton é baseado na premissa de que os militares devem encorajar os membros a serem patrióticos, defender os “princípios fundadores dos Estados Unidos” e tratar todos como “seres humanos com igual dignidade e proteção da lei.”

Segundo Cotton, a noção de que a América é irremediavelmente racista, rejeita estas premissas.

“A força de nossos militares depende da unidade de nossas tropas e do conhecimento de que a América é uma nação nobre pela qual vale a pena lutar”, disse o senador à Fox News.

“A Teoria Crítica Racial ensina que a cor da pele é a característica mais importante de uma pessoa, e que a América é um lugar mau e opressor. Essa ideia pode estar na moda em círculos de esquerda e salas de aula de faculdade, mas não pode ter lugar em nossas forças armadas.”

O projeto de lei de Cotton tem poucas chances de ser aprovado no Senado – atualmente dividido entre democratas e republicanos. Em caso de empate, o voto de minerva seria da vice-presidente Kamala Harris que, certamente, se oporia à aprovação do projeto.

Com informações de Rebel News


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Luigi Marnoto
Luigi Marnoto

Luigi Marnoto é cozinheiro e só não foi guia de cego e bombeiro. Atualmente escreve no Senso em troca de uns caraminguas. É pai e avô quase exemplar e campeão de porrinha.

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