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França proíbe escolas de ensinar palavras com “gênero neutro” por serem “uma ameaça à língua”

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Se há uma bandeira esquerdista cujo esforço para se combater é mínimo, essa é a linguagem neutra. Tal qual o esperanto que foi planejado para facilitar a comunicação entre os povos de diferentes culturas e acabou sendo esquecido, a linguagem neutra se autodestruirá por conta própria.

Embora a moda ainda vá nos atormentar por um tempo – os departamentos de RH e Marketing das empresas estão lotados de estagiários, cujo único aprendizado efetivo que tiveram na faculdade foi mudar a cor do cabelo, dispostos a lacrar com qualquer moda esquerdista -, algumas pessoas estão começando a acordar.

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Até a França, terra de Foucault, Derrida e Deleuze, resolveu banir o ensino de algumas palavras que seriam adaptadas com gênero neutro dizendo que são uma ameaça à língua francesa. 

Segundo o Daily Mail, o Ministério da Educação havia emitido uma nota permitindo a inclusão da forma neutra em algumas palavras, “mas a Academia Francesa, que é responsável por proteger a língua, disse que a medida é ‘prejudicial à prática e à compreensão [do francês]’.”

“Por exemplo, a palavra ‘amis’, que significa ‘amigos’, seria escrita ami.e.s para incluir a terminação feminina ‘e’ – embora fosse pronunciada normalmente”.

No Brasil, a prática é comum em comunicados de grandes empresas e universidades. A imposição da linguagem neutra ou de gênero neutro é parte da sanha absoluta por controle da consciência por meio da linguagem, como o politicamente correto.


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Assuntos:
Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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