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Ensina-nos que a direita não sabe absolutamente nada a respeito, que vai continuar perdendo para a esquerda enquanto não mudar e que, neste campo, age como um burro que se move na direção de uma cenoura pendurada ante o seu nariz. Nada que já não soubéssemos, não é mesmo?

De fato, a direita nascente no Brasil – esta “nova direita”, posterior a junho de 2013, a direita que quer fazer revolução de Facebook e acha que a mudança política pode prescindir do estudo sério e paciente da realidade – é facilmente influenciável pela esquerda a adotar os termos que os próprios esquerdistas lançam no debate público – e o fazem com uma ansiedade tremenda.

Dois erros foram imediatamente cometidos pela direita brasileira no episódio envolvendo Bolsonaro e Jean Wyllys:

1) Em vez de focarem seus comentários na cusparada dolosa e premeditada de Jean Wyllys contra Jair Bolsonaro, que pode valer até mesmo a cassação do mandato do psolista, os direitistas brasileiros resolveram, por um consenso mimético quase generalizado, se unir aos próprios esquerdistas para bater em Jair Bolsonaro pela homenagem ao Coronel Ustra durante o discurso do impeachment, aliviando a gravidade do ato de Jean Wyllys, como se a palavra de Bolsonaro fosse mais grave do que uma agressão, e mesmo contribuindo para abafar o seu potencial punitivo real;

2) O que é pior: os arroubos de bom-mocismo, do tipo “é injustificável homenagear torturadores!”, já partem do pressuposto, por ninguém comprovado, de que o Coronel Ustra era um maldito torturador e não um militar difamado pelo PT e demais terroristas da época, um pressuposto perigoso que, em si mesmo, já envolve admitir, antes de tudo, a validade dos termos utilizados pela esquerda e, em seguida, que o Partido dos Trabalhadores e a Sra. Dilma Rousseff, mentirosos em tudo o mais, neste ponto mereceriam o crédito da verdade. Veja-se quantos saltos irrefletidos a direita brasileira deu, de imediato, só ao admitir isto!

O mais impressionante, contudo, é que ninguém parou para pensar sobre o real alcance de seus comentários, sobre a posição que eles realmente firmavam no debate público, antes de sair por aí posando de bons moços moralistas, preocupados em pavonear a beleza dos seus lindos semblantes britânicos, enquanto proclamam, com ares de sóbria direita democrata cool e antenada, que “entre comunistas assassinos e coronéis torturadores, escolho lutar até a morte pela liderdade!”

Quão tolo pode ser um movimento político que não quer estudar e entender a realidade antes de se aventurar em mudar o mundo e derrubar governos…

Vamos por partes.

Primeiro, o erro estratégico.

O deputado mais esquerdista da Câmara, o defensor de cirurgia de mudança de sexo para crianças, cospe num opositor simplesmente por não gostar do que ele diz. Depois, vai às redes sociais e diz que cuspiria de novo. Ato contínuo, mente, afirmando que cuspiu porque foi insultado de “queima-rosca” e “baitola”, o que se comprovou ser falso pelo vídeo do momento, gravado pelo Deputado Eduardo Bolsonaro: Jair Bolsonaro dizia “tchau, querida! Tchau, meu amor!”

Em seguida, um outro vídeo confirma que o ato foi premeditado: a leitura labial de Jean Wyllys, momentos antes da cusparada, denuncia que ele afirmara para o deputado Chico Alencar: “eu vou cuspir em Bolsonaro! Vou cuspir!” E, de fato, foi lá e cuspiu.

Num situação destas, de evidente quebra de decoro e abuso das prerrogativas constitucionais do parlamentar (como expliquei na minha página no Facebook, passível até mesmo de punição com a perda do mandato), a escolha da direita brasileira não é bater no absurdo cometido por Jean Wyllys, mas ajudar o próprio Jean Wyllys a abafar o caso, unindo-se a ele nas críticas a Jair Bolsonaro por ter citado o Coronel Brilhante Ustra.

Há um defeito claro de estratégia, que revela como os direitistas brasileiros não sabem transitar no meio da guerra de narrativas: preferem fortalecer a narrativa do adversário em vez de lançarem a sua própria.

Ainda no dia 17, quando os episódios ocorreram, a esquerda entendeu imediatamente que precisava abafar o ato de Jean Wyllys. Lançou na hora a narrativa de que a homenagem de Bolsonaro ao Coronel Ustra era um fato tão ou mais grave do que a cusparada do socialista. Os direitistas brasileiros embarcaram juntos e, apesar de não diminuírem no próprio discurso a gravidade do que Jean Wyllys fizera, na prática, contribuíram para tornar mais forte no esquema geral do debate público a narrativa contra Bolsonaro.

Por um passe de mágica, uma palavra se tornou mais grave do que uma agressão física desrespeitosa e covarde (Jean Wyllys premeditou, teve intenção, cuspiu, correu e mentiu), demonstrando como no debate público as narrativas podem prevalecer sobre a realidade.

Tudo, volto a dizer, com o auxílio da nossa esclarecida direita brasileira.

No momento atual, a OAB-RJ pede no STF a cassação de Jair Bolsonaro pela homenagem a Ustra (o que não tem o mínimo respaldo jurídico, mas serve para fortalecer a narrativa de que uma palavra de Bolsonaro é, ela sim, passível de punição com perda de mandato, enquanto a cusparada de Jean Wyllys, não), ao mesmo tempo em que a direita brasileira se gaba de ser isenta e de não apoiar torturadores.

A verdade, senhores, é a seguinte: goste a “nova direita” ou não, Jair Bolsonaro é um personagem simbólico. Quem encarna como ele, a um só tempo, a rejeição ao esquerdismo leninista do PT, ao esquerdismo social-democrata do PSDB, ao socialismo trotskista do PSOL, ao fisiologismo do PMDB e ao vanguardismo da “nova esquerda” ambientalista e cool reunida na REDE? Bolsonaro é o único personagem, no cenário político atual, que é percebido instintivamente como estando fora e contra tudo isso.

Não é preciso muito esforço para sabê-lo: basta observar que o Senador Ronaldo Caiado, citado como opção pela “nova direita”, ainda é meramente mencionado em todo o debate público como um “parlamentar de oposição” (demonstrando que o seu espectro político ainda é o de um Senador de dentro do cenário vigente, na ala de oposição), enquanto que Bolsonaro é, ele sim, mencionado como “parlamentar conservador” ou “reacionário” (o que confirma que, no debate público, somente ele encarna uma distinção simbólica capaz de o colocar fora do cenário vigente).

Bolsonaro é alguém que quebra a polarização política brasileira e, na mesma tacada, quebra também as opções de nova polarização, apresentadas pela esquerda: o PSOL, um “novo PT”, e a REDE, um “novo PSDB”. É, ainda, alguém que não depende de partido, mas apenas de si mesmo e do próprio nome, que angariou apoio político mesmo quando esteve num partido que o rejeitava. Há dificuldade em perceber que este é o cenário real?

Como disse antes, a direita brasileira de dois anos de idade gostando ou não, Bolsonaro é o símbolo unificador da rejeição a todo o esquerdismo que dominou o Brasil durante a Nova República. Ponto final.

A falta de boa vontade em perceber o cenário real antes de sair fazendo a “revolução nossa de cada dia” é que provoca, na direita brasileira, erros crassos como este de se unir aos esquerdistas e fortalecer sua narrativa contra o único símbolo unificante e catalizador da rejeição ao esquerdismo nacional. É uma ânsia de suicídio, um desejo inveterado por perder a guerra de narrativas, que só pode existir naqueles que vivem em realidades paralelas, esquizofrênicas, e não no mundo real.

Mas, como nada está tão ruim que não possa piorar, a turma de Jean Wyllys, no desespero de evitar que a gravidade da cusparada fosse percebida em seu alcance real (porque houve quem a denunciasse), apelou ao fato, conhecido desde o dia 17 (e, inclusive, publicado pela Folha de S. Paulo), de que Eduardo Bolsonaro teria revidado a cusparada de Jean Wyllys da mesma forma. Lançou a narrativa de que, se o psolista merecia a cassação por ter cuspido em Jair Bolsonaro, o filho do Deputado também mereceria por ter feito o mesmo.

O que faz a inteligente direita brasileira? Não é preciso esforço para adivinhar.

Demonstrando que o burro não apenas pode seguir uma cenoura diante de seu nariz, mas correr loucamente atrás dela, os direitistas brasileiros imediatamente concordam: “É isso mesmo! Pau que dá em Chico, dá em Francisco! Fez o mesmo, se igualou!”.

Não, meus senhores, não foi a mesma coisa. Qualquer criança sabe perceber a diferença entre o brutamonte da escola que empurra um garoto menor simplesmente para agredi-lo e outro que, na defesa do inocente caído no chão, empurra de volta para revidar. O que é de pronto perceptível a uma criança não é tão claro para a bela direita brasileira e com diploma, confirmando que o senso de proporções infantil é muito mais sóbrio e amparado na verdade do que o irrealismo com certificação universitária da direita facebookiana.

Eduardo Bolsonaro revidou instintivamente, por uma reação natural, em defesa do próprio pai. Até no direito o fato tem atenuantes: foi movido por violenta emoção, na defesa de elevado valor moral (a honra do pai) e em meio a tumulto do qual não foi provocador. Jean Wyllys, ao contrário, cuspiu com intenção maldosa e de forma premeditada, protegendo-se depois em sucessivas mentiras.

A direita acima do bem e do mal consegue perceber a diferença de natureza e gravidade nos dois atos? Menos ainda: a esclarecida direita brasileira sequer se perguntou porque, passados dois dias, apenas ontem o PSOL falou do revide de Eduardo Bolsonaro? O simples ato de fazer perguntas triviais evitaria que a direita brasileira cometesse erros idiotas no seu desejo louco de seguir a onda e opinar no Facebook para receber mil likes.

Seria menos ruim, contudo, se os erros parassem por aí. Não, eles continuam.

Ao partir de imediato para as críticas a Bolsonaro pela homenagem ao Coronel Brilhante Ustra, os direitistas brasileiros assumem, na própria consumação do ato, o pressuposto de que Ustra é, realmente e sem sombra de dúvidas, um maldito torturador.

O pressuposto, em si mesmo, já é contestável. Todas as provas de que Brilhante Ustra era um torturador originam-se, exclusivamente, dos depoimentos de guerrilheiros e terroristas da época, que precisam alegar as torturas sofridas como condição prévia para o recebimento das polpudas indenizações pagas pelo Estado desde o governo FHC (só as indenizações aprovadas na Comissão da Verdade somam R$ 3,4 bilhões).

O simples fato de que as provas contra Ustra venham de pessoas diretamente interessadas (financeira e ideologicamente) em que ele seja visto como torturador deveria servir para, ao menos, lançar dúvidas. Quais são as outras provas? De quais outras fontes?

É de todos conhecido, ao menos no âmbito da nascente direita brasileira, que os grupos guerrilheiros de esquerda planejavam, em 1960, a implantação, no Brasil, de um regime comunista de moldes cubanos. As torturas de que Ustra e outros militares são acusados foram alegadas justamente pelos que intentavam a instauração de um regime político infinitamente sanguinário e, ele mesmo, essencialmente torturador (até os dias de hoje, como vemos em Cuba, “ilha-prisão”, tão amada pela Presidente Dilma Rousseff e Jean Wyllys). Isto não deveria levantar dúvidas sobre a idoneidade e isenção do testemunho desta gente?

Manchetes após o atentado terrorista ao Aeroporto Guararapes (Recife – PE) pelo grupo comunista Ação Popular.

As provas da Comissão Nacional da Verdade, por exemplo, são extremamente contestáveis. A Comissão já nascia com o objetivo de “investigar a repressão na ditadura” e, no próprio objeto, não admitia a possibilidade contrária, isto é, de a repressão não ter ocorrido ou de, pelo menos, ter ocorrido em escala menor do que o apregoado – admitir a possibilidade oposta, ainda que em tese, é o mínimo que se pode pedir de uma investigação que se pretende isenta.

Mas não havia, para a Comissão da Verdade, contraditório possível. A condenação estava decretada a priori, no próprio objeto delimitado. Mais que isso: a condenação prévia era condição mesma de existência da investigação que pretendia decretá-la apenas ao fim! Como se pode admitir isenção nas provas colhidas sob tal expediente e partir para a aceitação cega de suas conclusões?

Em termos de infowar, de guerra de narrativas, a existência da repressão foi tomada como pressuposto porque o objetivo da Comissão da Verdade foi, exatamente, o de fortalecer a narrativa contrária, isto é, de que os terroristas e guerrilheiros comunistas lutavam, na verdade, por democracia e liberdade, e não pela instauração do regime cubano. De que os seus atos terroristas foram movidos por objetivos nobres muito maiores e, por isso, seriam justificáveis. De que o regime socialista é belo, livre e bom e, portanto, explodir bombas em aeroportos e assassinar inocentes para consegui-lo é coisa mui moral. De que as torturas e assassinatos cometidos dentro dos próprios grupos guerrilheiros de esquerda, por estarem lutando contra o sanguinário regime militar, tinham, elas mesmas, natureza diferente e seriam respaldados pela nobreza das intenções socialistas finais.

Tudo isto é narrativa e, para esta narrativa valer e respaldar o socialismo do PT (como acabou fazendo nas últimas duas décadas), é preciso criar a contrária: apagar a realidade sanguinária sobre os movimentos guerrilheiros de esquerda e, de outra sorte, atribuir aos militares os crimes que os próprios guerrilheiros cometiam em escala astronômica e planejavam cometer de forma institucionalizada, se os seus planos tivessem dado certo.

O mero contexto acima – que, acreditamos, ninguém minimamente instruído na direita brasileira é capaz de ignorar – deveria provocar questionamentos, deveria motivar perguntas: Ustra é mesmo um maldito torturador ou este foi um expediente narrativo que deu fabulosamente certo?

Mais: se há um apreço tão grande pela liberdade entre os direitistas brasileiros, no mínimo eles deveriam buscar ouvir o outro lado, antes de assumir irremediavelmente que Ustra torturou e matou. O Coronel Brilhante Ustra escreveu dois livros a respeito: Rompendo o Silêncio e A Verdade Sufocada, facilmente encontrados na internet em arquivos PDF. O site www.averdadesufocada.com, mantido pelo Coronel até sua morte no ano passado e hoje ainda atualizado, traz uma série de informações preciosas a respeito.

Digo tudo isto apenas para concluir o seguinte: a pressa irresponsável com que os direitistas brasileiros assumiram a condenação de Brilhante Ustra como pressuposto de toda a discussão serviu apenas para sacramentar como regra do debate os termos do opositor. Quando a esclarecida direita brasileira aceita os termos do adversário, ela é obrigada de imediato a debater sob a égide de suas regras e, portanto, já perdeu o debate. É cristalino.

Ao aceitar, sem reflexão, sem questionamento, sem oitiva do lado contrário, que Brilhante Ustra é um torturador sanguinário e que Jair Bolsonaro merece severas críticas por homenageá-lo, a direita brasileira reconhece aos esquerdistas brasileiros e a Dilma Rousseff (que alega ter sido torturada pelo órgão que Ustra chefiava) o crédito da verdade.

Dilma Rousseff (que, segundo a direita brasileira, mente em tudo) recebe agora, desta mesma direita, o certificado de isenção no testemunho da verdade e a coroação por ter sido vítima de um torturador homenageado pelo principal personagem do espectro político adverso. Dilma é mentirosa, só não nisto! Tudo – vejam só! – envolvido no simples ato de assumir como pressuposto incontestável e apriorístico os termos lançados pelos adversários.

Coisa semelhante ocorre quando a direita aceita discutir com a esquerda se o impeachment de Dilma Rousseff é “golpe contra uma Presidente legitimamente eleita”: se nós precisamos justificar que não é golpe, nós já perdemos, pois a narrativa que fica é o debate sobre golpismo ou não.

Pior ainda: quando a direita começa a debater se é golpe, ela já aceita como condição prévia ao debate que Dilma foi “legitimamente eleita”, apesar de já sabermos que sua eleição foi ilegítima por ter sido obtida através de propinas, desvio de dinheiro público, abuso de poder econômico e político, com apuração de votos secreta e inauditável. Antes de discutir golpe, a direita deveria questionar a própria legitimidade da eleição; mas, não: ela passa direto por este assunto, assume-o como pressuposto do debate e começa a debater se é golpe ou não é. Já perdeu.

Agora, me digam: quem, entre todos os direitistas juvenis que opinaram e escreveram textões belíssimos e isentos no Facebook, pensou sobre estas consequências antes de fazê-lo? Quem refletiu sobre o que de fato suas ações representavam em termos de narrativa antes de nos dar o consolo de conhecer a sua opinião de bom moço belo, justo e moral?

Ortega y Gasset, evidentemente, teria tomado uma atitude completamente diversa ao opinar sobre a situação atual: “Quem verdadeiramente aspira a criar uma nova realidade social e política precisa se preocupar, antes de tudo, em invalidar esses pobres lugares-comuns da experiência histórica pela situação que suscita. De minha parte, reservarei a qualificação de genial para o político que, mal começando a operar, deixe loucos os professores de História dos institutos, ao verem que todas as ‘leis’ de sua ciência estão caducas, interrompidas e feitas em pedaços.” (A Rebelião das Massas, p. 168, Vide Editorial). Ortega y Gasset, muito provavelmente, elogiaria Bolsonaro pela sua investida contra os tabus que a esquerda nos impôs ao longo de duas décadas.

A verdade, pura e simplesmente, é que a direita brasileira não entende absolutamente nada sobre a infowar, a guerra de narrativas e, por isso, vamos ainda penar muitos anos com a vitória sucessiva das narrativas de esquerda, para as quais não só não oferecemos qualquer resistência, como até contribuímos para fortalecer.

Por acreditar que não precisa estudar e entender a realidade antes de sua aventura revolucionária, o direitista brasileiro estará condenado a cometer erros absurdos, tolos, que porão a perder todas as mínimas conquistas que tenha podido obter pela adesão popular de momento. Como manter esta adesão, ele não sabe, sequer está preparado.

Sua preocupação é obter mil likes no Facebook e lançar palavras bonitas, vazias de conteúdo real, mas que servem como um distintivo emocional de beleza: sou bonito, sou legal, não apoio torturadores, sou o cara.

A “nova direita” brasileira é como um garoto que coleciona bottons de políticos nas eleições: suas opiniões vazias só servem para pregar na roupa e mostrar aos outros a que grupo eu pertenço.

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  • Pedro Rocha

    Só não entendi quem são esses “novos direitistas”: a juventude tucana, conhecida como MBL?

  • O autor fez mais irrelevante e o menos eficiente: defendeu Ustra e Bolsonaro como se não houvesse amanhã, enquanto deixou, como se o amanhã sempre fosse garantido em política, de rotular Wyllys e seu séquito de puxa-sacos totalitários pelo que de fato são.

    Fica evidente, portanto, que, para quem sabe como o mundo funciona, Taiguara se esquece do básico, isto é, que, em política, pouco importa saber como o mundo funciona ou se a mulher de César é honesta. O que importa, na realidade, é parecer saber como o mundo funciona, assim como à mulher de César o mais importante é parecer honesta.

  • Rodrigo Barros

    Gente só pode ser piada isto aki né? Ler isto e seguir o que esta escrito chega a ser uma infâmia, beirando o absurdo.
    O discurso do bolsonaro não precisa ser criminalizado, pois o discurso para ser criminalizado tem que sofrer comparações externas o que exige um pouco de verbalização do contexto de um discurso.
    O que não acontece com o discurso do bolsonaro que já é um discurso criminoso por excelência, o citado no discurso e seus atos já falam por si só. Sinto muito mas narrativa nenhuma tira o mérito criminoso deste discurso.

    • Piada é você não ter entendido o texto. Que ridículo…

  • Priscila

    Texto esclarecedor e brilhante!

  • Sério, esse texto é um lixo. O Taiguara tentou nos convencer a passar a mão na cabeça do Bolsonaro como se ele fosse meramente uma figura passiva, inocente, sem condição de discernir entre o que é certo e errado, quando a verdade é que se trata de um marmanjo, com pelo menos trinta anos de experiência política, que conhece muito bem os seus adversários – inclusive porque já os apoiou durante toda a década de 90 e até início da década passada (sim, Bolsonaro apoiou PT e PCdoB) – e tem o agravante de ter enfiado três filhos nesse meio.

    A verdade é que não dá pra passar a mão na cabeça. Bolsonaro fez uma puta de uma cagada. Ele já vinha pisando na bola faz tempo, mas esta última foi o extremo da estupidez. O cara simplesmente fodeu com a oposição, deu pros inimigos toda a munição necessário em um discurso de menos de um minuto.

    • Gavio

      Tendo a concordar com o Mauricio Aramis.
      Negar o petismo, negar a extrema-esquerda, não consiste em positivar Bolsonaro. E é isso que o Taiguara fez. Ronaldo Caiado é o melhor parlamentar que tem representado a Direita (na medida do possivel) e o Taiguara o diminuiu no texto e enalteceu o infantil, o disparatado Bolsonaro.

      O fato de a esquerda mentir sobre o período do regime militar não torna Bolsonaro um ente de razão e sabedoria.

      Ao proferir aquele voto estúpido e burro, onde enaltece o famigerado Ustra, ele simplesmente perdeu uma grande oportunidade de criticar o voto (proferido anteriormente) do Glauber Braga ao terrorista Marighella, mas não, ele preferiu igualar-se ao extremo-esquerdista do PSOL e assumiu para a nação inteira que ele é um imprudente e irresponsavel.

      Bolsonaro não é a antítese da extrema-esquerda, é o espelho dela e tal como ela, deve ser evitado e ignorado.

    • Meu Deus do céu, você leu o texto, criatura?! Kkkk passar a mão na cabeça?! O texto em nenhuma hora diz que Bolsonaro fez coisa errada, mesmo porque não fez! Não sei nem porque estou respondendo, depois do cara dizer que Bolsonaro apoiava o PT! Pqp, vai ser BURRO na pqp!

  • O texto é uma bosta completa. O Taiguara acha que os outros são retardados para caírem no truque “vocês estão caindo na narrativa da esquerda” quando na verdade ele quer nos enganar com “a narrativa da extrema-direita”. Truque de falso dilema.

  • Esse texto é recheado de falta de caráter.

  • Maurício Aramis

    “Tudo isto é narrativa e, para esta narrativa valer e respaldar o socialismo do PT (como acabou fazendo nas últimas duas décadas), é preciso criar a contrária: apagar a realidade sanguinária sobre os movimentos guerrilheiros de esquerda e, de outra sorte, atribuir aos militares os crimes que os próprios guerrilheiros cometiam em escala astronômica e planejavam cometer de forma institucionalizada, se os seus planos tivessem dado certo.

    O mero contexto acima – que, acreditamos, ninguém minimamente instruído na direita brasileira é capaz de ignorar – deveria provocar questionamentos, deveria motivar perguntas: Ustra é mesmo um maldito torturador ou este foi um expediente narrativo que deu fabulosamente certo?”
    E se, ao mesmo tempo em que haviam terroristas do lado da extrema-esquerda, estes foram usados como pretexto para ditadores e torturadores do lado militar? Porque a identificação dos crimes da esquerda inocentariam os militares?

  • Muito esclarecedor…
    Na verdade somos aprendizes…
    Política nunca foi minha prioridade…
    Já comecei ler..O Comunismo Negro…
    Valeu a dicas dos livros!

  • “De fato, a direita nascente no Brasil – esta ‘nova direita’, posterior a junho de 2013, a direita que quer fazer revolução de Facebook e acha que a mudança política pode prescindir do estudo sério e paciente da realidade – é facilmente influenciável pela esquerda a adotar os termos que os próprios esquerdistas lançam no debate público – e o fazem com uma ansiedade tremenda.” (o jogo da acusação do oponente de ser ‘idiota útil’ o outro lado)

    Puro jogo psicológico feito para enganar idiotas. Mas parece que os idiotas estão entre aqueles que compram esse tipo de besteira. Na verdade, há vários motivos para ficar contra Bolsonaro. O principal deles é o fato de ele ter traído as manifestações democráticas ao mentir, em seu discurso, que a retirada de Dilma Rousseff – pelas vias unicamente democráticas – estava de qualquer forma associada ao que aconteceu em 1964. Ao fazer isso, ele ofendeu as pessoas que apoiavam o impeachment e maquiou a realidade. Dizer que só nos opomos a Bolsonaro por que somos influenciáveis “pela esquerda a adotar os termos que os próprios esquerdistas lançam no debate público” não passa de uma chantagem psicológica para nos impor um falso dilema: “ou você fica a favor de Bolsonaro ou do lado da extrema-esquerda”. Na verdade devemos ficar contra os torturadores e ditadores apoiados por ambos.

  • Rejeitar o discurso de Bolsonaro é também rejeitar o discurso da extrema-esquerda. Ambos são autoritários e vivem arrumando desculpas para validar o totalitarismo que esteja do lado deles. As desculpas utilizadas pelos petistas para validar Nicolas Maduro não diferem daquelas utilizadas por Bolsonaro para validar a ditadura militar. Sempre que começam a falar, abre-se um show de cinismo apavorante.

  • “Rápida em aceitar as regras do adversário, a ‘nova direita’ brasileira contribui para reforçar as narrativas da esquerda, quando deveria pautar o debate”

    Essa mentira tradicional se baseia em simular uma falsa representação do conservadorismo. Para a extrema-direita, só é conservador quem “apoia Bolsonaro”. Logo, se você não apoia, é da “nova direita”. Por esta lógica doentia, se todos aceitassem as bobagens de Bolsonaro, teríamos aqui a definitiva “narrativa da direita”. Nada disso faz muito sentido. Decerto entre os da “nova direita” há um aumento de rejeição ao totalitarismo, mas, em certo grau, vários conservadores também rejeitam ditaduras. Ademais, não tem nexo afirmar que “tudo que sabemos sobre a ditadura militar é narrativa da extrema-esquerda”. Na verdade, é um apontamento dos fatos, com um tanto de falso apontamento de heróismo para grupos terroristas. Mas à exceção disto, dizer que não tivemos eleições diretas é um fato do mundo. Assim como dizer que a mídia foi censurada e existiram presos políticos. Dizer que isso é apenas “narrativa” da extrema-esquerda é apelar ao abismo moral onde nada é verdade, e tudo é “narrativa”. É se igualar aos petistas no que há de pior.

  • David da Silva Santos

    Concordo contigo, gostei do texto, mas acho que a expressão “ditadura militar” deve ser banida do nosso vocabulário, mesmo por que a única ditadura que houve no Brasil foi a do “sr” de engenho e pior, esta até a ascensão de Zumbi dos Palmares, ele superou em ditadura os donos de escravos.

    O governo militar trouxe benefícios ao país que não são louvado. O governo militar só existiu por que os ditadores que tentavam se implantar no país foram rechaçados, se não fosse essa corja não haveria governo militar e o Brilhante Ustra seria somente mais um coronel.

  • O texto é embusteiro até o limite do absurdo.

  • Esse texto do Taiguara dá a pauta para a extrema-direita: vão entrar em campo para falar bem da ditadura. Serão surrados e humilhados em público. Virarão leprosos.

    • Tá parecendo que vc não está se contendo e é vc mesmo quem vai ir na rua dar paulada nas pessoas. Aposto que deve bater até na mulher em casa, mas nas redes sociais defende a mulher, incansavelmente o nome disto é falso moralismo, poderia ser aumentado, mas não vou aumentar pq é justamente isso que vcs sabem fazer muito bem, começam na escola fazendo gritaria e depois que fica adulto sai por aí humilhando todo mundo moralmente, nunca medem as palavras e por isso não símbolo de ordem.

      • Maurício Aramis

        Parece que interpretação de texto não é o seu forte. E difamação é crime.

  • Nanda

    Não sou intelectual política, estou bem longe! O que me parece é que Bolsonaro na Presidência vai incomodar tanto a direita quanto a esquerda, principalmente empresas corruptas que financiam as campanhas políticas. Ele mesmo já declarou que a campanha dele será toda pela internet. Eu acredito que seja mesmo, porque o filho dele é um deputado eleito através da internet e R$ 20.000,00 que disse ter tirado do próprio bolso. Com certeza absoluta ele não será um candidato bem visto pelos os grandes empresários.

    • David da Silva Santos

      Tai! Concordo contigo em tudo!

  • Francisco Rodrigues

    Ótimo texto. Despertou minha consciência para a guerra de narrativasaber, pois sofria os efeitos dela e não sabia o que era

  • Uma parte deste artigo se vale de um recurso negacionista que é chamar seus divergentes táticos de “bons moços”.

    O truque é simples e é baseado em um ditado popular: “os bons rapazes terminam por último”. Daí é só convencer que seu oponente é um “bom rapaz” e que, portanto, vai terminar por último. O gancho se conclui com “então fique com minha opção, que está longe do bom-mocismo”.

    Para início de conversa, condenar “comunistas assassinos e coronéis torturadores” não significa “bom-mocismo”, mas uma alternativa mais inteligente, racional e moral, sob todos os aspectos. Alguém pode “lutar até a morte pela liderdade” e fazer seu adversário político urinar de tanto tomar rotulagens. Assim, a acusação de “bom mocismo” é falsa ao mencionar um grupo que defende as liberdades individuais.

    A alternativa ao “bom mocismo” seria o comportamento do “conservador”. Segundo o sr. Taiguara, defender o Dr. Tibiriçá e período militar (pesquisem a respeito) seria agir como “o conservador” em contraposição ao “bom-mocismo” dos adeptos da democracia.

    Isto é um truque psicológico até infantil, pois uma pessoa não se define como “o conservador” só por defender o DEP. Bolsonaro. O “conservador” – se é que se pode estabelecer as coisas nestes termos – é definido pelos resultados conquistados, não pelo concordância bovina a alguém cujas habilidades são superestimadas. A própria revência solicitada ao deputado pode ser uma forma de transferência de responsabilidade ou até mesmo da manifestação do processo vicário. Sair pedindo para que se exalte as declarações e a postura do dep. Bolsonaro morram por ela não é coisa de “conservador”. Pode ser também um ato de covardia política.

    • Na verdade, não existe isso de “bom moço” e “conservador” na guerra política quando avaliamos a questão basicamente pelas demandas requisitadas. O melhor é observar a atitude demonstrada. Se formos encontrar os “conservadores” no debate político, não os encontraremos se pinçarmos quem pede Jair Bolsonaro presidente agora, mas se elencarmos quem entra em um confronto político e o compreende como uma guerra de nervos, ao fim da qual o nível de rotulagem, shaming e outros recursos decidirá os resultados. E nisto, o sr. Jair Bolsonaro ruge mas no fundo só mia. E bem fraquinho.

    • Cesar

      Brilhante análise Maurício, parabéns. É factualmente incorreto afirmar que Ustra não torturou.

  • Erasmo

    Dois lixos!

  • Podemos dizer que deputado Jair Bolsonaro, ao referenciar o Coronel Ustra como “o pavor de Dilma Rousseff”, também caiu no jogo da esquerda?

  • cleia gailard couston

    Parabéns pela análise. Voce é muito corajoso em publicá-la! Sorte a nossa. Gostei pela informação e por nos motivar a ler e estudar sobre o assunto além de sugerir bibliografias.

  • Claudecir

    Chega a ser insuportável está mídia. Parece-me que a grande maioria dos jornalistas e os meios de imprensa são de esquerda, ou Maria vai com as outras.
    É quase impossível ler ou assistir uma matéria jornalística que não seja tendenciosa sobre Jair Bolsonaro.

  • Romildo Valiate Junior

    Parabéns, excelente texto, Bolsonaro foi julgado é culpado tanto pela esquerda quanto pela direita, e o deputado que o agrediu da forma mais baixa e covarde praticamente foi esquecido, IMPERDOÁVEL.

  • Omar Manne

    Parabéns, Taiguara, pela lucidez.
    Como acenderemos o desejo pelo estudo?

  • Eden Freire

    Parabéns pelo texto, excelente conteúdo e realíssimo.

  • Cesar

    Confira o livro “A Casa da Vovó” de Marcelo Godoy.

  • Manoel Medeiros

    A única coisa que tenho certeza hoje, é que a esquerda mente sem o menor pudor, ficando muito claro que este desvio de carater nunca os pertubou, lamento ter lhes dado crédito no passado.

  • Parabéns, Taiguara !!! Bolsonaro não tem de pedir licença nem vênia aos afetados, os quais se intitulam “de direita”… mas fazem o joguinho politicamente correto da esquerda, e não passam de aprisionados ideológicos, eternos reféns do fabianismo….

  • Fabio Moreira

    Por que esse comportamento da Direita? Por que a direita é mais Centrada? Pela nossa maior consciência do que seja democracia? Pela nossa formação cristã onde a religião majoritária aceita as minoritárias, e as minoritárias não aceitam a majoritária? Onde nos ensinam a virar a outra face, enquanto os adversários só pensam em nossa aniquilação? Onde o grupo “étnico” dominante aceita os demais e os demais nutrem ódios seculares por nós? Como Educar uma Sociedade assim? Vide Europa, vide França, que abriga milhões de imigrantes, os quais nutrem ódios de morte ao status quo e tudo que representa a sociedade que os abrigam?

  • Fabio Moreira

    Caro Sr Taiguara.
    Excelente análise dos fatos com base única e exclusivamente da Legislação Vigente. Quero você para meu Advogado de defesa em qualquer causa. Imagina você, indo para o corredor da morte, e dão a uma Jandira Feghali a palavra de defesa dos últimos 5 min finais e a mesma passa 4min e 55seg acusando o Cunha, o Temer, elogiando o Lula e até lembrando do caso da Baba de SP!!! Nos 5seg finais invoca um “não vai ter golpe!”. Não sei se isso foi uma defesa da Dilma, estou tentando entender! (acho que isso nem seria possível num tribunal, pois o Juiz iria bater o malhete duzentas vezes, ou ela se sentaria ou sairia presa!). Coloquei um comentário num post no qual a OAB dizia que iria pedir a “Cassação” (i.e. suspensão dos direitos políticos) do Bolsonaro. Falei que antes de fazer isso ela teria que pedir a Cassação de uns 150 la dentro, que proferiram impropérios contra o Cunha com 100 milhões de brasileiros como testemunha, que se fosse num Pais civilizado Cunha processaria todos por calunia, difamação, danos morais. Falei que ele receberia uns 200Mil dólares de indenização de cada um. Que, se meses depois ele fosse cassado e preso, iria pra cadeia sorrindo com 30Milhões de Dólares a mais no bolso. Choveu criticas de colegas seus. Acho que alguns, recém saídos da “Fabrica” (Faculdade). Invocaram logo o estatuto da Inviolabilidade! Fiz mais uma comparação: se eu gritasse ao final “viva Lampião”, a OAB iria tentar me cassar também? Por ferir quais princípios? Existem aqui no Brasil? Sei de países que é proibido usar Suástica, e proferir nomes de figuras que macularam sua história. Nós possuímos estes estatutos? Fui dar uma olhada na tal inviolabilidade, acho que o STF já tem jurisprudência altamente consolidada sobre a amplitude dessa inviolabilidade e uso das prerrogativas no estrito cumprimento de suas funções! (seus colegas não estão sabendo disso!). Isto é fato, o STF se quisesse puniria exemplarmente aqueles 150 Deputados. Independente do crime, aquilo foi uma falta de ética monstruosa, para a qual a Casa tem regimentos Internos que permitem punir todos Politicamente, sem stress. Sucesso na carreira. Sugiro fazer concurso, já não estarei mais aqui daqui ha 20 anos, mas seria uma Contribuição enorme ao Pais ver seu nome no STF!! (temos visto cada cabeça lá, ave!!)

  • Fernanda Tanaka

    Só nos últimos meses, a esquerda tem pautado a direita constantemente. Podemos falar também da manifestação do dia 13 de março que tinha como intuito o apoio ao impeachment, mas foi pautada pela esquerda a ser um ato também contra a corrupção. Eles bateram tanto nessa tecla, que o fato de políticos terem sido expulsos virou manchete em muitos jornais. Ainda pegando esse gancho da corrupção, eles tem pautado muito com o caso Cunha. Acham que somos nós os responsáveis a fazer com que Cunha seja cassado, e inconscientemente nós vestimos a camisa.
    Tem também o fato do Temer presidente. Eu já me peguei diversas vezes me “desculpando” por querer que o Temer assuma, quando na verdade quem o elegeu foram eles.
    E os fracos discursos dos deputados no dia da votação do impeachment? Outra pauta deles com o intuito de desmerecer a vitória dos que votaram “sim” que a direita aderiu.
    E por aí vai… Nem vou tocar nas pautas feministas, que aí no caso, atrai pessoas desinformadas e que não veem maldade alguma numa tag feminista qualquer.
    Muito legal tocar nesse tema, Taiguara! Parabéns!

  • Marciel silva

    A verdade, senhores, é a seguinte: goste a “nova direita” ou não, Jair Bolsonaro é um personagem simbólico. Quem encarna como ele, a um só tempo, a rejeição ao esquerdismo leninista do PT, ao esquerdismo social-democrata do PSDB, ao socialismo trotskista do PSOL, ao fisiologismo do PMDB e ao vanguardismo da “nova esquerda” ambientalista e cool reunida na REDE? Bolsonaro é o único personagem, no cenário político atual, que é percebido instintivamente como estando fora e contra tudo isso.

  • Luis Fernando

    Excelente texto.

  • Victor De Paulo

    Não preciso da opinião desses tolos que vitimizam Jean wilis mesmo q sem perceberem. N vi nada de novo no discuso de Bolsonaro. O texto traduz o q venho falando em conversas informais.

  • Claiton

    Não é a ideologia (esquerda ou direita) em si que se deve analisar na politica, mas o USO que se faz dela, a história mostra que a direita e a esquerda podem trazer o caos. Estrategicamente, a esquerda é inclusiva e discute pautas sociais e de civilidade, já que a direita brasileira acha que o liberalismo revolve todos os problemas sociais. Por isso, é preciso ficar claro que a direita só vai evoluir na imagem do eleitorado, quando começar discutir as pautas sociais, como a direita dos EUA se engaja em fazer. Agora, sua análise sobre o episódio Jean X Bolsonaro, carece de informações, qualquer jornalista tem que verificar e contestar suas fontes. Vc viu o vídeo completo? Não, né! Eu li os autos do Processo contra o Jean, e tive acesso ao vídeo, a situação acontece da seguinte forma: 1) Jean, escuta as ofensas; 2) Deputado, vira, sente o puxão, para e cospe; 3) Filho de Bolsonaro, se sente ofendido pelo Pai, e devolve o cuspe; 4) Deputado Jean, volta, conversa com uma jornalista e vai em direção ao Chico Alencar e diz: eu cuspi no Bolsonaro. Repercussões: Jean, diz que cuspiu e cuspiria de novo! Eduardo Bolsonaro diz que é inadmissível cuspir em um pessoa . Por último, ambos ficam trocando farpas na internet!. Meu julgamento é que ambos estão errados, pois nada justifica perder o decoro parlamentar, mesmo que seja ofendido, nisso tanto Jean e Bolsonaro erraram e, por isso, qualquer processo não prosperará. Agora, ficou feio para Eduardo Bolsonaro manipular o vídeo, recriminar o cuspe do Jean, e, logo depois, ser acusado de ter cuspido também e inventado uma outra versão do vídeo. Sabe, tem muitas coisas que me incomoda na esquerda, mas a maior coisa que me incomoda na direita é a falta de ética, há uma desonestidade argumentativa gritante, e sua narrativa não é propositiva, ao contrária, vive alimentando-se do ódio pelo opositor. Se considerarmos que a direita está alinhada a proposição moral dos bons consumes da Igreja Cristã, não consigo ver a figura de Jesus seguindo suas falas e atitudes.

    • Concordo com algumas coisas, só que você também se equivocou na metade de seu texto:

      1) Segundo os próprios vídeos mostram, Bolsonaro não ofendeu o Jean Wyllys de forma alguma, ele só disse, ironicamente remetendo à “campanha” contra Dilma, o “Tchau, querida!” e complementou com “Tchau, amor.”.

      2) Ele DE FORMA ALGUMA puxou o braço do Jean Wyllys. Ele estava até longe.

      3) Certo

      4) Certo

      Concordo que o Eduardo Bolsonaro deverai ter, acima de tudo, assumido que revidou a cusparada, apesar de eu achar que ele nunca quis escondê-la, mas enfatizar principalmente a iniciativa de tal ato vindo do Jean… Inclusive ele explica que, INDEPENDENTEMENTE DE QUAIS SEJAM AS OPINIÕES DO ADVERSÁRIO, NUNCA TOMARIA A INICIATIVA DE CUSPIR EM ALGUÉM… Ou seja, ele apenas revidou… Apesar de errado, mas foi uma reação, então não acho que seja passível de comparação com a iniciativa de outrem… ainda mais se tratando de que foi o pai dele quem sofreu a agressão simbólica.

      A respeito da “figura cristã”. O cristianismo no Brasil, há tempos, já se desvirtuou de suas origens. Não, não justifica, mas é no mínimo inocência cobrar isso de um partido político como princípio primordial a ser respeitado já que até na esquerda, inclusive partindo de pessoas que ideologicamente condizem com os princípios comunistas, que foram responsável por algumas barbáries no Oriente e no Ocidente, também existem auto-proclamados cristãos.

    • Prezado, a esquerda costuma ser autoritária, farisaica e manipuladora… não nessa ordem. Mas todos erram, em alguma medida. Vamos aguardar a verdade dos fatos, seja ela qual for. Sobre Jesus, é um modelo a ser seguido, devemos tentar emulá-lo, só isso. Pois Ele tem a perfeição. Agora, sobre a “falta de ética” da direita, isso é preconceito seu, não sendo possível, evidentemente, generalizar. Em vez de rótulos, sugiro avaliar as pessoas individualmente. A direita está só começando… e mesmo assim pautada pela esquerda, o que é mal.

  • Edgard Bottini

    O único erro desta reportagem é chamar os terroristas de guerrilheiros, de certa forma endossando as afirmações deste bandidos, ladrões, assassinos, Precisamos desmontar esta falsa biografia que eles tentam nos impingir deixando claro que nunca foram guerrilheiros, nunca lutaram pela democracia e sim pelo comunismo.

  • Paulo

    Estamos começando a nova “Comissão da Verdade”, logo teremos a revelação, para aqueles que não viveram a época dos fatos, e finalmente agradecer aos militares de 64 por terem nos livrado destes, repugnantes, comunistas. Se houveram exageros? … Quem iniciou foram eles. Guerra é guerra e como disse o Lula, em suas bravatas idiotizadas, quem tiver a melhor artilharia ganha a guerra. Nós tivemos e temos, ouviu Lula?

  • Nilson Lourenço

    ótimo texto Taiguara Fernandes.
    Disse a realidade sobre a nova direita surgida pós manifestações de 2013. Não entendem absolutamente nada de política, história do Brasil e etc. A falta de informação e a pior derrota do ignorante.

  • Hebert Lima

    Excelente artigo, não vejo a mídia Brasileira mostrando as barbaridades feitas pelos terroristas no Período militar, eles apenas mostram o lado errado da história, eles esquecem naquele tempo a luta era Brasil vs terroristas, eles queriam que o exército combatesse essa gente como? com travesseiros eu acho. A Mídia do Brasil é podre, só mostra um lado da História, as vitimas da ditadura foram os Militares e os Brasileiros de bem, os comunistas que foram pra vala foi bem merecido.

  • Irone

    Não houve torturas na ditadura militar Sr. Taiguara? Então….
    – Mais de mil ossadas humanas encontradas no cemitério de Perus, com marcas de tiros e traumas contundentes são de humanos que passaram por uma anestesia antes de serem mortos?
    – Antes de serem anestesiadas, essas pessoas foram julgadas, tiveram advogados que as defenderam e, os juízes que bateram o martelo condenando-as, sabiam que pena de morte não era, como ainda não é, lei no Brasil?
    – Se militares agiram corretamente, porque até hoje, não autorizaram a abertura dos arquivos da ditadura para mostrarem ao mundo sua benevolência e integridade?
    *Perguntas que não querem calar, de uma pessoa que não é partidária de nenhum partido político de direita, muito menos de esquerda, mas que em 64 tinha 6 anos, por isso viveu, toda sua infância e adolescência neste período negro e não entendia os olhares tristes de seus professores quando se calavam diante de perguntas comprometedoras, que ficava com mão dolorida de preencher cadernos inteiros com frase: O nosso querido presidente da república é o Senhor Emílio Garrastazu Médici, que conhecia todas as letras das músicas de Dom e Ravel e da jovem guarda, mas que só veio conhecer Geraldo Vandré, livros e peças teatrais importantes quando começaram lentamente a serem liberados após 1978.
    Não sei se viver em Cuba é melhor ou pior do que o que vivi aqui porem, entendo os resultados dessa opressão em toda uma geração, que é essa que hoje o sr critica. Nossos políticos de direita, quase todos, com idade semelhante à minha, não foram preparados para governar, cresceram como eu, mandando beijinhos para papai, mamãe e irmãozinho, nos finais de pecinhas teatrais nas escolas que pregavam que vivíamos num país livre, que estava construindo a transamazônica e hoje é tudo o que ainda sabem fazer, e pior, como toda essa nossa geração não conheceu liberdade, perdemos parâmetros para conduzir educação dos nossos filhos. Queríamos que crescessem livres, mas não soubemos limita-los, daí temos a juventude atual totalmente perdida com seus iphones, tomando toddynho no café da manhã, mc donald no lanche e saindo as ruas para protestar, sem menor noção do que é justo e correto.
    Podemos critica-los? Obvio que não. Também eu nesse momento desconheço caminho certo a seguir; minha única certeza é que não é um certo deputado que diz defender a família, os bons costumes e o cristianismo, mas é assumidamente homofóbico, racista e já desconstituiu dois casamentos, estando agora “tentando” o terceiro com esposa com idade de ser sua filha, seja a pessoa ideal para iniciar uma real abertura democrática nunca antes praticada aqui.

    • Flavio Morgenstern

      Já respondendo seu longo comentário, que é inteiramente baseado em duas frases: não, o Taiguara não afirmou que não houve tortura e morte durante a ditadura. E os militares não permitiram a abertura dos arquivos? Até o Bolsonaro PEDIU a abertura. O PT está no Executivo há 14 anos e não abriu por que não quer. E sabe por que não quer? Porque senão vai ter de contar a história como aconteceu, não como a esquerda quer que tenha acontecido para se fazer de vítima.

      • Irone

        Sim para quem sabe ler, ele disse que não, quando escreveu “….Dilma Rousseff (que, segundo a direita brasileira, mente em tudo) recebe agora, desta mesma direita, o certificado de isenção no testemunho da verdade e a coroação por ter sido vítima de um torturador homenageado pelo principal personagem do espectro político adverso. Dilma é mentirosa, só não nisto!…”
        **Ele não diz que APENAS ela mentiu. Alias todo texto carrega em sua entrelinhas nuances que tortura foi ardil usado pelo guerrilheiros.
        – E sim, militares NUNCA permitiram abertura de arquivos. Independente se o Sr. Bolsonaro PEDIU, ou se Sra Dilma NÃO DESEJOU, eles ja deveriam ter feito isso, dando esclarecimento real, provando sua inocência ou assumindo seus erros, o que evitaria essa nossa discussão aqui e milhares de outras que ocorrem no momento e que nunca findarão até que essa documentação seja liberada.

        • Flavio Morgenstern

          Interpretação de texto não é mesmo seu forte, né? Já que você deve ser da turma “Eu estudei História” (só que esquecem de completar: “…com o MEC”), vá ver por que o PT não abriu. Não tem nada a ver com militares. Cuidado: a abertura dos arquivos vai destruir suas crenças cegas e fanáticas que você toma por “estudo”.

          • Irone

            Engana-se totalmente quanto as minha fontes de informações. Sei da existência de provas IRREFUTÁVEIS que o feriado de 21 de abril é maior das fraudes, pois nosso querido Tiradentes, anos depois de 1792 assinava documentos em Portugal e esses docs com sua assinatura foram abertos a “alguns mortais”, inclusive “brazilianos”
            ….E que venha a nós, o conteúdo da documentação da nossa ditadura, para “destruir minhas crenças cegas e fanáticas”. Terei maior prazer em dar-lhe razão, pela primeira vez, se isso acontecer mas, enquanto esse dia não chega, não vou mais te responder, pois acabo de perceber que pior que tentar dialogar com Petistas é faze-lo com Bolsonaristas!

          • Parabéns Sr. Taigara, análise bem produzida. Sr.Flavio, vivi as duas épocas e fui seduzido pelos comunistas em minha época. Quase embarquei nessa em S.Paulo, no dia do encontro decisivo não pude ir. Depois descobri muita coisa que meu caráter rejeitava, uma delas era mentir e falar palavras de ordem como as gravações dos atendimentos eletronicos de hoje. Vejo falarem de intolerencia mas não toleram quem lhes resiste. Essa senhora é uma dessas.

  • Ivo Alvres

    Já que você tocou na fraude das eleições. Um certo dia, não faz muito tempo, comentei no post do Alexandre Borges, que as eleições foram fraudadas e ele o que fez? Deletou o comentário e me bloqueou. Que beleza não é?

    • Omar Manne

      Ótima sugestão!

  • Jefferson Abreu

    O texto é ardiloso, escrito por um “desconstrutor” que parece defender a posição do Bolsonaro, mas ao mesmo tempo trata da direita como “eles” e não como “nós”, transparece bem que o autor manipula para tirar o apoio da direita jovem ao Bolsonaro. Defenestra a direita que dá a sua opinião crítica por não simpatizar com a citação do Bolsonaro a um suposto torturador. Ofende o ego dos jovens que veem no Bolsonaro uma tábua de salvação diante de um mar de lama e os afasta. O Bolsonaro tem o direito de dizer o que quiser com a sua sinceridade, e os que o apoiam tem o direito de discordar de algumas coisas e também dar a sua opinião, mas isso parece inaceitável ao autor, visivelmente afetado pela unanimidade burra, que é característica da esquerda ou de ditadores. Não percebeu o autor que é pela sinceridade e honestidade que Bolsonaro tem apoio de uma direita pensante e não de uma unanimidade burra ? Em uma democracia, coisa que só existe na direita livre, as pessoas tem o direito de opinar. Se eu fosse um deputado falaria diferente de todos, citaria o embasamento jurídico, os crimes cometidos, o passado criminoso e o presente criminoso da Dilma e citaria os prejuízos que está dando ao País, o grave desemprego, e a desconstrução da família, do atentado à CF. Mas, cada pessoa fala o que quiser. O autor exalta a competência da esquerda, quando está mais que evidente que este bando de loucos são burros demais, porque tendo o poder e o estado aparelhado conseguiram fazer mais para se destruírem sozinhos do que nós conseguiríamos sem sua ajuda autodestrutiva? Se o Bolsonaro aprova este texto, ele decepciona. Nós não somos idólatras de ninguém como é a esquerda alienada. É certo que a nossa velha direita politica não é muito esperta porque faz o jogo do Império, mas nós que não somos políticos, não temos dinheiro, conseguimos desconstruir os poderosos, da suposta esquerda e direita, e vamos desconstruir o Império que sustenta esta Máfia. Não temos ídolos e nem salvadores da Pátria, quem não apresenta resultados perde apoio. Nossos jovens estão aprendendo, e nós aprendemos mais para ensina-los, mas somos todos seres que pensam e não autômatos como é a esquerda. Não gostei do texto, que ofende os nossos jovens como se eles tivessem obrigação de dizer amém ao mito, como fazem os autômatos da esquerda. A sua guerra de narrativa é um cavalo de Tróia.

    • Flavio Morgenstern

      Sério mesmo que você fez um comentário desse tamanho acreditando que o texto está reclamando de quem apóia o Bolsonaro? Não seria melhor, ehrr, ler o texto antes de afirmar que ele diz o contrário do que diz?

    • Macleu

      Eu concordo com o seu comentário,eu acompanhei a votação do domingo 17/04 ví votos que mais pareciam piadas,não dava p acreditar que ali estavam 513 pessoas pagas com meu,o seu,o nosso dinheiro e muitos se comportavam como pombos desgovernados,procurando um alvo para defecar,como você bem mencionou,tantas coisas coerentes havia de ser dito! mas poucos o fizeram,fiquei apreensivo esperando o voto do Bolsonaro,mas quando o vi,fiquei decepcionado,não que eu esteja afirmando que o Ustra seja de fato um torturador como o texto da reportagem sugere,mas por não querer que um tempo tão curto em rede fosse desperdiçado com elogio ao Cunha,e eu ja li e sei que sem ele o processo não teria chegado,mas mesmo assim!!! porquê elogiar corrupto?!! ao invés de apoiar uma operação que está colocando o Brasil em outro patamar,falar de soluções,ora a unica razão para tantos apoiadores do Bolsonaro reagirem como o texto sugere,foi simplesmente querer que ele enfoque assuntos produtivos e texto prefere criticar a nova direita e falar como o dono da razão,o Bolsonaro se quer assume que foi infeliz no comentário que antecedeu seu voto,como uma pessoa assim quer chegar ao cargo maximo??gostaria de deixar uma pergunta ao autor: se fosse você teria feito tais cometários em um voto de libertação do povo?,somos humanos precisamo admitir erros e excessos, eu acredito na idoneidade dele,compactuo com a maioria de suas idéias,sei que ele é um bom nome,mas a humildade de um líder é peça fundamental para que prospere! o maior líde da história da humanidade foi,é e sempre será Jesus,devemos nos espelhar nele!! Abç!

  • Vitor

    E se o Bolsonaro não tivesse feito tal comentário?
    E se sua noite acabasse somente com uma cusparada?
    Qual cenário teríamos para ambos os lados?

  • Excelente!! É de matérias assim que a direita brasileira precisa. Parabéns!

  • Muito bom o Texto!

  • Amei matéria, já nos dá outra carta na manga para debater com os esquerdistas. Poderia fazer um vídeo levando em conta esse assunto, para a esquerdopatia que não gosta de ler.

  • Achei o texto perfeito!
    Aceitar os termos impostos pela esquerda tem sido o grande erro de alguns direitistas, entre eles o próprio Reinaldo Azevedo.

    Foi preciso no texto, parabéns.

  • Mélvis

    O pessoal não tem conhecimento sobre assunto e aplaude porque acha que seu ponto de vista é certo.
    Seria legal se as pessoas lessem os comentários depois de ler o texto, ia ser ainda mais esclarecedor.
    O articulista desconsidera que, por exemplo:
    a) a família de Ustra pode entrar na justiça para desfazer a imagem que se criou dele, não fizeram;
    b) o Brasil foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos por desaparecimento forçado;
    c) o mais importante, rótulo de esquerda e direita não tem sentido perante um Estado Constitucional, algo que o articulista deveria saber por ter formação em Direito.

    Há, no texto, posições pessoais totalmente parciais.

    • Flavio Morgenstern

      Já sua posição é completamente imparcial, assim como a Comissão da Verdade e a Corte Internacional e qualquer coisa com “Direitos Humanos” no nome, né? Aliás, direita e esquerda só têm sentido se não for perante um Estado Constitucional? Não vou nem te pedir pra explicar essa maluquice aí.

      • Mélvis

        Morgenstern, por ser um escritor, creio que não terá problemas se fizer perguntas. Corte Internacional de quê? É uma colocação geral ou específica? Direita e esquerda só tem sentido quando há conflito, o Estado Constitucional é referência a um paradigma que superou o paradigma legalista. Com certeza sou mais imparcial do que o articulista e do que o senhor que deve fazer parte do equipe editorial da página. Aliás, já que é para mudar de assunto, qual sua opinião sobre o Direito brasileiro? rs

    • Miriam

      Assim q Bolsonaro citou Ustra, fui atrás p ver a “merda” q ele tinha feito! Pois bem, lendo “Rompendo o Silêncio” percebo um “golpe de mestre” do deputado! P quem nao tinha lido ainda, como eu, e só tinha ouvido falar no torturador Brilhante Ustra, passa a conhecer o outro lado e saber q pegaram p “cristo”! Sou de 1958 e nao tive problema algum no regime militar. Ah sim, alguns vao me chamar de limitada, ou q era do rebanho! Até respondo, podem ler a cartilha do Mariguella, depois discutimos quem fazia parte do rebanho!

  • Cláudio da Cunha Mattos

    Excelente exposição; Profunda e objetiva, com rara percepção da realidade brasileira. Parabéns !

  • Jefferson

    Muito obrigado por dizer (escrever) exatamente aquilo que eu penso !!! Parabéns por cada uma das palavras! Obrigado !!!

  • Excelente texto.

  • Excelente. Na falta de verdadeiro espírito jornalístico, surgirem jovens como vocês aqui no Senso Incoumum é um alívio.

  • Marcos

    Fico pensando, se esses supostos guerrilheiros que foram treinados em Cuba tivesse tomado o poder. Em nome de qual democracia eles estavam lutando, basta ver os governos de esquerda, como mataram cidadãos em suas trajetórias, foram milhões.

  • Excelente texto !!! Esclarecedor.

  • É simples acabar com esses discursos da esquerda basta quem se considera de direita estudar e ir afundo com argumentos reais a esquerda não sabe debater e perde o controle diante da verdade basicamente é isso que ta dizendo o texto.

    • Celia

      A esquerda não sabe debater, é autoritária, parte logo pro ódio e usa inúmeros clichês gastos, facilmente desmontáveis. Sua análise é excelente. Ainda não terminei a leitura, mas vou salvar.

  • Eduardo

    Estou impressionado com a sua clareza de idéias !!! Precisamos de pessoas com seu conhecimento.

    • Omar Manne

      Amigo Eduardo, precisamos é correr atrás DESTE conhecimento.

  • galera estao me pedindo o livro do brilhante ai vai o link só baixa https://drive.google.com/file/d/0B26NeaBb7Fo8TThKT09UamVYMlE/view

  • Paulo Paulista

    Mais coxinhas…
    Ustra, mártir.
    Bolsonaro, messias/sacerdote.
    E, o povo cego por mais uma “religião” : O babaovismo.

  • Eu fui uma das pessoas que pesquisou a respeito do Brilhante para confirmar se ele havia sido mesmo um torturador, mas também falou com os amigos que o Bolsonaro deu munição para o inimigo. Eu não estava dizendo que o Bolsonaro estava errado, até por que ele estava certo sim em apoiar uma das únicas pessoas que já se preocuparam com a nação, só estava dizendo que ele tocou num assunto polêmico, pois as pessoas não mudam de opinião assim tão facilmente, as pessoas tem valores, e infelizmente a esquerda foi responsável pela a educação de todos os brasileiros desde a época do governo militar, agora imaginem como é uma pessoa passar a vida inteira acreditando em algo de um livro do MEC, e de repente alguém contesta o assunto? Mesmo você mostrando a verdade para a pessoa, a pessoa está tão hipnotizada pela esquerda, que ela provavelmente vai te achar um idiota. Mas depois eu reconheci que o Bolsonaro foi um gênio, pois fez o país inteiro pesquisar a respeito do coronel, foi uma excelente estratégia de guerra, e acho que foi por isso que o Jean Wyllys cuspiu nele, por que ele desmascarou a esquerda em menos de 30 segundos, falando para todo o país.

    • Verdade! As pessoas não mudam de ideia facilmente, porém, já percebi que o Bolsonaro é um cara inteligente, meio que ele planta a semente e deixa a população debater sobre o assunto ( tá certo que nem todos sabem debater e sim, impor suas ideias). O Bolsonaro sabe que a História tem sido ensinada errado nas escolas durante esse longos anos. É preciso que alguém lance à face um tema importante como esse do Coronel Ustra para que o povo pesquise, estude sobre o que realmente aconteceu no passado, o que muitos estão fazendo, o que está pirando os esquerdopatas!!

    • Vitor

      Exatamente essa,minha pretensão ontem. (Post do paulo Enéas)

      Amigo Bolsonaro. Ora Intempestivo, ora de alvejo certeiro. O prezado parlamentar não falta com a verdade, mas perde para a prudência em alguns momentos. Diante de temática compósita, e uma história estorvada pela esquerda, fazer/falar a coisa certa no momento errado torna-se a coisa errada. Combustível pra quem? Advinha. Qual político ignoraria isso? É bastante simples; elementar; “Obediência atrasada é desobediência”.diriam algumas mamães.

    • Miriam

      Acabei de fazer um comentário sobre isso, eu fui uma que fui ler Rompendo o Silêncio….

  • Rafael

    “O mais impressionante, contudo, é que ninguém parou para pensar sobre o real alcance de seus comentários,”
    Excelente artigo, eu penso exatamente assim e fui um dos unicos a não aceitar a narrativa da esquerda e a pautar o debate, muitos me excluíram, inclusive.

  • Evandro

    Sensacional define essa matéria. Parabéns.

  • Marie Asmar

    Bravo! Ótimo texto!!!
    Espero que os liberteens leiam e aprendam também!

  • Chris

    Mas concordo… vamos ver até ponto isso foi um suicidio politico, vale lembrar q delaçao da lava jato nao serve de crime, delaçao de bandidos servem para definir um torturador

  • Chris

    “Direitistas se unem para bater em bolsonaro”
    KKKKKKKKK NUNCA FORAM DE DIREITA, ELES PENSAM Q SAO MAIS NUNCA FORAM, NAO PASSAM DE ESCRAVVOS DE GRAMSCI SE DIZEM DE DIREITA MAS SAO TAO POLITICAMENTE CORRETOS QUANTO OS DE ESQUERDA, SER ANTI PT NAO TE FAZ DE DIREITA CARA

  • Rafael

    Perfeito. A maioria dos direitistas adotam o mesmo discurso da esquerda. Equiparar uma ação premeditada, em que o Deputado já havia dito que iria pratica-lo de uma resposta a essa ação injusta, é de uma burrice impar. Por isso a direita toddynho vai continuar apanhando.

    • Nando

      Sou pardo, não tenho automóvel porque nao quero, mas adoro uma comidinha na hora que estou com fome, sem essa de esperar o pé sei lá do quê, amadurecer os frutos depois de anos, como na época de minha ascendência. E sem falar das deliciosas giras Yankees que tem ali no Alto-Belvedere, humm !! Se Deus é de esquerda, ou direita não sei, se ele tem coisa melhor no seu céu, também não sei. Ohh coisa boa é ser um pelego coca-cola de aspirações direitistas, como é bom mamar, me leva pro inferno de uma vez !!

  • Iriane

    Excelente texto. Infelizmente, a maioria dos jovens que hoje se identificam com política de direita, são apressados no falar, lentos no estudar, pesquisar e apurar. Venho de uma doutrinação esquerdista, não sabia quem era Ustra nem que existia, após o discurso de Jair Bolsonaro, meu futuro presidente, foi que despertei ee fui studar de fato o que é “direita”. Por qual motivo a esquerda está tão alvoraçada? O que houve em 64? Nossa sociedade geme! Somos carentes de conhecimento.

  • MAICON DA SILVA

    Parabéns Taiguara pela estreia no site e com grande estilo. Seus textos sempre com muita clareza e irrefutáveis.

  • Eduardo

    Tudo bem detalhado gostei, apenas uma pergunta qual é o partido de direita do Brasil?

    • Provavelmente o DEM e PSC, e ainda assim, eu não boto muita fé. Devemos nos perguntar quem são os políticos de direita, e direita conservadora ainda, não quais são os partidos.

  • Marcelo

    Taiguara, não teria o Eduardo Bolsonaro agido em legítima defesa de terceiros na modalidade retorsão imediata a um crime de injúria real , cometido pelo Jean Wyllis? Excludente de punibilidade. Que achas?

  • Hawk

    Quando eu vi a foto do Zuckerberg com a Dilma faltando sobre internet social na mesma hora dei baixa na minha conta do Facebook. O pior problema é que não importa que lado está apessoa escreve algo da cabeça usa o nome de alguem famoso (porque ninguém vai dar bola pra ela) e assim a mentira ou a teoria vira verdade. Estou lendo a verdade sufocada é incrível ver como coisas que já tinha imaginado já aconteceram mesmo. Jair Bolsanaro citou o Coronel e mostrou como não há democracia de idéias no país pois você pode citar terrorista mas nunca contra terrorista.

  • Loren

    Excelente texto. Esses que se dizem de direita e adoram falar mal do Jair pra bancar o corretão, não passam de idiotas. Acham que vão ter um candidato que comungue com tudo que pensam. Esses merecem viver em Cuba, tanto quantos os esquerdinhas.

  • Kerlla

    O que ocorre é que os jovens liberais seguem a orientação de cima para boicotar o Bolsonaro de todo jeito.

  • Valter

    Sobre o revide da cusparada comentado de Eduardo Bolsonaro contra Jean Willys, foi comprovado que não houve revide e sim mais uma mentira pra vitimizar o deputado do PSOL.

  • “se nós precisamos justificar que não é golpe, nós já perdemos, pois a narrativa que fica é o debate sobre golpismo ou não.”

    Concordo com seu ponto de vista de que quando enveredamos pela narrativa delirante posta por eles, colaboramos com os seus objetivos de desvio do foco.

    Mas, ainda há algo positivo, apesar de inegavelmente legitimarmos o desvio de foco, o argumento delirante precisa ser desfeito, desmoralizado com a realidade factual e a lógica, pois, querendo ou não, enveredando ou não nesses delírios utilizados para desvios, há milhares que ingenuamente dão crédito à tais “argumentos”, mas, quando atingimos o propósito de desmoralizar essas falácias, esse crédito iminente é totalmente inviabilizado.

    Concordo com vc, mas acho relevante levantar esse outro ponto de vista sobre algo positivo que ocorre nessa guerra em narrativas delirantes.

  • Parabéns Taiguara Fernandes, só pessoas inteligentes conseguem balançar as instituições do mundo dos medíocres.

  • RENAN FLORES ESPINDOLA

    Coronel Ustra só foi citado por Bolsonaro pois a ideologia esquerdista em vigor foi algo que o Coronel quis combater na época dele, hoje o PT ta conseguindo implantar um comunismo disfarçado como queria na época da ditadura, ou assinar decretos que não passam pelo legislativo não lembra o poder ditatorial comunista? A “direita” brasileira quer mamar na mesma teta da esquerda, e chega Jair Bolsonaro, alguém fora desse saco de farinha, que peita tanto a situação quanto a quem se diz oposição no discurso, e Bolsonaro ameaça a mamata, os negócios privatizadores do PSDB, a independência de programas sociais através de geração de emprego ao pobre, que o PT não suporta, pois a dependencia das migalhas é o que salva as eleições, Dilma e a oposição ta preocupada com Bolsonaro assim como na argentina ficaram preocupados com Macri os Kischner, outro que não tem obrigação com ninguém além do povo, que fez muito pela argentina em pouco tempo. Chamam de torturador, racista, homofóbico, fascita porque não pode chamar de corrupto e sabem que a hora que assumir o poder acabou a mamata

  • Mirlon

    Faltou muito. Faltou falar que a Comissão da Verdade resultou de uma condenação do Estado brasileiro na Corte Interamericana de Direitos Humanos.
    Não dá para tolerar extremismos, tanto de esquerda quanto de direita.
    Não dá para defender um parlamentar que diz “Se vai morrer alguns inocentes, tudo bem” (https://www.facebook.com/pensadoranonimo.com.br/videos/480273882167742/).
    Não para ficar aceitando estes rótulos absurdos e ultrapassados de esquerda e direita, principalmente considerando a evolução do constitucionalismo e dos direitos humanos, bem como o histórico medonho do regime de legalidade dissociado da moral e da ética.
    E, por fim, se Ustra não era realmente um torturador, tanto ele quanto a própria família dele podem reunir elementos de prova para limpar toda a imagem negativa que paira sobre a personalidade de Ustra. Existe algo chamado inafastabilidade da jurisdição e a lesão a direito da personalidade, à honra e imagem, são imprescritíveis.
    A construção não é sólida e peca por vários pontos.
    Os equívocos deste texto me assustam, mas podem ser corrigidos e revistos.
    Abraço.

    • Donizete
    • Takarracha

      E sério mesmo, que você exige que a família prove a inocência de Ustra? Quer dizer que a mera alegação das supostas vítimas valem, e a negatividade do coronel não Valem? Lembrando que Beth Mendes recuou de suas acusações na Justiça. A família não precisa provar nada. Os acusadores que provém. Ainda há uma coisinha chamada presunção de inocência,.

    • Carlos

      Mirlon parece o Mélvis lá de cima, sua credulidade no Estado Constitucional e na CIDH é, no mínimo, prova de inocência, mas está mais para ignorância de concurseiros que leem Barroso e Mazzuolli e acham que já podem fazer análises políticas. Larguem o Barroso e o Mazzuolli e procurem Camus, Thomas Sowell, Voegelin, Raymond Aron etc.

      • Mirlon

        Takarracha, quando alguém tem sua imagem manchada publicamente, esta pessoa tem o direito de exigir do Poder Judiciário a reparação indenizatória, bem como a publicidade com a exposição da verdade, não importando quem tenha manchado a honra da vítima, logo, se a família de Ustra ou o próprio Ustra não fazem nada a respeito, é porque a) não discordam ou b) não sabem que podem ajuizar ação como eu ponderei. Escolha a sua opção.
        Carlos, já li Albert Camus, Thomas Sowell, Voegelin, Raymond Aron, Zygmunt Bauman, Niklas Luhmann e outros autores importantíssimos de variadas áreas. Não sei o porquê deste preconceito contra concurseiros, não faz sentido algum. Tem os preguiçosos, mas isso existe em qualquer área. O senhor deve ou deveria saber que a Constituição é o estatuto jurídico do político. É que ela tem o fim de limitar o poder de escolhas dos políticos. Isso não é ruim. Acredito que o senhor deveria abrir o seu campo de pesquisa para mais autores. Não vou ser prepotente a ponto de lhe indicar obras porque não sei quais obras o senhor já leu, sabe, não sou onipresente.

    • Mirlon

      Takarracha, não é uma questão de provar inocência, o ponto é que se a imputação colocada publicamente a Ustra pela Comissão da Verdade é falsa de modo a lesar a imagem deste, surge para ele ou sua própria família o direito indiscutível de ver seu nome limpo perante a sociedade e indenizados pelo Estado, apenas isso. Só que o articulista, apesar de ser advogado, não menciona a possibilidade.

      Agora Carlos, li Albert Camus, Thomas Sowell, Voegelin, Raymond Aron, Hanna Arendt, Boaventura de Souza Santos, Zygmunt Bauan, Niklas Luhmann e diversos outros autores das mais variadas áreas. Acho muito vergonhoso distorcer os fatos. E volto a repisar em forma de indagação: se Ustra é inocente, então porque cargas da água ninguém acionou o Poder Judiciário para reparar a lesão à imagem dele comprovando sua inocência?
      Aliás Carlos, sua posição parece ser completamente pessimista em relação à Constituição. Parece que lhe falta forças para lutar por ela, a ponto de preferir que ela seja atropelada. Não me parece uma boa opção e acredito que o senhor sabe que não é adequado.
      A Constituição é instrumento de defesa da sociedade, não por acaso é considerada o estatuto jurídico do político. A ideia é limitar a atuação dos políticos e não dar plenos poderes. Política e direito constitucional tem tudo a ver. Acho que o senhor deve ter lido alguma coisa sobre poder constituinte. Enfim, seu comentário foi tergiversou o ponto essencial com uma frustrada tentativa de ofensa.
      Vou continuar a estudar sempre. Espero que faça o mesmo. Abraço.

  • Uau! Perfeito! O que curto no Senso Incomum é o texto denso, amarrado, fundamentado. Nenhum jornal faz isso, só servem para banheirinho de cachorro e sempre me dão a sensação de semiotica significar meia visão.
    Parece que essa direita isentona está mais para fabiana apenas por uma crise econômica, nao pela perda dos valores e, o que é pior, da vergonha. Meu amado e saudoso pai dizia que amigo a gente defende até quando está errado e depois acerta as contas para ele não errar mais (sou edipiana, sim, meu pai era corajoso, forte, bem sucedido, protetor, tudo o que as feministas abominam). E esse compromisso falta na direita que se pauta no discurso insidioso ou agressivo da esquerda para posar de otaria e boiola. Que tanta diferença tem o discurso do JB para o porrete do discurso do Roosevelt? Só o tempo, pois naquele não tinha tanto mimimi.
    Parabens, doutor, pela primeira vez vi ym advogado de verdade. Voto com o relator.

    • Mario alvisi

      Concordo amigo o q mudou com a gente por aki praticamente nada so pra resumir tudo pra mim hoje com a idade q tenho o governo militar vacilou e deveria durar pelo menos 50 anos

  • Victor

    Prefiro ser dessa nova direita que o autor tanto critica nesse ponto, do que perder princípios e dar meu voto a um político que diz “democracia é onde a maioria prevalece, e a minoria se cala”.

    • Diego Gadelha

      Me aponte uma eleição legítima onde o vencedor foi o que recebeu a quantidade minoritária dos votos. Democracia é a vontade da maioria. Sempre foi assim e sempre será! A minoria é algo transitório, posso fazer parte da minoria em certo tema do debate político, mas serei maioria em outra… Esse papo de minoria é coisa de quem não se da o trabalho de pensar e perceber que não tem qualquer sentido.

    • KappaPride

      Usando táticas esquerdista de distorcer palavras e ainda se intitula de direita? Ele estava se referindo a tal “democracia” que o PT tanto fala, onde tentam calar a todo custo quem se opõe aos crimes deles usando censuras que vão desde o politicamente correto até o vitimismo. Se você não apoia ele por falta de interpretação básica, lamento mas merece o governo que tem.

  • Aproveitando a menção ao atentado no Aeroporto Guararapes, vale lembrar da atuação do pai do deputado Sílvio Costa, entre os terroristas assassinos

  • Carlos Renato

    Parabéns pelo texto elucidativo. Sem tirar nem pôr. “Brilhante” !!

  • Peraí, essa defesa toda do Jair Bolsonaro é porque ele é o “símbolo unificador da rejeição a todo o esquerdismo que dominou o Brasil durante a Nova República”? O “único símbolo unificante e catalizador da rejeição ao esquerdismo nacional”?

    Onde foi que eu já vi esse discurso antes? Ah, sim, o pessoal do lado de lá tecendo loas a um certo torneiro mecânico por causa de UMA qualidade.

    Eu sei muito bem que o assassinato de reputações anda a todo vapor, ainda mais agora, mas o próprio Bolsonaro já cuida de ser íma de asco. Parece até que ninguém se lembra do “só não te estupro porque você não merece”.

    Sou mais a Janaína Paschoal e o próprio Morga.

    • Se vai citar alguem, cite corretamente. Nao foi isso o que ele disse.

    • Na verdade, JB disse ‘Vc não merece nem ser estuprada” numa alusão ao asco que ela causa até a estupradores. Em nenhum momento ele usou o pronome “eu”.

      • “Não saia, não, Maria do Rosário, fique aí! Há poucos dias, você me chamou de estuprador no Salão Verde, e eu falei que eu não estuprava você porque você não merece.” (grifos meus)

        Ou seja, ele usou MESMO o pronome “eu”. E mesmo que não o tivesse, ele tratou estupro como matéria de “merecimento”. Não dá! Que belo “símbolo unificador da rejeição a todo o esquerdismo que dominou o Brasil durante a Nova República” fomos arrumar, hein?

        • Jack

          Só pra deixar bem claro: quem começou com essa história de “merecimento”(como vc colocou) foram as feministas que fizeram uma campanha que tinham como slogan “Não mereço ser estuprada”(lembra?). Protestavam ficando nuas ou quase, para justificar que “pouca roupa” não fosse mérito para estupro, ou seja, não era uma luta que defendia as mulheres em geral, vítimas de estupro, era uma atuação de causa seletiva, apenas elas não mereciam. Quem conhece a história do feminismo sabe que este grupo está pouco se lixando para as mulheres. O Bolsonaro ironizou com o slogan deste movimento para rebater o insulto da Maria do Rosário quando o xingou de estuprador, sendo ele autor do PL que agrava o crime de estupro, com castração química voluntária para redução de pena. Então, se não gosta do Bolsonaro, o problema é seu! Apenas não distorça os fatos de acordo com suas preferências.

      • Paulo Paulista

        E, alguém merece ser estuprada ???
        O Bolsonaro acha que sim!!!

    • Matheus

      É fácil visar esta fala não é? Quando o contexto engloba uma situação de total infelicidade nas falas da Maria do Rosário, não nas falas do Bolsonaro.
      Defensora de vagabundo, estuprador e marginal tem que ser execrada do mundo. “Eu só não te estupro porque você não merece”, quer dizer que alguém mereça? Pode ter certeza de que se alguém merecesse, a primeira seria ela. Mas como a resposta foi bem intencionada e ótima, então não tem nenhum mal nisto!

  • Thiago

    Incipiente. A Nova Direita está se consubstanciando. Concordo em grande parte com a análise acima, mas, sem querer elogiar a Comissão da Verdade, há diversos relatos infames sobre tortura e abuso de poder. A situação é delicadíssima. Concordo que Ustra deve ser pormenorizadamente analisado assim como a história de nossa presidente. A Nova Direita tem muito trabalho pela frente.

  • Fantástico!

  • Recado a todos aqueles que se dizem de direita, mas que adoram comprar as mentiras da esquerda, atuando como sua caixa de ressonância: – o Cel Ustra foi vítima da infâmia por estar a frente daqueles que fizeram o que tinham que fazer para libertar o Brasil das garras do terrorismo e do comunismo.
    Só pessoas que querem aparecer muito bem, cheios de um bom mocismo pueril, para não perceber o cinismo destes comunistas ao amplificar uma acusação estúpida e vazia contra um herói da pátria brasileira, enquanto estão nomeando até logradouros públicos com nomes de terroristas e assassinos vermelhos, e que enaltecem as ações de seres como Lenin, Guevara, Fidel e outros que tais.
    Sugiro que procurem conhecer melhor o passado da agora cândida e vitimizada dona Dilma e seus companheiros, os crimes que cometeram no passado e os que cometem hoje com a outorga do poder que receberam em 2002, para poderem conscientemente escolher o lado em que ficarão quando os tempos mais terríveis chegarem. Pois eles virão, seja por conturbação interna, seja por ação de agentes estrangeiros, uma vez que o comunismo internacional não irá querer perder a sua atual maior fonte de financiamento, que é o Brasil petista.
    Parem de desconstruir a imagem do guerreiro Jair Bolsonaro e estejam a vontade para votar nos esquerdistas Aécio Neves ou Marina Silva. Mas não venham no futuro choramingar e pedir que os militares consertem de novo a “caca” que os sensíveis e crédulos tenham feito, por terem ficado com pena da terrorista mentirosa e assassina que ainda ocupa a cadeira presidencial.

  • Wesley

    Sobre legitimidade eu sempre falo a mesma coisa: Comprar deputados, vender ministérios, ligar para casa das pessoas dizendo que vão perder o benefício se outro candidato ganhar, que vai sumir comida na mesa delas (o que já está acontecendo), isso é terrorismo eleitoral.
    Usar dinheiro de propinas nas eleições e a Máquina Pública (CORREIOS) para panfletar…
    Diminuir a conta de luz meses antes da eleição e dizer em rede nacional que isso foi uma conquista do governo Dilma, e duas semanas depois de ganhar as eleições, a conta dobra denovo? Legal né? E quem está dando golpe é a galera? “Tá serto…”
    —-
    Agora outro comentário meu, seria o caso da ANATEL um golpe dela também?

  • Uau!

  • A citação de Bolsonaro pelo menos fez muita gente procurar o livro de Ustra e buscar mais esclarecimentos além do que diz a tal de comissão da verdade.

  • Danilo Cardoso

    Arregaçou!

  • gesse

    O negocio é o seguinte, muitos dos que se dizem de direita não são de direita nada, Jair Bolsonaro e um obstáculo para o poder destes grupos, eles querem destruí lo tanto quanto a esquerda

  • Chico

    Excelente análise. E penso igualzinho. Que direita medíocre que não consegue sequer combinar um discurso de contra-ataque ao “Golpe” do PT. Vão 367 antas votar pela mãe, pelos filhos, pela cabra, pelo burro, pelo raio que os parta. E só uns 20 citam a DILMA MENTIROSA, a Dilma incompetente, a Dilma 171 na economia para ganhar eleição; na participação “no mínimo conivente” dos desvios bilionários. Ali era o palanque em que tecnicamente 200 milhões de brasileiros estavam ligados. Milhões ficaram assistindo voto a voto até o final. Do outro lado, uns 130 espertos gritaram GOLPE e é isso que entra no subconsciente do povão. Enquanto 367 falaram 600 motivos de “mmmm….”, os 130 repetiram apenas 1. E no mais, realmente a direita comprou a “versão esquerdista de golpe militar”. Sempre me perguntei porque o “bicho-papão” dos militares concordou na ABERTURA DEMOCRÁTICA – se eles eram tão ruins e bandidos, porque entregariam o poder de volta aos civis? Não havia outros militares competentes para serem presidentes? Ou não seria porque eles “acharam que o risco comunista havia sido extirpado”? E aí, todo mundo que RECEBEU O PODER DE VOLTA (os civis) começaram a bater, bater, bater nos militares…. E a dar razão a TODA GANGUE que hoje se mostra totalmente coerente com aquele “espírito democrata” que os levaram a pegar em armas contra os militares rsrsrssss…..

    • Lucas

      De certo modo aqueles deputados, se parecem com o povo brasileiro: poucos saber a verdade, ou sabem e tentam enconde-la.. de algum modo, a maioria dos que votaram como você citou, votou por sua família, Cidade, Filhos, etc, em vez de falar os real motivos do impeachment como uma minoria falou, assim deixando muitas brechas para o governo manipula-los a acreditar em ”golpe”.

  • Leandro

    Infelizmente, taigura, sabendo que é aluno do Olavo, a grande experiência que Ortega Y Gasset define de “ocupar os papéis”, está intrínseca ao discurso intelectual. Não dá pra atingir certos patamares antes que esse indivíduo tenha ciência de sua incapacidade para certas coisas e, a partir daí, pressupor melhoras e estudar mais. Falta a Bolsonaro estudar e ter mais retórica, sabendo que ali moram os discursos da raiva, da ira à mentira, aliados à polidez irônica e sarcástica.

  • Andreza Martins

    “A “nova direita” brasileira é como um garoto que coleciona bottons de políticos nas eleições: suas opiniões vazias só servem para pregar na roupa e mostrar aos outros a que grupo eu pertenço.” perfeito.
    Meus parabéns por esse texto! Durante essa semana eu pensei e me incomodei demais com esse comportamento da “direita brasileira” que nem ao menos tentou ver o outro lado e buscar a verdade,mas aceitou o discurso pronto dos opositores para pregar o bom mocismo.De fato, acabou dado credito e fazendo exatamente o que os opositores queriam.A gente precisa aprender a ser mais esperto a ter coragem de defender a verdade independente do que o pessoal politicamente correto vai dizer,direita brasileira ainda precisa evoluir muito.
    Mais uma vez parabéns pelo texto e por tamanha lucidez!

  • jOAO sILVA

    Ótimo texto. Faltou fazer como o Morgen faz, colocar os prints dos textos e os vídeos. Especialmente do Fernando Holyday e do Reinaldo Azevedo, dois que só falam a língua da esquerda.

  • Pedro

    Exclusivamente de guerrilheiros e de terroristas? Autor cometeu um erro aí, ou não sabe de toda Comissão da Verdade. Marival Chaves era ex-sargento e também denunciou o Coronel Ustra como torturador, além de outros crimes de Estado na época.

  • frobozzzz

    Eu não conhecia direito o Bolsonaro (vi algumas entrevistas), mas estava realmente pensando em votar nele, só de raiva que peguei do governo, PT e esquerda em geral. Mas depois do discurso dele, NÃO VOU. E isso não tem absolutamente nada a ver com Ustra.

    Acontece que o país está quebrado AGORA. Estamos passando pela maior recessão da história, 10 milhões de desempregados, 100 bilhões de reais de déficit público, tudo culpa da política econômica irresponsável e desastrosa do PT (e as pedaladas fiscais são parte disso). Sem falar nas estatais quebradas e escândalos de corrupção. Só que o candidato com 8% de intenção de voto, o cara que poderia se apresentar como alternativa, jogou no lixo a oportunidade de se posicionar a respeito disso, preferindo remoer o passado, falar de coisas que aconteceram há 50 anos, exatamente como os petistas que repetem GOLPE GOLPE GOLPE, em vez de dedicar o seu “sim” aos desempregados, às empresas que estão fechando as portas, Não é isso o que eu espero de um candidato a presidente. Eu quero votar em alguém que mostre preocupação com os problemas REAIS do Brasil, e não foi isso o que ele passou. O discurso dele foi uma grande decepção.

    Espero que Caiado seja candidato em 2018.

    • Nanda

      Você não leu o artigo, né? Só pode.

      • frobozzzz

        Sim, pode acreditar que li o artigo inteiro antes de postar meu comentário. Continuo achando fútil discutir Ustra ou Marighela enquanto o Brasil está derretendo. A maioria da população brasileira tem preocupações mais urgentes.

        • Jack

          Como pode ser fútil discutir sobre isso se exatamente por NÃO discutirmos é que estamos na FOSSA? Se o povo brasileiro tivesse noção da nocividade dos “belos e sedutores” discursos comunistas/socialistas não estaríamos na merda que estamos hoje com os mesmos no poder. E poderia ser pior caso homens como o Coronel Brilhante Ustra não tivesse lutado por nosso país, evitando uma verdadeira ditadura cubana no Brasil.
          Caiado seria interessante, mas depois de Bolsonaro, que tem pulso firme pra colocar ordem no lugar.

    • danilo ribeiro

      Vota em Marina pra tu terminar de se fuder

    • Regina

      Bom ele se importa sim e muito pesquise mais sobre ele e veja oq ele diz , ñ tire conclusões de 1 minuto de fala antes do voto, tem um monte de videos dele no youtube ,facebook, vários compilados .

    • Cláudio

      frobozzzz
      “Mas depois do discurso dele, NÃO VOU. E isso não tem absolutamente nada a ver com Ustra.”
      […]
      “O cara que poderia se apresentar como alternativa, jogou no lixo a oportunidade de se posicionar a respeito disso, preferindo remoer o passado, falar de coisas que aconteceram há 50 anos”

      É sempre difícil demais encontrar inteligência em opositores ao Bolsonaro. Sempre que vejo alguém dizendo que jamais votaria no Bolsonaro, detecto um profundo sinal de irracionalidade nesta pessoa. Este “frobozzzz” é um belo exemplo disso, se contradiz em seus próprios argumentos e em seu raciocínio irracional. Primeiro diz que nada tem a ver com Ustra, e depois justifica dizendo que é pelo comentário sobre o Ustra. Se decide rapaz!

      • frobozzzz

        Tem toda a razão, me expressei muito mal.

        Esclarecendo: não critico a menção a Ustra por me sentir escandalizado pela homenagem a um “torturador” (não sei se torturou e nem quero saber, esse assunto já deveria estar enterrado). Critico a menção a Ustra por ela ter (na minha opinião) demonstrado que, para um candidato a presidente, Bolsonaro tem prioridades erradas.

        Melhor agora?

      • Tai

        Acho que ele não se referia ao comentário sobre Ustra, e sim referente a comparação entre 1964 e 2016 …

  • Taiguara, parabéns! Bela estréia, análise mais que real.
    Nessa semana postei um texto sobre isso e digo aqui o que disse lá: falamos tanto da doutrinação da esquerda mas a maioria ampla da direita se deixou doutrinar sobre os militares! Parece pecado mortal entender que havia uma guerra e que o nosso lado, militares, apenas contra atacou! Mais intensamente quando os terroristas pegaram em armas.
    Claro que muitos amigos torceram o nariz. Mas reafirmo: se hoje só nos restasse os militares para livrar o Brasil desse tumor comunopetista eu agradeceriam como agradecemos, a maioria, em 64.
    Sucesso!!!

    • Gilson godoy

      Impressionante o que a esquerda do PT fez, criou uma comissão da verdade totalmente direcionada, publicou um livro com a finalidade de mudar a história. Transformaram comunistas e criminosos cruéis da época que como em Cuba e outras sociedades vermelhas sanguinária contam que foram heróis e vítimas de militares torturadores os quais foram algozes da nação e não revelam que foram estes os verdadeiros heróis que nos permitiram essa democracia que desfrutamos, às custas de perdas e sofrimento dos mesmos. Coronel Ustra foi um comandante que enfrentou de frente esses criminosos que roubavam, produziam terror e assassinavam qualquer um pela ideologia vermelha e guerrilheira, hoje usaram a pecha de torturador para um militar que exerceu seu papel com altivez enlameando todo seu passado e família apenas para repetir a retórica de vítimas e heróis a qualquer custo. Lamentável…

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