Amada e odiada na proporção 90-10%, Janaína Paschoal fala do Brasil pós-impeachment e desmente boatos, sobre Cunha ou esquerda e direita.

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Guten Morgen, Brasilien! Vocês pediram, vocês imploraram, vocês encheram o saco por um convidado no Guten Morgen, e resolvemos estrear com os dois pés na porta: conversamos com ninguém menos do que a dra. Janaína Paschoal, a autora do impeachment de Dilma Rousseff!

A pessoa mais amada e mais odiada do país (na exata proporção 90-10%) poderia e deveria ser a primeira convidada do podcast de um site tão focado em polêmicas políticas. E ainda temos a honra de termos estreado tendo como primeira colunista a própria Janaína Paschoal!

Nesse episódio, Janaína fala um pouco sobre o impeachment, claro, mas focamos no pós-impeaechment, em como será o Brasil sem Dilma Rousseff e com o PT fora do poder. Como será o governo de Michel Temer, pessoa em quem Janaína Paschoal não votou, mas por quem ela se sente de certa forma responsável?

Sobretudo, é hora de desmistificar a cambulhada de boatos sobre Janaína Paschoal. É de direita? De esquerda? É do PSDB? É aliada de Cunha? É mancomunada com Temer? Quer impor uma teocracia? É louca? É fã de Iron Maiden?

Também conhecemos um pouco mais de sua pessoa. E ainda o que pensa a jurista a respeito do Direito Penal, sua área de atuação, nunca comentada na mídia. Janaína Paschoal explica sua visão sobre criminalidade, redução da maioridade penal e seus juristas e filósofos preferidos.

Não poderíamos começar a receber convidados com menos honra do que a heroína do impeachment, e também pessoa tão odiada pela máfia mais perigosa do Brasil. Numa conversa descontraída e divertida, Janaína revela o que o Brasil desconheceu de sua pessoa e seu pensamento, quando de repente, sem preparação, foi parar no centro dos holofotes da nação.

A produção é de Filipe Trielli no estúdio Panela Produtora.

Guten Morgen, Brasilien!