Filipe Martins, o maior prognosticador do país, volta ao nosso podcast para analisar como a gestão de Donald Trump vai combater o terrorismo.

Facebooktwittermail

Guten Morgen, Brasilien! Em mais um episódio do podcast do Senso Incomum durante as férias do editor, conversamos novamente com nosso forecaster, analista de riscos, clarividente e antevisor com olhos de Cassandra, Filipe Martins, para analisar como podemos vencer o terrorismo, sobretudo a partir da gestão Donald Trump.

O terrorismo foi definitivamente o tema definidor das eleições americanas, enquanto a mídia e o Partido Democrata apenas repetia bobagens a respeito de declarações mal feitas e filigranas como “banheiros transgênero”. Afinal, o que Barack Obama e Hillary Clinton ofereceram de segurança a um mundo com a ameaça do terrorismo islâmico?

Um mundo constantemente ameaçado por al Qaeda, Boko Haram, al Shabbab e, claro, o Estado Islâmico, exige um conhecimento, uma estratégia e diversas táticas novas. Como precisamos compreender a religião muçulmana para poder agir em um mundo amedrontado pela jihad, hoje consubstanciada na forma do terrorismo islâmico?

O terrorismo permeia ainda uma série de outras questões acessórias. Por exemplo, as indicações de Donald Trump para formar seu gabinete, sobretudo os polêmicos James Mattis, o “Mad Dog”, ou “General Chaos” (como a New Yorker estampou amedrontada em sua capa), famoso pela eficiência absoluta no campo de batalha e por ser tão politicamente incorreto que faz Donald Trump parecer um diplomata, hoje Secretário de Defesa, e o ainda mais polêmico Rex Tillerson, ex-CEO da Exxon que, por isso, foi entendido como uma indicação para fazer um conchavo entre bilionários. Hoje Secretário de Estado, cargo que já foi de John Kerry e, antes dele, de Hillary Clinton, como e por que estes homens são as peças fundamentais para entender e combater o terrorismo mundial?

Ainda há questões geopolíticas, como a relação debilitada da América com Israel após 8 anos de gestão Barack Obama, que já chegou a dar um chá de cadeira em Benjamin Netanyahu, e a interminável questão Palestina, já que Donald Trump, ainda por cima, pretende, como Ronald Reagan, mover a embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém, deixando claríssimo como o meio dia que entende que a capital de Israel é, afinal, de Israel, e não parte de um país que ainda não existe.

Por fim, também uma análise filosófica, religiosa, histórica, teológica e investigadora pesada sobre as reais razões da nada lenta islamização do Ocidente, quais são os pensadores por trás disso e o que eles dizem sobre o mundo contemporâneo.

A produção, como sempre, é do maravilhoso estúdio Panela Produtora, com edição de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto. Guten Morgen, Brasilien!

—————

Assine nosso Patreon ou Apoia.se e tenha acesso à nossa revista digital com as Previsões 2017!

  • João Marcos

    Ainda não ouvi o podcast, mas se o sempre excelente Filipe não mencionou, deixo aqui uma preciosa dica para quem quer entender a islamização do Ocidente: o capítulo sobre o Islamismo do livro “As grandes heresias”, do Hilaire Belloc. Escrevendo em 1938, ele alertava que o Islã ainda mantinha todo seu vigor religioso, moral e espiritual, ao passo que o Ocidente estava abandonando sua própria alma, motivo pelo qual o Islã ainda poderia ressurgir.

    Naquela época (1938), 1/3 do mundo islâmico estava subjugado por países ocidentais. Falar em ameaça islâmica parecia “teoria da conspiração”.

  • Lucas Kühl

    Já passou da hora de o Filipe Martins ter também a sua frase de abertura e uma cadeira permanente neste podcast. Mesmo se porventura for algum tema que ele não domine(existe?!?), a dinâmica do podcast fica mais atrativa.
    Pelo menos uma semana sim e a outra também. 😉

  • Ilbirs

    Flavio, eis que hoje faleceu David Rockefeller (se não abrir aí, veja no G1, pois esse link está funcionando). Pode não significar muita coisa se considerarmos que a família Rockefeller é organizada de uma forma dinástica como forma de haver continuidade temporal de uma determinada ação, o que se reflete na fundação de mesmo nome, mas não deixa de ser um evento que pode gerar alguma mudança no financiamento das esquerdas, especialmente se as novas gerações dessas famílias dinásticas notarem que o povo comum está fazendo o socialismo, agora na modalidade gramscista e seus derivados, seguir o mesmo caminho que seguiu o positivismo. Alguns poderão especular que o próximo queridinho seja o libertarianismo, uma vez que utopias sempre são úteis para megarricos globalistas, uma vez que inatingíveis mas bons instrumentos para ampliarem sua dominação. Porém, pode ser a hora e o momento para que os conservadores se firmem bastante.

  • Lincoln Beninca

    As participações do Filipe Martins são excelentes. Parabéns .

Sem mais artigos