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Trash in Rio

Rock in Rio ecológico despeja mais de 160 toneladas de lixo nos primeiros dias

Consciência ecológica do folião do "rock" dura duas latinhas de cerveja e um baseado

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O Rock in Rio da lacração, da luta pela amazônia, do folião com consciência ecológica começou despejando toneladas e mais toneladas de lixo no Rio.

Depois de algumas fotos de lixo espalhado circularem pelas redes, a suposta imprensa revelou que as fotos divulgadas não são do festival desse ano. É o famoso “muito obrigado por nada”. O fato é que a preocupação com o meio ambiente é cenográfica apenas. Ajuda a ordenar indivíduos com uma vida interior muito pobre, que não tem domínio de sua razão.

 

O mesmo vale para artistas idiotizados. A última parada gay no Rio, sem dinheiro público, ficou vazia de grandes atrações que não viram pingar em suas contas aquele milhãozinho, tão caro a quem se embrenha numa causa.

O problema é o peido da vaca, Bolsonaro, a conjunção de planetas; nunca é culpa do indivíduo que consome a droga, que joga a latinha ou a seringa no chão (afinal, alguém limpará pra ele) que coloca comunidades inteiras reféns de criminosos sanguinários.

 

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Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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