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Subcultura pop

Crítica “especializada” dá nota para Cuties quase igual a …E O Vento Levou

Produção com sexualização infantil da Netflix é tão bem avaliada pelos especialistas de Hollywood quanto um clássico do cinema americano

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O mundo estupidificado pela esquerda radical, que despreza qualquer instância superior de vida, está transformando a pedofilia, uma das maiores aberrações humanas, em mera disputa política. No centro do debate está o filme da Netflix Cuties (Bonitinhas). 

O filme está dividindo opiniões. Tem quem defenda o filme, afirmando ser uma crítica à sexualização das crianças e tem quem ache um absurdo as cenas em que as crianças aparecem em posições sexuais. Como disse o Grande Alexandre Soares Silva: “Talvez não seja uma boa ideia fazer filmes críticos à pedofilia que um pedófilo possa ver se masturbando. Mas que sei eu?”

A crítica especializada, formada em sua maioria por radicais de esquerda, está avaliando o filme como se fosse um grande clássico. No Rotten Tomatoes, até o momento, entre os 48 críticos que avaliaram, o filme está com 90% de aprovação. Já entre 1531 espectadores, gente normal, a aprovação é de 11%. A desconexão entre público e crítica salta aos olhos.

cuties-netflix

Para se ter uma idéia, o filme …E O Vento Levou tem 91% de aprovação entre os críticos. O filme recentemente foi retirado do streaming da HBO por “conter preconceitos étnicos e raciais que, infelizmente, tem sido comum na sociedade americana”, conforme afirmação de um porta-voz da empresa.

O retrato de uma época é nocivo para o público, já crianças rebolando em mini shorts e tops é o crème de la crème da denúncia. Assim agem os justiceiros sociais, cujo único objetivo é destruir a sociedade. 

Basta olhar a foto de capa da matéria de O Globo para entender do que se trata. Alguém poderia supor que a indústria do entretenimento, abarrotada de pedófilos que insistem em caminhar contra o vento, está adorando o filme que até foi premiado no Festival de Sundance. Um dos co-fundadores do festival, inclusive, se declarou culpado da acusação de abuso sexual infantil.

Mas é óbvio que tudo não passa de uma conspiração da extrema direita.


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Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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