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Credibilidade zero

Datafolha diz que população aponta Datafolha como mais confiável. Margem de erro é o Datafolha

Instituto de Pesquisa da imprensa tradicional faz pesquisa apontando que imprensa tradicional é mais confiável. Como não confiar em algo tão imparcial?

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Todo mundo já teve contato com o tipo: poucas qualidades, sem carisma nem beleza, mas que vive se vangloriando de conquistas fictícias e de amizades imaginárias. O comportamento é comum em indivíduos que já tiveram alguma glória no passado: foi uma criança simpática, um adolescente divertido, mas que, com a passagem do tempo, foi se apagando e, para manter a auto imagem intacta, inventa um sucesso que não tem.

A nossa mídia tradicional se encaixa perfeitamente na descrição. Desmoralizada perante qualquer um que saiba contar de um a dez em sequência, a imprensa oficial, outrora imponente, guarda um profundo rancor das redes sociais, que praticamente neutralizaram o poder de manipulação da informação que a mídia jeca oficial sempre usou para conseguir impor suas pautas.

Diariamente, suas matérias carregadas de ideologia ultra esquerdista são expostas ao ridículo, o que faz com que redobrem a aposta. Uma das estratégias é utilizar seus institutos de pesquisa – que também não influenciam mais ninguém – para promover pesquisas auto elogiosas. 

O jornal O Globo publicou uma pesquisa promovida pelo Datafolha (precisa dizer mais?) para saber se O Globo e seus semelhantes ainda gozam de alguma credibilidade. Para surpresa de dois bebês que nasceram prematuros em Joanópolis, a conclusão da pesquisa do Datafolha é que as empresas de mídia que levam o Datafolha a sério continuam em alta. Quem diria?

Segundo a matéria, um fato da pesquisa salta aos olhos: “De acordo com os dados da pesquisa, à medida que cresce a idade do entrevistado, maior a desconfiança nos meios de comunicação profissionais. O índice de maior confiança nos jornais foi registrado entre jovens de 16 a 24 anos de São Paulo (57%).”

O que indica uma conclusão óbvia: quanto mais experiente e maduro é o leitor, maior a desconfiança na mídia jeca e tradicional. Só a experiência pode avaliar a quantidade de bobagens que a mídia dá importância ao longo dos anos. 

A confiança na mídia, após os trinta anos, só é resgatada pela senilidade total ou a incapacidade de juntar lé com cré – algo que acontece se o indivíduo foi exposto a muito Jornal Nacional, Veja, Folha de S.Paulo e suas cópias mais baratas.

No mundo real, do qual as redes sociais são um pequeno extrato, o jornalismo profissional – com tipos como Vera Magalhães, Monica Bergamo, Miriam Leitão e a trupe da Globo News como seus principais representantes – não comove mais ninguém. Resta o auto elogio e falsa glória de conquistas fictícias.

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Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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