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Ilona Szabó diz que crime organizado se beneficiará com imposto zerado sobre armas

"Especialista" que foi indicada por Moro acredita que bandido só compra fuzil legal, faz processo para obter porte e apresenta documento antes de matar inocentes

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O Brasil é um dos países que mais assassina no mundo. O desprezo pela vida humana, inclusive ainda no ventre materno, ancorado numa hiper ideologização da sociedade, acaba por rebaixar a existência a um mero capital político a ser explorado. 

Segundo matéria do G1, em 2019 ocorreram 41.635 assassinatos no país, número bem menor que de anos anteriores. Em 2017, por exemplo, foram 59.128 homicídios. Some-se a isso o baixo índice de resolução desses crimes e a impunidade dos assassinos e temos a conversão das nossas cidades em imensos patíbulos . É uma pandemia brutal. 

No grande circo da bandidolatria, os institutos que monitoram a violência no país, como o Igarapé, desinformam a população, incutindo nas suas cabeças que são as armas e não pessoas má intencionadas que cometem os crimes. 

Segundo Ilona Szabó, ativista de extrema esquerda e diretora do Instituto Igarapé, a retirada do imposto sobre importação de armas no Brasil vai beneficiar grupos de apoio ao presidente (Forças armadas? Parceiros de biriba?) e o crime organizado. Até porque – e é de conhecimento de todos – bandidos são muito corretos na hora de iniciar o processo de autorização para portar suas armas.

Ter capacidade técnica e psicológica para o uso de arma de fogo, não ter antecedentes criminais nem estar respondendo a inquérito ou a processo criminal e ter residência certa e ocupação lícita, são requisitos respeitados por todo e qualquer meliante que se atreva a sair por aí matando gente em troca de celular e bolsa.

Em entrevista a O Globo, Ilona diz quais são as premissas que a levaram a essa constatação:

“Partimos da existência de uma tentativa de fechamento do espaço cívico sendo implementada numa velocidade muito rápida no Brasil, que está seguindo uma cartilha com as mesmas estratégias usadas por líderes de traços populistas e autoritários mundo afora. Existe uma esfera digital, mas não termina aí. (…) Os grupos que estão sofrendo mais diretamente todas as estratégias são lideranças cívicas, jornalistas, acadêmicos, cientistas e artistas. Não é um caos, como alguns querem que pareça, nem é aleatório. Tem método, e estamos dando nome aos bois.”

No seu exercício de imaginação, que parece um tanto debilitada, a ativista diz que há uma “tentativa de fechamento do espaço cívico”. Por parte de quem? Podemos enumerar as muitas vezes em que o presidente Jair Bolsonaro foi alvo da sanha assassina de seus adversários, como no caso do colunista que desejou sua morte ou no vídeo, muito doce, onde se joga futebol com sua cabeça decepada. 

As redes sociais não permitem que conservadores sequer duvidem, embora abundem evidências de falcatrua, da legitimidade das eleições americanas. E onde ocorrem os ataques contra o nosso deep state: a rede de agentes midiáticos e políticos que se retroalimenta tentando sabotar os discursos contrários? Vaias, críticas, desaprovação, memes e ironias não podem ser tratadas como ataques. O deslocamento do significado da palavra ataque é proposital. Visa atingir a emoção do leitor, não sua razão.

Aliás, esse é o expediente recorrente da esquerda radical e militante: criar uma emoção negativa. 

“Se você olhar o que estamos perdendo, eu diria que não somos uma democracia liberal. Os conselhos foram fechados, a imprensa é atacada todos os dias. Todas as estratégias vão em cima da supressão do livre debate, da mobilização, da participação social. Hoje a sociedade civil já perdeu o assento à mesa.”

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Não há uma única linha objetiva nessa colocação. O que estamos perdendo? No caso da esquerda, podemos afirmar com segurança que estão perdendo poder e relevância. Ataque sendo usado novamente. Quantos casos de violência real contra jornalistas ocorreram em manifestações da direita? Já em manifestações de esquerda, isso é tão corriqueiro que já terminou na morte de um cinegrafista.

“Hoje a sociedade civil já perdeu o assento à mesa.” Ilona deve estar se referindo aos inúmeros conselhos criados por partidos de ultra extrema esquerda que sitiavam o debate público, impedindo visões divergentes.

Sobre a flexibilização da lei de armas pelo governo, zerando alíquota de pistolas e revólveres importados, a queridinha de Sérgio Moro disse:

“Essa medida será contestada, porque legalmente não tem base. O PSB vai entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF), e nós seremos parceiro técnico. Essa medida exemplifica a apropriação do governo por parte de grupos privados, em detrimento da coletividade. Veja o tipo de crime que voltou a acontecer, os assaltos a bancos, o tipo de armamento.”

Novamente Ilona se perde em devaneios ilógicos. No assalto em Criciúma, por exemplo, os assaltantes usaram fuzis 762 e 556, além de uma metralhadora .50 que é capaz de derrubar um helicóptero. Armas encontradas facilmente em qualquer Carrefour Express, imagina-se. 

O que se vê é que todas as premissas e todos os argumentos contra a retirada do imposto sobre armas importadas estão equivocadas. É a velha estratégia de inventar um inimigo e, sob esse pretexto, criar mais controle sobre a população. É a sanha insaciável da esquerda em dominar as mentes sob coerção psicológica e até física. Os campos de reeducação chineses são um ótimo exemplo.


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Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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