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Jornalismo tosco

Mídia chama Ludmila Lins Grilo de “juíza anti-máscara” para noticiar ameaça

Caso a magistrada fosse de esquerda, seria "machismo", "parem de nos ameaçar", "manas", "ninguém solta a mão de ninguém" e o STF já teria sugerido nova lei

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As reportagens da grande imprensa sobre a Operação DeLorean Stalker, que resultou na prisão do homem que ameaçava e perseguia a juíza Ludmila Lins Grilo, omitiram um “pequeno detalhe” sobre o caso, o que revela muito sobre o caráter da mídia tradicional: quase nenhuma mencionou o nome da juíza.

Um veículo da grande imprensa divulgou o nome da juíza: o portal R7. Mas, em vez de mencionar que a juíza é autora de Inquérito do Fim do Mundo – O apagar das luzes do Direito Brasileiro – um dos livros mais vendidos na área do direito e uma das mais importantes publicações brasileiras lançada no ano de 2020 – o site de notícias da Record achou mais importante lembrar Ludmila como a “juíza-antimáscara” em uma tentativa de desqualificar a vítima do crime.

Os únicos meios que repercutiram a notícia completa, sem negligenciar nenhuma informação, foram os portais Brasil Sem Medo, Jornal da Cidade Online e Terça Livre e outros da mídia independente.

Cronista e editor-chefe do Brasil Sem Medo, Paulo Briguet lembra que, caso Ludmila não fosse abertamente conservadora, a esquerda já estaria em franca campanha “Ameaçou uma, ameaçou todas”, contando com o apoio de jornais e TVs em todo o país.


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Leonardo Trielli

Leonardo Trielli não é escritor, não é palestrante, não é intelectual. Também não é bombeiro, nem frentista, não é formado em economia e nem ciências políticas. Nunca trabalhou como mecânico e nem bilheteiro de circo. Twitter: @leotrielli

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