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Idaho proíbe escolas de exigir teoria crítica sobre “raças”

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É mais do que sabido que a esquerda progressista, materialista, tem como anseio mais premente a destruição da família. Alicerçada por laços afetivos inalcançáveis para uma mente que foi treinada a ver opressão em qualquer relação, a família é o núcleo edificador dos valores que ajudam a manter uma sociedade saudável.

Mesmo levando em conta a máxima de Tolstói que diz que cada família é infeliz à sua maneira, ainda assim, é na sua condição especial de infelicidade que cada um busca aquilo que vai amar ou rejeitar ao longo da vida.

Um dos meios da esquerda profana pulverizar o amor familiar é tornar o ensino formal n um criador de conflitos. E a Teoria Crítica frankfurtiana é até hoje a forma mais adequada de cindir o núcleo familiar.

No excelente livro A Escola de Frankfurt, Michael Walsh diz: “A família, no sentido biológico mais básico, representa tudo o que aqueles desejosos de uma ‘mudança fundamental’ (para usar uma expressão famosa e paralisante) na sociedade precisam abominar em primeiro lugar. É a pedra angular da sociedade, garantidora das gerações futuras (assim obedecendo ao primeiro princípio da natureza, o da autopreservação pela procriação), o tijolo do Estado, embora superior a ele, porque a família é naturalmente organizada e o Estado não é.”

O estado americano de Idaho foi o primeiro a enfrentar um dos pilares dessa estrutura de aniquilação de valores: a Teoria Crítica Racial. Segundo o Daily Caller, a “House Bill 377, intitulado ‘Dignidade e Não Discriminação na Educação Pública’, proíbe escolas públicas e as universidades de obrigar os alunos a “afirmar, adotar ou aderir a” ensinamentos encontrados muitas vezes na instrução CRT [Critical Race Theory].”

“A CRT costuma pregar que a América é fundamentalmente racista, como se fosse possível um lugar “fundamentalmente racista” eleger um presidente negro. “Seus adeptos buscam o “anti-racismo” por meio do fim do mérito, da verdade objetiva e da adoção de políticas baseadas em raça”.

Essa medida é um duro golpe no progressismo que sempre se assanha quando consegue estender seu poder de influência sobre mentes ainda pouco instruídas.

No mesmo livro, Michael Walsh diz: “Se podemos questionar o que é a verdade, podemos questionar qualquer coisa. É com isso que a esquerda conta desde Rousseau. Essa é a essência do programa da Escola de Frankfurt ”.

A Verdade é que todos somos filhos de Deus e não dos direitos humanos, que deve ser formado por um seleto grupo de indivíduos, imbuídos de um poder que, quanto maior for, mais será um substituto do Amor Divino, definindo que deve ou não ser beneficiário desse “direito”.

O fim disso é sempre a barbárie.


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Assuntos:
Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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