Facebooktwittermail

swedish-rape-victom

Responda rápido: qual o país com o maior número de estupros per capita? Talvez alguém se sinta inclinado a responder um antigo campeão, a África do Sul. O Sudão também já foi figurinha carimbada neste nojento ranking. A resposta atual pode chocar algumas pessoas.

Depois do Reino de Lesoto, incrustado na África do Sul, o segundo lugar fica com a Suécia. O país escandinavo sempre esteve no topo do ranking do IDH, o Índice de Desenvolvimento Humano (cravava a 14.ª posição em 2014).

Famoso por suas políticas progressistas, foi trocando a força econômica que possuía graças ao liberalismo laissez-faire pela crise econômica, cultural e civilizacional, para hoje ter uma economia abalada graças ao Estado de Bem-Estar Social. As projeções da ONU indicam que pode se tornar um país de Terceiro Mundo ainda em 2030 – talvez o país mais pobre da Europa, mais pobre do que economias estacionadas como Grécia, Albânia ou os países belicosos do Leste.

Exatamente o contrário do imaginário coletivo incutido em países como o Brasil pelos defensores do chamado Welfare State.

Hoje, a mais recente destas políticas adicionou um perigo ainda mais imediato para os suecos, sobretudo para as suecas: o país é o campeão europeu em imigração islâmica, por abraçar o progressismo multiculturalista crente de que todas as culturas são iguais, merecem respeito, e a única coisa a se criticar é o conservadorismo atrasado do Ocidente.

Um ápice simbólico da islamofilia nórdica se deu quando a parlamentar sueca Jenny Berglund, professora e caudatária de estudos islâmicos em sociedades seculares, respondeu em Sydsvenskan sobre os “novos hábitos” vistos na Escandinávia dizendo: “É claro que o Ramadã é uma tradição sueca”. Quando se pensa em Suécia, talvez o jejum muçulmano e as cinco orações diárias para Meca sejam as primeiras imagens que vêm à mente de alguém.

swedish womenHoje, se a onda de estupros permanecer crescendo como está, uma em cada quatro suecas será vítima de estupro. O absurdo número é exatamente 23%. Em 2008, as estatísticas de estupro na Suécia (que, ao contrário do que se pensa, possui crimes bem violentos, incluindo uma língua própria falada apenas nas prisões) eram de 53,2 para cada 100 mil habitantes. Como isto está se transformando exponencialmente em 23 mil?

Um relatório do Conselho Nacional de Prevenção ao Crime (BRÅ), Utsatthet för brott år 2011 (Vulnerabilidade por crimes em 2011), dá conta de que o número estimado de estupros na população sueca assoma mais de 29 mil eventos naquele ano. Passamos para 4 casos para cada mil habitantes. Como o número subiu tanto em tão pouco tempo?

Já em 1996 sabia-se de uma estatística pouco comentada, graças à patrulha censora do politicamente correto, que tenta reduzir tudo a racismo-machismo-homofobia: o número extremamente alto de estupros é quase integralmente concentrado em muçulmanos, sobretudo vindos do norte da África e do Oriente Médio (ao contrário do discurso corrente, que tenta associar tais números a “racismo”, os africanos subsaarianos, mais negros, mas não muçulmanos, não fazem parte desta parcela criminosa). Os 5& de população muçulmana cometiam 77,6% dos estupros no país em 2012.

Entre os iraquianos e marroquinos, a média de estupros cometidos é vinte vezes maior do que entre os suecos comuns.

Apenas em Estocolmo, em julho de 2012 (antes de o grosso da hégira chamada de “crise de refugiados” atual revelar sua força), houve uma média de cinco estupros por dia relatados à polícia.

Na capital da vizinha Noruega, Oslo, nos primeiros 91 dias do mesmo ano houve o aumento de 69% nos estupros (76 estupros em 91 dias). Simplesmente todos causados por imigrantes.

Em Stavanger, na Noruega, 9 de cada 10 estupradores pertencem às chamadas “minorias”.

swedish-girlsE as estatísticas prosseguem num inferno numérico muito difícil de ser acompanhado. As autoridades suecas, todavia, garantem que o número real é infinitamente maior, devido ao pudor germânico de relatar tais casos a alguém.

Em 2012, a Suécia possuía 94 717 imigrantes. Apenas naquele ano, 44 000 imigrantes pediram “asilo” no país nórdico – 90% deles muçulmanos. A Suécia de que ouvimos falar um dia, de vikings, liberalismo moral, feminismo, Volvo (ok, comprada pela Ford, depois pela chinesa Geely), população loira e heavy metal, em questão de pouquíssimos anos, não existirá mais. Os suecos atuais podem se tornar apenas um gueto em seu próprio país, transformado em uma grande favela – uma filial de Ramadi.

Colônia: noite de estupros

A cidade alemã de Köln (Colônia) viveu uma noite de pânico na virada do ano. Um grupo de cerca de mil “homens jovens, de aparência árabe ou norte-africana”, segundo a Folha/Deutsche Welle, praticou uma “série de ataques a mulheres”, incluindo ao menos um estupro. Os casos registrados na polícia passam de 90. “Ataques”, escrevem os jornais. A Folha deu menos destaque ao caso do que a “hostilização” a Chico Buarque.

koeln-stadt-und-leute“Delitos” semelhantes, incluindo mulheres que foram deixadas completamente nuas no meio da rua na fria noite do inverno alemão, além de vários roubos, também foram registrados em Stuttgart, Hamburgo e outras cidades. Claro, não é a aparência árabe ou norte-africana o problema: é a cultura destes lugares que está sendo importada para a Alemanha. E podendo ser abraçada e praticada por brancos, orientais, índios etc.

Afinal, nem toda pessoa com aparência árabe ou norte-africana parece ter ganas de estuprar mais do que brancos, pardos, negros, índios, orientais etc: já uma cultura que favorece o estupro explica sozinha o que pode estar colocando tantas pessoas, sobretudo mulheres, em risco na Europa.

Em fontes mais detalhadas, como o Breitbart, é possível ver que a situação foi bem pior do que o relatado em português. Traduzindo o maior jornal regional, Der Express, o Breitbart contou o testemunho de uma vítima, “Katja L”, que comemorava na praça entre a catedral da cidade e a estação de trem com duas amigas e o namorado de uma delas:

“Quando estávamos saindo da estação, ficamos muito surpresos com o grupo que encontramos lá”. Ela disse que o grupo era constituído “exclusivamente por jovens estrangeiros”. Mantendo perto de seus amigos, eles foram acuados:

“Então, nós caminhamos através deste grupo de homens. Havia um beco por entre [os homens] que nós caminhamos. De repente, senti uma mão em minhas nádegas, então em meus seios. No final, eu estava sendo tateada em todos os lugares. Foi um pesadelo. Embora nós gritássemos e batêssemos neles, os caras não pararam. Eu estava desesperada e acho que eu fui tocada em torno de 100 vezes naqueles 200 metros.

“Felizmente eu usava um casaco e calças. uma saia provavelmente teria sido arrancado de mim.”

Katja e outras vítimas, além de agredidas, terem o cabelo puxado e ouvirem gritos de „ficky, ficky, ficky” (“fucky, fucky, fucky”), foram chamadas de “putas” e tratadas como presas fáceis – mesmo fair game. Eram tantos homens que Katja e tantas outras não conseguem identificar nenhum. Uma fonte da polícia falou não no singular, e sim em “estupros” que ocorreram.

No RT, podemos ver vídeos mostrando que foram atirados fogos de artifício contra a população que estava comemorando.

Uma descrição típica de uma festa de Ano Novo na região central de uma rica cidade européia?

A polícia alemã conseguiu realizar, até o dia de hoje, cinco prisões a partir do tumulto e do crime em massa.

Cinco.

Islamismo e estupro

Um problema que deve ser tratado sem disfarces de vocábulos no Ocidente é a relação do islamismo com os estupros.

MuslimRape-620x377A religião muçulmana vê o estupro de maneira radicalmente diversa do que estamos acostumados. É preciso saber como muçulmanos enxergam o estupro, e facilmente entenderemos por que o aumento de “refugiados” islâmicos promovendo uma hégira (conceito que também desconhecemos) vem sempre acompanhado do aumento do número de estupros – embora a imprensa tradicional não divulgue os dados em seu contexto como os expostos.

Sociedades antigas, sobretudo tribais, são as chamadas “culturas da vergonha”, segundo a distinção de Ruth Benedict a partir do Japão na Segunda Guerra Mundial. Nelas, os atos de um indivíduo recaem sobre todo o grupo. Já nas “culturas de culpa”, como a sociedade cristã, o indivíduo é encorajado a se disciplinar através de sua consciência.

Usualmente, culturas de vergonha surgem a partir de organizações de clãs e tribos, muitas vezes nômadas e em disputa. Nestas culturas, as mulheres são pouco valorizadas, sendo quase (ou tão somente) espólios de guerra dos guerreiros que se assaltam conforme os tempos.

No Antigo Testamento, vemos muitos atos que confirmam este modelo de organização social (em Números 31:17-18, em que Deus fala a Moisés, na guerra entre israelitas e midianitas, para tomar apenas as mulheres virgens como espólios militares, o que fez Valerie Tarico, na Salon, reclamar que não se deve comemorar o Natal por ser machista).

Na verdade, na leitura bíblica, Deus só promove as Leis dadas a Moisés no Sinai, estudadas pelos judeus em livros como o Talmud. Toda a organização civil fica a cargo da história e dos próprios israelenses. Apenas no Antigo Testamento, vemos Israel passando da escravidão para a organização tribal em fuga, a tentativa da lei deuteronômica, o império, a monarquia, o desfacelamento etc.

Enquanto sociedade tribal guerreando contra outras sociedades tribais que agiam da mesma forma, há tais passagens bíblicas que hoje nos causam horror (e mesmo a judeus ortodoxos). Mas sobretudo a partir do Novo Testamento, a vergonha tribal vai sendo substituída pela culpa, facilitada ainda pelo assentamento e o contato com povos com organizações sociais mais avançadas.

rape-islam-tonyaJá no islamismo o código cósmico, civil, penal e social é o mesmo: a lei da shari’ah promovida pela conquista por hégiras e pela jihad. O islamismo, como afirma Ayaan Hirsi Ali, incorporou a organização social tribal da Arábia pré-muçulmana ao status de organização cósmica.

Um muçulmano vê o estupro de uma muçulmana como algo a ser investigado penalmente, mas geralmente tratando a vítima como culpada – precisando de cinco testemunhas para evitar seu destino. Já uma não-muçulmana é tratada como espólio de guerra, por fazer parte da dhimmi – um muçulmano em “necessidade”, portanto, não vai agir diante de um grupo de não-muçulmanas européias da mesma forma do que nós.

Assim, vemos versículos no Corão como o 4:24:

Também (são proibidas) as mulheres já casadas, com exceção daquelas que sua mão direita possui: Assim Allah ordenou (proibições) contra você: Exceto estas, todas as outras são lícitas, desde que as procurem (em casamento) com os presentes de sua propriedade; se desejarem a castidade, não a luxúria, see vocês se as beneficiarem, darem-lhes seus dotes (pelo menos) como prescrito; mas se, depois de um dote for prescrito, e concordarem mutuamente, não há nenhuma culpa em você, e Allah é Onisciente, Todo-sábio.

A explicação do verso está nos hadith, os ditos sobre a vida de Maomé:

Alguns dos companheiros do Apóstolo de Allah (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as mulheres cativas na presença de seus maridos que eram incrédulos. Então, Allah, o Exaltado, revelou o versículo do Alcorão: “E todas as mulheres casadas (são proibidas), até você salvar aqueles (cativos) que sua mão direita possui.” (Sura 4:24) (Abu Dawud 2150)

Note-se que é o próprio Allah que ordena que os homens estuprem as mulheres na frente de seus maridos, ainda vivos. As opções para as viúvas, que não precisam ser alimentadas numa sociedade de vergonha, é serem estupradas ou morrerem de fome – mas mesmo quando não perdem os maridos, podem ser estupradas, desde que o guerreiro muçulmano deseje posteriormente casar com ela.

No hadith também lemos, no Volume 3, Livro 43, número 423, que Maomé não se importa com o estupro de mulheres, contanto que o estuprador muçulmano não ejacule fora de sua vagina. And so on and on. Muito mais pode ser lido em The Religion of Peace.

O islâmico vê a mulher não-muçulmana como prenda, um pedaço de carne que vale menos do que um camelo. Não é possível saber sequer se o islamismo é uma religião que tenha um “céu” para as mulheres, enquanto os homens ganham 72 virgens cada.

islam-rape tolerantA cultura de estupro está chegando à Europa massivamente. Aqueles que pensam sempre na dicotomia dada pelo noticiário, de “muçulmanos moderados” e “muçulmanos radicais”, provavelmente não conhecem nada do que vai exposto. E ainda falam em “refugiados” ou “crise humanitária” e outras definições nossas para conceitos que a mentalidade dos islâmicos chegando à Europa nem faz idéia do que  sejam. O contorcionismo dos jornais para falar da noite de São Silvestre em Colônia sem falar absolutamente nada sobre “islamismo” fala por si.

Curiosamente, no Ocidente chamam de “cultura de estupro” justamente o próprio Ocidente, onde estupradores são execrados da cultura reinante (até mesmo nas cadeias). Chamam-no assim exatamente porque ocidentais se ofendem mortalmente com a idéia de participação em um estupro. Já a verdadeira cultura promovedora de estupro é ignorada no noticiário, na Academia, nas artes – na intelligentsia e na blogosfera, na alta discussão intelectual e no palpitariado.

Por algum motivo, não encontramos nenhuma pesquisa e explicação sobre a cultura de estupro que é o islamismo na blogosfera progressista, sobretudo entre os blogs feministas. Lola Aronovich está mais preocupada em falar de alguém atacada por monarquistas e render loas a Chico Buarque, Cynara Menezes, a Socialista Morena, fala que Dilma tem de ficar, Cunha sair, e que a Igreja arruinou a vida sexual das mulheres com a culpa.

Parece que não há maior tabu para as feministas do que criticar a sociedade de estupro – só é fácil afirmar que ela é o Ocidente, onde estupros são punidos até por prisioneiros.

Não perca nossos artigos e análises curtindo nossa página no Facebook 

E não se esqueça de seguir nosso perfil no Twitter: @sensoinc

  • facebook_Davi Morgado.1032222076865360

    nunca li tana merda. A suécia tem altas taxas de estupro devido a forma dos registros de ocorrência.
    Exemplo: se vc e casado a 1 ano e sua mulher te acusa de ter estuprado ela uma vez por dia durante esse período, serão registrado 365 casos de estupro

    • Leo

      Fonte?

    • Deveria ver esse vídeo pra ter certeza absoluta o que tá dizendo, pois se você acha que a invasão de pessoas do oriente médio não está afetando a população europeia em níveis alarmantes, você está redondamente enganado: https://www.youtube.com/watch?v=7RM67XCuw6U

  • Jorge Bay

    Ótimo texto! Muito esclarecedor!

  • Arthur

    As feministas só consideram estupro quando ele é cometido por um ocidental,pois o ato é condenado pelos principios cristãos. Mas quando ele é cometido por um muslim ele ´deve ser tolerado pois faz parte de sua rica cultura milenar…um bem cultural que deve ser valorizado!

  • Ainda no início da guerra no Afeganistão, assisti a uma entrevista com um líder talibã sobre o uso da burca e ele respondeu que era uma forma de evitar o estupro. E como se observa a evolução dos trajes femininos destas regiões se observa que a mulher fica cada vez mais escondida. O que, ao meu entender, mostra a ineficiência dos riscos de estupro nestas regiões.

    Resumindo, estão indo no caminho errado.

  • Victor Alexandre

    Misterioso xenofobismo que matou uma crinaça indigena. Misterioso direitismo que coloca toda a culpa nos opositores. Misterioso conservadorismo homofóbico. Misterioso sabixão, mas que lê de Veja.
    Acho engraçado como todo o brasileiro metido a fazedor de textão, bipolariza as situações fazendo o mesmo joguinho de lavagem cerebral(que ele mesmo tambem sofreu) feito por essas pessoas que vende o “Pacote completo da direita intolerante” e acham que isso realmente é o melhor para o mundo.
    Vergonha de vocês, seus pais choram no banho.
    Voltarei para minha pesquisa no google.

    • P. B.

      Sugiro a você estudar um pouco mais, principalmente Português e gramática. Você mal sabe conjugar verbos muito menos formar frases que façam sentido.

    • Qual parte do faz parte da religião você não entendeu? Ou a parte de que o próprio Maomé casou com uma menina de 9 você não sabe?

    • Jorge

      Você é um idiota lamento lhe informar. O autor do texto só disse fatos!

    • paulo

      Cara: NINGUÉM mais cai nesse papo furado…..com exceção dos jovens universitários de uf´s…. e sabe por quê??? por que a REALIDADE,o que vemos e vimemos mostra o contrário….desista e vá ler Olavo,Mises,etc…..também fui como voce…já fui até filiado a partido político(pc do b)…..durante muito tempo,anos e anos…bastaram algumas horas de leitura e o repúdio a essa ideologia fracassada surgiu em mim….sugiro que faça o mesmo: leia….

      • Cristiano

        verdade. as leituras que vc recomendou realmente esterilizam a mente dessa esquerdalha

  • Mário Siqueira Campos

    Misterioso silêncio das arrogantes feministas européias…misterioso silêncio das despudoradas ativistas do FEMEM…
    Só restou a retórica de “paz e amor” do patético Bergoglio…
    Promotor do Ecumenismo de mão única…cada dia mais se parece com um vovozinho gagá.

  • Pingback: A Europa pagará caro - e muito caro - pela sua covardia moral()

  • Marcel

    No ano passado quando estudei no Chile conheci algumas alemãs(quase todas lindinhas) quase todas de Colônia, o ontem vi os casos de estupro de imigrantes contra cidadãs locais, uma pena eu não ter facebook para saber mais informações só neesas horas faz falta, uma coisa curiosa, é que eu estava lá em julho, portanto antes da onda migratória de refugiados, e o professor pediu para fazer um trabalho e ela resolveu fazer sobre imigração na Espanha que era uma grande preocupação, que não havia emprego pra todo mundo, e etc, e olha só o que o país dela se tornou. Tinha também uma austríaca esquerdinha que disse que o grande medo dela era a fobia contra imigrantes, gostaria de saber se a opinião é a mesma, rs, depois de vídeos na internet de árabes/muçulmanos literalmente levantando saias e socando mulheres nas ruas.

  • Esclarecedor e aterrador. Não sei se estou sendo simplista ou enxergando uma teoria da conspiração nesses episódios recentes na Alemanha. Não parece à você, Flávio, que pode ter sido uma ação pensado e coordenada já que aconteceu em mais de uma cidade alemã? Penso que o terrorismo moderno vai utilizar meios inesperados de terror, talvez como esse, que gere uma sensação de pânico em grande parte da população deixando-a refem do medo. Esse caso recente deve ter deixado todas as alemãs em alerta. Se foi isso mesmo, o objetivo foi alcançado. Um abraço.

    • Flavio Morgenstern

      Ainda escreverei mais a respeito dos métodos de conquista islâmicos, Marília. Fique de olho nos próximos artigos. Muito obrigado!!

  • Mateus

    Quando cita o hadith: vol 3, livro 43, 423 creio que o livro seja o 34 pois aparece no link apenas o livro 34

  • Tauan Lemos

    Excelente texto.

    Uma coisa que não consigo entender é por que diabos o apoio ao islamismo só cresce no ocidente? Há anos que eles executam atentado atrás de atentado, sequestros e decapitações, professam ódio ao ocidente (principalmente aos progressistas), dilapidam todas as bases e a herança cultural ocidental e os ocidentais ficam totalmente paralisados. Sem reação. Que covardia é essa que atinge ocidente?

    Não acredito que a explicação para isso seja apenas ideológica. Ideologias progressistas, multiculturalistas e globalistas são, na minha visão, apenas sintomas de uma covardia moral sem precedentes. No fundo, os progressistas se cagam de medo de enfrentar gente que realmente é opressora.

  • Frederico feroli

    Religião o Grande câncer da humanidade .

  • andras

    Gostaria de vern o “femmen” invadir mesquitas no oriente médio, eis um ótimo motivo!
    Quanto ao texto, muito elucidador. parabéns!

  • Não compreendo como a economia do Bem estar social pode estar relacionada com abalo econômico ou crise social, quando a Noruega que também à pratica a mais de meio século lidera o ranking de IDH e desenvolvimento no mundo.A única diferença nítida é que na Suécia há mais controle do setor privado que do público,o que geralmente é apontado por críticos dessa forma de gestão como uma coisa positiva e nesse caso ocorre o oposto.Na Noruega há mais intervenção do Estado em setores chave,mas teoricamente o sistema é misto assim como na Suécia,mesclando Bem estar social com desenvolvimento e investimento do capital tanto via setor privado quanto via Estado.A única explicação lógica dentro desse contexto seria uma gestão pior por parte do setor privado da Suécia ao passo que na Noruega o Estado age de forma mais competente intervindo de forma não abusiva,apenas em momentos cruciais e sem prejudicar os setores capitalista e privado,pelo contrario.Sobre choque cultural não me considero apto a argumentar por não ter muito conhecimento sobre a cultura islâmica,mas o fato de haver uma “superlotação” de imigrantes com uma cultura totalmente diferente,sem falar em possíveis radicais infiltrados,naturalmente causaria transtornos sociais,no meu ponto de vista o ideal seria controlar o fluxo de imigração,e promover algum tipo de orientação sobre a cultura local,além de selecionar áreas pra instalar em um momento inicial a população estrangeira que se adaptaria,aprendendo a conviver ou aderindo,(ou não) aos costumes locais.Claro que seria um desafio econômico e logístico mas quando há choque entre culturas ainda mais com tantas diferenças,não vejo solução melhor a curto prazo.Sobre qualquer possível postura xenófoba,ou de expulsão ou segregação,sou contrário independente do transtorno,afinal nunca se sabe o dia seguinte,o anfitrião de hoje pode ser o refugiado de amanhã,e independente de credo ou condição social,gente boa e gente merda tem em todos os lugares.

    • ary

      TOLO

    • Eduardo Henrique

      Vixe, não faz pergunta difícil pra quem só sabe pensar “ai, que horrível, eles são de esquerda” ou “ai, que horrível, eles são de direita”. Essa galera só sabe, de um lado, falar que tem tirar tudo do Estado ou, de outro, que tem de tirar tudo da iniciativa privada, pq ela é má. Mas nenhum dos dois lados quer ler teorias econômicas pensadas e estudadas por economistas realmente sérios para entender limites das duas abordagens e quais são as intervenções que trazem resultados pra economia. Galera que parou de estudar economia nos autores dos anos 1950 estão cagando muitas regras e ferrando o Brasil. Podiam começar pelos últimos ganhadores do Nobel, gente que fala sobre regulação, em como governos podem preservar a livre-concorrência e sobre informações assimétricas.

  • Ceci

    Esse artigo é excepcional e precisa ser amplamente divulgado, como importante alerta para todo o mundo!

  • Pingback: A cultura do estupro vem aí…Suécia futura favela | Realista Libertário()

  • Excelente texto. Que merda que está acontecendo com o mundo que é mais importante não parecer intolerante do que acusar uma cultura violenta e violentadora? O que mais precisa acontecer pra essa gente acordar?

  • Everton

    Flavio, seus artigos estão excepcionais.

  • Rafael

    Este Rafael é uma piada: Faz uma crítica ao texto do Flávio usando os mesmos argumentos que o Flávio usou para criticar a Suécia:

    1- O sujeito fala para o Flávio decidir qual dos dois seriam os reais problemas, dando a entender que haveria uma confusão no texto. Mas o Flavio justamente criticou os dois pontos que o Rafael abordou.
    2- Ele faz uma crítica sobre o que o Flavio disse do que os muçulmanos pensam sobre o estupro, usando mesmo argumento que o autor o texto?????

    Com todo o respeito, volte aqui com argumentos decentes meu caro.

  • Mariline

    Theodore Dalrymple em seu livro relata casos escabrosos de espancamentos e até assassinatos por honra que ocorre dentro da comunidade indiana/muçulmana na Inglaterra e que são ignoradas pelas autoridades em “respeito” ao multiculturalismo. Outros imigrantes proíbem as meninas de frequentarem a escola por discordar da cultura local e nenhuma palavra contra estes descalabros..

  • ana

    Que texto! Excelente como sempre Flávio!

  • Rafael

    O sr. Morgenstern não passa de mais um imbecil coletivo da direita. Pois vejamos: Em 2010 a Suécia teve uma enorme recuperação até crescer 6,15%, o máximo crescimento econômico desde 1964, em que cresceu 6,82%. Em 2011 continuou a sua recuperação económica com 3,92% de crescimento conforme dados do Banco Mundial, facilmente acessáveis. A lenga lenga de que o Welfare State está fazendo mal a Suécia é só lenga lenga mesmo. Por fim o sr. Flávio deve decidir qual a raiz dos problemas suecos: é a economia pouco liberal ou é a política multiculturalista- fruto de uma concepção liberal universalista calcada na declaração universal dos direitos do homem da ONU! – ? Sobre estupro no Islão o sr. Flávio mostra também que não entende muito do que fala. Na cosmovisão islâmica muçulmanos só podem manter relações sexuais com mulheres capturadas e casadas no contexto da jihad. Em muitos casos a questão provocou e provoca controvérsias interpretativas dentro da Umma. Maomé mesmo chegou a ordenar a execução de um estuprador. O senhor Flávio deveria estudar mais. mas sabemos que seu objetivo não é a verdade mas sim servir a uma agenda neoconservadora norte americana.

    • Flavio Morgenstern

      A Suécia se recuperou justamente abrindo mais a economia. Sobre os “problemas suecos”, o texto deixa claro que são ambos. Um muito maior do que o outro, naturalmente. Sobre estupros, você disse O MESMO que está dito no texto, portanto, ou nós dois sabemos, ou nós dois “não entendemos muito do que falamos e deveríamos estudar mais”. Afinal, talvez seu objetivo não seja a verdade, mas sim servir a uma agenda multiculturalista islâmica pró-estupro. Choose.

      • Cristiana

        Esse artigo omite varios fatos importantes mas qualquer um pode ir no google e levantar essas informacoes. Quer dizer apenas que o estupro foi utilizado como tatica , as vezes ate oficial, de guerra em todas as guerras , em todas as culturas desde que o mundo é mundo.

        • Flavio Morgenstern

          Não, o artigo mostra como culturas diferentes enxergam o estupro diferentemente. Exatamente o oposto de “todas as culturas”.

    • Fernando

      “Sobre estupro no Islão o sr. Flávio mostra também que não entende muito do que fala. Na cosmovisão islâmica muçulmanos só podem manter relações sexuais com mulheres capturadas e casadas no contexto da jihad.”

      Rafael, isso foi no contexto da Jihad?

      http://noticias.r7.com/internacional/fotos/estado-islamico-atira-adolescente-gay-de-cima-de-predio-mas-poupa-terrorista-que-o-estuprou-05012016#!/foto/1

    • allure

      Usar dados de crescimento econômico (de 5 anos atrás) pra contestar uma projeção de IDH não faz o menor sentido.

      Até mesmo se fosse uma discussão puramente econômica, isso ainda não contesta o ponto do Flávio. Em 2010 o governo era de centro-direita e foram cortados gastos sociais e regulações pra promover crescimento. A tendência mudou quando os socialistas voltaram ao poder.

      Na verdade, fronteiras abertas até mesmo pra imigrantes com baixíssima qualificação educacional pode ajudar no crescimento econômica num primeiro momento. Não dá pra dizer o mesmo sobre o IDH. Mas sobretudo, com welfare quase ilimitado, a conta simplesmente não fecha. É pouca gente produzindo pra muita gente chegando e recebendo benefícios. É isso que a projeção da ONU leva em conta.

      Também não sou lá muito fã desse modelo de projeção (não tem ambição de ser previsão, sejamos justos) matemática mas daí a dizer que eles estão completamente errados é teimosia.

  • Arthur Dias

    Excelente texto, Flavio! Só uma correção: no trecho “No final, eu estava sendo tateado em todos os lugares” deveria ser “tateada”, não? Afinal, é o depoimento da Katja

    • Flavio Morgenstern

      Obrigado, Arthur! Corrigindo agora! 🙂

  • Marcelo Medina

    Por acaso eu encontrei esses videos que atestam o artigo do Flávio. São sobre o trabalho de Mona Walter, nascida na Somália, mas foi viver na Suécia e atualmente luta contra o islã. Segue os links: Muçulmana lendo o Alcorão descobre que Alá odeia e que o Islã não é de paz…, Ex-muçulmana, sem tabu do politicamente correto e expõe o Islã. e esse é o seu canal no youtube .

  • Lucas

    Cara, excelente texto. É complicado, mas a maioria dos islamistas vêem nós do ocidente como “imundos, inimigos, pecadores…”, Acho que o mundo está todo errado aqui no Brasil passamos a mal na cabeça das nossas crianças inocentes, porém assassinas. Na Europa estão tão preocupados em cuidar dos refugiados que estão esquecendo de calcular as consequências desse choque cultural a médio e longo prazo. EM grande maioria, os ocidentais são tolerantes e conseguem diferenciar as coisas. Já a maioria islamica, odeia o ocidente e suas praticas, crenças, escolhas etc. Minha humilde opinião.

  • Gilberto de Moura .

    Muito bom esse texto e que sirva de alerta. Mas o pior é que tem gente que pensa que é invenção de racistas. Vão nessa e, quando mesmo esperarmos, a Europa é toda islâmica. Flávio, há esperança de surgir um novo Carlos Martel na Europa?

    • Flavio Morgenstern

      Gilberto, esperança sempre há. Mas a questão a mim, hoje, é mais de mudar a cultura do que esperar um grande líder.

  • Alexandre

    Um absurdo isso tudo. É uma irresponsabilidade aceitar, em tão curto espaço de tempo, tantos imigrantes, e ainda por cima de cultura tão diferente. (Obs: Muitos dos “refugiados” são apenas imigrantes econômicos.) A Europa vai pagar caro por isso. Aliás, já começou a pagar…

  • estupraram uma turista alemã em Jericoacoara dezembro passado!

  • O mais engraçado é que os islamitas pouco falam, tendo sempre algum interprete generoso do que eles pensam sobre o ocidente. Tá na hora de dar o microfone aos islamitas. Vamos ouvir o que eles pensam da cultura ocidental.

    • Gi

      Exatamente o que eu penso! Um instituto britânico fez uma pesquisa recentemente entre os jovens muçulmanos da França, e quase a totalidade considera a cultura ocidental libertina, inadequada. Detalhe: são jovens já nascidos na Europa! Se eles pensam assim, imagine os que nasceram em países muçulmanos…

  • Esse artigo me fez lembrar do Janer Cristaldo, que alertava sobre esses temas por anos e anos. O Ocidente ficou mais burro depois da morte dele.

  • Sempre me questionei quando lia artigos fofos afirmando que a Suécia é tudo de bom…. ué, se eles são tão ricos, engajados porque nunca cruzo com família de suecos fazendo turismo por aí?Simplesmente porque NÃO existe mais famílias suecas! Descobri isso quando passei a ler artigos escritos por suecos denunciando o desmantelamento da nação sueca, uma lástima. Apenas como sugestão : http://pt.gatestoneinstitute.org/7161/suecia-estupros-absolvicoes-cabecas-cortadas
    Flávio, descobri seu talento há pouco tempo, mas já virei sua fã. Saudações conservadoras, beijinhos opressores!

    • Oi, pode me contar mais sobre a não-existência de famílias suecas? Não entendi muito bem e quero me aprofundar sobre o assunto.

  • Flavio mais uma vez lançando luz sobre as trevas do multiculturalismo e do politicamente correto!

  • Ao menos esses acontecimentos devem favorecer partidos de direita nas próximas eleições nesses países. Mas até lá já pode ser tarde demais…

    • Yuri

      Alemanha e Noruega são governadas pelos partidos do espectro político de direita de lá. Suécia tinha um governo de direita até o ano passado.

      O artigo que o autor linkou sobre a Suécia é bem enganoso, já que o PIB dela de uns anos pra cá está melhor que alguns outros países nórdicos, como Finlândia e Dinamarca.

      • Flavio Morgenstern

        Ter um partido do espectro político de direita (o que merece aspas no caso sueco) não significa que esta política em curso tenha algo a ver com a direita liberal ou conservadora. Ela é errada e pronto. Ninguém falou nada sobre o PIB, portanto não é “enganoso”. O nosso PIB continua um dos maiores do mundo e o país está em crise, então não há nada “enganoso” neste dado. Talvez no seu comentário.

        • Edu Porto

          Não é fácil ter que lidar com a confusão mental nesse pântano que virou o cérebro nacional. As pessoas misturam tudo e raciocinam por símbolos, sem nem ao menos saber o que é direita e esquerda historicamente. Provavelmente, o Yuri acha que PSDB é direito, senão extrema-direita.

          • Yuri

            Edu, moro na Suécia faz muitos anos. Meu cérebro nacional é mais voltado à comida brasileira, haha.

        • Yuri

          O partido mais a direita nacionalista daqui tem ganhado muitos adeptos na população recentemente; a política deles está praticamente em sintonia com o seu artigo, fiquei até surpreso dadas as similaridades da campanha deles esse ano com seu texto.
          O outro partido se define exatamente como direita liberal, querendo diminuir impostos, mais foco no mercado, etc. O problema é que o welfare-state aqui tem aprovação regular da população, no que se refere aos serviços ofertados (o que não quer dizer que não há problemas), o que quer dizer que é bem difícil concorrer sendo contra.

          Erro meu, quis dizer IDH. Você mesmo praticamente refutou parte o artigo, já que as projeções deram a Suécia como vigésimo quinto colocado nesse quesito; hoje, ela ainda está na frente do Reino Unido, Coréia do Sul, Israel, dentre outros países definitivamente que não são do terceiro mundo. No artigo, aliás, sequer é mencionado “multiculturalismo”, o autor do site que você mandou simplesmente tirou isso da cabeça dele; não é difícil ver o teor do site quando uma das headlines que pude ver é “Aquecimento Global – A Maior Fraude da História”.
          Esse é o problema de você fazer projeções para muitos anos a frente, existem muitas variáveis que o modelo matemático usado não deu conta.

          • Flavio Morgenstern

            Yuri, sou contra o academicismo destas projeções, nesta noite mesmo estava lendo Antifrágil, de Nassim Nicholas Taleb, que é uma bomba contra esta numerologia. O problema é notar como as coisas estão mudando em pouco tempo. Os números estão aí, e a projeção, no caso, é quase uma profecia, ou seja, um aviso do que pode acontecer, se as premissas continuarem iguais. Não vejo qual o problema em criticar o aquecimento global – então quem não acredita nele não merece crédito a respeito nem disso, nem de nada? É difícil criticar “radicais” com um pensamento ainda mais radical. A Suécia vem perdendo a força que tinha, e olha que este artigo fala de números os mais antigos de 2006. Comparar os últimos 20 anos com os prováveis 20 anos à frente continua provando meu ponto – aliás, é o que a ONU, na qual não confio em nada, faz.

  • allure

    Se a democracia cristã alemã tiver algum juízo sobrando, tem que enquadrar a Merkel, retomar controle da fronteira, impôr sérias restrições à imigração e fazer a justiça trabalhar com seriedade e severidade em casos como esse.

    Eu não digo isso com a mesma piedade que digo da Suécia (concordo com a Flávio, a Suécia já está além da salvação, esse país acabou). No caso dos alemães, eles VÃO reagir. O melhor para todos é que a CDU tome vergonha na cara e faça o que tem que ser feito agora, pois ainda é possível remendar a situação com políticas sensíveis e racionais.

    Se não fizerem nada quem vai fazer é PEGIDA, AfD, NPR e todo aquele nacionalismo esquisitão que está ganhando proeminência.

    Aliás isso vale pros liberais e conservadores pela Europa inteira. Eles precisam subir de novo no trem da história. Se dar conta que vivemos uma crise civilizacional. Voltar a peitar os socialistas. Aprender a dar respostas duras pra esses problemas imigratório entre outros. É isso ou o povo vai ser forçado a escolher entre viver no populismo nacionalista autoritário ou numa civilização suicida. Não é difícil lembrar o que aconteceu da última vez que tiveram que fazer essa escolha…

    • allure

      Foi só eu escrever isso que… Dá uma olhada na reação surreal da prefeita de Colonia, basicamente culpando as mulheres:

      http://www.breitbart.com/london/2016/01/05/cologne-mayor-women-careful-migrant-mass-rapes-promises-guidance-can-prepare/

      • Edu Porto

        Engraçado que fizeram uma “Marcha das Vadias” no mundo inteiro por que um policial canadense disse para as meninas não usarem roupas de vadia (slut) por que poderiam atrair tarados. Fizeram um forró-bodó em cima disso. Agora, uma prefeita diz a mesma coisa que, aliás, eu já tinha lido em outros jornais europeus que algumas cidades as autoriadades recomendavam as meninas a usarem véus para não serem atacadas por muçulmanos. Cadê as feministas? Cadê as feministas, cadê as vadias marchando?

        • allure

          O feminismo por si só não é nada politicamente. O feminismo militante, esse que é organizado e faz passeatas é sempre um braço de um partido de esquerda ou de movimentos socialistas maiores. As líderes feministas só agem pra fortalecer agenda partidária/ideológica. Não mordem a mão que lhes alimenta.
          A esquerda alemã quer fronteiras abertas e celebra os imigrantes (e cinicamente enxergam neles potenciais eleitores). E eles irão tão longe quanto encobrir crimes pra avançar essa agenda. Logo, o feminismo não vai criticar imigrantes de jeito nenhum (e se for obrigado a fazer, imagino que vai ser uma abstrata crítica ao “patriarcado”).