As eleições americanas podem virar com o discurso de Khizr Khan em apoio a Hillary e a ofensa de Donald Trump. O que foi noticiado no Brasil?

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Hillary Clinton apresentou na Convenção Nacional do Partido Democrata, quando se oficializou como candidata à presidência americana, Khizr Khan, pai do capitão do Exército Humayun Khan, herói de guerra muçulmano na Guerra do Iraque.

Pelo que vimos pela mídia, Donald Trump teria “ofendido” os pais deste herói, que pediu votos para Hillary Clinton e garantiu que ama a Constituição americana e até tinha uma cópia do livro em seu bolso.

A coisa foi tão grave que Trump, até então aparecia liderando por questão de 6 pontos na maioria das pesquisas de intenção de votos na América, de repente se viu perdendo para Hillary, às vezes por até 10 pontos. Pode ser o grande turning point de sua campanha.

Isto mal foi noticiado pela imprensa brasileira, quando foi. Todavia, a situação real se mostra muito mais complexa do que a divergência entre o pai de um herói de guerra muçulmano perfeitamente integrado à América e um obscurantista fanático, autoritário e maluco. Não à toa, o fato na América gerou uma brutal polêmica.

Claro, para se compreender o que de fato está em jogo é necessário entender melhor o próprio sistema eleitoral americano. As análises da mídia e das redes sociais no Brasil adoram tentar entender aquele país com o nosso modelo – o que gera explicações que fariam americanos à esquerda e à direita caírem na gargalhada.

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