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Ex-revista Veja extrapola o sensacionalismo ao usar criança de 6 anos na capa para implantar a hipersexualidade revolucionária precoce.

Depois de uma reportagem de capa risível sobre Jair Bolsonaro, a Veja, uma ex-revista desesperadamente preocupada em se tornar palatável para os leitores de Brasil 171 e Diário do C. do Mundo (tem até página para o Sensacionalista, de Marcelo Zorzanelli, um dos fundadores do DCM), fez uma nova reportagem capa, lançada em pleno Dia das Crianças, sobre pais de “filhos trans”. Na capa, uma criança de 6 anos que ensinou seu pai sobre “identidade de gênero”.

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O principal teórico do que podemos chamar de “socialismo democrático” cujas teses sobre mídia foram aplicadas no Brasil, o italiano Antonio Gramsci, sabia que muito mais do que a força impositiva dos revolucionários bolcheviques para a implantação do socialismo através da Nomenklatura estatal, no Ocidente importava a hegemonia, uma gradual manipulação do senso comum através de órgãos de mídia, professores, celebridades e “intelectuais orgânicos”, de acordo com sua definição (esta destruição do senso comum é que nomeia este humilde recanto). Sobretudo aqueles bastante conceituados outrora, como já foram no Brasil instituições como a Igreja Católica e a revista Veja.

Capa da Veja: "Meu filho é trans"É a síndrome de hegemonia que acomete a Veja, a ex-revista, hoje sob a batuta de André Petry, que levou a sua editoria a aplaudir qualquer idéia dita “revolucionária, mas dentro da democracia” que seja aventada alhures.

Ora, de acordo com estudo pubicado pelo Williams Institute da UCLA em 2011, usado como fonte até pelo jornal de extrema-esquerda New York Times, apenas 0,3% da população americana (que tinha 310 milhões de pessoas) se identificavam como “transgêneros”, totalizando 700 mil adultos.

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Supondo que ser “transgênero” seja algo dito “natural”, e não algo influenciado pelo ar, pela água, pelo glúten, pela soja, pela temperatura média ou pelo que a mídia torna desejável, podemos inferir que o percentual para o Brasil, com apenas 190 milhões de habitantes em 2010, levante alguma suspicácia sobre a capa da revista, que afirma que a “condição” afeta 1 milhão de brasileiros” (sic). Será a diferença de latitude? Será o Carnaval? Será o programa Sílvio Santos?

Ainda que estudos mais recentes apontem para até 0,5% de americanos transexuais (!), perfazendo 1,4 milhões de transexuais americanos adultos em 2016, e nada tendo mudado no ar, na água, no glúten, na soja ou na temperatura média no período (e nem mesmo no assim chamado “preconceito”, que não teria diminuído em 2016), resta crer que a única mudança possível para o gigantesco aumento de 0,2% na população transgênero tenha sido o que a mídia torna desejável.

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Ainda assim, há aparentemente assuntos com alguma relevância maior, afetando um nicho um pouco maior de pessoas, a ser tratado pelos maiores veículos da grande e velha mídia, como Globo e Veja. A depressão mais aguda afeta 6,7% de americanos, ou 14,8 milhões de adultos, por exemplo. Uma em cada 33 crianças e um em cada oito adolescentes sofrem de depressão.

Ainda que tenha números indescritivelmente maiores (para não falar em deficientes físicos, ou pessoas com câncer, ou crianças órfãs, ou filhos de pais viciados em drogas, ou favelados, ou crianças abusadas pelos padrastos etc), você não verá nenhuma política pública sobre depressão virar tema a dividir esquerda e direita nos debates políticos, ou conversas de bar entre amigos, ou discussões sobre como precisamos reformar inteiramente a sociedade em prol de pessoas sofrendo de coisas muito mais graves. As capas de Veja sobre depressão só surgem quando se fala em controlar as pessoas com novos remédios, e não sobre o chamado “mal estar” do mundo moderno.

Afinal, nada disso envolve o ataque ao senso comum, que hoje precisa ser mediado pela grande mídia, celebridades, professores, políticos e demais intelectuais orgânicos como é o caso de pessoas transgêneros. Hoje, ainda mais aprofundado com o uso de crianças como peões de manobra no tabuleiro político – vide a capa de Veja.

Misteriosa, estudada há pouco e sempre com inversões e contra-estudos sobre sua natureza, além da causa misteriosa, casos reais de transtorno de identidade de gênero são coisa rara e delicada, e teve resultados desastrosos quando foram manipulados para provar uma ideologia.

Bem ao contrário de toda a quizomba armada em torno da jornalisticamente chamada “cura gay”, que nada tinha a ver com “curar gays”, os resultados mais trágicos observados sobre a imposição de ideologias sobre a sexualidade foram causados justamente pela ideologia de gênero: o famoso experimento do caso David Reimer, quando se tentou trocar o sexo de um bebê à força para provar que o gênero é socialmente construído, e não se nasce com ele – ou seja, para se provar a ideologia de gênero, aplicada até a crianças.

Como spoiler para quem ainda não pesquisou sobre o caso, terminou em depressão, suicídio e morte de uma família inteira, enquanto o psicólogo que impôs a ideologia de gênero se jactava em “estudos acadêmicos” sobre o “sucesso” de seu experimento.

Nada disso será lido na reportagem de Veja: a ideologia de gênero que acredita em uma classe de seres humanos fora da estrutura da espécie denominada “crianças trans” trata todo o espinhoso assunto com a mais pura ciência da grande e velha mídia atual: crianças “não se identificam”, e pá-pum, acabou o problema.

Todo o tutano da discussão que não caiba em auto-declaração poderá então ser explicado por uma meia dúzia de palavras-chave como preconceito, respeito, obscurantismo, fanatismo religioso. É, nem sempre chega a meia dúzia.

Crianças, como aquela que o Brasil testemunhou a tocar envergonhadíssima em um homem nu no MAM, sem saber o que estava errado (mas sabendo que algo estava errado), não têm consciência de questões como sexualidade. É por isso que qualquer atividade sexual para crianças é perniciosa: coisas normais, ou mesmo normalizadas, para adultos são proibidas para crianças por razões o mais das vezes óbvias.

Quando uma criança “não se identifica com seu sexo biológico” (como se uma criança soubesse o que é algo como sexo biológico, ou como se soubesse o que é sexo), tudo o que 99,999% dessas crianças está fazendo é tendo uma crise de identidade óbvia e natural desta fase da vida.

Criança transgêneroAlguns se identificam com o Batman, ou com um astronauta. Outros são meninos que se identificam mais com figuras femininas como a mamãe. É normal que ninguém se identifique com um repórter da Veja fazendo uma matéria dessas, pois a criança só tem identificação com posições de prestígio (nenhuma se identifica com losers). Basta crescerem um pouco e voilà, veja a mágica ser desfeita e a criança abandonar um pouco o mundo da fantasia e ganhar um pouco de contato com a realidade. A despeito e revistas como a Veja insistirem no caminho contrário.

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A maior ideóloga de gênero em atividade hoje é a feminista ultra-radical Judith Butler, autora da pedra de toque sobre o assunto, o livro Gender Trouble: Feminism and the Subversion of Identity, de 1990. Para Judith Butler, após uma radical cisão entre sexo e gênero, fica-se com a biologia circunscrita tão somente à secundária função quase excretora, enquanto as “performances” sociais definiriam gêneros.

Ou seja: menino gostar de azul e menina gostar de rosa não teria “nenhuma” relação com biologia, seriam puras “perfomances” sociais definidas pela “sociedade patriarcal” (Judith Butler, lembrando o que Victor Klemperer estuda sobre a linguagem do Terceiro Reich, ama algumas aspas irônicas, até em palavras como “mãe”, “filho”, “criança” e afins).

Robert Smith, vocalista do The CureNão é preciso ser um gênio para perceber que diversas dessas performances têm um simbolismo claramente calcado em uma realidade que ideólogos como Judith Butler odeiam (o rosa é identificado até por animais como uma cor a indicar delicadeza, e o fato de as saias ter sido desenvolvidas para meninas e as calças para meninos só pode gerar dúvidas em quem nunca viu nenhum dos dois como veio ao mundo). Vide como o personagem de Robert Smith, vocalista do The Cure, trabalha bem como uma criança usando roupas ora do pai, ora da mãe, e completamente confusa no resultado.

Nem tampouco que as tais “performances” são justamente as únicas coisas que crianças sem consciência nem sequer de si próprias (algo conquistado após diversos e dolorosos ritos de passagem no caminho para a maturidade) conseguem imitar de adultos. Uma suposta “menina trans” de 5 anos não deve passar muito tempo tentando fazer xixi de pé e nunca ouviu falar da maior sabedoria exclusivamente masculina da história: não importa o quanto você balance, o último pingo sempre cai na sua cueca.

Na verdade, para alguém descolado da realidade como Judith Butler (num nível além da reportagem da Veja, mas não muito além), nem mesmo a biologia é impeditiva: as cirurgias de mudança de gênero, o movimento transexual e os hormônios “provam” que nem mais o sexo é impeditivo. A turma que tanto fala em “ciência” para ir contra as “crenças religiosas obscurantistas e ultrapassadas” é a primeira a jogar a Biologia no lixo quando precisa lembrar das aulas de XX e XY.

(Judith Butler, que tanto denuncia as “performances” como meras “performances”, que não deveriam aprisionar seres humanos a manter o seu gênero atrelado a seu sexo, é a primeiríssima a exigir performances 200% calcadas no patriarcado, como quando veio palestrar no Brasil e exigiu que os homens fossem assisti-la de saias.)

O que eram supostas “crianças trans” antes da invenção moderníssima de cirurgias de mudanças de gênero e da combustão de hormônios que precisam ser atualizados semanalmente para que não se volte a encarar a triste agonia científica, a reportagem da Veja não se digna a dizer.

O efeito deletério dessa implosão de medicamentos para mascarar a realidade e manter crianças com conflito de identidade no reino da fantasia também não se encontra nas páginas de Veja: a necessidade de ter crianças com síndrome de puer aeternus e se tornando fanáticas militantes do PSOL em troca de uma vida de frustrações, remédios, cirurgias e acompanhamentos psiquiátricos para problemas artificialmente criados é muito mais urgente.

Não há para onde correr e não ver a agenda da grande e velha mídia (e a Veja sob a batuta de André Petry, de revista mais conceituada do país, para uma ex-revista albergando comunistas e jornalistinhas sem nada importante a dizer, apesar das bravas resistências intelectuais de alguns grandes jornalistas da velha guarda).

Capa Veja Rio: "Meu filho é trans"Apesar da chamada sensacionalista (!) da capa, ninguém pode dizer “Meu filho é trans” sobre uma criança de 6 anos. Uma criança de 6 anos no máximo é um menino que ainda não entendeu a convenção social de que as saias são para as mulheres, e se tiver vontade de usar saias, será como uma brincadeira tão inocente quanto brincar de cowboy e índio (ou não sei como as crianças fazem hoje, talvez bancada da bala contra bancada da chupeta).

Seu filho nada entende de sexualidade, não se “identifica” como algo diferente do que o filho do vizinho que se identifica como o Homem-Aranha ou se identifica mais com um dos padrastos do que com o pai biológico. Seu filho apenas é confuso. E não entende convenções sociais (ninguém as entende de todo, toda sitcom é baseada nisso).

Convenções e tradições são compilações de conhecimento das eras, mas vêm sem manual de instruções: é seu trabalho como pai explicar que menina pode brincar de tiroteio e menino pode gostar de dança, mas que isso nada tem a ver com “transexualidade” só porque um psicólogo criado a base de Michel Foucault mandou seu filho tomar hormônio que cavalo não tomaria a cada 2 horas pra satisfazer sua ideologia. Isto é o PSOL tentando ganhar eleição via doping.

Crise de identidade é obrigatório em criança. O problema é quando adultos a têm, e criam problemas no laboratório do dr. Moreau, apenas para vender ideologia política, em troca de uma geração frustrada, hormonizada e cirurgicalizada. E quantos estudos fizeram sobre arrependimentos na idade adulta, quando costuma vir a maturidade e um oceano de arrependimentos para se afogar?

Seu filho não é trans. Ele mal tem um problema. O maior problema que ele tem é o pai idiota que ainda não acordou pra realidade mesmo após a idade que deveria trazer alguma maturidade.

 

Ouça também o episódio “Ideologia de gênero é contra a teoria da evolução” de nosso podcast, o Guten Morgen.

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  • Ilbirs

    Enquanto estamos aqui falando, o STF começa preparar o terreno da narrativa de que “trans” seria algo para além de um número insignificante da população (0,4%) com disforia de gênero, pois Dias Toffoli, relator de uma ação, votou favorável a que alguém possa mudar legalmente de sexo sem necessidade de operação. Lembram-se de quando falei do crescente número de travestis que agora declaram-se “trans não operada” em evidente fazeção de cabeça para que assumam um comportamento mais aproveitável à revolução? Pois é, meus caros, agora estão querendo via STF que essa narrativa se sedimente ainda mais nas mentes das pessoas, tal qual no passado foi sedimentada a narrativa de que haveria raças em nossa espécie.
    Dias Toffoli tem um voto previsível, pois é a transcrição da agenda do Foro de São Paulo para os tribunais. Também acho que os outros sete indicados pelo Foro seguirão o relator, pois aqui é uma parte importante da agenda, significando que na prática será ação ganha e ponto no qual irão martelar em cima um monte de coisas, tais quais:

    1) Querer induzir ainda mais a vergonha em quem for travesti ou lésbica com visual masculinizado de se definir como homossexual ou mesmo enquanto homem ou mulher, de modo a quererem se ver como “trans não operados” e engrossar artificialmente as fileiras para além dos tais 0,4% de pessoas com disforia de gênero. Aqui seria uma variação da tal história de querer induzir vergonha em quem é mulato (e portanto mestiço de branco e negro) dizendo que isso significaria “filho de mula” e que portanto a pessoa estaria se dizendo descendente de um animal que não é de sua espécie e que por via de regras é estéril;

    2) Querer induzir vergonha em quem porventura se envolveu com travesti ou lésbica de visual masculinizado que dessem margem ao engano por parte de quem é heterossexual. Pelo que se fala na ação, haverá um sigilo de dados para que terceiros só tenham como saber que Maria foi João por meio de ação judicial. Supondo-se que alguém que se envolveu sem saber do detalhe (ou mesmo só foi saber do detalhe na hora das quatro paredes) e, ao saber, largou da pessoa, vai ficar aberta margem para que até mesmo se obrigue alguém a pagar pensão alimentícia por um erro de julgamento, isso para não falar da tentativa de induzir essa pessoa heterossexual a se sentir envergonhada do natural ato de repulsa por alguém do mesmo sexo. Já temos terreno mais ou menos preparado para isso, como se pode ver por esta coluna do Sakamoto e que já à época foi zoada pelo próprio Morgenstern quando este ainda se encontrava n’O Implicante;

    3) Margem para atacar as religiões por dentro. Imagine o problema para um sacerdote e a congregação se houvesse promoção de casamento entre “trans não operado(a)” (ou mesmo que tivesse passado pela cirurgia) e heterossexual. O casamento poderia ser anulado caso se fosse descoberta a tal verdade. Claro que um sacerdote pode ser induzido ao erro, especialmente se houver documentos dizendo que a pessoa “trans” teria um sexo que na realidade não tem para além daquele papel e da estrutura burocrática que emitiu aquele papel. Em um caso desses seria evidente que o casamento religioso seria anulado, mas aí dá margem para que os esquerdistas comecem a dizer que as religiões são homofóbicas e, aqui na estimulação contraditória, dizer que elas promoveram casamento gay. Aqui obviamente irão deixar de lado o papel que diz ter aquela pessoa o sexo que não tem e iremos ter o “travesti de Schrödinger” ou a “lésbica ‘caminhoneira’ de Schrödinger”, que podem ser usados conforme a vontade de se fazer uma determinada narrativa tal qual é hoje o “pardo de Schrödinger”, que vira “negro” quando é para exaltar alguma ação da esquerda e “branco” quando é para atacar os opositores ou a sociedade em geral.

    E isso porque só levantei alguns aspectos, pois muito bem podem haver mais. Claro que teremos de esperar a votação terminar, mas já dá para antever algumas coisas.

    PS: aviso ao Morgenstern que o estamos apoiando e queremos que ele volte a escrever algo aqui. Não sei se é recomendação de algum advogado o silêncio dele, mas se o for compreendemos.

  • Ilbirs

    A parte do “transgênero” é só o “pé na porta” da coisa toda. Já havia mostrado anteriormente uma alemã que se diz “transnegra” e anteriormente houve o caso de Rachel Dolezal, que inclusive gerou prejuízo ao contribuinte americano. Agora temos o caso do “transfilipino”:

    Vamos analisar as coisas aqui:

    1) Ele está se apoiando em um estereótipo de filipino, como comprova o tuk-tuk que usa para andar por aí. Não imagino que ele vá ser católico, religião da maioria do povo de lá, falar tagalog (idioma mais falado por lá após o genocídio cultural do espanhol promovido pelas forças americanas que ficaram no país desde a Guerra Hispano-Americana até o fim da Segunda Guerra Mundial) ou fazer outras tantas coisas típicas de filipinos. Provavelmente o Rodrigo Duterte iria falar para ele algo assemelhado a isto aqui:

    2) Observe que o cara fala que se alguém estiver triste com quem é e quiser mudar para aquilo que faz feliz, que vá. Aqui fica totalmente aquele lance do império da vontade por mais que esta gere distorções;

    3) Tenho quase certeza de que essa identidade de filipino dele é advinda de algum trauma qualquer em algum ponto da vida que o fez criar uma racionalização que passou a fingimento histérico e, como tal, passou a ser a personalidade dele;

    4) Imagine o que aconteceria a esses que se dizem “transraciais” se for falado para eles que o conceito de raça na humanidade só surgiu no século XVIII e, com o passar dos anos, revelou-se inaplicável a nossa espécie justamente por demandar mais do que uma determinada aparência e envolver outros aspectos como grau de fechamento do pool genético, temperamento e grau de inteligência. Como sabemos, genes entre humanos circulam muito mais livremente do que entre grupos de animais domésticos, assim como temos gente calma, brava, burra e inteligente em todos os agrupamentos humanos, com as diferenças entre o modo de agir dos povos sendo de origem cultural (conjunto de saberes transmitidos de geração para geração pelo contato entre indivíduos). Tenho certeza de que muitos se suicidariam por constatarem que viveram em uma ilusão que foi gerada justamente pela mesma transmissão cultural que Gramsci e a Escola de Frankfurt aprenderam a usar para introjetar esquerdismo na mente das pessoas sem que elas soubessem;

    5) Ainda assim, ele poderia dizer que é um “transfilipino não operado” se perguntassem o porquê de seus olhos não terem a prega epicântica típica de asiáticos, com o “trans” da coisa sendo uma espécie de fetiche que ele assume para si mesmo como suposto elevador de status, mais ou menos como aquele caso que não canso de falar de estarmos vendo cada vez mais travestis dizendo-se “trans não operada” como uma espécie de reembrulho para o fato de serem homens com aparência externa feminilizada que não arrancaram seus órgãos genitais em uma cirurgia que, como se pode comprovar pelos muitos casos citados no comentário anterior, pode gerar arrependimentos, arrependimentos esses que vão crescendo com o tempo. Como podem observar, a coisa nunca foi a de tentar gerar um conforto que fosse a quem tem alguma disforia qualquer, mas sim usar essas pessoas como forma de avançar uma agenda, mesmo que essas pessoas possam acabar sofrendo consequências muito piores do que aquilo que aconteceria se nada tivessem feito;

    6) O exemplo da prega epicântica foi só mesmo para falar do fenótipo mais comum de filipinos, pois há vários povos naquele país, como os visaias:

    https://static1.squarespace.com/static/56a70dcbab2810f87b8b9f13/t/56d4899aa3360c50fb68caf2/1456769436721/visayan-forum-ifight.jpg?format=1500w

    Os tagalogs:

    https://tfchildrenofthestorm.files.wordpress.com/2010/02/adults.jpg

    Os ilocanos:

    https://bongmendoza.files.wordpress.com/2012/08/ip-in-banaue.jpg%3Fw%3D648

    Ou os negritos (denominação para povos como o ati e outros de aparência parecida):

    http://www.jacobimages.com/beta/wp-content/uploads/2015/12/Atis_Panay_970322.jpg

    Como dito antes, o tal do “transfilipino” está apenas tentando se assemelhar a um estereótipo de filipino que ele viu mais comumente e que corresponde ao filipino urbanizado, sendo que falamos de um país de muitas ilhas e muitas origens.

    Portanto, depois da ideologia de gênero, temos agora os “transraciais” e os “transespécies”, com a ideia de Judith Butler tendo sido apenas o pé na porta dentro daquela mecânica de “teoria crítica”, que consiste em gerar o máximo possível de confusão dentro de uma sociedade para que ela se torne mais suscetível a um salvador da pátria.

  • Ilbirs

    Mas também passarei a pensar neste vídeo:

  • Etienes R

    Para se admitir que um grupo ou sociedade convivem em torno de um senso comum, deve se admitir que tal senso se fundamenta em um valor pilar. No caso da identidade de um indivíduo seria irrazoável não admitir que homem e mulher, e não o terceiro, um ARRANJO- o trans-, é que forma a identidade, isso é senso comum. Daí. a boa sacada do autor do artigo em chamar de “SENSO INCOMUM’, porque tal insanidade viola uma lei elementar da vida; a lei da identidade original de cada indivíduo. E por que o ataque as crianças? O INIMIGO da vida sabe que o que sustenta uma sociedade plena e sadia é a familia, o grupo-mor de onde se assegura todos os outros grupos; e a criança é parte vital nisso. DESTRUA uma criança na origem, obstrua sua personalidade, desvie seu SENSO de auto valor, então…O SENSO INCOMUM APARECERÁ.
    Boa Flavio, muito boa!!

  • Ilbirs

    A questão aqui é o tal “mexer na argila quando ela ainda é mole” (usando frase de “Primeiro Mataram Meu Pai”, quando o pessoal do Khmer Vermelho dizia sobre o porquê de enfatizarem as crianças). Como sabemos, crianças podem sim ser ensinadas a fazer tarefas que só seriam vistas em adultos, como quando as vemos em jornadas de trabalho extenuantes por ninharias ou, pior ainda, quando exploradas sexualmente. No último caso isso pode inclusive gerar na psiquê de uma pessoa a tal história de “toque por algo em troca”, que é consequência secundária por aquilo que já ocorreu no comportamento de alguém. Se há também possibilidade de homossexualizar mulher adulta heterossexual por meio da chamada “aquendação”, que dirá induzir uma criança a ter disforia de gênero ou comportamento análogo a isso e aqui com o risco de a ida nesse caminho gerar arrependimento, como o caso abaixo de Patrick Mitchell, australiano de 14 anos que desde os 12 está sofrendo as consequências de ter sido hormonizado por outrora ter se acreditado uma mulher em um corpo de homem:

    https://youtu.be/nkRjQcdNjB8

  • Obrigado, José! Estou em computador emprestado, trabalhando sem corretor, nesses dias será tudo bem pior do que já é. 😀

  • biancavani

    A propósito, não percam o novo vídeo do Paul Josef Watson, em que vemos a queda em audiência, espectadores, lucro, de Hollywood/Esportes/Programas de tv que usam seu veículo quase exclusivamente como palco de sua agenda política, como instrumento de doutrinação. Ou seja, na guerra cultural as baixas estão ocorrendo também, e de modo não desprezível, do lado da bastard left.
    Toda porcaria esquerdista/globalista que surge nos USA, dali algum tempo se verifica também por aqui (movimento feminazi, anti-apropriação cultural de brancos relativamente aos negros, agenda da identidade multigêneros etc.), embora nossa esquerda nativa abomine os USA. Mas o resultado das porcarias inexoravelmente recaíra sobre ela. COOL!

    http://www.youtube.com/watch?v=0Tr9LEgAwI4

  • Jorge Orella

    Eu até entendo esses idiotas acreditarem em mais-valia, mas acreditarem que uma criança de 6 anos se declara transgênero com a mesma certeza que diz que está com dor dente é prova que é preciso jogar o cérebro fora para acreditar ou apoiar essas ideologias, que deveriam pelo menos ter uma aparência verdadeira, embora sejam falsas.

  • Fernando Tichauer

    A verdade, incontornável, impossível de ser camuflada, é que afirmar que a Veja está sendo editada pelo PSOL é completamente plausível. Talvez até, provável.

  • A.P

    Mais uma belíssima porrada do Flávio.

  • Fabio Matias

    Olá Flavio.

    Excelente artigo da sua parte.
    Não sei se já ouviu falar da Blaire White, que é uma transgênero americana. Ela própria disse que Transição infantil é o mesmo que abuso infantil.
    Dê uma olha nesses videos:
    Transgender Children? NO.

    Children Transitioning = Child Abuse

    Grato,

    Fabio Matias

  • David Xavier

    A ideologia de gênero não tem nada de cientifica. Como bem dito por aqueles que evocam a ciência contra o “obscurantismo religioso” são as primeiras a descartarem quando ela prova empiricamente que algo os contraria.

    A esquerda como um todo, desde antes de Karl Marx, evocam a “ciência” para se provar como “verdadeira”. Passam-se aí o próprio Marx, o Nacional-Socialismo e a URSS que além de ateus eram “cientistas”. Logo, estes, são os “comunistas raiz”. Os atuais socialistas são uns pedaços de merda que a única coisa que possuem em comum com os “comunistas raiz” é compartilharem o ateísmo, nem os próprios “intelectuais” deles eles o leem. Quantos esquerdistas já leram “O Capital” ou “A Ideologia Alemã”? Ambos livros de Marx que serviram de base para o Nazismo e para a URSS (o fascismo de Mussolini ao menos é autêntico em não usaram totalmente eles como base).

    Aliás, seria interessante que o Senso Incomum fizesse uma análise de “A Ideologia Alemã”, este livro é ainda mais merda que o famoso “O Capital”.

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