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Entenda por que o Deputado Jair Bolsonaro é um candidato muito mais forte do que as pesquisas fazem parecer e saiba o que esperar de sua candidatura.

Jair Bolsonaro? Lula? Ciro Gomes? João Dória? Geraldo Alckmin? Luciano Huck? Marina Silva? Daqui a exatamente um ano, em novembro de 2018, saberemos quem governará o Brasil entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022. Durante os próximos 12 meses, no entanto, a disputa permanecerá aberta e com um resultado mais ou menos incerto.

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Talvez seja pela ansiedade causada por essa incerteza que especulações de todos os tipos comecem a se alastrar e a ganhar força, conforme o período eleitoral vai se aproximando. Talvez seja por isso também que previsões e pesquisas (científicas e não tão científicas) estejam recebendo tanta atenção e espaço no debate público — seja nos veículos de mídia tradicionais, seja nas redes sociais.Força eleitoral Bolsonaro

Essa situação conturbada pede cautela e também que análises críticas dessas pesquisas sejam realizadas esporadicamente, pois, ainda que descartemos os possíveis problemas éticos envolvendo grandes institutos de pesquisa, inúmeros problemas de ordem teórica e metodológica permanecem. Afinal, mesmo as pesquisas mais sólidas e confiáveis do ponto de vista metodológico possuem limitações quase intransponíveis, das quais a maior é a impossibilidade de abarcar uma porção de variáveis que não podem ser quantificadas e examinadas em pesquisas desse tipo.

As metodologias utilizadas pelo IBOPE e pelo Datafolha, por exemplo, são extremamente problemáticas e não podem jamais ser encaradas como um processo simples e objetivo de coleta, organização e apresentação de dados. Para que possam ser corretamente compreendidas, as pesquisas desses institutos deverão ser vistas como o que de fato são: complexas estruturas estatísticas montadas para refletir leituras particulares da realidade, que, por sua vez, são sempre orientadas por um conjunto de pressupostos conceituais, que, das duas uma, ou refletem alguma convenção subjetiva ou expressam o resultado de uma análise objetiva das intenções, decisões e ações humanas não quantificáveis — no caso dos grandes institutos de pesquisa, infelizmente, a primeira opção sempre prevalece.

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Na prática, isso significa que toda pesquisa eleitoral deve ser interpretada com base nesse conjunto de pressupostos subjacentes e que sua validade dependerá sempre da validade destes últimos.

Foi essa constatação que me permitiu perceber, com um ano de antecedência, que a metodologia das pesquisas eleitorais americanas não era capaz de representar adequadamente as intenções dos eleitores, já que refletia o consenso subjetivo do establishment acadêmico e midiático americano, que não compreendia (na verdade, sequer enxergava) o eleitor que estava na mira de Donald Trump. Essa falha minou, desde as bases, a capacidade preditiva das pesquisas e levou todos os analistas que nelas se apoiaram a erros vergonhosos. Por meio de alguns ajustes e correções qualitativos, no entanto, foi possível prever corretamente o resultado das eleições em 48 dos 50 estados americanos.

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Há uma enorme possibilidade de que isso venha a se repetir no Brasil, uma vez que mesmo as pesquisas que utilizam metodologias capazes de contornar alguns desses problemas terão, inevitavelmente, uma margem de erro factual maior do que aquela dada por cálculos estatísticos.

Assim, nem mesmo pesquisas como as do Data Poder360 — de longe, as que possuem a metodologia mais adequada para o contexto brasileiro — podem substituir uma análise qualitativa, capaz de realizar os ajuste necessários e dar conta das nuances e das oscilações comuns a uma situação política instável e caótica como a que temos no Brasil.

Para preencher essa lacuna, o Senso Incomum trará, esporadicamente, análises complementares, realizando os ajustes necessários, abordando problemas que são ignorados pelo establishment midiático e lançando luz sobre certos aspectos da disputa presidencial que ainda está se desenhando em nosso país.

Nesta primeira análise o objetivo é compreender o potencial de voto e a força eleitoral do Deputado Jair Messias Bolsonaro para além daquilo que as pesquisas quantitativas revelam.Bolsonaro presidente

Segundo a pesquisa mais recente d0 Data Poder360, o percentual de intenções de voto obtido pelo deputado carioca oscila entre 20% a 27%, a depender do cenário. A pesquisa revela ainda que ele possui um potencial de voto superior ao de todos os seus adversários, incluindo Luciano Huck, e que a rejeição a seu nome tem diminuído mês após mês. No entanto, uma análise qualitativa simples basta para revelar que a força eleitoral de Bolsonaro é ainda maior do que as pesquisas quantitativas são capazes de captar. Senão vejamos.

A grande mídia raramente dá qualquer espaço ao Deputado Jair Bolsonaro e, quando o faz, sempre o apresenta da maneira mais negativa possível. Não é exagero dizer que o grande público só o conhece por meio de um filtro que distorce a sua imagem, demoniza a sua personalidade e, é claro, omite todas as suas qualidades e virtudes, além de maximizar e até fabricar defeitos.

De algum modo, o reflexo disso pode ser visto nas pesquisas eleitorais. Podemos ficar impressionados ao constatar que o candidato que representa tudo o que o establishment repudia tem algo entre 20% e 27% das intenções de voto mesmo antes de dar início à sua campanha, mas isso é pouco perto do que ele teria se nossos jornalistas estivessem mais interessados em fazer jornalismo do que em empreender uma verdadeira guerra contra ele e contra tudo o que ele representa.

Na Globo, na Folha de São Paulo e no Estadão, quem quer que pense como o Deputado Jair Bolsonaro – ou seja, a quase totalidade do eleitorado nacional, de acordo com pesquisas encomendadas por esses mesmos veículos – é considerado um extremista de direita, indigno de ser ouvido e merecedor de todos os ataques.

Esse é, aliás, um dos motivos pelos quais durante muitos anos a democracia brasileira foi reduzida à costumeira disputa em família entre candidatos de esquerda, na qual tudo o que é concedido ao povo brasileiro é o direito de votar, de quatro em quatro anos, em candidatos que representam o contrário de tudo aquilo em que ele acredita.

É por isso, também, que temos apontado que o maior problema brasileiro, junto com os problemas culturais diagnosticados pelo Professor Olavo de Carvalho e com o morticínio causado pelas políticas de segurança pública dos últimos 20 anos, é a crise de representatividade.

Nunca houve uma situação em que o abismo entre as elites e a realidade da vida popular fosse tão profundo. Qualquer político, jornalista ou intelectual que ouse, mesmo que de modo tímido, dar voz aos valores, às crenças e aos anseios populares acaba sendo classificado como uma figura excêntrica, quando não como um inimigo de tudo o que há de bom e virtuoso no mundo.

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Apesar disso, a maioria absoluta das pessoas que vivem no Brasil é conservadora, cristã, tem valores tradicionais e preza pela ordem. Por isso mesmo, sempre esteve desprovida de uma verdadeira representação política e sempre foi marginalizada e excluída do espaço público. Porém, isso está começando a mudar e, gradualmente, as pessoas vão se dando conta dessa mudança — e aqui voltamos às pesquisas.

Ao analisarmos a divisão demográfica das intenções de votos, três dados referentes ao eleitorado do Deputado Jair Bolsonaro saltam aos olhos: até o momento, (1) quanto maior a renda de uma pessoa, maior sua propensão a votar nele; (2) do mesmo modo, quanto maior o seu nível de instrução, maior sua propensão a escolhê-lo como candidato; por fim, os dados revelam ainda que (3) quanto mais jovem, independentemente da renda e do nível educacional, maior é a identificação com ele.

Isso causa um certo estranhamento, não? Afinal, fatores centrais como o binômio identidade-voto tornam natural a expectativa de que o apelo eleitoral do Deputado Jair Bolsonaro seja ainda maior entre as camadas populares do que entre os grupos que ele já conquistou — ele pensa, fala e age como um brasileiro médio; ele pensa, fala e age de um modo que qualquer pessoa simples pode compreender e se identificar; e, além disso, ele apresenta uma candidatura sui generis no contexto brasileiro e oferece a perspectiva de que esse eleitorado finalmente encontre uma representação política efetiva.

Portanto, ao olhar para esses dados, uma hipótese se impõe: a explicação para a atual composição do eleitorado do Deputado Jair Bolsonaro está na forma e nos meios utilizados pelos eleitores para obter informações.

Aqueles que se informam pela internet (jovens, pessoas mais instruídas e com renda maior) conhecem um Bolsonaro ainda inacessível àqueles que se informam pela grande mídia, sobretudo pela televisão, e que só o conhecem — quando conhecem — através do filtro da imprensa, aquele mesmo que distorce sua imagem, demoniza sua personalidade e omite todas as suas qualidades e virtudes.

Se essa hipótese se confirmar e a candidatura do deputado não for barrada pelo ativismo judicial dos ministros do STF, veremos que ele tem muito espaço para crescer e que, através de uma campanha inteligente e com a estratégia certa para furar o filtro da grande mídia, ele poderá consolidar um piso eleitoral superior a 35% ainda no primeiro turno, um montante que poderá ser facilmente ampliado, colocando-o em condições de sair do primeiro turno com mais de 40% dos votos e de chegar ao segundo turno como o candidato a ser batido — havendo, inclusive, chances reais de vitória no primeiro turno.

Essa hipótese vai na contramão da aposta do establishment midiático e acadêmico, que tem defendido a tese de que o Brasil busca um candidato de centro e apostado que alguém com esse perfil não teria dificuldade para desidratar a candidatura de Bolsonaro e barrar seu crescimento. Tudo indica que o establishment erra justamente por não compreender o que torna um candidato como Bolsonaro atraente, não apenas para aqueles que já o apóiam, como para o brasileiro médio de modo geral.

Seja por cegueira ideológica ou por limitações epistemológicas, aqueles que têm apostado no triunfo de um candidato de centro e subestimado a candidatura de Bolsonaro apoiam-se em uma série de pressupostos equivocados como, por exemplo, a idéia de que (1) a preocupação prioritária do eleitorado brasileiro é com a economia; (2) o eleitor brasileiro tende a escolher candidatos moderados; (3) as declarações de Bolsonaro incomodam o brasileiro médio tanto quanto incomodam o próprio establishment; (4) candidatos de centro e centro-esquerda são alternativas viáveis à candidatura Bolsonaro; e (5) Bolsonaro não será capaz de montar uma campanha organizada e eficiente. Há outros pressupostos equivocados, mas esses são os mais notórios e mais notáveis, uma vez que revelam mais sobre a bolha em que vivem nossos analistas e especialistas do que sobre a realidade política e eleitoral do Brasil.

O fato é que o establishment não compreende o fenômeno Bolsonaro porque também não compreende o Brasil real, que se tornou impermeável para as classes dominantes e incompreensível para a visão fantasmagórica dos analistas as orientam. E uma das consequências imediatas dessa ordem de coisas é que os ataques empreendidos pelo establishment contra Bolsonaro não apenas não surtirão efeito, como impulsionarão seu crescimento e ampliarão suas chances de se tornar o novo presidente da república.

Com quase doze meses pela frente,  muita coisa ainda pode acontecer, mas seja qual for o desfecho que nos aguarda, Bolsonaro já é uma força política e eleitoral que não pode ser ignorada, cujo impacto provavelmente mudará o cenário político brasileiro para sempre. Reconhecer isso não é torcida, é abrir os olhos para um dado objetivo da realidade e perceber para onde as coisas estão se encaminhando. O que fazer com esse dado fica a critério de cada um de nós.

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  • pedro ribeiro dantas

    Bolsonaro representa o fim de um era que ninguém mais suporta na qual o país fica entre a esquerda de centro (PSDB) e a esquerda radical (PT) quando não está nas mãos do PMDB, desprovidos de qualquer ideologia e só com o objetivo de capitular. Todos são um mesmo grupo. Todos se protegem e todos vão se aliar contra Bolsonaro. Só que isso fortalecerá Bolsonaro, pois apoio de político hoje conta mais como um certificado de corrupção do que como de honestidade. Não são mais os palanques que elegem, mas a internet. Se a urna eletrônica não roubar, o “mito” ganhará sem dúvida.

  • Cristiano Baptista Tavares

    Até que enfim, um verdadeiro site jornalístico! #Bolsonaro2018

  • Sérgio L.Medeiros

    Melhor análise que li sobre a provável candidatura do Bolsonaro…nota mil irei compartilhar com gosto…

  • Aderbal Matias

    Excelente análise, esperando aqui a dos outros candidatos, ou postulantes a candidatos.

  • Joaninha Gama

    QUEM tem acesso ao BOLSONARO precisa dizer a ele: por mais que o povão se identifique com sua pauta da SEGURANÇA e dos valores e da ética da FAMÍLIA, da DEFESA da VIDA, ainda tem muita gente pobre no BRASIL e na hora H essa gente vota olhando para a barriga e para o bolso vazio. É uma maioria que espera algum socorro social do estado. TODOS sabemos que as soluções não passam pelo assistencialismo estatal (veja o desastre petista) que até piora tudo. MAS o povão não sabe disso e não vai saber tão cedo.

    Por isso, Sr,BOLSONARO, você precisa se comunicar com esse lado do povo, esse lado carente , desempregado, que morre em fila de hospital, que não tem dentista. Não para manipular e chantagear com a fome do povo , como fazem DILMA, LULA e CIRO. Mas é necessário que você mostre a sensibilidade social que existe em você. Você já mandou bem quando falou que quilombolas e índios tem que participar do lucro da mineração em suas terras.

    Não tem que passar tudo pelo estado, mas o estado pode ajudar a articular a solidariedade social que envolva a sociedade toda e a iniciativa privada sem humilhar o pobre como pedinte, mas estimulando ele como capaz de produzir, um bolsa família que invista na PROFISSIONALIZAÇÃO E GERAÇÃO DE RENDA.

    ENFIM, o importante é que você BOLSONARO mostre SENSIBILIDADE SOCIAL , vindo com propostas bem viáveis e concretas e realistas. SE entrose aí com sua assessoria econômica, apreenda e memorize bem a proposta dela e exija a inclusão desse tema dessa multidão de pobres e desempregados que o TUCANO PETISMO nos legou .

    Se você duvida da relevância e urgência do tema, veja aqui esses dados que traz o FELIPE MOURA BRASIL: https://www.youtube.com/watch?v=Dcv4Tb6ZaVY

  • Bernardo Taves

    Me preocupa o povo apoiar um candidato honesto mas despreparado, que nada entende de economia. Bolsonaro seria, talvez, um bom Ministro da Defesa, pois ele entende de segurança pública. Eleger o Bolsonaro em 2019 será um erro, ele ainda precisa de preparo técnico para ser presidente, assim como Lula precisava em 1989.
    Penso que o Alckmin seria uma boa opção.

  • Tenorio Amberley

    Caros colegas,

    Vocês certamente entendem mais do Bolsonaro do que eu. Então, por favor, respondam-me as seguintes questões, pois ainda preciso ser convencido que se trata de uma boa escolha:

    1) Como ele pode, de fato, contribuir para melhorar o país? Qual seu projeto de nação em termos práticos? A quais grupos ele se associará em caso de vitória?

    2) Sua atividade parlamentar, enquanto deputado proponente de projetos, é pouco expressiva. Em 20 anos como deputado conseguiu aprovar apenas dois projetos. A maioria dos projetos de sua autoria são relacionados à classe militar (sobretudo nos primeiros mandatos) e à segurança pública. Áreas como educação e saúde e sociedade pouco aparecem. Vocês conhecem as propostas dele nesses campos?

    3) Ser presidente no Brasil é comandar um presidencialismo de coalizão, ou seja, o chefe do Executivo só governa com apoio do Congresso. Levando em conta que Bolsonaro é um conservador, qual seria sua base de apoio parlamentar? Pergunto isso porque os políticos conservadores que temos no congresso são da pior espécie, tanto que nem merecem ser chamados de tal.

    4) Depositar esperanças em uma única pessoa é sempre temerário. Temos fartos exemplos na história do país de “salvadores da pátria” que não vingaram. Quais os riscos de um governo Bolsonaro que não corresponda às expectativas?

    Abraços

    • Julio Cesar

      Amigo Tenorio Amberley, bom dia.
      São muitas perguntas. Vou responder a 1ª porque é a que eu consigo responder.
      Sou leigo no assunto perto da sabedoria do Filipe G. Martins, mas vou tentar ajudar.
      Pergunta 1)Todos nós já chegamos ao consenso de que o problema do Brasil é: pior do que ficar sem dinheiro é ficar sem dignidade e liberdade. Nesse sentido, qualquer força, seja ela física ou jurídica, que possua ao menos uma postura contra investidas que ameaçam essa dupla da dignidade e liberdade já é muito bem vinda. Como exemplo o Escola Sem-Partido e o próprio Bolsonaro. Se ele conseguir, pelo menos um pouco, expurgar do Executivo essa cultura de conchave, de prostituição da máquina pública, de não negligência às propostas comunistas vindas do Legislativo e outras coisas mais, já seria uma enorme CONTRIBUIÇÃO PARA MELHORAR o nosso Brasil. E quem sabe o começo de uma grande virada. Acredito que em termos práticos, seria mais ou menos por aí o PROJETO DE NAÇÃO dele. No último video que ele postou, criticando as última edições da Veja e do jornal O Globo, ele faz um resumo do seu projeto de nação, se puder, dê uma conferida lá no youtube. Sobre O GRUPO QUE ELE SE ASSOCIARÁ, os fatos já podem te adiantar que ele não se unirá a nenhum desses grupos políticos que aí estão, seja esse grupo minoria ou maioria da Câmara ou do Senado. Fato esse comprovado na constante insatisfação com o último partido pelo o qual ele passou, PSC (Partido Social Cristão), tendo o seu estopim na “amizade muito próxima” do presidente do partido, Pr. Everaldo, com alguém aí do PCdoB, acho que Flavio Dino. Outro fato é o atual partido dele, PATRIOTA, o qual ele já entrou no partido colocando o dedo na cara do presidente do partido e criticando as atitudes dele. Bolsonaro é um conservador, guiado pela moral cristã, defensor da família e das liberdades individuais, ELE SE UNIRÁ A GRUPOS que defendam esses mesmos ideais.

  • Renato Lorenzoni Perim

    Pois eu coloco como primeiros culpados a maioria esmagadora dos professores, pra mim um bando de ASNOS que se recusam a enxergar a realidade. Parecem viciados em drogas, que pra não ver a realidade, continuam durante suas inúteis vidas inteiras doutrinando alunos que ainda não tem conceito formado. Isso pra mim é crime de lesa pátria. Mas parece que estou pregando no deserto.

  • Di Sousa

    Sou de São José dos Campos, sou estudante de Direito, e aqui em casa todos irão votar em Bolsonaro. Sem deixar de mencionar que meus colegas de classe também demonstraram
    essa enorme vontade de acabar com a hegemonia da esquerda no Brasil. E se tudo der certo, em Janeiro de 2019 um novo Brasil irá nascer.

  • Marcus Rezende

    Vei eu moro numa cidadezinha no interior de Minas Gerais e onde eu vou aqui, na igreja, na farmácia, no mercado, no barbeiro, até na roça, eu vejo gente falando que vai votar no Bolsonaro.

  • Rafael Nascimento

    Bolsonaro já ganhou. A única coisa que pode pará-lo são as urnas fraudadas

  • Os pilantras sem voto do STF e TSE de gilmar agora mesmo tramam contra a candidatura democrática de Jair Bolsonaro. Isso é inadmissível! O Povo tem que defender o Mito, seu único e verdadeiro representante e defensor dos nossos valores Cristãos, Patrióticos e de Liberdade.
    VIVA BOLSONARO!!!

  • Daniela

    Exatamente! Eu fiquei em dúvida um bom tempo, confesso que a esquerda “ajudou” bastante na minha decisão pelo Bolsonaro, com aqueles absurdos nos museus. Mas ainda não tenho coragem de abrir o voto em determinados locais, mas acho que isso vai acabar acontecendo. Acho que se o STF deixar, existe sim a possibilidade do Bolsonaro ser eleito, inclusive em primeiro turno.

  • Leandro Leão

    Excelente texto.

  • Pedro Paulo

    Bolsonaro promete passar o pente-fino no bolsa-família, a imprensa chama de populismo. quem estará bancando estas matérias na grande mídia?

  • Sandro Avlis

    Melhor análise que li. Entender Bolsonaro pela TV, revistas e jornais será um entendimento distorcido. Eu busquei assistir no YouTube as entrevistas e debates dele. Verifiquei que ele responde conforme eu penso mas os jornalistas parecem que querem destruí lo. A doutrinação do povo é a arma de quem quer explora lo. Bolsonaro bate nas mesmas teclas sempre: Economia boa = produtividade, direito humano = trabalho, segurança = rigor ao criminoso, saúde = especialização e educação = disciplina.

  • Lucas Ottoni

    O meu voto é do Bolsonaro, e por um simples motivo: o Brasil precisa de um presidente que moralize o Executivo e não se venda a partidos políticos, o famoso “apoio em troca de cargos”. Isso tem que acabar! E vejo nele o perfil certo para iniciarmos esse saneamento no Brasil, além do fato de ele ser o único candidato realmente preocupado com o tema SEGURANÇA PÚBLICA que aflige a maioria absoluta dos brasileiros comuns, e não artistas globais, intelectuais caetanóides e políticos psolistas que vivem na bolha com seus seguranças armados. Então, é BOLSONARO 2018.

  • LOKI

    Eu voto em Bolsonaro e sua reportagem foi a melhor…Parabéns, vc sim é bom jornalista.Bolsonaro 2018

  • Carlos Roberto Benito

    Olá, hoje , muito embora com ressalvas votaria em Bolsonaro , contudo o excesso de ideias e atitudes radicais, por mais corretas pode gerar desgoverno, e seja quem for, não pode esquecer que , governa-se um país, uma nação, onde estão todos, os prós e os contras, portanto saber ouvir, e depois tomar decisões e crucial; mas botar o dedo na ferida desses calhordas, já motivo de aplausos, porque nós não temos homens governando , mas sim uma quadrilha (muito grande e bem organizada) de criminosos massacrando nossos irmãos brasileiros.

  • PR

    Estamos juntos … chega de esquerdopatas e grupos que já tiveram chances é só defraudaram a nação

  • PR

    Bolsonaro 2018 . Único que não tem nenhum envolvimento com :
    Mensalão , Lava Jato , Petrolão , desvios do BNDS caixa econômica , Malas de dinheiro … ainda que GLOBO e outras grandes mídias tentem destruir a imagem dele , busquem que não acharam nada sobre corrupção e venda de cargos ou compra . Outra coisa vai dar dignidade aos militares ( inclusive políciais e bombeiros ) vai acabar com esta farra de lei que ajudam a manter bandidos cheio de direitos . Não tenho partido , mas 2018 sou Bolsonaro ! Todos que querem realmente uma mudança precisa entender que o resto ou é corrupção ou continuísmo . Outra coisa olha como viraram milionários os filhos do LuLa sem trabalhar e sem ajudar o país .

  • Thiago Garcia de Lima

    Análise meticulosa do “mercado”, sem levar em consideração opiniões pessoais à cerca dos defeito do pré candidato.
    Essa eleição será travada na redes sociais visto que Bolsonaro já declarou publicamente que não vai gastar horrores com a campanha, e nessa área, a imprensa não tem vez.

  • mario mendes

    Que maravilha de Reportagem – Análise Política !
    Diariamente acompanho as notícias!
    Adoro ler, mas na maior parte das notícias não tem conteúdo e outras são tendenciosas, debochando da nossa inteligência!
    daquelas que no final da leitura, você pensa perdi meu tempo!
    Mas nesta análise acima tive o prazer de ler na integra!
    Pois falou tudo o que penso e ainda acrescentou, abriu mais a minha visão política!
    Parabéns!!!

  • Usuarioh Redeh

    Filipe, eu gostaria de ver uma análise sua acerca do casamento conveniente entre liberais e socialistas dentro do PSDB. Essa luz só se acendeu para mim quando o Gustavo Franco, ex-BC, desligou-se do PSDB e foi para o NOVO. Daí me sobreveio a seguinte suspeita: liberais e socialistas só tem um ponto de discordância: Economia. Quanto ao resto, pode liberar as drogas, o aborto, a desconstrução da família, a ideologia de gênero e o ativismo ateu, tudo em nome de uma “liberdade individual absoluta”, que são justamente os pontos de divergência com a direita conservadora. Assim, não me espanta ver tanto “liberal” sentir-se confortável para puxar o saco de qualquer candidato do PSDB, mas ter verdadeiro pavor do Bolsonaro.

    • LG

      Dois pontos de discordância: Economia e liberação de armas.

      Sim, eles tem mais pontos em comum, do que contrários. Sim, eles ainda acham que “socialista” é apenas alguém que não entende de economia. Por isso, costumam “apanhar” em debates.

    • matheuscello

      Eu não sei qual sua referencia de liberal, mas o que você diz que liberal e socialistas concordam está um pouco equivocado. Nem entre libertários há consenso sobre aborto e liberação de drogas. Liberais clássicos são os atuais conservadores. O individualismo é marca da direita desde sempre, e nela está a defesa da família em contra posição ao estatismo censor, e cristianismo. Seu preconceito contra liberais é igual o que a grande mídia faz com Bolsonaro… lamentável.

      • Usuarioh Redeh

        “Liberais” famosos no Brasil e suas ideias:
        – Fábio Ostermann: pró-maconha, pró-aborto e pró-ateísmo (pode pesquisar);
        – Arthur (“canal mamãe falei”): pró-maconha, pró-aborto e pró-ateísmo (pode pesquisar);
        – Kim Kataguiri: pró-maconha, pró-aborto e pró-ateísmo (pode pesquisar);
        – Ala liberal do PSDB: pró-drogas, pró-aborto e pró-ateísmo (pode pesquisar);
        – FHC, “deus” dos liberais, apesar de ser socialista confesso, todo liberal sonha com a volta dele como candidato: pró-drogas, pró-aborto e pró-ateísmo (pode pesquisar);
        Se conseguir apresentar um “liberal” que seja o contrário disso (antidrogas, pró-vida e defensor dos valores cristãos), esteja à vontade, porque não será mais um liberal, será um conservador de direita.

  • ESTELIO ANDRADE

    Só temos Jair Bolsonaro como esperança, lula já provou sua credibilidade, ladrão, chefe de quadrilha….. Amazonas está com Bolsonaro em 2018!!!

    • PR

      Exatamente . Lula me enganou … decepção completa !

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