Toda vez que se critica a esquerda, ela sempre responde que tem as melhores intenções, mesmo com conseqüências desastrosas. Por que ainda insistimos tanto no pior cenário?

Guten Morgen, Brasilien! Com atraso de duas semanas, continuamos um assunto que já analisamos no nosso último episódio: a diferença política entre boas intenções e bons resultados. Em um tempo em que as definições de direita e esquerda estão sendo revistas, e em que novos conceitos estão se impondo no discurso público, vamos adiante para analisar o que está por trás de idéias políticas atuais.

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Estamos acostumados a buscar enxergar algumas realidades históricas, filosóficas, antropológicas e mais profundas sobre questões atuais. E nada mais urgente do que observar com mais profundidade a diferença entre os discursos correntes da esquerda e da direita.

E basta perceber que cada ideologia política está preocupada com questões distintas e têm até um vocabulário próprio para determinar o que é o seu bem e o seu mal, o seu norte moral, o que considera que sejam seus maiores problemas. A direita se preocupa com liberdade, moral, segurança e família, enquanto a esquerda se preocupa com igualdade, inclusão, “- fobias” e “-ismos”.

O discurso progressista atual está cheio de boas intenções, não importando os resultados pífios e quase sempre contraproducentes e desastrosos. Por que, afinal, sobretudo jovens ainda insistem na tragédia progressista, crendo que o problema do mundo são conservadores que, afinal, são seus pais, seus avós, seus chefes e todos aqueles que lhes garantem algum sustento e liberdade?

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O discurso esquematista é ultra-sedutor, em que um esquema mental é criado à perfeição, mas nada de seus elementos, sua correlação lógica ou seu desenvolvimento corresponde à realidade. Por que ainda insistimos no erro?

Ainda paramos para analisar mais uma vez a atual mudança da mentalidade esquerdista para o progressismo absoluto em casos como o da invasão do prédio da Polícia Federal na Praça do Paissandu em São Paulo, que gerou a tragédia do desabamento com famílias inteiras, e a esquerda tanto se focou nas boas intenções dos líderes invasores que colocaram pessoas em risco de vida para tirá-las da rua, enquanto a direita se focou tanto na defesa da vida.

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A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

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