Pega na mentira

Globo ataca Bolsonaro e população prefere o presidente à emissora

Tirando pessoas com profundo déficit de atenção, solitários compulsivos, quem sofre algum transtorno de memória ou gente que gruda chiclete debaixo da mesa, ninguém mais se ocupa com o que nosso jornalismo de jardim da infância produz

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A mentira é um traço exclusivamente humano. A linguagem humana tem força suficiente para movimentar-se em direções opostas. Dependendo do indivíduo ela pode ir na direção da verdade ou ser uma descabida mentira. 

Uma nação doente como a nossa tem especial apreço pela mentira. É um meio de sobrevivência. Sem o apoio da cultura, ou seja, do legado acumulado da nossa civilização, pessoas fantasiam sobre si mesmas, atribuem a si qualidades que não têm e se ressentem quando não são reconhecidas por aquilo que não são, mas juram que são.

O jornalismo brasileiro foi dessa auto-ilusão para o completo cinismo em poucas décadas. É o destino do ressentido. A última matéria da Rede Globo, emissora especializada em fake news,  tentando ligar Bolsonaro à morte de Marielle Franco (que só ficou famosa depois que foi assassinada) é uma insanidade total.


Tirando pessoas com profundo déficit de atenção, solitários compulsivos, quem sofre algum transtorno de memória, gente que gruda chiclete debaixo da mesa e pervertidos intelectuais, ninguém mais se ocupa com o que nosso jornalismo de jardim da infância produz. Não se chega a uma irrelevância tão vasta assim do nada. Foi preciso muito esforço.

Um jornalista famoso, em tom de zombaria, disse: “as pessoas querem a verdade por apenas 5 reais?” Essa é a mentalidade da elite jornalística, e que a massa de jornalistas iletrados segue sem questionar. 

Acostumados ao dinheiro irrestrito que jorrava nas administrações anteriores, os grupos de mídia, cúmplices dos piores criminosos que esse país já viu, tem apenas um objetivo: derrubar Bolsonaro.

A fonte secou.

O maior obstáculo a isso não é nem o apoio maciço da população, mas a própria inépcia dos jornalistas.

A fabricação de um novo homem, incapaz de enxergar os grandes males e sempre disposto a se descabelar diante de picuinhas e miudezas, atingiu o ápice nos cursos de humanas. O tamanho da arrogância é inversamente proporcional ao grau da ignorância. O jornalista brasileiro não está à altura da língua que fala. A âncora do Roda Viva, por exemplo, chegou a pedir a gravação do interfone (memes, por favor!).


Fruto da corrosão mental a que foram submetidos nos seus anos de formação, a alcatéia de jornalistas ativistas sonham com uma ditadura pra chamar de sua, com um vilão malvado pra chamar de seu . Derrotados nas urnas e na audiência, estão desesperados para emplacar um fato novo a cada hora para desestabilizar o governo.


A esgotosfera progressista repercute qualquer peido do presidente num elevador, mesmo vazio. O curioso é que não há um pio sobre a delação feita por Marcos Valério dizendo que Lula foi o mandante do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel. 

A frase do Norman Mailer sobre a imprensa segue atualíssima:

“Assim que o jornal se apropria de uma notícia, os fatos se perdem para sempre – até para os protagonistas.”

Na próxima matéria tentarão alegar que Bolsonaro domina a arte da bilocação e que é perfeitamente possível estar em Brasília e no Rio ao mesmo tempo.

Bolsonaro, indignado, rebateu a matéria da Globo. Em nota, a emissora disse que faz jornalismo com seriedade e responsabilidade (mais memes, por favor!). Basta ter dois neurônios que se comuniquem para comprovar que nada que a Globo produz tem seriedade ou responsabilidade.

A conclusão óbvia é que se a mídia ativista disser que vai chover com certeza amanhã, há grandes chances de que faça um excelente dia de sol.

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