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Canalhice periódica

Antagonista zomba do estado grave da avó de ativista

Site especializado em fofoca política agora resolveu baixar o sarrafo em qualquer apoiador do presidente. Vale até zombar de familiar em estado grave

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A revistinha de fofoca, O Antagonista, chegou ao mais fundo na sua miséria moral ao fazer troça de uma paciente de Covid19 em estado crítico. Tudo para atingir uma apoiadora do governo, Camila Abdo.

Assinada pela “redação”, a matéria é uma das coisas mais cretinas já feitas. Isso num país onde coisas cretinas são bem recorrentes. Basta dar uma passada nas redes sociais dos inimigos do presidente para ver como a torcida pelo vírus se espalha mais rapidamente que o próprio vírus.

O crime de Camila é apoiar o governo. Para o jornalismo profissional, acostumado ao escambo por baixo dos panos, à sórdida troca de favores, configura pecado mortal alguém acreditar no presidente. Todo apoiador com alguma relevância tem sua vida devassada, das caspas às frieiras. 

Um de seus colaboradores, Felipe Moura Brasil, o Tonho da Lua do jornalismo profissional, passa o dia no Twitter tentando igualar Bolsonaro a Lula. Faz correlações absurdas entre números do Ibope e popularidade; crê piamente que é ele quem pauta os pronunciamentos do presidente, entre outras megalomanias.

O comportamento mórbido autoindulgente do Sr. Felipe Moura está no limite do que a elite de falsificadores de dvd’s da rua 25 de Março convencionou chamar de piração, loucura. Não é preciso um guia de doenças mentais para descrevê-lo. Basta uma ou duas máximas da Tia Zulmira. 

Desde a infância, calcula-se, Felipe publica dossiês contra pidões de lanche no recreio, desnuda cartéis de traficantes de bala juquinha, desbarata uma quadrilha de apostadores de jogo de botão, faz denúncias contra coleguinhas que tiram notas mais altas. É o jeito que encontrou para fazer valer sua absoluta falta de talento. Nunca o jornalismo profissional esteve tão mal representado.

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Mas voltando à matéria bizarra feita por O Antagonista, é preciso dizer que todas as regras de civilidade foram quebradas. É inadmissível fazer uso de um caso de vida ou morte só para ferir um adversário. É o tipo de expediente que toda pessoa razoável condena. Comportamento bem estranho para quem acha que o bolsonarismo é um lulismo de sinal trocado.

O Antagonista, depois que aceitou qualquer flanelinha antigoverno em seu quadro de funcionários, lembra muito aquelas tequilas vendidas na rua Augusta por 5 Reais a dose. A capa pode até parecer convincente, mas quem compra sabe que está sendo lesado. 

O covarde que se esconde atrás da redação de O Antagonista para cometer uma matéria porca dessas deveria ser advertido e se retratar. Ao calarem-se, o trio que estampa a foto no portal mostra que seu compromisso, longe de ser a informação, é apenas a fofoca mais rasteira amparada pelos valores mais comezinhos. 

Manter um cafajeste desses no seu quadro de funcionários mostra o desprezo que o portal tem pelo fato jornalístico e, pior, pelo amor ao próximo. É abjeto e nojento. 


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Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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