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58% dos americanos acham que a mídia quer mais pregar uma ideologia do que informar

Além disso, 56% dos americanos acham que "jornalistas estão propositalmente tentando enganar as pessoas dizendo coisas que sabem ser falsas ou exageros grosseiros”

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58% dos americanos acham que a mídia quer mais pregar uma ideologia do que informar

Pesquisa realizada nos EUA pela agência Edelman revelou que a confiança dos americanos nos meios de comunicação tradicionais e nas redes sociais está em seu nível mais baixo desde que o levantamento começou a ser feito, 20 anos atrás.

Dois dados que mais chamaram a atenção este ano:

– 56% dos americanos concordam com a afirmação de que “jornalistas e repórteres estão propositalmente tentando enganar as pessoas dizendo coisas que sabem ser falsas ou exageros grosseiros”

– 58% acham que “a maioria das organizações de notícias está mais preocupada em apoiar uma ideologia ou posição política do que em informar o público”

Os números só causam surpresa naqueles que acreditam no trabalho do jornalismo atual: os próprios jornalistas da mídia tradicional.

O editor do Daily Wire, Ashe Schow, lembrou alguns dos casos em que o trabalho de apuração e transmissão de fatos foi substituído pelo viés ideológico.

A imagem mais emblemática foi a de um repórter repetindo o mantra “protesto pacífico” em frente a prédios em chamas e confrontos entre vândalos e a polícia.

Exemplos não faltam. Até Glen Greenwald, aponta Schow, coletou as dez “piores e mais embaraçosas falhas da mídia americana no caso Trump-Russia”, incluindo a alegação da CNN e da MSNBC de que Donald Trump Jr. tinha acesso antecipado a documentos do Wikileaks, sendo que o e-mail de Trump Jr. apontado como “prova” havia sido criado após a divulgação dos documentos pela imprensa.

Embora os números da Edelman retratem apenas o quadro de confiança dentro dos EUA, é possível que o resultado da pesquisa não fosse muito diferente no Brasil.

Por aqui, o jornalismo opera com critérios idênticos: protestos de Antifa com quebra-quebra e violência foram pintados de pacíficos pelos grandes meios brasileiros. A imprensa brasileira não esconde o duplo-padrão na hora de classificar o que é “discurso de ódio” ou mera opinião.


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Assuntos:
Leonardo Trielli

Leonardo Trielli não é escritor, não é palestrante, não é intelectual. Também não é bombeiro, nem frentista, não é formado em economia e nem ciências políticas. Nunca trabalhou como mecânico e nem bilheteiro de circo. Twitter: @leotrielli

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