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Controle de linguagem

TQP: Maternidade britânica cria linguagem de gênero para “trans” parindo

Formulários escolhem preferência de linguagem para se referir ao clitóris, ao períneo, às mujimbas e à perereca

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TQP: Maternidades britânicas criam linguagem de gênero para “trans” parindo

O hospital universitário de Brighton e Sussex, no Reino Unido, introduziu uma cartilha de linguagem neutra em suas maternidades. Quer dizer, nos seus “serviços perinatais.”

A partir de agora, as parteiras devem usar termos como “leite humano” em vez de leite materno e “pessoa grávida” no lugar de mulher grávida. “Pai” agora é “co-parente” e até a palavra “breastfeeding” (amamentação) deverá ser trocada por “chestfeeding” – trocou-se o prefixo seio (breast) por peito (chest).

Mas a agenda “inclusiva” vai além e atinge o ápice do nonsense com este formulário, reproduzido abaixo.

TQP: Maternidades britânicas criam linguagem de gênero para “trans” parindo

Isto quer dizer que você pode dar o nome que quiser à sua vagina. E se quiser que seu órgão seja chamado de “pênis feminino”, “Alana”, ou “tamanduá-bandeira”, basta preencher corretamente a papelada.

A mudança causou tanta polêmica que o hospital precisou vir a público, dois dias depois do anúncio, para avisar que os antigos termos continuarão a ser usados com “pessoas binárias” e que a novilíngua será usada apenas com quem solicitar.

Leia também: Transfobia: pai trans grávido é registrado como mãe


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Leonardo Trielli

Leonardo Trielli não é escritor, não é palestrante, não é intelectual. Também não é bombeiro, nem frentista, não é formado em economia e nem ciências políticas. Nunca trabalhou como mecânico e nem bilheteiro de circo. Twitter: @leotrielli

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