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"Siência" de jornal

Show teste na Espanha que reuniu 5 mil pessoas registra apenas seis casos de vírus chinês

No Brasil, jornalismo científico, artistas milionários e políticos de oposição acham que se você for a uma praia, parque ou igreja, é um genocida negacionista nazi-fascista

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Por todo Brasil, a mídia científica é categórica: fique em casa! É a ciência, estúpido!, propagam as sumidades do jornalismo técnico, cuja única preocupação é salvar a própria consciência e o próprio bolso. 

Sem nenhuma reunião de estudos que atestassem seus palpites, a horda mainstream transformou qualquer sujeito, desde um simples ambulante até um dono de restaurante, que ousasse pôr o pé pra fora de casa num genocida em potencial. 

Comprovando a completa falência da estrutura da inteligência de nossos periodistas profissionais – ratificada pelo uso corriqueiro e irresponsável do termo genocida -, a simples confrontação de hipóteses (essencial para a ciência verdadeira) foi banida do debate público.

O lockdown, por exemplo, não pode ser questionado sob a pena de ver sua reputação transformada num misto de Adolf Hitley e Dick Vigarista. 

O tratamento precoce, tratado histericamente como se fosse um tipo inautêntico de elixir que promete a vida eterna, virou coisa de aldeão medieval, mesmo com inúmeros relatos de médicos demonstrando que o método auxilia na prevenção e contenção do vírus.

Pois um show teste realizado na Espanha, que contou com a participação de quase 5 mil pessoas, não apontou aumento no número de infecções. O uso de máscaras apropriadas foi exigido, mas não o distanciamento social.

Segundo a Isto É: “duas semanas após o show da banda indie catalã Love of Lesbian, só seis casos de coronavírus foram detectados entre os espectadores, disse o supervisor médico, doutor Josep Maria Llibre, em uma coletiva de imprensa”. Ainda segundo a revista, o especialista em clínica médica do Hospital Germans Trias, Josep Maria Llibre, disse: “Este não foi um evento super disseminador e não há sinais de que as seis infecções ocorreram no local”.

Após o teste mostrar que aglomerações, com pequenos cuidados, não provoca a disseminação do vírus, a nossa mídia especializada em derrubar o governo, apressou-se em dizer que por aqui o caso é diferente. Nossos vírus são mais criativos, muito provavelmente. 

O Estadão disse que, segundo um especialista, “num país como o Brasil, com transmissão acelerada, juntar dez pessoas já é um problema enorme”

É preciso criar logo o prêmio Simão Bacamarte de jornalismo.


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Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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