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Na novela "A Força de um Querer", Ivana é um homem no corpo de uma mulher, que gosta de homem, porque é um homem trans gay. Ou algo assim.

Na novela “A Força de um Querer”, da Globo, tem uma personagem chamada Ivana (Carol Duarte), que se descobre “um homem nascido no corpo de uma mulher”, ou seja, um “transgênero”, para acompanhar a onda politicamente correta, que resolveu eleger os transexuais a uma categoria de “minoria oprimida que todos agora querem ser”.

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A novela tem ainda a terapeuta de Ivana, com quem ela (?!) vai conversar sobre os seus “sentimentos” por Claudio (Gabriel Stauffer). Péssima idéia: em épocas de revolução sexual 2.0, a primeira pessoa a te causar problemas e te deixar maluco é a média geral dos terapeutas.

A terapeuta Eva (personagem de Ester Jabloski na novela) explica o inexplicável: “Ivana… Você está mudando de gênero, não de sexualidade! São coisas diferentes!”. Ou seja: nem mesmo tomar uma vigorosa surra de hormônios nega a realidade. A natureza. O óbvio. A verdade. Essas coisas tão ultrapassadas, obscurantistas, Idade das Trevas e reacionárias, que tanto incomodam a esquerda, a Patrulha do Politicamente Correto e o Projaquistão.

A terapeuta então tenta explica o que não deu pra explicar: “Você tem amigos que são homens e que são gays, não tem? As pessoas nascem homens ou nascem mulheres. Mas a sexualidade delas pode estar dirigida para pessoas do mesmo sexo ou para pessoas de sexo diferente. Homens e mulheres podem ser heteros ou podem ser gays!”.

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O binarismo foi ofensivo? Eva então vai além e esclarece Ivana: “Se você completar essa travessia, será um trans homem gay!”.

Por que está tão difícil dizer “mulher” e “heterossexual” no mundo de hoje?

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