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genocídio do bem

Hashtag “Força Covid” escancara o desejo de todo esquerdista: matar adversários políticos

Tudo o que a esquerda mais anseia é aniquilar quem pensa diferente. É vírus defendendo vírus. Lembre-se disso toda vez que vir um fazendo pose de defensor da democracia

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HolodomorUcrania9

No filme 007 contra Octopussy, louis Jourdan, interpretando o vilão  – cheio de trejeitos e poses – Kamal Khan, diz uma das frases mais exatas sobre o sentimento da esquerda em relação a tudo aquilo que ela não gosta. Ao ver james Bond vivo, depois de escapar de inúmeras armadilhas, nosso vilão arremata; “Sr. Bond, o senhor tem o péssimo hábito de sobreviver.”

A frase é demasiado requintada para habitar o universo expressivo de um militante de esquerda, mas ela está lá, em estado de dicionário. Se pudessem, calariam as vozes dissonantes com uma boa bala, como já declamou o radical comunista Mauro Iasi.

Em comum com o vilão de 007, apenas o ar falso, a grana da família, o apetite por coisas caras e o incontido desejo de destruir, ou melhor, de se apropriar de tudo o que a excelência humana criou. É o que se vê em mais uma demonstração de amor ao próximo, de embate leal contra seu adversário do momento, Jair Bolsonaro.

Nem bem a confirmação positiva do teste de Covid-19 do presidente havia se dado e a esquerda, em polvorosa, saiu comemorando. A sanha assassina dos democratas de paredão alastrou-se pelas redes sociais e uma jamaralhada de manifestações de apoio (ao vírus) correu de mão em mão, aquelas mesmas que não se soltam por nada, apenas para receber (quem sabe?) uma graninha por fora, claro.


O padrão se repete e não é de hoje. Desde os tempos da sanguinária Revolução Francesa que o esquerdista sublinha com gritos de ódio a beleza da variedade humana. É o eterno bárbaro salivando de inveja diante um monumento que sabe ser incapaz de erigir. 

A gana com que nossos bárbaros uivam torcendo por um vírus assassino – que se alastrou primeiro num país comunista – é o reflexo de quem, nas universidades, na imprensa e na classe artística, levou às últimas consequências sua propensão para a estupidez. 

Sua inegável indiferença pelo ridículo fez com que a esquerda cedesse o púlpito aos youtubers, gente qualificada apenas a grudar chiclete no cabelo, imitar foca e fazer macarrão falso com geleca. A turba ensandecida quer o mal do próximo apenas porque sente que não é um bem para si.

E é curioso notar que se toda essa disposição para a verdade, esse amor pela humanidade, esse zelo com o que é público, houvesse sido empregada quando Lula e sua gangue afanaram o país, quando impuseram seus valores que culminaram numa taxa de homicídios digna de uma guerra, talvez tivéssemos uma realidade atual mais amistosa.

Ou seja, é tudo pose, fingimento, bravata de quem deixou o país à míngua e não vai tolerar que ele entre nos eixos e cresça como nação. É por isso que desejar a morte do chefe do executivo soa natural vindo do pior tipo de vírus que esse mundo já conheceu; o esquerdismo atual. Vírus torce por vírus.

Como Kamal Khan, a esquerda quer a destruição total de todas as instâncias superiores da vida: a arte, a cultura, a família, os valores judaico-cristãos. Quer tudo de mão beijada, sem nenhum sacrifício. E vai desejar sempre que uma boa bala encontre a cabeça de cada um de nós porque ainda temos o péssimo hábito de sobreviver às suas insanidades e aos seus chiliques.

padrefuzi

 


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Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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