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Estadão reclama que cloroquina doada pelos EUA vira “problema” para governadores

De acordo com o jornal, o fato de o medicamento precisar ser fracionado cria gastos para os estados – e governadores estão reclamando

A empresa americana Novartis doou para o Brasil cerca de 3 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina para o combate à Covid-19, informou o Estadão nesta semana.

O jornal reporta que o Ministério da Saúde não quer fracionar a droga e a responsabilidade para dividir cada frasco com 100 comprimidos em uma dose exata indicada para pacientes do novo coronavírus, além de embalar o produto em caixa específica ficaria a a cargo dos estados.

Os secretários estaduais de saúde reclamaram por ter que fracionar o remédio “não comprovado cientificamente” para a cura da Covid-19. Para reforçar a indignação dos secretários, o Estadão cita uma afirmação da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) que diz que “a hidroxicloroquina deve ser abandonada em qualquer fase do tratamento da covid-19” .

Consultado pelo jornal, o médico e pesquisador da USP, Daniel Dourado, disse que “o ministério continua insistindo em orientações de dose e posologia do medicamento sem nenhuma comprovação e base científica”.

Por fim, o Estadão reitera a ineficiência da droga citando a nota do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) que disse que “não há racionalidade em defender o uso desses produtos dentro de uma política pública de medicamentos, muito menos para uso de forma precoce”.

O Estadão não quis ouvir médicos, pesquisadores e conselhos que defendem o uso da hidroxicloroquina no início dos sintomas.

Assim é o jornalismo profissional.


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