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Fuga das galinhas

Carlos Giannazi, pró-aborto, faz PL contra descarte de pintinhos machos

Deputado estadual paulista do PSOL, partido comunista e pró-aborto, tem fofo Projeto de Lei preocupado com descarte de pintinhos

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psolsa

Saiu no Diário Oficial de São Paulo, do dia 24 de abril:

Sabendo da capacidade do pintinho de um dia de sentir dor, ter consciência, sentir emoções e ser provido de capacidades cognitivas, devemos usar essas informações para nortear leis que protejam esses animais.

Isso é parte de um projeto de lei de autoria de Carlos Giannazi, do PSOL – conhecido por defender apaixonadamente o assassinato de bebês em fase de gestação -, que prevê a proibição no âmbito do Estado de São Paulo do descarte de pintinhos machos recém eclodidos que não teriam utilidade para as granjas.

Pelo que se extrai do texto, os futuros galos filósofos, matemáticos, guardas de trânsito ou, muito mais provável, deputados de esquerda, merecem mais respeito do que os futuros homens e mulheres que tiveram o azar de ser gestados numa era como a nossa.

Deixando de lado o mérito das absurdidades ditas acima, o que impressiona é a discrepância entre o zelo que o deputado e seu partido dão a um pintinho e o que oferecem a um ser humaninho.

É importante reforçar que qualquer indivíduo com alguma humanidade é contra a crueldade contra animais. O que causa espanto é a devoção cega à agenda política – causa primeira do aniquilamento da compaixão.

É claro que granjas e abatedouros devem buscar métodos menos dolorosos no abate ou descarte de sua produção e, se for necessário, que haja uma averiguação disso, mas o que está por trás desse falso instinto protetor é impor mais controle sobre os seres humanos, cada vez mais tratados como uma doença a ser curada ou, com exceção dos ungidos protetores da própria consciência, exterminada.

Como Theodore Dalrymple, no livro Evasivas Elementares, diz: “Mas os hábitos tornam-se caráter, e o hábito da superficialidade acaba se tornando (paradoxalmente) profundo ou, pelo menos, profundamente arraigado”.

No caso dos abortistas, os hábitos fúteis, esvaziados de piedade e misericórdia, são profundamente criminosos.


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Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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