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Fuga das galinhas

Carlos Giannazi, pró-aborto, faz PL contra descarte de pintinhos machos

Deputado estadual paulista do PSOL, partido comunista e pró-aborto, tem fofo Projeto de Lei preocupado com descarte de pintinhos

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Saiu no Diário Oficial de São Paulo, do dia 24 de abril:

Sabendo da capacidade do pintinho de um dia de sentir dor, ter consciência, sentir emoções e ser provido de capacidades cognitivas, devemos usar essas informações para nortear leis que protejam esses animais.

Isso é parte de um projeto de lei de autoria de Carlos Giannazi, do PSOL – conhecido por defender apaixonadamente o assassinato de bebês em fase de gestação -, que prevê a proibição no âmbito do Estado de São Paulo do descarte de pintinhos machos recém eclodidos que não teriam utilidade para as granjas.

https://twitter.com/Steh_Papaiano/status/1386785180979957768

Pelo que se extrai do texto, os futuros galos filósofos, matemáticos, guardas de trânsito ou, muito mais provável, deputados de esquerda, merecem mais respeito do que os futuros homens e mulheres que tiveram o azar de ser gestados numa era como a nossa.

Deixando de lado o mérito das absurdidades ditas acima, o que impressiona é a discrepância entre o zelo que o deputado e seu partido dão a um pintinho e o que oferecem a um ser humaninho.

É importante reforçar que qualquer indivíduo com alguma humanidade é contra a crueldade contra animais. O que causa espanto é a devoção cega à agenda política – causa primeira do aniquilamento da compaixão.

É claro que granjas e abatedouros devem buscar métodos menos dolorosos no abate ou descarte de sua produção e, se for necessário, que haja uma averiguação disso, mas o que está por trás desse falso instinto protetor é impor mais controle sobre os seres humanos, cada vez mais tratados como uma doença a ser curada ou, com exceção dos ungidos protetores da própria consciência, exterminada.

Como Theodore Dalrymple, no livro Evasivas Elementares, diz: “Mas os hábitos tornam-se caráter, e o hábito da superficialidade acaba se tornando (paradoxalmente) profundo ou, pelo menos, profundamente arraigado”.

No caso dos abortistas, os hábitos fúteis, esvaziados de piedade e misericórdia, são profundamente criminosos.


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Assuntos:
Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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