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Guten Morgen 45: Ideologia de gênero é contra a teoria da evolução

Queermuseu do Santander. Cura gay. Por que a política largou a economia, o modelo de Estado e a corrupção e só fala de ideologia de gênero?

Guten Morgen, Brasilien! É com longo atraso que retomamos nosso podcast, mas agora voltando ao ritmo esperado… esperamos! E temos muito a comentar em temas correlatos nessas semanas: exposição com pedofilia no Queermuseu do Santander, a suposta “cura gay” e eternas polêmicas trazendo a sexualidade para a tônica do debate político. Todas seguem a linha da ideologia de gênero, com acalorados “debates” falando em ciência seguindo sempre os mesmos clichês.

Mas será que estamos mesmo usando algum método científico em nossas discussões sobre as polêmicas que nos vendem? Aliás, antes mesmo de falar em ciência, será que estas polêmicas são mesmo assuntos preocupantes, interessantes, minimamente importantes?

São todos problemas irreais, de gente hiper protegida, com abrigo, comida e discutindo formas de lazer. E usando palavras usadas por cientistas, sem fazer a menor idéia do que a ciência é, sobretudo no misterioso, capiloso e tenebroso reino da sexualidade.

É nestas horas que a ideologia de gênero chega com tudo: com vocabulário pomposo, mas sem método algum, quer por que quer transformar tudo em propaganda pró-gay. Não se trata apenas de aceitar, respeitar ou mesmo defender: o que não fizer propaganda é considerado preconceituoso.

Ninguém percebe que o debate racional – “científico” – não lida com um conceito restritivo como “preconceito”, e precisa ser feito sem preocupações com hipersensibilidades. Muito menos com o controle político que querem pessoas absolutamente confusas como a líder máxima feminista do mundo e propagadora-mor da ideologia de gênero, a radicalóide e maluca Judith Butler.

Mas por que a ideologia de gênero é tão preocupada com a sexualidade? Por que a economia, o modelo político, a corrupção ou a geopolítica deixaram de ser o assunto político, e hoje tudo é questão de aceitação de gays ou de “preconceito”?

Quem não se lembra do chororô que foi o veto aos transgêneros nas Forças Armadas por Donald Trump – e quem se esqueceu de perguntar quantos transgêneros estão desesperados para servir o seu país por patriotismo, enfrentando terroristas em buracos infernais a milhares de milhas de casa?

Por que a ideologia de gênero precisa ser discutida, e todo o seu azedume com formato de cientificismo, até mesmo por quem não tem o menor interesse nessas questões de sexualidade pública? Precisamos evitar que agora tudo discordante seja considerado “preconceito”: a forma de censura 2.0 virá de quem herdou a queima de sutiãs de 1968.

E numa era de recalque, os controladores de recaldados ganham o discurso político. Agora a ideologia de gênero faz algum sentido?

Pior: ninguém que fica regurgitando vocabulário pseudo-científico para defender uma ideologia política percebe que ela vai contra justamente o que eles mais defendem: a Teoria da Evolução de Charles Darwin, da sobrevivência do mais adaptado ao meio?

E mais: Jack London, gramática inglesa, relativismo, Edmund Husserl, denegrir, Snoopy, método científico, C. S. Lewis, a harmonia do mundo no hinduísmo, heavy metal e totalitarismo neste episódio de nosso podcast.

A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência PierGuten Morgen, Brasilien!

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