Conheça a Planned Parenthood, um dos temas principais da campanha eleitoral americana: a ONG que promove abortos em bairros negros.

Passou sem muito alarde no Brasil a notícia de que Donald Trump encerrou os contratos governamentais internacionais com a Planned Parenthood, a maior instituição americana de realização de abortos. Poucos no Brasil sabem o que é a Planned Parenthood, a ONG que recebe cerca de US$ 530 milhões anuais do governo federal americano para realizar cerca de 324 mil abortos anuais. Entre seus objetivos, além de realizar abortos, está o de amenizar o debate e propagandeá-lo para jovens através da cultura popular em um esforço de governos globais.

A Planned Parenthood foi criada por Margaret Sanger, eugenista com o projeto de esterilizar populações negras e promover o aborto de negros, imigrantes e indigentes por serem “reprodutores imprudentes”, “humanos que nunca deveriam ter nascido”. Seu objetivo com a “paternidade planejada” era de criar uma raça “puro sangue”, considerando que o sexo era subjugado à necessidade econômica – por isso a necessidade de abortos.

Para isso, advogava o uso da violência e de atentados terroristas para atingir seus fins políticos. Graças a isso, ganhou admiração de grupos como os nazistas, que liam seus livros, da KKK, para quem até chegou a dar uma palestra, e Democratas como Barack Obama e Hillary Clinton. Hillary, em seus debates com Donald Trump, constantemente explicava seu plano de governo prometendo mais fundos para Planned Parenthood, E em mais de uma ocasião demonstrou sua admiração em público por Margaret Sanger:

A Planned Parenthood se espalhou pela América com o beneplácito da KKK com o fito de promover a eugenia e o “direito” das mães de abortarem seus filhos no útero. Seus “escritórios” são provisionalmente alocados sempre próximos a bairros de população negra, para facilitar seu objetivo, ou perto de Universidades, sabendo-se que terão uma clientela cativa. Ao se digitar “Planned Parenthood” no Google, uma das primeiras sugestões para se completar a busca é “near me”.

No ano passado, vídeos chocantes chegaram ao Youtube mostrando uma funcionária da Planned Parenthood negociando abertamente a venda de pedaços de fetos em um almoço. Os usos variam de rituais satânicos a combustível para calefação, vendidos de US$ 30 a US$ 100 dólares por espécime. Para a transação, o bebê, acima de 24 semanas, não pode ser morto por sucção ou desmembramento, como na maioria dos processos abortivos, mas é retirado, ainda com vida, no que é chamado de “aborto parcialmente nascido”, para ser morto e desmembrado fora do útero da mãe. É como informa o portal Reaçonaria:

A partir de 8:36 do vídeo abaixo, também podemos testemunhar outros detalhes da mercância: uma médica da Planned Parenthood leva “compradores” para averiguarem a qualidade do “produto”: o crânio de um bebê de 11,6 semanas é rachado para se retirar o cérebro, e pés, pernas, coração, estômago etc são separados para averiguação. Tais pequenos seres humanos são chamados pela esquerda e por feministas de “amontoados de células”.

Ainda mais. Na série de vídeos Planned Parenthood and race, do Live Action News, é possível presenciar mais um escândalo. Um doador promete uma transferência para a causa da Planned Parenthood, mas desde que a entidade use a doação apenas para abortar um bebê negro. A atendente, gostosamente, acata a ordem, pois “por qualquer motivo aceitarão o dinheiro”.

Uma mentalidade em que o racismo e machismo são condenados, mas se nega que um bebê seja uma vida, esta simples ligação telefônica deixou muitos cérebros americanos em parafuso, em plena época de Barack Obama financiando o Planned Parenthood e de o movimento Black Lives Matter agitar, incendiar e destruir vitrines, lojas e viaturas policiais na América com o discurso de que os problemas americanos podem ser resumidos a uma dicotomia entre brancos e negros e homens e mulheres.

Afinal, se assassinar o próprio filho é um “direito” dado, e é um direito “das mulheres”, e as vítimas de “abortos clandestinos” são mulheres negras, o que dizer e o que defender quando alguém, numa violenta ironia, chama de volta os cérebros à realidade anterior ao discurso prometendo dinheiro para a amada Planned Parenthood, desde que o bebê a ser executado seja negro? Bastou isso para que feministas e apoiadores do Partido Democrata caíssem num momentâneo lapsus linguæ e percebessem que bebês, afinal, são seres humanos.

Ativistas Democratas, incluindo membros do Black Lives Matter, chocados com doação para abortar apenas negros na Planned Parenthood

Ativistas Democratas, incluindo membros do Black Lives Matter, chocados com doação para abortar apenas negros na Planned Parenthood.

Ativistas Democratas, incluindo membros do Black Lives Matter, chocados com doação para abortar apenas negros na Planned Parenthood.

Ativistas Democratas, incluindo membros do Black Lives Matter, chocados com doação para abortar apenas negros na Planned Parenthood.

Ativistas Democratas, incluindo membros do Black Lives Matter, chocados com doação para abortar apenas negros na Planned Parenthood.

Ativistas Democratas, incluindo membros do Black Lives Matter, chocados com doação para abortar apenas negros na Planned Parenthood.

Ativistas Democratas, incluindo membros do Black Lives Matter, chocados com doação para abortar apenas negros na Planned Parenthood.

Fonte: http://liveactionnews.org/viewers-react-to-video-showing-planned-parenthood-accepting-donations-to-abort-black-babies/

Quando notícias pululam sobre uma “Marcha de Mulheres” contra Trump, que “defende o direito das mulheres em diversos países”, conforme é propagandeada pelo noticiário brasileiro, o que a propaganda se esquece provisionalmente de informar é de que se trata destes “direitos” acima elencados, e não o direito, por exemplo, de uma mulher não ser obrigada a usar o hijad nem ser espancada por seu marido muçulmano. Exatamente o contrário, diga-se.

Questionada a respeito de tais denúncias, a candidata Hillary Clinton, que não cansou de defender o aumento de verbas para a Planned Parenthood em sua campanha comentou que o caso da doação para abortar bebês negros e da negociação de partes de fetos mostrava que a instituição estava “sob ataques partidários”, por isso precisava ser ainda mais defendida.

Notícias como estas a respeito da Planned Parenthood nunca foram ouvidas no Brasil, a não ser em pequenos portais. Quando são noticiadas, diz-se que “O decreto deverá ter o apoio de setores religiosos que lutam contra o aborto nos Estados Unidos. Mas a medida vai contra o que defende um segmento da Marcha das Mulheres”, ou usando-se a aula de eufemismos “[o decreto de Trump] congela o financiamento dos Estados Unidos aos prestadores de cuidados de saúde nos países pobres”. Muito fofa.

Certamente, além de casos como o de Benghazi, foram fatores extremamente relevantes para o resultado das eleições, embora a mídia, que oculta tais escândalos como se fosse possível esconder um elefante na sala de jantar, tenha preferido inventar a desculpa de fake news” para escamotear seus próprios erros.

A política de que o dinheiro do pagador de impostos americano não pode financiar abortos existe desde 1984, na gestão Ronald Reagan. Quando foi eleito, Barack Obama, caudatário da política pró-aborto, anulou tal política. Apenas a Cidade do México recebeu mais de US$ 400 milhões em fundos federais americanos na gestão Obama, parte dos quais fluíram para as empresas de aborto International Planned Parenthood e Marie Stopes International.

O que Donald Trump fez foi impedir que o dinheiro do pagador de impostos americano financie atividades internacionais da Planned Parenthood que envolvessem aborto. Todavia, a ajuda internacional para locais como o México em atividades não-abortivas permanece.

Leia também: Aborto no STF: história, ciência e fatos.

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  • Há sim.
    A partir da fusão dos gametas, já há atividade metabólica.

  • Agora sim, um argumento científico. Como não nos dobrarmos diante de tanta ciência?

  • João Bremm

    “O feto não “carrega a possibilidade” de vir a ser humano – ele já o é.”
    Não, não é. O critério segundo o qual a vida teria início na fecundação é baseado em preceitos muito mais religiosos do que científicos.
    O debate orbita em uma colisão de direitos: o direito da mulher optar em carregar um feto e o direito á vida do feto.
    Por óbvio, a partir do momento em que considerarmos haver vida, o direito da mulher de abortar perde para o direito à vida do feto.
    Todavia, há que se ficar um momento para o início da vida. E este momento não pode ser fixado com ase em argumentos religiosos, senão estritamente científicos.
    O Direito Penal aborda o tema como estado de necessidade: havendo dois bens juridicamente protegidos, deve-se optar pelo de maior valor.
    Não me parece justo que um feto, que não tem sistema nervoso, logo, não sente nada, não tem nenhuma das características que nos definem como seres humanos (consciência de si; empatia;), seja juridicamente mais importante do que o direito da mulher se autodeterminar e escolher se carregará dentro de si, com todos os riscos que uma gravidez traz ínsita, por nove meses, um ser.

    • João, seu argumento “científico” de que a vida depende da dor considera, portanto, que alguém sem consciência de si e que não sente dor está morto. Podemos te matar com anestesia antes, além de assassinar todos os loucos, modelo nazista, certo?

    • … é baseado em preceitos muito mais religiosos do que científicos.

      Mais uma vez, seres humanos não são redutíveis a “máquinas biológicas”.

      E, novamente, a mesma falácia genética: o meio pelo qual alguém veio a concluir uma asserção não interfere na veracidade dessa asserção. Por exemplo, se uma pessoa aprendeu que “não se deve matar alguém injustamente” lendo os Upanishads, isto não implica que “não se deve matar alguém injustamente” é falso.

      Ademais, “cientificamente” a discussão já é encerrada: qualquer manual de embriologia define a fusão dos gametas como o marco zero de um ser daquela espécie. Isso vale para papagaios, vacas, cavalos, porcos, zebras, mamíferos, aves, anfíbios, peixes, sua mãe e um monte de outros seres.

      E este momento não pode ser fixado com ase em argumentos religiosos, senão estritamente científicos.

      As Ciências Naturais são incapazes de determinar o que é um assassinato. Questões de moralidade não podem ser discutidas com base em experimentos feitos em lâminas histológicas – não dá para estudar e “experimentar” furto, roubo, latrocínio etc. num lab de biologia.

      havendo dois bens juridicamente protegidos, deve-se optar pelo de maior valor.

      O qual é, de longe, o direito à vida e o direito ao nascimento.

      não tem nenhuma das características que nos definem como seres humanos (consciência de si; empatia;)

      Não tem ainda. Tais características estão presentes no ser humano como uma crisálida. É insano exigir atualização contínua de uma característica como marco definitório antropológico – até porque poderíamos chegar em alguns absurdos como o citado por Morgenstern mais acima.

      o direito da mulher se autodeterminar e escolher se carregará dentro de si, com todos os riscos

      Ninguém tem direito absoluto à “autodeterminação”, seja lá o que isso signifique. É estupidez, por exemplo, afirmar que uma pessoa deva ter o direito de “andar sobre as águas” como decorrência de sua “autodeterminação”.
      Ademais, ainda que se cogite, nem todo dever surge de escolhas – o próprio estado de necessidade, que você usa de exemplo, sobrepõe a autodeterminação de um indivíduo sobre o outro.

      Além do mais, a mulher grávida jamais vai se livrar do fato que ela é mãe. Ou, como pontuou o ateu Christopher Cantwell, um aborto não te livra de ser pai, apenas te torna pai de um cadáver.

      Ah! “Livrar-se dos riscos” é um bem jurídico inferior à “vida e nascimento”.

  • João Bremm

    MIMIMI #VOLTAidadeMÉDIA.
    A referência á idade Média guarda relação com a legislação fortemente inspirada em preceitos religiosos.

  • Murilo Pedrosa

    Concordo com o que vc disse sobre o aborto. É um tema muito delicado e cheio de donos da razão gritando o que eles acham ser “certo” ou “errado”.

  • Thais

    Excelente artigo! Assistam Blood Money, é imperdível!

  • Marcos Martins

    Não me admira que a notícia tenha sido abafada aqui no Brasil. Isso seria praticamente uma confissão de que os militantes pró-aborto daqui são financiados por governos estrangeiros.

  • Thais

    Excelente texto! Super recomendo Bloody Money! Traz detalhes dessa história de horror, assistam!

  • Senti-me fisicamente mal vendo o primeiro vídeo. Não sei se já vi um exemplo tão flagrante de imoralidade criminosa.

    Até 10 minutos atrás eu achava que clínicas como essa eram benéficas. Que ilusão absurda.

  • “Obviamente assistiu”, mas não refutou nada. Não adianta citar site panfleteiro, jornal falido (Guardian, amigo? nem a esquerda britânica lê essa merda), e NÃO refutar DE NOVO algo que te refutei: que a “mudança” Democrata, exposta em seu artiguinho do WaPo, é uma MENTIRA, como exposta no filme. Já que você assistiu, exponha aí em argumentos, para não desviar de novo do assunto depois de ser refutado n vezes e sempre mudar de tônica. Senão, adiós. É argumento, silogismo, premissa maior, premissa menor, referência à realidade etc. Não “ai, eu leio Slate”. Sobre DNA, é para você ver como sua prova de vida ou não não depende de uma única característica. Afinal, a sua definição não considera nem uma planta como vida, portanto, sim, você está cometendo assassinato. Sobre ser liberal, é apenas um esquerdista que entende de mercado. Au revoir.

    • Felipe Luiz

      Parem com isso…

      Vc escreveu seu artigo, colocou sua opinião.
      O cara comentou, expôs a dele.

      Chega!

      Esse tipo de discussão não leva a nada. Só desagrega.
      Mais um pouco vai começar o “Olavete” pra cá, “Esquerdista enrustido” pra cá…
      Enquanto isso a petezada vai assistindo de longe, dando risada e se recompondo para voltar no futuro.

  • Tambem investiguei a fundo essa questão do aborto, e uma das coisas que passam imperceptíveis na maioria das discussoes é a estrategia que a esquerda usa, a nivel nacional e regional, a proposta do aborto.

    Quase todos os abortistas brasileiros, falam sobre a viabilidade apenas se for até a 12º semana de gestação, mas isso é uma mentira Flavio, levando em consideração a nossa situação e o proprio sistema de saude brasileiro.

    Hoje, uma mulher MÃE, que quer ter uma filha, um filho, as vezes espera 5 meses para fazer seu 1o ultrassom.

    Quando tive minha segunda filha, foi exatamente isso que eu tive que esperar (logico que eu paguei exames particulares antes).

    Agora, o Estado não faz a lição de casa em nivel fundamental (politica publica para evitar uma gravidez, como uso de camisinha, pilulas anticoncepcionais, tabelinhas, etc via assistencia social).

    E ai quer se meter em uma defesa de Doutorado (cirurgias, enfermaria, remedios etc+ psicologos)? hahahaha, piada ne?

    É tragedia na certa.

    Nos primeiros meses que essa lei for aprovada, havera uma mudança no texto, pedindo para aumentar o prazo de 12 semanas para quem sabe, 24, 26 semanas.

    OU SEJA, TODA A NARRATIVA de ‘não é bebe até as 12o semana’ vai para a lata de lixo, e agora o pequeno ser humano, só é depois da 30º….34º… e assim por diante, até conseguirem legalizar a morte de bebes pós gestação como alguns malucos ja andaram comentando em outros paises.

    A guerra politica continua, e nao vamos retroceder, parabens ao trabalho Flavio!

    Att

    • João Bremm

      Mas se falar de sexo nas escolas os conservas piram, dizem que se está a estimular a erotização precoce, etc. Outrossim, 12ª semana é um critério baseado no início de atividade do sistema nervoso, critério idêntico ao estabelecido para declarar morte cerebral, a qual autoriza o desligamento dos aparelhos (e ninguém fala que isso é assassinato, pois não?).

      • Marcos Martins

        A morte cerebral existe com base na premissa de que é impossível trazer uma pessoa de volta a partir desse estágio. Caso a medicina evolua e um dia permita que a atividade cerbral possa voltar, esse critério será descartado imediatamente. Não é cabível a aplicação analógica exatamente porque o nascimento tem uma premissa diferente: o feto irá futuramente apresentar atividade cerebral. São situações completamente diferentes.

        E não, consevadores não se opõem a falar sobre métodos anticoncepcionais, e sim a estimular a idelogia do sexo livre com a desculpa de ensinar sobre sexo, inclusive dando a falsa ideia de que os métodos disponíveis são 100% seguros. Basta ver qualquer propaganda do governo para pegar a ideia: “saia por aí fazendo sexo como uma cadela no cio e use a camisinha que com certeza tudo vai dar certo.”

        • João Bremm

          O fato de não haver atividade cerebral autoriza a morte da pessoa em coma em razão de não haver probabilidade de melhora. Isso não é utilitarismo?
          Outrossim, o conceito de vida está atrelado à atividade cerebral (critério objetivo), e não à possibilidade de melhora (critério subjetivo, visto que há casos raros em que a pessoa voltou a ter atividade cerebral).

        • João Bremm

          Há casos (raros) de pessoas que “voltaram” do estado de morte cerebral. Outrossim, poder-se-ia dizer que é questão de tempo até que a ciência evolua, logo, o correto seria manter os aparelhos ligados. Todavia, o que importa é que o feto, até a 12ª semana, não apresenta atividade cerebral e troco-cerebral. Logo, ele não sente, não pensa, é mero amontoado de células, ainda que já tenha formado uma aparência humanoide, pois tal é apenas em aparência (em forma), e não em substância. Neste ponto, a vontade da mulher, de retirar tal corpúnculo de seu útero deve prevalecer.

        • João Bremm

          partindo da premissa que o feto carrega em si a “possibilidade” de vir a ser um ser humano com atividade cerebral, e que portanto deve ser protegido, poder-se-ia argumentar que o embrião in vitro também deve sê-lo, e, mais ainda, que a masturbação com ejaculação é homicídio (filicídio), e camisinha deveria ser proibida. parabéns, voltamos à idade média.

  • existe eugenia positiva e eugenia negativa, parece que o John nao sabe a diferença entre os dois.
    Sim, os abortistas eram favoráveis a eugenia positiva.

  • Pingback: Desmistificando Obama, o Contador de Histórias – Bom Senso()

  • Já entendi, é um guri de internet que acabou de procurar pelo “manual de nomes de falácia em latim” (ops, já vi guris de internet melhores) e quer ensinar a quem lê Cícero e Tertuliano.

    Você não sabe nem O QUE é uma falácia. Te ensino aqui: https://papodehomem.com.br/manual-compacto-de-como-foder-por-completo-uma-discussao-na-internet/

    Você não define o que é “planejamento familiar” e nem sabe O QUE é um direito para dizer que é um direito (por motivos de: “eu achei bonito falar isso”). Planejamento familiar pode significar querer ter 2 filhos, ou nenhum. O que a Planned Parenthood faz é ABORTO, que é outra parada. É como você confundir quantos cachorros quer comprar (“porque é um direito da mulher!”) e confundir com ASSASSINATO. Aliás, é quase a mesma coisa.

    A Salon tem uma agenda, e um histórico de falhas para defender a agenda Democrata. Já a viu falando do Colégio Eleitoral, o elogiando quando elege Obama, dizendo que é racista quando elege Trump? Aliás, o que postei não foi NEM SEQUER um silogismo. Como pode ter uma “falácia” aí?!?!

    Sobre a mudança do Partido Democrata, vá ver o filme que te falei. Ele refuta isso. Te citei um filme, porque quem aprende a falar “falácia” e sai dizendo por aí nunca leria Sêneca, Aristóteles, Santo Agostinho, Leibniz ou saberia identificar uma ignoratio elenchi ou um acarretamento fantasmagórico por aí, já que não tem em manualzinho da internet. Em 2 horas você terá seu artiguinho integralmente debulhado.

    No aguardo de mais vocabulário de adolescente achando que tá arrasando, quando passa vergonha sem conseguir refutar UMA LINHA do que postei. 😀

    • John

      Awn, ficou irritado?
      Pena que não tem como voltar pro Orkut e passar mais vergonha falando de versículos, né?

      Vamos lá.
      A primeira parte é uma pura falácia ad hominem(o que na verdade esqueci de colocar junto com a falácia genética), portanto nem vou tentar argumentar.

      Só dois pontos:
      “Aborto é assassinato”
      Dizer que aborto é assassinato é uma redução ao absurdo, o aborto realizado, pelo menos o mais comum, é feito antes do 3° mês, onde o feto sequer tem impulsos elétricos centrais, ou seja, não tem vida humana, de fato.

      O aborto é um direito da mulher, se não me engano o 9° Direito da Mulher estabelecido pela ONU, reconhecido e assinado pelo Brasil.
      É uma forma de manter o planejamento familiar quer você goste ou não.

      “A Salon tem uma agenda, e um histórico de falhas para defender a agenda Democrata.”
      Foda-se.
      Refute o conteúdo, não ataque a fonte.

      =≠=
      De resto é puro ad hominem.
      No aguardo de mais falácias. 😉

      • Argumentum ad hominem PODE SER uma falácia caracterizada pela negação de uma evidência com base no emissor, e não na evidência. Se estou falando de MIM, como pode ser argumentum ad hominem, que nem sempre falácia é? Aliás, nem há silogismo, DE NOVO. Vá descobrir a diferença entre retórica, oratória e dialética antes de sair vomitando “falácia, falácia, falácia” pra quem dá AULA disso.

        Se não há vida porque não há impulsos elétricos centrais, então bactérias não são vida, fungos não são vida, plantas não são vida, as esponjas, os corais, os cefalópodes, uma estrela do mar, uma anêmona, uma hidra não são vida. MEU DEUS, E VOCÊ QUER ME ENSINAR FALÁCIA!!!!!!!!

        Desculpe, garoto, mas seu lugar com sua “argumentação científica” é fazendo sucesso em DCE de maconheiro leitor de Brasil 247. Aqui é um nível MUITO avançado para seu nivelzinho. 🙂

        • John

          Awn, está nervosinho e apelando pra mais falácias.

          Pontos:
          “Argumentum ad hominem PODE SER uma falácia caracterizada pela negação de uma evidência com base no emissor, e não na evidência. Se estou falando de MIM, como pode ser argumentum ad hominem, que nem sempre falácia é? Aliás, nem há silogismo, DE NOVO. Vá descobrir a diferença entre retórica, oratória e dialética antes de sair vomitando “falácia, falácia, falácia” pra quem dá AULA disso.”

          Meu jovem, se acalme.
          O ponto principal foi a falácia ad hominem que você usou para desqualificar a Solon.
          O artigo em questão demonstra que o Partido Republicano teve participação ativa na fundação do PP, nada mais que isso, ao invés de você refutar com sustenção em outros dados sobre isto, você atacou a fonte, ou seja, uma falácia ad hominem.
          Refute o conteúdo, não a fonte.

          “Se não há vida porque não há impulsos elétricos centrais, então bactérias não são vida, fungos não são vida, plantas não são vida, as esponjas, os corais, os cefalópodes, uma estrela do mar, uma anêmona, uma hidra não são vida”

          Oras, mas você está sendo um pouco desonesto, creio que deva ser por causa do nervosismo.
          Impulsos elétricos cerebrais é a evidência da vida humana, se não há impulsos elétricos cerebrais, oras, não há vida humana.
          A vida humana termina quando os impulsos elétricos cerebrais desaparecem e começa quando eles surgem, isso sempre foi muito claro.

          Preste atenção que estou dizendo “vida humana” não “vida” em si.
          O próprio espermatozóide é um ser vivo, contudo não é vida humana, isso é o que faz adolescentes irem dormir sem no peso na consciência de serem genocidas.

          “Desculpe, garoto, mas seu lugar com sua “argumentação científica” é fazendo sucesso em DCE de maconheiro leitor de Brasil 247. Aqui é um nível MUITO avançado para seu nivelzinho. :)”

          Creio que não há nível padrão aqui, visto que meu oponente “argumentativo” tenta me pintar como um adolescente de esquerda.
          Em verdade, os seguidores da filosofia do cu do Olavo tem um nível padrão superior a este aqui encontrado.

          • Caríssimo psicólogo, saiba diferenciar quando estou rindo da sua vergonha de quando estou nervoso. Nervoso fico com o controle remoto. Você eu incentivo pra passar mais vergonha.

            Sobre a Salon, não há silogismo, portanto, não há ad hominem. Fato. Se quer a história dela, refutando essa bobagem que postou, já te mandei assistir Hillary’s America. Ah, você não assistiu? Então deve ser ad hominem seu, pelo único termo técnico que você aprendeu no manualzinho da internet, né? Hahahah. Aproveite e também veja Blood Money. Depois passo uns livros sobre quem fundou essa coisa, como, por que e com ajuda de quem. Mas veja os filminhos antes, tem versão dublada no Youtube.

            Você passa ainda mais vergonha tentando defender vida humana. Vai “lacrar” com gente que lê Lola Aronovich, aqui vai ficar sabendo que não adianta pegar UMA característica da vida humana e tentar aplicar aos seus interesses. Do contrário, bastaria dar descargas elétricas no cérebro para ele ficar “vivo”: afinal, há atividade cerebral, mas sem vida. Qualquer estudante de Medicina Legal sabe disso: é como maquiam mortes (fizeram com Ayrton Senna) para não serem investigadas. Que tal a definição de vida como possuindo DNA próprio? Afinal, sua mãe morre, você pode continuar vivo. Por quê? Porque seu DNA é diferente do dela. Um espermatozóide não tem DNA próprio. Um embrião tem. Vida. Não tem uma única vida definida no mundo que não seja por DNA próprio. Mas aí, você tem de de novo desviar do assunto do post, não responder nada, e ficar brincando de nomear o que você nem sabe o que é com terminhos de internet.

            Ai, mas como são obscurantistas e não lêem Peter Singer e seu “aborto pós-parto” o suficiente esses olavetes, hein? Ah, a propósito: ele tem um bom estudo sobre dialética, sem ser com a viadagem de citar nomes de falácia para o que nem é silogismo, que dirá falácia. Mas não se preocupe: os eleitores do PSOL acham que você lacrou de novo. 😀

  • Sugiro que da próxima vez que vier tentar criticar um texto, não use uma frase que CONFIRMA o que diz o artigo. Eugenia é exatamente o que você descreveu. Se quer mais umas frases adoráveis de Margaret Sanger, leia os links que deixei. Ou mesmo veja Hillary tentando dar um duplo twist carpado para escapar do lado racista e eugenista de Sanger ao elogiá-la. Mas parece que você nem chegou nessa parte do texto antes de vir citar… SALON como fonte!
    Sobre quem é de fato racista, responda rápido: Lincoln era Republicano ou Democrata? Qual dos dois partidos foi criado PARA acabar com a escravidão? Qual era dos plantations que queria manter os escravos escravos, e hoje quer mantê-los em guetos eleitorais? De qual dos dois partidos a KKK surgiu? Veja Hillary’s America, de Dinesh D’Souza. I rest my case.

  • Valdemar Kjær

    Assusta perceber que algumas pessoas consideram irrelevante saber quando começa a vida humana.

    Descobri que falar sobre o aborto é a melhor forma de triar sociopatas. Axiologia revela muito sobre o caráter.

  • João Marcos

    “O aborto só é uma questão moral porque ninguém conseguiu jamais provar, com certeza absoluta, que um feto é mera extensão do corpo da mãe ou um ser humano de pleno direito. (…)
    Existe aí portanto uma dúvida legítima, que nenhuma resposta tem podido aplacar. Transposta ao plano das decisões práticas, essa dúvida transforma-se na escolha entre proibir ou autorizar um ato que tem cinqüenta por cento de chances de ser uma inocente operação cirúrgica como qualquer outra, ou de ser, em vez disso, um homicídio premeditado. Nessas condições, a única opção moralmente justificada é, com toda a evidência, abster-se de praticá-lo.
    À luz da razão, nenhum ser humano pode arrogar-se o direito de cometer livremente um ato que ele próprio não sabe dizer, com segurança, se é ou não um homicídio. Mais ainda: entre a prudência que evita correr o risco desse homicídio e a afoiteza que se apressa em cometê-lo em nome de tais ou quais benefícios sociais hipotéticos, o ônus da prova cabe, decerto, aos defensores da segunda alternativa”

    (Olavo de Carvalho em “Lógica do Abortismo”, Diário do Comércio, 14/10/2010)

  • João Marcos

    Não é nem questão religiosa. É lógica: se não há certeza “científica” sobre quando começa a vida, então não se sabe se o aborto é infanticídio ou “amputação”. Vale a pena arriscar?

    Qualquer adulto, em outras situações, diria que não.

    E outra: quem defende aborto em estágios avançados (mais de 03 meses) e a Planned Parenthood, não é caso de debate. É de internação ou prisão preventiva. Como alguém fica impassível depois de assistir aos vídeos de abortos, aos testemunhos de médicos ex-abortistas e de mulheres que abortaram?

    • Ainnem Agon

      Apenas essa tese de “amputação” sozinha já demonstra a doença mental nos defensores do aborto.

  • Leniéverson

    Temos que batalhar para vencer na guerra de narrativas.

  • fausto atilio

    Melhor matéria que este site já fez. Parabéns !!!! E tem MUITO FDP que defende a legalização do abordo no Brasil. E POUCOS que defendem penas mais severas às pessoas envolvidas nesse crime.

  • Wombatmucholoco

    Caro Flávio, um dos grandes problemas ao se abordar assuntos como este que tocam profundamente a consciência e as convicções morais de um indivíduo é o fato de que cada vez menos pessoas, ainda mais as jovens que são os alvos preferenciais destes criminosos, não possuem qualquer educação religiosa e estão completamente alheios às consequências para a psique e alma das mulheres que se submetem ao procedimento do aborto. Não por acaso muitos abortistas se revoltam quando você exibe ou manda que assistam vídeos de aborto e dizem que você recorre aos vídeos apenas para fazer sensacionalismo, mas nenhum deles parece se incomodar com as imagens chocantes nos maços de cigarro que são exibidas para chocar os fumantes e “ajudar” a livrarem-se do vício.
    Os abortistas precisam que as pessoas se mantenham ignorantes sobre o que é uma vida, por isso reduzem o feto a expressões como “amontoado de células” entre outras. São canalhas do mais alto quilate.

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