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Eleições EUA 2020

Fraude eleitoral: Veja as evidências apresentadas por Sidney Powell

Entre acusações de "interferência de dinheiro comunista" e explicações sobre como o software da Smartmatic inverte votos, mídia só fala da tinta de cabelo de Giuliani e faz negacionismo de provas

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Sidney Powell coletiva Dominion Smartmatic Fraude eleitoral

“O que realmente estamos lidando aqui, e estamos descobrindo mais, é com a enorme influência de dinheiro comunista através da Venezuela, Cuba e provavelmente China, na interferência nas eleições dos Estados Unidos.”

Esta foi a primeira frase proferida pela advogada Sidney Powell na coletiva feita na quinta-feira, 19, após quase 40 minutos de fala de Rudy Giuliani. Powell, ex-procuradora que já trabalhou para nove procuradores de estado, Democratas e Republicanos, se debruçou na investigação das máquinas de votação da Dominion e do software Smartmatic.

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Segundo Powell, a tecnologia do software da Smartmatic, utilizada nas máquinas da Dominion e em outras, “foi criada na Venezuela a pedido de Hugo Chávez, para que ele nunca perdesse uma eleição, após um referendo constitucional não ter tido o resultado que ele gostaria que houvesse.”

A advogada disse que uma pessoa fez uma “impressionante e detalhada” declaração sob juramento explicando como tudo funciona.

“Ele estava com Hugo Chávez enquanto [Chávez] era informado sobre o funcionamento [do software]. Ele estava com Hugo Chávez quando [o ditador] viu [o software] em operação.”

De acordo com Powell, esta testemunha disse que o propósito expresso da criação do software era a eleição sair exatamente como queria o ditador da Venezuela. “Tão logo a testemunha viu múltiplos estados interromperem a [contagem da] votação, ela sabia que a mesma coisa estava acontecendo aqui.”

Powell explicou que uma das principais características do software é a sua capacidade de inverter votos, que pode ser feita por um algoritmo que “provavelmente foi executado em todo o país para pegar uma certa porcentagem de votos de Trump e inverter para Biden.”

“Nada disso teria sido descoberto se a quantidade de votos para Trump não tivesse sido tão esmagadora em alguns destes estados, o que quebrou o algoritmo e foi a causa da interrupção nos estados que paralisaram [a contagem dos votos].”

Foi neste momento, segundo Powell, que entraram em cena os votos “enviados pelos correios“, muitos deles em “cédulas quase intactas, com a marcação do voto em círculos perfeitamente idênticos, todos para o senhor Biden.”

Estes fatos, diz Powell, correspondem às provas estatísticas que mostram picos na contagem de votos na mesma hora em que as testemunhas declararam terem visto a chegada de lotes de cédulas no meio da madrugada.

“Nós temos provas de que um número exato de seis dígitos de votos foram inseridos várias vezes em pelo menos dois estados – e eu estou falando de algo como 341.542 votos para Biden e 100.012 votos para Trump. Não existe explicação lógica para que estes números exatos tenham sido inseridos em um espaço de 20 minutos nas máquinas.”

A ex-procuradora mencionou declarações de testemunhas sob juramento de como eles foram treinados para apagar do sistema alguns votos de Trump.

“Você pode baixar os manuais do software pela internet e ver as características do programa” para descobrir como os sistema permite que os votos sejam manipulados pelo usuário.

Sobre a Dominion, Powell relata que eles mudaram o endereço de seu escritório em Toronto durante uma noite, mas que, antes, a empresa tinha sede no mesmo andar de uma organização de George Soros. E isto não é coincidência.

“Um dos líderes de projeto da Dominion Systems é Lord Malloch Brown, pessoa número dois de Soros no Reino Unido”, lembrou a advogada, que também relatou a ligação da empresa com a Clinton Foundation.

Com voz embargada, Powell terminou a sua fala dizendo que tudo isto é “assombroso, desolador e enfurecedor, um dos atos mais antipatrióticos que eu posso imaginar.”

“Eu quero que o público americano saiba que nós não nos intimidaremos. Americanos patriotas estão fartos da corrupção desde o nível local até os níveis mais altos de governo, e nós iremos pegar este país de volta, nós iremos limpar esta sujeira agora. O presidente Trump teve uma vitória esmagadora, nós vamos provar isto, e nós vamos devolver os Estados Unidos da América para as pessoas que votaram por liberdade.”

Assista abaixo a coletiva na íntegra (sem legendas).

https://www.youtube.com/watch?v=buQCdCSDWQQ&t=3054s

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Leonardo Trielli

Leonardo Trielli não é escritor, não é palestrante, não é intelectual. Também não é bombeiro, nem frentista, não é formado em economia e nem ciências políticas. Nunca trabalhou como mecânico e nem bilheteiro de circo. Twitter: @leotrielli

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