vadias livres

A revista Veja chamou a futura primeira-dama do Brasil, Marcela Temer, de “bela, recatada e do lar”. O Twitter pirou com a descrição, criando até a hashtag #belarecatadaedolar para zombeterar a revista – confirmando a tese de que não importa quantas críticas a revista Veja mereça, é a crítica ir parar nos Trending Topics para se ter certeza de que a Veja está certa.

Dúvida: Marcela Temer não é bela? Não é recatada? Não é do lar? Então… qual o raio do problema com a descrição da revista, cazzo?

Lendo-se posts por aí, descobre-se facilmente o óbvio ululante para quem estudou movimentos como o feminismo. Segundo consta em posts de intelectuais gabaritadíssimos no Facebook, a revista está sendo machista (e talvez racista e homofóbica e, quiçá, nazista) por defender que Marcela Temer é bela. E recatada. E do lar.

https://twitter.com/mvsmotta/status/722822447758712832

https://twitter.com/mvsmotta/status/722822447758712832

Ou seja: ao descrever o comportamento de Marcela Temer, comportamento real, que Marcela Temer possui, a revista está automaticamente defendendo este modelo para todas as mulheres. Incluindo que todas as mulheres devem ser belas, quando basta um giro pela mocreiosfera progressista para se ver que as mulheres feministas não são lá bem recatadas, nem do lar, menos ainda belas.

Acarretamento lógico para elas: que estamos vivendo oficialmente sob o nazismo mais nazista, e mulheres como Dilma Rousseff, não bela, segundo sua (deles) visão não-recatada (!), pouco do lar, estão sendo escorraçadas da política por uma limpeza étnica para trocá-la por mulheres belas, recatadas e do lar.

Este é um dos mais sérios problemas da nova versão do marxismo, que trocou a luta de classes pela luta de “minorias” contra supostas “maiorias”. Da Escola de Frankfurt à análise do discurso, marxismo, psicanálise e semiótica são sempre usados para se buscar “roupagens ideológicas” em tudo o que se diz.

Ugly FeministsResultado: enxerga-se apenas uma propaganda política de dominação contra supostos oprimidos, quando se apenas se descreve a realidade (“está aí uma moça bela, recatada e do lar”). A linguagem se torna um fim em si mesma, sem nenhum referencial à realidade, apenas sendo objeto de disputa não apenas política, mas eleitoral (logo logo estarão chamando de “tucanos” quem considera Marcela Temer bela. Ou recatada. Ou do lar.).

A realidade já não importa: dizer que Marcela Temer é bela (ou mesmo coisas ainda mais irrefutáveis, como ser recatada e do lar, fatos sólidos e indisputáveis) é proibido. Pois tudo seria “ideológico”. Sem perceber, os arautos do “pensamento crítico” colocam a sua própria ideologia antes da realidade, juranto que encontram “ideologia” em todos os que narram a mera realidade sem dar opinião nenhuma.

Assim, descrição vira propaganda, e falar a verdade é sempre um ato reacionário, digno de receber um quadrimestre de críticas em colunas de Leonardo Sakamoto e Nana Soares. E toda a preocupação pública se foca apenas na luta dxs oprimidxs de ocasião, e não nos resultados.

Ou seja: se antes a luta era pelos pobres, o capitalismo provou que consegue enriquecê-los muito mais do que o socialismo (pergunte aos coreanos de ambos os lados da fronteira). Então, ao invés de abraçar o capitalismo, critica-se os ricos (mesmo os que eram pobres na geração passada ou há 10 anos), porque passam imediatamente a fazer inveja aos pobres.

Motivo óbvio: pobres que enriquecem não precisam mais de você e sua política “emancipatória”. Logo, é bom dizer que fins mundos e fundos pelos pobres, mas até quase eles se tornarem livres. Livres livres eles já não servem mais.

feminazi suvaco peludoComo a esquerda econômica é sempre uma espécie de teimosia da ideologia perante a realidade (precisamos de mais de meio século entre um Keynes e um Piketty, já que a esquerda é sempre minoritária na economia), restou recriar a luta de classes marxista no tripé raça-gênero-sexualidade, o que ainda dá a vantagem de ricaços bens de vida nadando no conforto opulento do capitalismo se considerarem extremos da opressão por serem negros, mulheres ou terem alguma frustração sexual que não é aceita publicamente pelo lado “arcaico” da sociedade (incluso aí aqueles que só não querem que você faça nada sexualmente ativo em público, mas defendem sua liberdade entre quatro paredes de fazer o que você bem entender com o seu anel de couro, incluindo, mas não se limitando a, dar, vender, alugar, emprestar, leiloar, penhorar, hipotecar, rifar, ceder nas formas de leasing, comodato ou alguma outra forma de alienação prevista pelas legislações tributária e civil vigentes).

Portanto, se uma geração de pobres enriquece (novamente, pergunte a um sul-coreano sobre seus pais), adeus, esquerda. Se uma geração de pobres fica com algumas migalhas a mais, viva a esquerda. Se uma mulher vence na vida, se realiza, tem os filhos que quiser, a religião que quiser, o marido que quiser e for dona da empresa lucrativa que quiser (pergunte à Sylvia Design), adeus, esquerda. Se ela for dependente não mais do tal “patriarcado”, mas de um grupo que diga que se você possuir uma genitália engravidável você deve votar neles e ser contra o impeachment, uhuuuu, a esquerda me liberta, a direita é opressora.

marcha-vadias-2015Ou seja: pessoas realizadas, que têm o que querem da vida sem serem dependentes, são as pessoas mais odiáveis para a esquerda, que é, por definição, a teoria de que todos devem ser dependentes do Estado.

O curioso é que para o teatrinho funcionar e se fazerem de “livres” graças à adesão a um grupinho (o que é a própria definição de dependência absoluta e integral), precisam se pintar de “vadias”, “vítimas potenciais de estupro” e garantirem que sofrem preconceito por sua liberação sexual, quanto mais longe estiverem de poder potencializar tais condições.

Lembram bastante o que Will Durant dizia de Nietzsche, tão crítico da moral cristã, quase tão casto quanto um padre: criticando a negação do mundo do cristianismo, não deixava de ser um santo que sonhava em ser um pecador.

Além da contradição óbvia, gera ainda outro efeito contraproducente: aquilo que é visto como desejável (enriquecer, ser considerada bonita, ter o que se quer da vida, não sofrer preconceito etc) passa a ser destacado como motivo de zombaria se concretizado. Quem vai precisar de revista Fórum, de Lola Aronovich, de discussões sobre padrão ocidental de beleza, de feminismo, de Socialista Morena, de psicanálise, de Marcha das Vadias, de Jean Wyllys, de “oficina de siririca e chuca” em faculdade de Humanas, de Simone de Beauvoir, de Jandira Feghali, de Laerte Coutinho se alguém possui uma vida social, afetiva e sexual satisfeita?

marcha das vadias fubangasPior: ninguém pode ser maior adversário da esquerda do que uma “minoria” que não precise da esquerda. É um traidor. Pobre que não precisou de Bolsa Família para subir na vida e não considera o petrolão uma “corrupção do bem” e nem chama o mensalão de “ação penal 470, o chamado mensalão”? Coxinha tucano pau mandado da elite. Negro que não esteja perigosamente no limiar do racismo contra brancos? É “negro de alma branca” ou “capitão do mato”. Homossexual que não seja gayzista? Quase um Adolf Hitler. Mulher que não grite contra a gordofobia e se considere vítima do patriarcado machista opressor? Praticamente um Jair Bolsonaro de saias.

O feminismo, então, apesar da propaganda sobre todas as mulheres, só pode defender as mulheres aguerridas na implantação da agenda politicamente correta e do controle político de linguagem. Se uma mulher quiser ser feminina, dona de casa, mãe, conservadora, ir à igreja no domingo, defender família tradicional e considerar o PT corrupto e até um pouquinho anti-republicano em sua mania de confundir o Estado com o partido, a feminista já desiste de defender sua liberdade feminina, mas passa a considerá-la um protótipo do que deve ser estereotipado como uma submissão horrenda, usando uma caricatura sua para prejudicá-la pessoal e socialmente.

marcha_das_vadias monstroÉ a crença de que uma mulher só é livre caso se torne uma ativista, uma maluca usando sua condição de mulher para defender o que o partido atual a mande defender, para fazer campanha de “famosas” para achincalhar sua reputação, usando qualquer traço feminino seu desavergonhadamente como algo a ser ridicularizado.

Marcela Temer foi a pessoa a provar à nação o que já afiançava o gênio G. K. Chesterton: “O feminismo trouxe a ideia confusa de que as mulheres são livres quando servem aos seus empregadores, mas são escravas quando ajudam seus maridos”.

Curiosamente, em três simples expressões, a revista Veja conseguiu mostrar por que as esquerdistas odeiam mulheres de direita que lhe fazem inveja, enquanto feministas nunca conseguem provocar inveja de sua “liberdade” e “consciência crítica” em mulheres realizadas e satisfeitas com suas conquistas. E olha que Marcela Temer está a anos-luz de ser uma mulher “de direita”.

Afinal, o feminismo só quer impor um novo padrão de beleza, baseado na feiúra, essa que é universalmente atingível, para trocar toda a psicologia humana pelo vitimismo partidário.

marcela temer

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  • Fabio Sanros

    P q ficar pelada?os tarado vao fica mais doido ainda

  • Cíntia

    Me deu é pena dessa Marcela. “Cafetinada” pela mãe aos 20 anos.

  • Gus

    “E olha que Marcela Temer está a anos-luz de ser uma mulher “de direita”.” Pois é, comparada com Margaret Thatcher, a Marcela é Joan d’Arc…

  • Gus

    A revista Veja, sempre o faro cultural e intelectual do Brasil!

  • Luiz

    Bicho, você escreve bem demais.. Puta que pariu!!!

  • Viviane

    O mais engraçado é encontrar seres pra praticar zoofilia com esses animais a ponto de elas se sentirem vadias…

  • O que eu não entendo é a mania de transformar um simples titulo de uma matéria em algo escabroso hoje em dia tudo é ofensivo não se pode dizer nada e la vem a esquerda distorcer as coisas o que tem haver a matéria da revista com privatização, terceirização serviço públicos enfim ótimo texto resumiu bem o que são esses movimentos feministas que não lutam por nada nem por elas mesmas e servem de chacota e o final do texto é sensacional parabéns.

  • Kenshin

    Boa tarde pessoal.
    Talvez seja interessante ver a opinião colocada abaixo sobre esse tema.
    http://pensamentosemcurso.blogspot.com.br

  • Elaine

    Exatamente.

    • weslley pontello

      kkkk FATO

  • Joel

    Perguntar nao ofende: Porque as feministas sao sempre feias?

    • Raquel

      Talvez pq as belas estejam ocupadas demais tentando se enquadrar nos padrões de beleza impostos pela sociedade.

      • Cintia

        Exato!

  • Qual o problema de descrever a esposa de Temer como bela, recatada e do lar. Somos livres para fazermos nossas escolhas e Marcela fez a dela. Se essas mulheres da reportagem fazem escolha diferentes das de Marcela, que sejam felizes . LIBERDADE DE ESCOLHA DEVE SER RESPEITADA.

    • Vanessa

      Não há problema nenhuma na escolha da Marcela, ela é livre, leve e solta.

      Há certo problema na matéria da revista que é tendenciosa diante de nossa crise politica e ideológica. Também há certas discrepâncias na escolha estranha das imagens do post do Morgenstern. Se é para brincar de dicotomia. Acho que deveriam ter fotos de Feminazes mais gostosas, deslumbrantes sem roupa e em contra partida, ter fotos de mulheres do lar com suas mãos calejadas e cabelo bagunçado de tanto limpar o chão e com suas roupas cheias de vômitos de seus filhos.

      Mas vejam só que 8 ou 80, preto ou branco esse meu pedido, quanta bipolaridade. Hahahahaha! Vou parar agora mesmo, se não ficarei tentada a falar de Esquerda ou Direita, PTralha ou Coxinha, Coca cola ou Pepsi. rsrs! Abraços

      • Jeremias Jonas

        “Acho que deveriam ter fotos de Feminazes mais gostosas, deslumbrantes…”.

        Existe isso?

  • Vanessa

    Gostei bastante da escolha das imagens do texto que o autor se utilizou para descrever a “realidade” ou mesmo a “verdade” quanto ao assunto em questão. Ele adora afirmar em todas as replicas de comentários, principalmente os “femininos”, o seguinte: “Como se mostrou no texto, se alguém descrever a realidade, uma feminista critica que seja uma representação. Verdade e feminismo são como água e óleo.” Já que em seu poder de dedução que cheira a cagação de regras, ou mesmo certa arrogância, o autor é levado a não mais conseguir refutar qualquer outra opinião que não seja a dele “que está estritamente lacrada no texto como se fossem os 10 mandamentos irrevogáveis”, ou seja, toda a “verdade” e toda “realidade” quanto ao assunto do ponto de vista de um ser que nem ao menos é geneticamente falando, uma fêmea. rsrs
    Mas deixando a ironia de lado, minha intenção não é entender as motivações do autor, mas sim trabalhar nuances de seu texto, por isso vamos lá…

    Sua escolha imagética consiste em fotos de “feministas” (mulheres gordas. pichadas com os peitos caídos, ou peludas) e também a escolha de uma foto singular que talvez tivesse a intenção de contrastar com o que podemos chamar de “contrario de feministas”, ou, “mulher não feminista” uma foto da (Marcela Temer em seu vestido branco). Se precisamos falar de realidade e de verdades, gostaria de relembrar a todos que a moda existe e dita padrões e regras de beleza desde muitos séculos atrás, para ambos os gêneros e até mesmo para crianças, no século XV, por exemplo, o padrão de beleza era esse: (Foto: http://www.fashionbubbles.com/files/2008/11/as-tres-gracas.jpg). Interessante não? Mulheres bem gordinhas! Rsrsrs.

    Gostaria de levá-los a pensar sobre quem definiu os padrões da moda, quem são os seres que ditam as regras de como as pessoas devem ser vestir e ser? Vou dar uma dica… Talvez alguns homens dos comentários possam alegar o seguinte: “Credo, não gosto de mulheres gordas assim, não adianta as feminazes tentarem me obrigar que eu não vou aceitar esse tipo de mulher não”. Um comentário desses só explica o que é a “REALIDADE” que consiste em uma espécie de um mercado de aparências em que homens e mulheres são levados a certos tipos de padrões de comportamento e vestimenta para agradar seus respectivos públicos alvos. O padrão “Marcela Temer” existe apenas para atender sua demanda, assim como “Homens com barba”, “Homens com coque” existem para atender seu público alvo que consiste em mulheres que gostam de homens assim. Nenhum homem acorda de manhã e pensa “vou deixar a barba crescer agora”, ou nenhuma mulher acorda e pensa “Vou emagrecer 10kg”. Ah sim, é uma REALIDADE, que todo homem que deseja deixar a barba crescer e toda mulher que deseja perder kilos vá a ter esse pensamento, OBVIO!

    O que é não é revelado é que talvez por trás dessa motivação há todo um estratagema de impulsões sociais para atingir seu público alvo “mulheres que gostam de barba”, “homens que gostam de mulheres magras”, pois essa é a nova moda que todos pedem e devem seguir”. O padrão de beleza do século XV só existiu pq os homens gostavam de mulheres gordas, quando os homens passaram a gostar de mulheres magras, o padrão se alterou.
    O é o FEMINISMO, e o que ele TALVEZ quer dizer: TALVEZ seja tentativa de tirar as mulheres dessa arapuca da moda/sistema, não apenas as mulheres, mas os homens também. Muitos homens se incomodam por serem excluídos quanto não atendem os padrões desse sistema.

    Ambos, mulheres e homens podem ser o que quiserem, mulheres podem ser o modelo “Marcela Temer, prendada e do lar” ou podem ser o modelo “Marcela Temer, não prendada, não do lar”, ou podem ser QUALQUER OUTRA COISA.

    O que muitas vezes os homem não entendem, por terem nascido homens, é que o peso da moda/sistema é muito mais opressivo para as mulheres, pois seu público alvo possui de certa forma, muito mais poder de decisão, o que chamam de regime Patriarcal. Se as mulheres tivessem mais poder de escolha e decisão dentro do sistema, estaríamos em um regime Matriarcal . Quando um homem dita uma regra de moda “gosto de mulheres assim”, “a mulher tem que se comportar assim”, ou as mulheres se adéquam as regras ou estão fora do jogo de uma forma bem cruel. Tenho ciência de que há pressão no mundo dos homens e as vezes ela é imposta por eles mesmos. Mas não fechem os olhos, pois se um homem não atende aos padrões de beleza e comportamento que as mulheres querem, esse espécime do sexo masculino não está fora do jogo, ele apenas tirou umas ferias, ou ele traduz a recusa das mulheres como uma atitude de loucura. Afinal, ele é um homem, homens nasceram para triunfar. Esse ser não é isolado ou excluído por ser homem fora da moda, já que nenhum homem em uma sociedade para homens o é.

    Obrigada para quem leu até aqui.

    • Humberto Martins

      Hipocrisia é
      isso:
      “Já que em seu poder de dedução que cheira a cagação de regras, ou mesmo certa arrogância, o autor é levado a não mais conseguir refutar qualquer outra opinião que não seja a dele “que está estritamente lacrada no texto como se fossem os 10 mandamentos irrevogáveis”, ou seja, toda a “verdade” e toda “realidade” quanto ao assunto do ponto de vista de um ser que nem ao menos é geneticamente falando, uma fêmea. rsrs”

      seguido de:
      “Mas não fechem os olhos, pois se um homem não atende aos padrões de beleza e comportamento que as mulheres querem, esse espécime do sexo masculino não está fora do jogo, ele apenas tirou umas ferias, ou ele traduz a recusa das mulheres como uma atitude de loucura. Afinal, ele é um homem, homens nasceram para triunfar. Esse ser não é isolado ou excluído por ser homem fora da moda, já que nenhum homem em uma sociedade para homens o é.”

      Converse um pouquinho com os gordinhos/feios/nerds do fundão das salas de aula por aí, ou qualquer outro indivíduo que tenha baixa auto estima, elevada timidez, ou uma combinação de quaisquer tantos desses lhe apeteça. Vc vai perceber que os problemas decorrentes de não se enquadrar no padrão de beleza são capazes de gerar traumas, sequelas, depressão, em qualquer ser humano independente de gênero. E que não se trata de tirar férias do jogo.
      Não se trata de um embate visando desconstruir ideologia e impor seus valores sobre quem vc acredita errado.
      Se trata de difundir a ideia de ter empatia pelo outro, como ser humano, independentemente de gênero.
      Uma vez que você entenda isso, e se comunique pensando dessa forma, sem bater de frente, o seu discurso vai ser melhor recebido por aqueles que realmente precisam ouví-lo.

      • Vanessa

        Humberto, não recordo do assunto, ou a postagem tratar de “gordinhos/feios/nerds do fundão”, por isso acredito que meu discurso não é hipócrita já que estamos tratando de questão de gênero.

        Também estamos fugindo ao tema principal que me fizeram recordar em algum outro canto da internet aí que é “Motivações tendenciosas de cunho político de uma revista brasileira que não gosta do atual governo”. Só que nisso o próprio autor desse post já se afastou também.

        Entendo seu ponto de visto, também sempre vejo os ruídos nas opiniões, principalmente as contrarias. Jamais entenderei o que uma pessoa sofre quando é acometida por racismo, pois sou branca, mas, como você deu a entender, posso apostar na empatia.

        Tenho ciência de que também há pressão no mundo dos homens e as vezes tenho a impressão que a mesma é imposta por eles mesmos; Afinal, “Boys Don’t Cry”.

        Posso afirmar que não sou um homem e não tenho como ter certeza dessas minhas últimas, mas isso não quer dizer que eu volto atrás no que disse, pelo contrário. Aprendi por empírica que nenhum homem é isolado ou excluído por estar fora da moda, já que nenhum homem em uma sociedade para homens o é. E que se de fato isso ocorre e se enquadra em outros tipos como ” gordinhos/feios/nerds do fundão “, esses se tornam vitimas do próprio sistema, são minorias e são destroçados pelos mesmos padrões de moda incumbidos para homens, seja magro/bonito/descolado, ou geek, AS VEZES venho a crer que em sua maioria, esses ditames sociais, foram criados pelos próprios homens e vinculados nos pensamentos das mulheres. Se você for gordo,feio e nerd, você é um looser, você não representa a espécie de machos alfas. rsrs! Entende o quanto isso é insano? E diferente do que o autor diz que sobre “REALIDADE” e “VERDADE”, pesquise qualquer site de homens ensinando homens a serem homens, essas dicotomias são muitos reais.

        Para finalizar… Homens tem algo de muito bonito a ensinar as mulheres, algo que se chama: Solidariedade, vocês são fraternos entre si, se apóiam uns aos outros, jamais estão só. Já as mulheres, assim como qualquer minoria, o isolamento é parte fatídica das páginas dessa história que sempre há de se repetir.

        E minha indagação é, quem nos ensinou a minoria a falta de solidariedade, falta de empatia? Quem nos ensinou que estamos sozinhos(a)!

        • Humberto Martins

          Assim. Na boa. Vc não quer conversar, ser entendida, tirar algum proveito do diálogo, evoluir como pessoa.
          Vc quer sair por cima em uma discussão, na qual entrou sem estar pronta pra se desarmar antes de ler o que o outro fala. Comum até demais nessa internet de meu deus… Vc falou de realidade no seu primeiro comentário. No seu segundo comentário vc disse que (realidade) fugia ao tema no texto e aproveitou pra alfinetar o autor. Depois disse entender meu ponto de vista, e tentou o aplicar em um contexto pro qual ele não foi direcionado, tirando a credibilidade dele.
          Se um homem jamais vai entender a causa feminina, por ele ser homem, pra quê falar da causa pra eles então?!
          E não acho que tenha que ficar discutindo culpa tbm não. E daí quem criou o modelo? Como vc tem tanta certeza de que não há mulheres envolvidas alimentando a ideia? Isso tem relevância, mas ofusca o que vc realmente quer, que é uma solução pra ele. Não? Eu vejo um escapismo, rancor direcionado. Se vc quer que o modelo acabe, ficar dizendo que foi criado pelo “patriarcado” não é uma estratégia mais útil que argumentar com o pq de ele dever ser retirado, o que ele causa nas pessoas, nos excluídos sociais. Vc só se interessa em defender se o excluído compartilhar o seu gênero, raça e ideais? Se sim,
          a suposta empatia pelo meu ponto de vista não existiu.
          Vc só quer ir mais longe sem se contradizer.
          E se é esse o caso, eu digo aqui desde já que vc ganhou e paramos por aqui uma discussão que provavelmente não vai te mudar em nada, e pouco vai me acrescentar tbm.

    • Igor

      É no mínimo contraditório observar alguma problemática em fotos de mulheres “gordas, pichadas, com peitos caídos ou peludas” e uma foto da Marcela Temer – que seria o “padrão ditado pela moda” à sociedade. Se não há nenhum problema em mulheres “gordas, pichadas, com peitos caídos e peludas” que fogem ao “padrão” imposto pela moda, então não há o que reclamar: está sendo colocado o que seria o ideal à fuga do padrão. Ou no fundo a comentarista vê algum problema em mulheres “gordas, pichadas, com peitos caídos e peludas”? Será que o articulista deveria colocar como exemplos de mulheres fora do “padrão ditado” fotos de mulheres que equivalem ao “padrão ditado”?

      Enfim… é engraçado como algumas feministas acham que estão fugindo do “padrão ditado pela moda”, enquanto na verdade estão sendo simplesmente induzidas – ideologicamente – a um padrão imposto pelas feministas. Ou nunca pararam para pensar que o “anti-padrão” dessas mulheres “gordas, pichadas, com peitos caídos ou peludas” é um padrão que feministas desejam impor? Só estão acusando os outros do que estão fazendo!

      Ah, e esse “padrão de beleza” de gordinhas no século XV não corresponde com a história e nem a antropologia. As mulheres gordinhas eram a expressão renascentista de determinadas mulheres européias ricas – um ode à riqueza, e não à beleza. Não correspondiam sequer a todas as mulheres da Europa, menos ainda de todo ocidente descoberto ou oriente.

      Não, feministas, não existe essa “mão oculta” que manipula toda a sociedade e impõe seu padrão de moda – que só vocês, as feministas, são seres iluminados que consegue ver isto tudo. A sociedade tem milhões de mulheres que não são do estilo “Marcela Temer” que vivem perfeitamente suas vidas, sendo correspondidas afetivamente, sexualmente e socialmente por pessoas que também não seriam do estilo “Michel Temer” (ou então de homem com barba, coque ou coisa que for). Assim como existe as que vivem o estilo “Marcela Temer” e vivem bem, ou então com suas frustrações pessoais. Não existe essa moda “ditada” ou planificada – quem gosta de planificar, principalmente a economia, são marxistas. O que existe, isto sim, é uma invencionice feminista querendo impor às mulheres a forma como elas devem se portar – e mentindo que isto seria uma liberdade. Tal como existe homem que gosta de “mulher assim” ou “mulher que tem que se comportar assim”, existe mulher que gosta de “homem assim” ou “homem que deve se comportar assim”. É da natureza humana isto, e não de uma “sociedade patriarcal” – que cada vez mais sobrepõem direito às mulheres que aos homens, ou seja, se comporta em sentido oposto de sua definição.

      E o tal “peso” da moda só é mais “opressivo” com mulheres, porque as mulheres –massa quase predominante no meio da moda, junto com homossexuais – se sujeitam a isto. Não à toa que mulheres muito magras (modelos) são tidas como lindas para outras mulheres, e não para muitos homens – e isto na casa de milhões. E não à toa que feministas querem que mulheres do estilo “Marcela Temer” sumam e dêem espaço às “gordas, pichadas, de peitos caídos e peludas” – ditando assim um padrão de moda e comportamento!

      Claro, homens nasceram homens, e como tal não devem opinar porque não sabem da realidade. Ou melhor: sabem sim da realidade, e muitas às vezes têm percepção mais abrangente que as feministas, mas sabe como é: se eles tiverem voz, o discurso delas não vai se sustentar por muito tempo…

      Em tempo: quero aqui deixar claro que nem todas feministas são niilistas. Mas que esse número cresce a cada dia que passa…

      Abraços!

    • Dempsey Ramos

      Um dos sistemas sociais, considerados os mais “patriarcais” do mundo, é o Islã. Externamente, “aparenta” ser um sistema que representa o cúmulo da opressão do masculino contra o feminino. “Internamente”, entretanto, no âmbito das relações familiares, no âmbito do quotidiano de um grupo familiar islâmico, as mulheres possuem um incrível poder de influência e determinação das decisões que irão guiar o futuro de sua família (futuro de seus filhos e filhas, irmãos e irmãs, futuro de seus maridos). Ao terem incrível poder “interno” de influenciar o futuro de suas famílias, automaticamente as mulheres islâmicas possuem poder na sociedade islâmica como um todo. O relato acima é baseado no testemunho de amigos meus que viveram em sociedades islâmicas do oriente médio. O que quero mostrar com isso, é que a premissa teórica do feminismo (poder do homem que sobrepuja a mulher) não se sustenta nos casos específicos em que uma mulher, ou mulheres de uma sociedade inteira, mesmo que aparente e “externamente” pareçam, aos olhos da sociedade, submissas ao homem, “internamente” elas possuem tanto poder quanto o homem. Os tais seres que estabelecem a moda ao redor do mundo (refiro-me ao mundo ocidental, de base cultural judaico-cristã europeia), vivem ou viveram em contato com as respectivas mulheres de suas vidas, tão influentes quanto são as mulheres do Islã. O padrão estético da moda é um traço cultural, cuja construção decorre de uma maior influência advinda, no séc. XV, dos membros das nobrezas (homens e mulheres), e no séc. XXI, dos membros da indústria de roupas e cosméticos (também formada por homens e mulheres igualmente influentes). Em resumo, por mais que um padrão “estético” não seja agradável a todas as pessoas, a sua construção advém da influência tanto de homens como de mulheres. Além disso, afora questões estéticas, escolhas de vida de uma mulher (ter profissão fora de casa, passar a vida solteira ou casada, ou dedicar-se apenas ao lar), nada disso torna a mulher inferior ou subjugada pelo homem. A influência feminina sobre um homem e, consequentemente, sobre todas as grandes decisões que moldam e constroem uma sociedade, é de tal modo profunda e ampla que posso dizer: vivemos de modo convergente e conciliado um patri-matriarcado (pouco percebido e compreendido pelas visões radicais que preferem dividir e separar membros de uma sociedade em dois lados: bons x maus, opressores x vítimas).

  • Pingback: Marcela Temer e o inexorável destino de quem acredita em basofias – Sognare Lucido()

  • Ótimo texto.

    Acho que a sociedade brasileira , principalmente a feminina, ta perdendo o respeito pela liberdade das escolhas de cada um. Não deveria haver uma discussão sobre o que certo ou errado Entre a mulher “do lar” e uma mulher “executiva” . Não existe o certo ou errado nesses
    Contextos. Cada mulher é livre pra escolher como deve ser, se comportar ou seguir na sua vida. Não obstante, Cabe a todos respeitaram a liberdade de escolhas de cada um.

    Cade o livre arbítrio gente? Deixa ela ser Bela, Recatada e do lar. Cada uma deveria buscar seus próprios adjetivos e deixar as demais decidirem por si só o que querem ser ou como querem ser.

  • Leonardo

    Parabéns pelo texto. O marxismo cultural e seus tentáculos como os movimentos feministas e LGBT são insanos por natureza…São psicopatas nazistas que defendem a causa socialista acima de tudo, e depois te rotulam de nazista! São completamente malucos!!

  • Carlos Dias

    Excelente, como sói. Muito divertido ver o quanto as feministas são histéricas.

  • Beatriz Figueiredo

    Por favor, poupe-nos das fotos dessas barangas peludas e descuidadas…aff, um “bainho” nem pensar, né??

    • Joel

      O melhor até agora… hahahaha

  • Luan Rezende

    Flávio, você podia ter resumido o texto, dava pra sintetizar em “feministas, vocês são doentes”.

    Mas claro, não seria tão divertido quanto dissecar a mente de uma feminista e apontar as falhas.

  • Luiz Mai

    Não sei se é puro radicalismo ou se as pessoas misturam as coisas propositadamente no sentido de confundir o leitor desatento e preconceituoso.

    A crítica não é para a mulher do Temer, isso é óbvio né gente.

    A crítica é para uma matéria que parece saída dos anos 50 em pleno século 21.

    Essa matéria claramente desvia o assunto para outro lado, porque?

  • JUNIOR

    INVEJA É UMA LÁSTIMA…..

  • Claudia

    Lamentável o tom utilizado e a interpretação realizada.
    Não há nenhum problema em ser o que Marcela é, desde que a escolha seja dela. O problema é colocar isso como um padrão, e estar fora dele ser condenável.
    Interessante observar que apenas homens acharam favorável seu texto, afinal que homem ficaria satisfeito com uma mulher menos bela, nada recatada e que não seja do lar, certo?
    O feminismo defende a igualdade, mas de acordo com sua análise, são apenas mulheres loucas e invejosas.
    Para mim o que fica claro é que mulheres devem ser agradáveis, mas homens podem continuar sendo barrigudos, folgados e apenas preocupados com o provimento da casa.
    Não, obrigada.

    • Flavio Morgenstern

      Q. E. D.

    • Opa! Apenas homens? Pelo q me consta sou mulher, não sou bela, não sou recatada e nem sou do lar. Amei o texto! Você não falou nada de verdade, e, olha só, o texto faz uma excelente referência à verdade e à realidade. Seu texto curto de 8 afirmações saiu da verdade/realidade em “somente” 6 afirmações: 1 – Lamentável o tom utilizado (???), 2 – Lamentável Interpretação realizada (???), 3 – Colocar como um padrão e fora dele ser condenável (em q momento a revista colocou como um padrão e condenou os outros?), 4 – Apenas homens acharam favorável o texto (Leia os comentários, migx!), 5 – Que homem ficaria satisfeito com mulher feia, etc.( Tá louca, sua maluca?), 6 – Mulheres devem ser agradáveis e homens não. (Quem disse isso? Onde? Quando?). Ah, vai lavar a louça!!!!!

  • Tayane Viana

    Parabens. Análise perfeita.

  • Wesley

    O mais engraçado nisso tudo é o fato de quererem enfiar guela abaixobque eu não posso optar por mulheres belas, do lar e recatadas. Fala sério, querem ficar de Suvaco cabeludo, não se depilar, andar por aí como querem o problema é de vocês, mas eu dentro daquilo que mais me agrada não optaria por um mulher assim nunca. Babaquice querer impor opinião vitimizada.

    • Minha filha e bela culta mais nao precisa de um macho para ser FELIZ e sim de um parceiro para caminhar

  • “…feministas nunca conseguem provocar inveja de sua “liberdade” e “consciência crítica” em mulheres realizadas e satisfeitas com suas conquistas ”

    Instrumentação política da inveja, de modo a nivelar a humanidade pelo que há de pior. Eis a principal contribuição dos valores de Frankfurt para o Ocidente. Desde a loucura niilista do mainstream artístico do século XX, que alçou todo tipo de esculhambação esquizofrênica à condição de “arte abstrata” ( vide Joan Miró e Jackson Pollock), passando pelo estado sofrível da música atual, que distribui status de lenda a qualquer boçal desajustado progressista, que sequer precisa saber tocar um instrumento adequadamente ( Daron Malakian, Tom Morello), o que parecia restrito à arte, agora se aplica a humanidade em si. Esses mimados querem rebaixar a virtude e a beleza para refazer a natureza humana. Nada diferente de seus ancestrais ideológicos jacobinos, comunistas e nacional-socialistas.

  • ROSANGELA DA C CAMPOS

    Adorei. O movimento feminazis de hoje acha que representa a toda a sociedade feminina, mas não. Se tornou algo ridículo, sem parâmetros ou lógica. Sou mulher, tenho minha profissão é amo ser esposa, mãe, do lar e ainda dar conta de me cuidar. Não preciso sair por aí nua para conquistar meu espaço, conquistei com minha inteligência e competência. Parabéns.

    • JUNIOR

      Parabéns Rosangela…este é o caminho. Pessoas realizadas e com alto estima, não precisam de baixaria para serem reconhecidas.

  • Luciana

    Acho seu texto muito equivocado. A começar pelo “o que já afiançava o gênio G. K. Chesterton: “O feminismo trouxe a ideia confusa de que as mulheres são livres quando servem aos seus empregadores, mas são escravas quando ajudam seus maridos”.” Primeiro de tudo, todo mundo sabe que no Brasil (e em muitos paises do mundo) as pessoas atribuem a mulher o papel central no lar, o que é ridiculo pois tarefas do lar devem ser divididas igualmente ja que nos dias de hj a mulher trabalha tanto quanto o homem. Ninguém ta criticando que Marcela seja bela, recatada e do lar. A critica está em usar a Marcela Temer como representacao do que deveria ser uma “dama” na politica. E sinceramente, ela não é nenhum modelo, afinal as mulheres tem livre escolha para terem a personalidade que quiserem. É uma critica ridicula a atual presidente, que a mesma revista representa como sendo uma “mulher-macho”, nada delicada. O feminismo não atua da maneira como vc esta escrevendo ai, e voce sabe disso.

    • Flavio Morgenstern

      Como se mostrou no texto, se alguém descrever a realidade, uma feminista critica que seja uma representação. Verdade e feminismo são como água e óleo.

      • É como o Yashá Gallazzi diz: a esquerda adora medir os outros pela sua própria régua. Eles acham que a realidade TEM QUE SER um padrão, um modelo, por isso se esforçam para manipulá-la. E se o Morga a descreve, a esquerda acha que ele também a quer como um padrão, um modelo.

  • Pedro Luis Catraca

    Como dizem nas redes: O feminismo começa aos 80 quilos.

  • matias

    Hehehe parece que as feminazis nunca folharam uma revista caras ou leram a coluna social do jornaleco da cidade, é o mesmo estilo da reportagem da Veja.

  • Alitiane Guimarães

    Deve ser muito bom não fazer nada, e só usar roupa “exclusiva” estilo Kate Middleton, meus impostos devem ter ajudado a pagar muitos dos sapatos que ela usa.

  • Alitiane Guimarães

    Muito me admira uma pessoal culta, defendendo aquela gentalha que não trabalha, porque a gente sustenta!

    • Flavio Morgenstern

      Moi, o ultra-liberal, defender sustento de outrém? Creio ser melhor ler o texto antes de criticá-lo. 😉

      • Alitiane Guimarães

        Sim eu li o texto é uma crítica clara ao movimento feminista, como eu disse pra vc é meu e o teu dinheiro que sustenta os políticos, e como ela não trabalha com que dinheiro vc acha que ela é sustentada, pelo bolsa família? Nosso dinheiro ajudou a pagar muitos dos vestidos exclusivos que ela usa, fiquei sentida em ler seu texto e ver alguém falando bem daquela gentalha, a revista pregou ela como uma boa moça coisa que ela não é, se ela tivesse boa índole de verdade não estaria MAIS casada com um corrupto, ainda mais para uma mulher que estudou Direito que deve adorar a justiça. Os advogados são pessoas idealistas e cheios de opinião, pessoas admiráveis (pelo menos a maioria deles) Não to criticando as boas moças, to criticando a Marcela mesmo e a revista que não deve ter ganho nada para promover aquela bela matéria nesse momento político $$$.

        • Flavio Morgenstern

          Tia, não defendi em um segundo o que Marcela Temer faz, pensa e muito menos com quem é casada. Pra você ter uma idéia, votei em quem era da chapa rival, só por falta de opção melhor.

          • Alitiane Guimarães

            kkkk tenho idade pra ser sua filha, vc é uma pessoa inteligente, não quis te ofender, mas vc não entendeu o meu ponto de vista, é os interesse que estão por trás dessa matéria, os interesse políticos isso que quis dizer, deveria ser isso que as pessoas deveriam estar debatendo, pra mim o partido dele tem tudo haver com essa matéria para passar uma boa imagem ao povo brasileiro da família do Temer para representar o Brasil, já eu não votei em nenhum deles, por falta de opção também, estão todos virando farinha do mesmo saco, vai ser quase como achar uma agulha no palheiro para votar para o próximo presidente. Não estou criticando seu texto, estou criticando o texto da revista tentando passar uma propaganda de família margarina kkkkk…. Abraço

  • Alitiane Guimarães

    Se tivesse boa índole não estaria casada com um CORRUPTO, ainda mais para uma mulher que estudou DIREITO!!

  • Adjemir

    Feminismo é um distúrbio, ou dizer que o feminismo é loucura é um imenso pleonasmo.

  • Jacqueline

    Excelente texto! Até que enfim algo coerente, nessa internet. Parabéns Flávio.

  • Flavio, acompanhando seus textos por aqui eu sempre te vejo fazendo uma relação entre esquerda e psicanálise. Só que eu faço psicologia, estou terminando o curso, e não consigo enxergar isso. Talvez porque psicanálise não seja minha abordagem clínica, mas curiosamente a minha professora de psicanálise na universidade era uma das poucas não esquerdistas, por isso acho meio estranho. Então como é isso de psicanálise e esquerda? São autores específicos? tem algum livro, texto, trabalho, etc que demonstre o esquerdismo dentro da psicanálise?

  • Poliana

    Uau! Quão proveitosa foi a sua leitura dos textos de Nietzche, Freud Karl Marx…tô besta!
    Recomendo a reeleitura.
    #ficaadicaquerido

  • Jessica

    Esta tudo bem em a Marcela ser bela, recatada, e do lar, não há problema nenhum nisso. A questão é que a revista quer impor de uma forma subentendida, que todas as mulheres deveriam ser assim. Tenho absoluta certeza que se houvesse uma vice-presidente mulher, a Veja não iria na casa dela fazer uma matéria sobre seu ” Belo, Recatado, e Do Lar” marido.

    • Flavio Morgenstern

      Como se mostrou no texto, se alguém descrever a realidade, uma feminista critica que seja uma imposição. Verdade e feminismo são como água e óleo.

  • E olhe que talvez você ainda não tenha visto, mas agora começaram a vergastar a Marcela chamando-a de alpinista social que dá golpe do baú em velhos. Ou seja, os esquerdistas podem xingar mulher de vagabunda, só quem não pode são as pessoas normais.

  • Alitiane Guimarães

    Não, eu não li isso, acorda querido é bela, interesseira e preguiçosa, por que “do lar que não é”, deve ter empregada pra tudo!!!!
    “O protesto #belarecatada e do lar não ‘e contra mulheres que tomam a opcao de viver uma vida tradicional, ‘e contra a ideia de que apenas esse tipo de mulher tem valor.”
    Se quiser me procura no Facebook, pra saber se eu sou feia pra estar tendo essa opinião!!!

    • Flavio Morgenstern

      Como se mostrou no texto, se alguém descrever a realidade, uma feminista critica que seja um dever. Verdade e feminismo são como água e óleo.

    • “a revista quer impor de uma forma subentendida, que todas as mulheres deveriam ser assim”

      Não está. Vai ter que provar.

  • Obrigado pelo seu texto tão coerente e elucidativo.

  • Racionalidade, luz na escuridão.
    Obrigado pela leitura.

  • Bruno

    Putaquipariu, quando crescer quero escrever que nem o Flávio, foi excelente o texto, para não variar.

  • Mais uma campanha histérica, tosca, e sem cabimento, baseada em uma curiosa necessidade de autopromoção vinda de gente que se diz “empoderada” e “sexo forte”

    Nada novo sob o sol

    Excelente análise, Flávio

  • Alexandre Alves

    A simples comparação entre a última foto do texto e as fotos anteriores já é bastante elucidativa quanto à loucura das feministas.

  • Tem algum lugar pra assinar embaixo do que está escrito?? Ótima análise, ótima!

  • Bruno Cezar

    Flávio, no primeiro parágrafo a palavra revista está escrita revisat ^^

  • Texto excelente, para variar, mas essas fotos estão de matar! Eca!

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