É absoluta perda de tempo e energia vital tentar responder de forma racional aos fiéis da seita mística lulista.
Não há outro assunto na mídia: as celebridades e formadores de opinião só falam da causa gay, o que pode ser prejudicial justamente aos gays.
Trazemos notícias tristes: estava tudo normal no socialismo, mas aí... deturparam Marx. De novo. O socialismo real ficará pra outra vez, povo.
O autor das tirinhas "Malvados" desenhou o Papai Noel dizendo que é tão falso quanto a monogamia. Vamos rir do cornomansismo de André Dahmer.
A Coca-Cola abandonou seu lado família e preferiu se associar ao funk de Pabllo Vittar, Ludmilla e Valesca Popozuda. O que ganha com isso?
Para "ativista na causa HIV/AIDS" (sic) do site de extremíssima-esquerda HuffPost, não temos de curar o HIV, e sim o "preconceito".
Anitta deve mesmo ser lembrada como "Mulher do ano" de 2017 no lugar das verdadeiras heroínas de 2017. Foi um ano de lacre sem conteúdo.
Com atraso de um mês, analisamos pela lingüística por que e como a Revolução Russa continua presente em nosso imaginário 100 anos depois.
Numa festa de aniversário de 12 anos, dois meninos se beijaram sobre um bolo de Pabllo Villar. O que indigna não é serem gays, é que só estão seguindo moda.
A mídia tem se estapeado para explicar a direita sem ler um único livro a respeito. Eles podem chiar, mas conservadorismo é o novo sexy.